Milho no Monjolo

Odilon Muncinelli

Milho no Monjolo – 10 de Agosto de 2018

“UM ESCRITOR NA BIBLIOTECA”

“O escritor paranaense Laurentino Gomes é o convidado de agosto do Projeto Um Escritor na Biblioteca”. O bate-papo, mediado pelo jornalista Marcio Renato dos Santos, ocorreu na última terça-feira, dia 07, no Auditório da Biblioteca Pública do Paraná. Até novembro, outros quatro autores participam do evento. Autor da trilogia “1808”, “1822” e “1889”, que remonta a História do Brasil até a Proclamação da República, Laurentino  Gomes já ganhou, entre outros Prêmios, seis vezes o Jabuti e duas vezes o Esso de Jornalismo. É membro Titular do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, membro Honorário das Academias de Letras das cidades de Maringá e Sorocaba e ocupante da cadeira 18 da Academia Paranaense de Letras. Jornalista formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Laurentino Gomes fez pós-graduação em Administração pela Universidade de São Paulo e possui Cursos de Especialização nas Universidades de Cambridge, na Inglaterra e Vanderbilt, nos Estados Unidos. Já trabalhou em alguns dos principais veículos de comunicação do País, tendo iniciado sua carreira como repórter dos Jornais Correio de Notícias e O Estado do Paraná.  O Projeto “Um Escritor na Biblioteca” é um projeto realizado pela Biblioteca Pública do Paraná na década de 1980, retomado em 2011, com a participação de autores brasileiros de variadas gerações. Os depoimentos são gravados e, posteriormente, publicados no Jornal Cândido e editados em formato de livro pelo Núcleo de Edições da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná”.

PRIMEIRO LIVRO

Na última quarta-feira, dia 08, o Instituto Federal do Paraná, Campus de União da Vitória, PR, promoveu o lançamento do primeiro livro de Jennifer Maurer, o romance “Destinos Traçados”. Sobre o livro: Duas vidas diferentes, duas vidas distintas se encontram. Seria destino? Seria coincidência? Heda Loresson tem uma vida razoável: herbalista, ganha dinheiro para sobreviver e tem sua mãe para proteger e ganhar amor. Mas será que aquilo é tudo que ela precisa? Érick Clark é o herdeiro da sua família, vive com um pai rigoroso e uma mãe compreensiva. Mas será que é isso o que ele realmente quer? E se esses dois caminhos se cruzassem? Novas formas e visões de viver seriam descobertas? Seguir seus corações é o que nos torna humanos. É o que faz você ser você. Sobre a autora: Jennifer Maurer, 16 anos, é estudante do 2º ano do Curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio. Cursou dança e teatro por um ano. Tem uma imensa paixão por livros de fantasia, romance e aventura, sendo fã das obras “A Seleção”, “Harry Potter”, “Fallen” e “A Queda dos Reinos”. Escritora e leitora desde muito nova, começou a rascunhar sua primeira história aos 10 anos. Aos poucos, desenvolveu sua escrita e decidiu lançar sua primeira obra. Amante da cultura japonesa, lê mangás e assiste animes. Atualmente mora em Porto União, Santa Catarina.

 

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje dedicada ao confrade  Dom Walter Michael Ebejer, Bispo Emérito União da Vitória, Paraná, que, na última sexta-feira, dia 03, comemorou 89 anos de idade, profícuos e bem vividos. Aliás, nestes 18 anos de existência da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) ele é o acadêmico mais ativo e produtivo. Porquanto publicou seis  livros, a saber: “Meu Itinerário Vocacional”, 2004. “Eu, Meu Deus e Minha Mula”, 2008. “Teoria Platônica das Formas – Com Referência Especial a sua Cosmologia no Timeu”, 2010. “John Ciarlò – 50 Conversões ao Catolicismo”, 2012. “Mais Conversões ao Catolicismo”, 2015. “Minhas Lembranças Missionárias”, 2018 e inúmeros artigos. Sem dúvida, pela sua atuação e produção literária, merece o Prêmio “Flor do Aguapé”.

Beira do Iguaçu, Agosto de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 07 de Agosto de 2018

O IDOSO E A LITERATURA 

Cora Coralina (Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas), considerada uma das maiores poetisas de língua portuguesa do século XX, começou a publicar seus livros aos 75 anos de idade. Apesar disso, a autora sempre escreveu poemas sobre seu cotidiano, com uma linguagem simples na forma, mas muito profunda no conteúdo.  Carlos Drummond de Andrade, em 1980, enviou-lhe uma carta elogiando seu trabalho e, logo, a autora de 91 anos passou a ser conhecida em todo o Brasil.

 

 “É PROIBIDO CALAR”

“Diante de um cenário econômico, social e político conturbado, pais e mães precisam levar a discussão sobre valores e princípios éticos para dentro de casa e assumirem a responsabilidade pela educação de seus filhos. Essa é a proposta de Mílton Jung, âncora do Jornal da CBN (Central Brasileira de Notícias), em seu novo livro “É Proibido Calar”. Precisamos falar de ética e cidadania com nossos filhos’ (Ed.  Best Seller), que será lançado no dia 13 deste  mês de agosto em um talk show apresentado pela jornalista Cássia Godoy, na Livraria Saraiva, em São Paulo.       Eles vão conversar com os ouvintes sobre pequenas e grandes dúvidas dos pais no cotidiano e pequenos e grandes dilemas na educação dos filhos frente a assuntos como sexo, drogas, bullying e o futuro profissional das crianças: “educar para a vida é o nosso desafio de pai e mãe — que assumimos no instante em que aceitamos ser o responsável pela criação de um filho. É um compromisso ético que temos com ele, com a família e com a própria sociedade”, afirma Mílton Jung. Logo após o talk show, Milton Jung receberá os ouvintes e leitores em uma sessão de autógrafos.

 

“ESTÓRIAS DE SÃO MIGUEL DA SERRA”

Brevemente, o Distrito de São Miguel da Serra estará nas páginas de um livro. Pois bem, no mês de maio de 2019 ocorre o Centenário do Distrito e naquela  ocasião virá a lume o livro “Estórias de São Miguel da Serra – Um Tributo aos Colonizadores”, da comunicadora  Léa  Alberti. São Miguel da Serra é um Distrito do Município de Porto União, no Estado de Santa Catarina. No Distrito localiza-se a conhecida Igreja, toda construída em pedras por imigrantes alemães. Distante 23 quilômetros do centro de Porto União, com acesso pela Rodovia SC-302. A Igreja é integrante do Roteiro Rural Caminhos da Serra. Outra atração do Distrito é o Museu Rural Leovegildo Dalmas, um moinho de cereais com roda de água ainda em funcionamento. Esse Museu conserva fotos e documentos dos pioneiros, sendo também integrante do Roteiro Rural Caminhos da Serra. Nota: O Distrito de Santa Cruz do Timbó será contemplado com outro livro no mês de setembro de 2019.

 

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao Papa Francisco que, na última quinta-feira, dia 02, mudou o Catecismo da Igreja Católica para declarar oficialmente a pena de morte como um ato inadmissível, em qualquer circunstância.

 

Beira do Iguaçu, Agosto de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 03 de Agosto de 2018

LUTO

Na última  terça-feira, dia 31, morreu o advogado e político Hélio Bicudo, aos 96 anos de idade. Hélio  Bicudo foi fundador do Partido dos Trabalhadores (PT) e um dos autores do pedido de impeachment contra Dilma Vana Rousseff.  A saúde do advogado era frágil desde 2010, quando sofreu um AVC. Debilitou-se ainda mais em março deste ano, quando morreu sua mulher, Déa Pereira Wilken Bicudo, após 71 anos de casamento. Ele deixa sete filhos, netos e bisnetos. Ativista dos direitos humanos, Hélio Bicudo ganhou notoriedade nacional ao condenar integrantes do Esquadrão da Morte, organização paramilitar dos anos 1970. Na vida política, o advogado também foi Deputado Federal de São Paulo por dois mandatos consecutivos, de 1991 a 1999 e Vice-Prefeito de São Paulo, na gestão de Marta Suplicy (então PT).  Biografia: Hélio Pereira Bicudo nasceu em Mogi das Cruzes (SP) no dia 05 de julho de 1922. Ele ingressou na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo em 1942, mesmo ano em que começou a trabalhar em um escritório de advocacia. Quatro anos depois, obteve o diploma de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais. Após ocupar o cargo de Promotor e Procurador da Justiça, nomeado em 1959. Chefe da Casa Civil do Governo do Estado de São Paulo, na gestão de Carvalho Pinto (1959-1963). No período, representou-o na Comissão que elaborou os Estatutos da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo). Em 1963, quando chefiava o Gabinete de Carvalho Pinto, Hélio Bicudo se tornou Ministro da Fazenda do Governo de João Goulart de maneira interina. Seis anos depois iniciou a investigação de atividades criminosas cometidas por policiais, em um de seus trabalhos mais notórios. Em 1980, Hélio Bicudo ingressou no PT, tornando-se o primeiro Vice-Presidente da Seção Paulista da Agremiação. Em 1990, foi eleito Deputado Federal com 100 mil votos, tendo sido reeleito quatro anos depois. Em 1996, o advogado se tornou Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Ele se tornou referência na luta contra a pena de morte no Brasil. Mais tarde, decepcionado,  deixou PT em 2005, em face do Episódio do Mensalão. Publicou “Meu Depoimento sobre o Esquadrão da Morte” e outras pesquisas.

 

HISTÓRIA LOCAL

O historiador Cleto da Silva publicou dois livros importantes para a nossa História Local. São eles: “Apontamentos Históricos de União da Vitória: 1768 – 1933” (1933) e “Accordo de Limites: O Contestado Diante das Carabinas” (1920). Existem pouquíssimos exemplares em circulação.  O primeiro foi reeditado, enquanto  o segundo merece uma reedição. Ambos os livros merecem ser usados nas nossas Escolas.

 

 ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao velho amigo Arnaldo Moraes da Veiga, o popular “Pelego”, Associado Fundador da Associação Atlética Banco do Brasil, que, na última segunda-feira, dia 30, “mudou-se para o andar de cima”, aos 82 anos de idade.

Beira do Iguaçu, Agosto de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 31 de Julho de 2018

ESCREVE O LEITOR

“Bom dia conterrâneo e amigo Odilon. Costumo ler,  como primeira incumbência da manhã, alguns jornais e revistas e  já  é hábito arraigado começar pelo O COMÉRCIO, por razões óbvias. Hoje o meu dia será muito mais gratificante pois deparei na coluna do dia 24/JULHO a publicação de 2 mensagens que lhe mandei, via e-mail, muito recentemente. Agradeço demais sua gentileza e pode acreditar que procuro ser observador e pratico a sinceridade  dando valor até aos pequenos detalhes os quais, não raras vezes, proporcionam satisfação muito grande. Existe uma assertiva  dizendo  que a felicidade  se constitui de pequenas coisas do dia-a-dia, basta saber valorizá-las. Um grande abraço e bom final de semana. Stefano Jakubiu”. (E-Mail da última quinta-feira, dia 26).

“REFÚGIO NO SÁBADO” 1

Ontem, dia 30, ocorreu o lançamemto do livro “Refúgio no Sábado”, de Miriam Leitão, com 288 páginas. “Conhecida pelo público principalmente por sua cobertura jornalística de economia e dos bastidores do poder, Míriam Leitão reúne pela primeira vez suas crônicas, nas quais aborda conversas que a marcaram, memórias da infância e momentos do cotidiano. Os textos, publicados inicialmente no blog de seu filho Matheus Leitão, são uma bela oportunidade para os leitores conhecerem melhor o dia a dia de Míriam Leitão, suas origens e o processo de formação de uma escritora em suas crônicas, Míriam Leitão escreve sobre o que pensa ou sente: conversas com os netos, tristeza, saudade, amizades, música e poesia. Este livro é mais uma prova de que o olhar atento e a escrita elegante da autora a fazem deslizar por diferentes gêneros literários com maestria”. Sinopse:Uma seleção de crônicas leves e afetivas da premiada escritora e jornalista Conhecida pelo público principalmente por sua cobertura jornalística de economia e dos bastidores do poder, Míriam Leitão reúne, pela primeira vez, suas crônicas nas quais aborda conversas que a marcaram, memórias da infância e momentos do cotidiano. Os textos, publicados inicialmente no blog de seu filho Matheus.

“REFÚGIO NO SÁBADO” 2

Miriam Azevedo de Almeida Leitãoé natural de Caratinga,  Minas Gerais, nascida no dia 07 de abril de 1953. História do Futuro: o Horizonte do Brasil no Século XXI” (2015) é seu terceiro livro de não ficção. Também é autora do romance “Tempos Extremos” (2014), publicado pela Intrínseca e de três obras infantisÉ jornalista de TV, rádio, jornal e mídia digital. É formada em Jornalismo pela  Universidade de Brasília. Em quarenta anos de profissão, recebeu diversos prêmios, entre eles o Maria Moors Cabot, da Universidade Columbia, de Nova York. Ganhou o Jabuti de Livro do Ano de Não Ficção em 2012 por “Saga Brasileira” (2011). Vale lembrar ainda “Convém Sonhar”  (2010). É casada com Sérgio Abranches, tem dois filhos, Vladimir e Matheus, e um enteado, Rodrigo. É avó de Mariana, Daniel, Manuela e Isabel”.

Beira do Iguaçu, Julho de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 27 de Julho de 2018

“O EVANGELHO DA RIQUEZA”

Andrew Carnegie foi um dos primeiros grandes filantropos americanos e doou 90% da” sua fortuna – o equivalente a US$ 4,76 bilhões, em 2014. Em 1889, escreveu O Evangelho da Riqueza, convocando os ricos a utilizarem a sua riqueza para melhorar a sociedade. Com isso, inspirou gerações de filantropos, incluindo Bill Gates e Warren Buffet.

 

AINDA NÃO FORAM EDITADOS

Em tempos passados falou-se sobre a edição de alguns livros com a abordagem de assuntos interessantes a respeito da nossa História Local. Mas, ainda não foram editados. Uma pena! São eles: Carregando Versos, a História da Poesia, a História do Clube Apolo, a História do Futebol Amador Local, a História do São Bernardo Futebol Clube, a História do Basquetebol, História do Crime do Iguaçu, a História do Corpo de Bombeiros e outros.

 

OLHA O JAPONÊS! 1

“Seis horas da manhã e você está lá na sua cama, curtindo aquele último soninho. Mas o repouso é interrompido pela campainha, ou batidas na porta ou palmas no portão da sua casa. Alguns ficariam receosos de um assalto. Outros ficariam preocupados, pensando que alguém precisa de ajuda. Mas uma pequena parcela de endinheirados brasileiros tinha muito a se preocupar e já estavam acordados a essa hora, com uma pequena mala de roupas pronta, só esperando este momento. Sim, era Newton Ishii, o “Japonês da Federal, que estava ali para executar o mandado de prisão destes endinheirados, investigados pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF). Quando se iniciaram as delações premiadas dos investigados, eles sabiam que era questão de tempo para receberem a visita do agente federal”.

 

OLHA O JAPONÊS! 2

“Newton Ishii acaba de virar personagem de um livro: “O Carcereiro – O Japonês da Federal e os Presos da Lava Jato”, escrito pelo jornalista Luís Humberto Carrijo. Nele, o agente conta sobre a convivência que teve com os presos da operação federal. Na obra, fala pouco do momento das prisões, na porta da casa de cada um. Mas faz muitas revelações do que ouviu de cada um deles, enquanto chefe da carceragem da Superintendência da PF. Coisas que talvez não tenham sido reveladas formalmente nos processos da Lava Jato, na Justiça Federal”. Newton Ishii, que ficou involuntariamente conhecido por apasempre na mídia, levando os figurões aos exames no Instituto Médico-Legal e à cadeia, confessa que não leu o livro inteiro. Nos primeiros capítulos, o jornalista conta a história de vida do agente, que tem capítulos muito tristes nos anos anteriores à Lava Jato. “Eu e minha filha estávamos lendo juntos. Mas chegamos nesta parte e não conseguíamos parar de chorar. Não conseguimos ir adiante”, diz ele, que em entrevista à Tribuna do Paraná mostrou-se controlado no que diz em frente às câmeras, mas com a língua afiada e cheia de “offs” quando a câmera está desligada”. (Fonte: Tribuna do Paraná).

Beira do Iguaçu, Junho de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 24 de Julho de 2018

TÚLIO DE FRANÇA

Túlio de França, ou melhor João Túlio Marcondes de França, nasceu em Porto União, Santa Catarina, no dia 9 de abril de 1888. Realizou seus primeiros estudos em sua terra natal. Diplomou-se em Direito pela Faculdade do Largo de São Francisco em São Paulo (1912). Iniciou sua carreira como Advogado e Inspetor de Ensino de União da Vitória. Autor de vasta produção poética. Publicou vários trabalhos em diversos jornais e revistas, inclusive fundou o quinzenário humorístico “Relâmpago”, em parceria com outros intelectuais da época. Mostrou-se sempre grande defensor e aliado contumaz da educação. Foi Promotor Público de Justiça e Juiz de Direito em Porto União (1916-1920), em União da Vitória, São José dos Pinhais, Foz do Iguaçu, Palmas, Lapa. Em Curitiba, ocupou o cargo de Juiz da 3ª Vara Criminal. Nomeado por decreto ao cargo de Procurador-Geral de Justiça em 1926, por um biênio, pelo então Presidente do Estado, Caetano Munhoz da Rocha. Faleceu no dia 7 de fevereiro de 1931. É Patrono da 40ª cadeira da Academia de Letras Vale do Iguaçu.

 

ESCREVE O LEITOR 1

“Bom dia conterrâneo e amigo Odilon. Acabei de ler sua coluna de ontem e já de início deparei-me com assunto que me diz respeito, e muito. Se alguém acessar o meu whats ap 41-99979-2494 verá foto minha com uma cuia de chimarrão.  Tomo diariamente com minha esposa e sou até “enjoado” no cerimonial de preparo procurando obedecer os detalhes, pois existem os 10 mandamentos do chimarrão. Aprecio muito e já observei que o local onde se toma o chimarrão influi muito nos resultados e em roda com amigos ( apreciadores de chimarrão)  é ainda mais gratificante. Tenho na frente da minha casa um comedouro para alimentar os passarinhos meus clientes de quirera e banana e é de se admirar a variedade de pássaros.  Quando o tempo permite usamos o banco de madeira para sentar e ficamos observando  o movimento dos bichinhos. É uma gostosa terapia. Grande abraço. Stefano Jakubiu”. (E-Mail da última quarta-feira, dia 18).

 

ESCREVE O LEITOR 2

“Bom dia conterrâneo e amigo Odilon. Meu grande abraço no  DIA OFICIAL DO AMIGO. Bom final de semana. Stefano Jakubiu”. (E-Mail da última sexta-feira, dia 20). Agradeço e retribuo a sua lembrança com um fraternal abraço. Saúde, Paz e Bem!

ENTREVISTA

No último domingo, dia 22, o velho amigo e irmão de fé José Leocádio Vieira, o popular “Cadinho”, concedeu uma importante e proveitosa entrevista ao Programa “Caminho da Universidade”, apresentado pelo confrade Aluízo  Witiuk, na TV Mill, de União da Vitória, Paraná. O entrevistado falou sobre a brilhante História do Futebol  Amador Local e da Associação Atlética Iguaçu. Falou ainda do seu futuro livro. Agradeço a elogiosa referência ao meu nome e espero um exemplar do tão aguardado livro.

Beira do Iguaçu, Julho de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 20 de Julho de 2018

HISTÓRIA DO RIO IGUAÇU

Rio Iguaçué um curso de águaque banha o Estado do Paraná. É afluente do Rio Paraná e é o maior rio do Paraná. É formado pelo encontro dos rios Ivaí e Atuba na parte leste do município paranaense de Curitiba, junto à divisa deste com os municípios de Pinhais e São José dos Pinhais. O curso do rio segue o sentido geral leste a oeste com algumas partes servindo de divisa natural entre o Paraná e Santa Catarina, bem como em certo trecho do seu baixo curso faz a fronteira entre o Brasil e a Argentina (Província de Misiones). Em 2008, o Rio Iguaçu foi considerado o segundo rio mais poluído do Brasil, superado apenas pelo Rio Tietê, em São Paulo. O termo “Iguaçu” é oriundo da língua guarani, significando “rio grande”, através da junção de y (água, rio) e guasu (grande). Em espanhol, adotou-se a grafia Iguazú. Em 1881, sua navegação foi iniciada pelo coronel Amazonas de Araújo Marcondes, sendo a erva-mate, a madeira e os produtos de  subsistência as mercadorias mais transportadas. Nota: A sua  navegação foi encerrada em 1953 por Cícero Muncinelli (meu pai) com a Lancha Santa Terezinha (de Porto Almeida à Porto Amazonas) e Campolim  Ramos com o Vapor Iguassú.

JOVENS CONTISTAS

Lançado, recentemente, o livro “15 Formas Breves”compila contos de autores paranaenses com idades entre 18 e 30 anos, alguns deles estreando na literatura. Os contos foram compilados a partir de originais enviados pelos escritores para a redação do jornal “Cândido”, editado pela Biblioteca Pública do Paraná, e dialogam com mestres do gênero, como a escritora Clarice Lispector, ao pensar a experiência do autor como ser humano. Além do lançamento, houve sessão de autógrafos.

LIVROS E MAIS LIVROS

A minha Biblioteca acaba de ser enriquecida com mais três livros de autores locais. Primeiramente, a confreira Marli Terezinha Andrucho Boldori brindou-ne com o livro “União da Vitória Marcas e Encantos”, organizado por Ricardo José Brugnago, Chefe do Núcleo Regional de Edcação, com poemas, memórias literárias e crônicas. Por último, a professora e cronista Alciomara M. Buch brindou-me com os livros “Tragicomédias da Vida” e “Crônicas de Uma Mulher \madura”, ambos da sua autoia. Sensibilizado, agradeço a gentileza!

BRASIL E AFEGANISTÃO

Ontem, dia 19, no Auditório da Universidade do Contestado, campus de Porto União, ocorreu o lançamento do livro “Diversidade entre Brasil e Afeganistão”, de Marisa Przysini Lazier. – “História de uma mulher brasileira que recebeu como presente de Deus um dom que levou-a a escrever um livro em hindi persa sem nunca ter estudado esta língua”. NOTA: A distância em linha reta (rota aérea) entre o centro geográfico do Brasil e o centro do Afeganistão é 13602km (8452milhas ou 7344 milhas náuticas).

 

A ÚLTIMA

“A diferença entre a literatura e o jornalismo é que o jornalismo é ilegível e a literatura não é lida”. (Auror Desconhecido).

 

Beira do Iguaçu, Julho de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 17 de Julho de 2018

O CHIMARRÃO E O BOM HUMOR

Tradição sul-americana desde tempos antigos e muito apreciada na região sul do Brasil, a infusão de erva-mate parece trazer mais benefícios para o corpo do que se imagina. De acordo com especialistas em nutrição, a erva é rica em antioxidantes que ajudam a melhorar o humor. Em outras palavras, isso significa que quem bebe mais chimarrão ou outros tipos de chá derivados do mate têm mais chances de se sentir feliz. E não só isso. Segundo um estudo publicado na revista especializada “Phytotherapy Research”, a erva também seria importante para prevenir outros males, como o diabetes, doença de Alzheimer, Parkinson e a síndrome metabólica, além de ser um ótimo estimulante do sistema nervoso.

LITERATURA INFANTIL

A autora Danielle Sommer e a ilustradora Daphne Lambros lançam o segundo livro infantil “Tem alguém indo trabalhar”. A sessão de autógrafos ocorreu, recentemente, no Solar do Rosário, em Curitiba. Na ocasião também foi lançada a segunda edição do livro “Tem alguém na barriga da mamãe”, que faz parte da Série Meu Mundinho.

OBRAS LITERÁRIAS EM DESTAQUE

Resgatar e consolidar obras literárias de artistas paranaenses. Essa é a intenção do Projeto Semeando Livros, criado pela Editora Juruá, em parceria com a Academia Paranaense de Letras e o Instituto Histórico e Geográfico do Paraná. Até o final deste ano, deverão ser lançadas cem obras focadas na história e na cultura do Paraná. Estas serão tanto de autores vivos quanto de já falecidos. A idéia é democratizar o saber histórico como forma de fomentar e consolidar a identidade paranaense, diz o idealizador do projeto e membro pesquisador do Instituto Histórico, Anthony Leahy. A primeira obra que integra o projeto foi lançada há poucos dias. Trata-se de “Maragatos”, de Valério Hoerner Júnior, da Academia Paranaense de Letras. Na segunda quinzena deste mês, deve ser disponibilizada História da Alimentação Paranaense, do ex-Reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Carlos Roberto Antunes dos Santos. O terceiro livro será “Dias Fratricidas”, de José Bernardino Bermann, que em 1900 foi o primeiro Presidente do Intituto Histórico e Geográfico.,Todos serão comercializados, a preços variados, na livraria virtual www.jurua.com.br e na livraria Pedra da Gazeta, que fica no Shopping Itália e é a única especializada em história e cultura paranaense. Atualmente, as livrarias abrem muito pouco espaço para a cultura paranaense, finaliza Anthony Leahy. (Fonte: Tribuna do Paraná).

A ÚLTIMA

“De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto”. (Rui Barbosa). Nota: Trecho do discurso proferido no Senado Federal, em 1914.

 

Beira do Iguaçu, Julho de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 13 de Julho de 2018

“GRAFIAS NOTURNAS”

“A literatura fantástica como meio para falar de problemas reais é o recurso utilizado na coletânea de contos “Grafias Noturnas”, livro de estreia do autor paranaense Luiz Fernando Riesemberg, nascido no dia 06 de outubro de 1980, em São Mateus do Sul, Paraná. Na definição do próprio autor, cada conto traz uma história sobre pessoas comuns tendo que conviver com inimigos poderosos e invisíveis, que podem ser manifestar na figura de um fantasma vingativo, uma epidemia mortífera ou a ambição humana. Depois de seis anos de prática e participação em concursos literários, Luiz Fernando Riesemberg resolveu ingressar de vez na carreira literária com a publicação do seu primeiro livro, com a temática que vem sendo uma tendência de vendas, que é a do terror e a do realismo fantástico, presente nos 21 contos da obra. No caso de Luiz Fernando Riesemberg, a intenção foi usar o desconhecido para abordar problemas da sociedade. “Histórias com vampiros e bruxos”, por exemplo, têm sido bastante consumidas. A inspiração vem de escritores renomados da literatura fantástica, como Ray Bradbury (Farenheit 451), Roald Dahl (Beijo com Beijo), Richard Matheson (Eu Sou a Lenda) e J.G. Ballard (Crash). “Também não faltam homenagens ao cinema, principalmente aos filmes “B’ dos anos 1970 e 1980, nem às clássicas séries de horror e fantasia. Assim como a maioria dos autores iniciantes, Luiz Fernando Riesemberg enfrentou dificuldades para a publicação de seu livro. Querendo fugir da fórmula de pagar para lançar, o autor trilhou um caminho mais demorado, até receber uma proposta da editora Biblioteca 24×7, especializada em escritores iniciantes”. (Fonte: Tribuna do Paraná). Nota: O autor é graduado em Jornalismo e em Letras. Mora em Curitiba.

“LUTAS POPULARES NO PARANÁ”

Recentemente, ocorreu o lançamento do livro “Lutas Populares no Paraná”, organizado pelo Centro de Formação Milton Santos-Lorenzo Milani. Oito momentos de lutas populares do Estado são resgatados na obra, a partir de artigos de especialistas nos temas. Da resistências dos povos indígenas, passando pela revolta dos posseiros e chegando nos “novos” movimentos sociais no Paraná, o livro comprova que a história do Paraná é marcada pela resistência dos povos. A obra é resultado de curso ofertado pelo Centro em 2015, em Curitiba, a militantes sociais do todo o Estado. Os organizadores do livro integram entidades que compõem o Centro Santos Milani: Ana Inês Souza e Ricardo Prestes Pazello, do Centro de Formação Urbano Rural Irmã Araújo (Cefuria), e Jonas Jorge da Silva, do Centro de Promoção dos Agentes de Transformação (CEPAT). A publicação tem apoio do Instituto de Pesquisa, Direitos e Movimentos Sociais (IPDMS).

A ÚLTIMA

Além da Comenda “Pinhão do Vale”, propus e elaborei a mensagem para a criação dos Prêmios “Flor do Aguapé” (dois) a serem conferidos pela Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI).

Beira do Iguaçu, Julho de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPR

Milho no Monjolo – 10 de Julho de 2018

“ARCABUZES”

“O romance “Arcabuzes”, de Noel Nascimento, (Editora Juruá, 2007, 280 páginas), esclarece a história, a realidade social brasileira em movimento. A Pátria nascida em luta contra o colonialismo, a revolução das massas urbanas em busca da Independência, da Abolição e da República. Como consequência destas duas últimas revela a guerra civil com a qual a contra-revolução envolveu o País. Forças legalistas e forças rebeldes travaram batalhas, verdadeiras chacinas de combatentes, de prisioneiros e, quando vitoriosas, caçavam os adversários políticos para degolá-los. Conta os fatos decisivos na formação do Brasil, partindo do ponto de vista do povo, personagem principal da História. Tendo como cenário os 3 Estados do Sul do Brasil, o leitor tem diante de si um livro que tenta decifrar o Brasil real na transição da Monarquia para a República. Afinal, deflagradas as lutas, a morte faz a colheita dos ódios plantados pelo poder”.

GRANDES NOMES 1 

Seja em verso ou em prosa, o Paraná está nas páginas de muitas obras literárias de destaque. Grandes nomes da literatura saíram do Estado para conquistar destaque nacional e internacional, colecionando prêmios importantes e reconhecimento. Entre eles estão alguns dos nomes mais consagrados da literatura paranaense, reconhecidos não apenas por seus leitores, mas também pela crítica e por grandes escritores. Vale citar Júlia da Costa, Erasmo Piloto, Fernando Amaro, Dalton Trevisan, Helena Kolody, Paulo Leminski, Jamil Snege, Cristóvão Tezza, Roberto Gomes, Wilson Bueno, Fábio Campana, Luci Collin, Domingos Pellegrini, Manoel Carlos Karam, Miguel Sanches Neto e tantos outros.

GRANDES NOMES 2

A literatura catarinense também tem seus grandes nomes. Entre eles: Marcelino Dutra, Virgílio Várzea, José Boiteux, Luiz Delfino, Delminda Silveira, João da Cruz e Souza, Salim Miguel, Enéas Athanázio, Deonísio Silva, Carlos Henrique Schroeder, Mauro Vieira Maciel, Nei Carvalho Duclós, Fernanda Machado, João Luiz Chiodini e tantos ouros.

“A ILHA NÔMADE” 

No final do mês passado, em Curitiba, ocorreu o lançamento do livro “A Ilha Nômade”, organizado pela produtora cultural Ana Maria Camargo. A obra é uma produção independente que reúne contos de 15 autores e pequenos textos de outros 13. Com ilustração de capa de Márcia Széliga e ilustrações internas de Igor Baldez, a orientação literária foi conduzida por Carlos Barbosa ao longo de um ano de trabalho.   São autores dos contos Ana Maria Camargo, Cleís Angelotti Selski, Custódio Bandeira, Geraldo Silva, Lou Rei, Marcela Meirelles, Marcelo Ivan Melek, Márcia Carazzai, Marília Remes, Neuza Helena Mansani, Patrícia Brenner Lopes, Renata Regis Florisbelo, Ricardo Tadeu, Roland Hasson e Vanusa Vicelli. As participações especiais são de Angélica Maria Juste, Bruna Brescancini, Caroline Gaertner, Cassiana Melek, Cybele de Carvalho, Katia Velo, Luísa Cristina dos Santos Fontes, Luísa Menegatti, Maria Marta Ferreira, Paulo Muro, Regina Manzochi, Thaís Amorim e Tonio Luna.

Beira do Iguaçu, Julho de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPR