Milho no Monjolo

Odilon Muncinelli

Milho no Monjolo – 25 de Maio de 2018

LEMBRANÇA 1

Olha só, hoje, vieram à minha lembrança três velhos e bons amigos, os poetas dos idos tempos dos bancos universitários. São eles: 1. Niquelson Rodrigues dos Santos: Autor dos livros “Refúgio” (1958 ), “Missal dos Noivos” (1959), “Sombras Vivas” (1965). 2. Romão Silva: Autor do livro “Poemas do Mundo Imperfeito” (1962). 3. Antão Dalla Costa: Autor do livro “Juízo Final”. (1962).

LEMBRANÇA 2

Noutra importante cena literária, vieram à minha lembrança as poetisas e os poetas dos tempos do Centro de Letras Dídio Augusto, que, manteve semanalmente, durante algum tempo, uma excelente Página Literária, no apreciado Jornal Caiçara. São elas e eles: Lulu Augusto (em memória), Arlete Therezinha Bordin, Leda Barcelos, Geraldo Saldanha, Manoel Trevisan Muzillo e este Counista.

LUTO 1

No início da manhã da última terça-feira, dia 22, em São Paulo, Capital, morreu o jornalista, professor universitário, biógrafo e escritor Alberto Dines, aos 86 anos de idade. Nascido em 19 de fevereiro de 1932, no Rio de Janeiro, Capital, Alberto Dines atuou no Jornal do Brasil, Folha de São Paulo, Revista Manchete e Editora Abril. Foi o fundador do Programa de TV “Observatório da Imprensa” (1998). Publicou os livros “Morte no Paraíso: a Tragédia de Stefan Zweig”, “Vlado – 30 Anos” (2005) e outros. Possui o Prêmio Especial Vladimir Herzog. Enfim, Alberto Dines deixou um legado extremamente vasto em favor do jornalismo e da cultura.

LUTO 2

Personalidades e amigos lamentaram a morte do jornalista Alberto Dines, aos 86 anos de idade. Muitas personalidades renderam homenagens a Alberto Dines nas redes sociais. Diversas postagens compartillhavam artigos do jornalista no “Observatório da Imprensa”, cujo Programa de TV foi criado por Alberto Dines em 1998 para refletir sobre o papel da imprensa e do jornalismo. O “Observatório da Imprensa” saiu do ar em 2016, após quase 18 anos, e era uma das iniciativas do Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo (PROJOR), outra criação dele. Amigo e companheiro do PROJOR, o jornalista Caio Tulio Costa afirmou que o Brasil perdeu um de seus maiores jornalistas. — Mestre de várias gerações de jornalistas. Foi um grande amigo e colega de várias iniciativas — no dizer de Caio Túlio Já Bernardo Melo Franco, colunista do GLOBO, publicou uma edição lendária do Jornal do Brasil de 1973, quando Alberto Dines dirigia o jornal. Na edição, o jornalista driblou os censores da ditadura que proibiam manchetes sobre o golpe que matou o ex-presidente do Chile Salvador Allende. Alberto Dines publicou a notícia na capa do diário em texto corrido. — O editor Alberto Dines dribla a censura e produz a primeira página mais brilhante do Jornal do Brasil — escreveu o colunista.

MOÇÕES DE APLAUSOS

Na noite da última terça-feira, dia 22, a Câmara Municipal de Porto União, Santa Catarina, conferiu duas justas e merecidas Moções de Aplausos a duas personalidades ilustres, pelos bons serviços prestados à Cultura e à Educação aqui da Beira do Iguaçu. São elas: Therezinha Leony Wolff e Aluizio Witiuk, ambas da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI).

Beira do Iguaçu, Maio de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 22 de Maio de 2018

ORIGEM DO NOME BITURUNA

Bituruna é uma palavra de origem tupi. Surgiu de uma combinação de sons alternados dos caigangues (tribo indígena que habitou as matas do sudoeste paranaense). A palavra “bituruna” compõe-se de dois vocábulos: “Mbetara + una”,  nome indígena do tembetá, em tupi, objeto duro e não flexível que os índios  introduziam no furo artificial do lábio inferior. Ou ainda “tembeta-ru”, nome comum às três árvores da família das rutáceas (rutaceae), cuja madeira servia para feitura desse ornamento labial, mais “uma” que significa, na língua tupi, “cor preta”. Portanto, madeira preta.  É provável que a “Mbetara-una” existisse em abundância na região, e essa denominação o colonizador branco sintetizou para “Bituruna”. Já na obra “Municípios Paranaenses: Origens e Significados de Seus Nomes” o pesquisador João Carlos Vicente Ferreira afirma que Bituruna vem do tupi “bitur” (ybityr ou ybytyra)… monte, montanha + “una”… negro, preto: monte negro, ou a corruptela de “ytytu”… o vento, a nuvem + “una”… escuro, negro: a nuvem escura.  Ainda “ibi”… terra + “te”alta + “una”… negra: serra negra. De qualquer forma, o nome do município é de origem indígena, e está ligado às suas florestas e belezas naturais que, com certeza, foi o principal ponto de atração de seus primeiros habitantes (os índios) e dos colonizadores. Passando, mais tarde, a ser um elo que nos une aos primeiros habitantes do aprazível Município”. (Fonte: História de Bituruna).

COMENDA E MEDALHA

No dia 1º de junho de 1937, o Governo da Polônia conferiu uma Comenda da Cruz de Prata do Mérito e a respectiva Medalha ao farmacêutico Antiocho Pereira pela sua atuação no combate ao surto de tifo que assolou o antigo Núcleo Colonial de Cruz Machado, Paraná. Durante muitos anos essas honrarias estiveram sumidas, com destino ignorado. Porém, recentemente, segundo a providência humana foram encontradas ao caminho do lixo. Sendo assim, no final da semana passada, as honrarias foram entregues ao pesquisador Fábio Furtado Pereira, bisneto de Antiocho Pereira. Anotação: Nascido no dia 15 de outubro de 1881, em Paranaguá, Paraná, Antiocho Pereira foi Prefeito Municipal de Porto União, Santa Catarina, no mandato de 1930-1933.

LANÇAMENTO

Nesta terça-feira, dia 22, às 17 horas, no Centro de Letras do Paraná, em Curitiba, PR, ocorre o lançamento do livro “Estórias do Trevol do Nada”, de Lilia Souza. O convite foi enviado para a Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI), extensivo aos seus associados.

A ÚLTIMA

“Ele era amado por uns, odiado por outros, mas, respeitado por todos”. (Roberto Domit de Oliveira, ao referir-se ao se avô, o Coronel Joaquim Domit, morador da antiga Valões, ops, Irineópolis).

 

Beira do Iguaçu, Maio de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 18 de Maio de 2018

HONRARIA 

Recentemente, a Colenda Câmara Municipal de União da Vitória, Paraná, conferiu o Título de Cidadão Honorário de União da Vitória ao contador e economista Darci Piana, Mui Digno Presidente da Fecomércio do Paraná. Nascido no dia 24 de dezembro de 1941, em Carazinho (RS), Darci Piana veio para Curitiba nos anos 1960. Possui um vasto currículo de ações em favor do Paraná. Autor do livro “No Passado do Comércio” (2012).  Pertence à Academia Paranaense de Letras (APL).

 

MOÇÃO DE APLAUSOS 1

Na semana passada, dia 07, a Egrégia Câmara Municipal de União da Vitória, Paraná, conferiu uma justa e merecida Moção de Aplausos para o militar e velho amigo Albertino Mafra, pelos 47 anos de bons serviços prestados ao Corpo de Bombeiros de Santa Catarina.

MOÇÃO DE APLAUSOS 2

Ainda na semana passada, dia 08, a Egrégia Câmara Municipal de Porto União, Santa Catarina, conferiu duas justas e merecidas Moções de Aplausos. Uma, para o jovem escritor e bom amigo Gabriel Metzler de Oliveira, pelo lançamento do seu primeiro livro “Um Novo Olhar Para a Vida”, recentemente, no Auditório da Secretaria Municipal de Porto União, Santa Catarina. Outra, para a Fundação Hermon, de Porto União, Santa Catarina, instituição filantrópica, sem fins lucrativos, pelos bons serviços prestados aos dependentes de drogas. Anotação: A Fundação Hermon foi criada no dia 21 de abril de 2001, com o propósito de atender a Educação, a Saúde e a Assistência Social.

AGRADECIMENTO

Na última segunda-feira, dia 14, recebi em mãos uma Mensagem de Agradecimento assinada pelo Senhor Eliseu Mibach, Mui Digno Prefeito Municipal de Porto União e pelo Senhor Luiz Sérgio Buch, Mui Digno Representante da Secretaria de Cultura e Turismo. Diz o referido Documento: “Grande é a herança cultural herdada nas regiões em que os tropeiros traçaram seus caminhos. E aí, nascemos como Porto da União, em 1842. O 1º Encontro Regional de Tropeirismo, realizado, suscitou retornar o debate aberto entre organizações responsáveis pelas políticas públicas da cultura e turismo, intelectuais, universitários, professores, mestres, empresários e entidades artísticas, acerca do tema, como elemento de uma sociedade local em expansão. A sua participação foi imprescindível para o sucesso da realização do evento. Com seu importante apoio foi possível registrar mais esta ação para as Comemorações do Centenário de Porto União. Portanto, este é o momento de gratidão. Obrigado pela parceria e disponibilidade! Eliseu Mibach, Prefeito Municipal / Luiz Sérgio Buch, Secretaria de Cultura e Turismo”.

 

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao músico e velho amigo Marcos Otávio Damasceno, o popular “Bolinha”, que, recentemente, “mudou-se para o andar de cima”, aos 63 anos de idade.

 

Beira do Iguaçu, maio de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 15 de Maio de 2015

“MINHA VÓ / MADRINHA QUERIDA…”

– Vou ficar com saudades de te ligar pra pedir a sua benção.

Bença” madrinha! E a senhora sempre com sua voz suave de vó respondia: “Deus te abençoe minha afilhada!”

Hoje, no aniversário da Bisa Isabel, você nos deixou para ser recebida de braços abertos por ela, sua mãe e por todos seus entes queridos que já se foram.

O céu está em festa!

Nós aqui já estamos sentindo a sua  falta vó querida, carinhosa e amorosa.

Saudades do seu cheirinho, ontem mesmo, Isiane e eu estávamos relembrando, e ela me falou que ontem ficou um tempão segurando a sua mão (Única) e gostosa de apertar…

Eu lembrei da sua carteira preta e grande, com espelhinho dentro e várias repartições, que eu achava o máximo. Então quando a Senhora comprou uma nova me deu a sua velha, era o que eu queria,  tinha o seu cheirinho, que somente vó tem. Eu era criança mas me lembro como hoje de vários detalhes que me fazem  sorrir, até mesmo  da Senhora nos dando bronca pra dormir e falando: “o chinelo vai dançar” . Eu e Patty junto com a Senhora vó querida já rimos muito desta e outras lembranças. Agora como mães, com certeza já repetimos essa  frase muitas vezes. (Risos).

Não posso deixar de falar dos abraços apertados que nos dava quando ia visitar a gente.

Consigo até ouvir a sua voz de alegria quando chegava!

Os pirogues, empadões, tortas, sobremesas e os intermináveis docinhos de festa, ah! E os bombons no seu armário, especialmente, para seus  netos. Vó Lita, sempre presente desde o meu nascimento, batizado e tantas outras celebrações. Madrinha, obrigada também pelos cuidados, conselhos e mais que tudo, obrigada por ser um exemplo pra todos aqueles que tiveram a felicidade de conviver com a senhora.

Só tenho lindas recordações e muito orgulho de ser sua neta.

Dizem que vó é mãe duas vezes e a Senhora com certeza foi.

Mãe guerreira e vencedora, esposa fiel, avó e bisa amorosa.

Não podia também, deixar de citar o seu carinho e sensibilidade para com o nosso Zeca, acredito que ele também está te recebendo de braços abertos e correndo  ao seu encontro, para dizer muito obrigado por tudo Vó Lita! A Senhora foi incansável, eu ficava admirando e olhando quando massageava as perninhas dele com  óleo e cantava, outras vezes rezava. Sua fé, mais um exemplo para mim me ensinando a seguí-la.

Vai com Deus vó querida.

Vamos  sentir muita falta da sua presença, ficaremos saudosos, mas bem, pois vamos lembrar dos momentos maravilhosos que tivemos ao seu lado.

Que o Senhor  te receba de braços abertos e como disse sua bisneta Bianca, na inocência dos seus seis anos: “ A bisa agora poderá nos ver lá do céu e ver o  Julian que ela não conheceu !”  Ela também fez um lindo desenho, te mandando um beijo.

É com lágrimas nos olhos que deixo o meu Adeus, mas com o coração em paz e feliz por  ter desfrutado de tantos momentos lindos e únicos ao seu lado, minha querida Vó/Madrinha Thalita.

Te amarei  para sempre!

Beijo grande com  aquele abraço apertadinho só seu, e com o som da sua voz alegre para sempre em nossos corações!

“Descanse nos braços do Pai”. (Texto da neta Maureen Christine, em homenagem à sua avó Thalita Ruski. Publicado a Pedido.)

 

Beira do Iguaçu, Maio de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 11 de Maio de 2018

NÓS SOMOS  O TRÂNSITO

A Secretaria Municipal de Educação de Porto União, Santa Catarina, em parceria com o Departamento Municipal de Trânsito, a Polícia Militar de Santa Catarina, a Polícia Civil de Santa Catarina e o Corpo de Bombeiros realizaram um Concurso de Poesia, Redação e Desenho sobre o tema “Nós Somos o Trânsito”, com a participação dos  alunos das Escolas da Rede Municipal, Estadual e Particular. Vencedires na Poesia: 1. Ezequiel Cristian de Oliveira – Escola Básica Nilo Peçanha. 2. Bruno Polak Martins – Escola Basica Antônio Gomzaha. 3. Alvir Mário da Luz Júnior – Escola Básica Antônio Gonzaga. Comissão Julgadora: Therezinha Leony Wolff, Margareth Rose Ribas e este Colunista. Vencedores na Redação: 1. Renata Vitória Gibinski – Escola Básica Antônio Gonzaga. 2.  Marciele Freisleben – Escola Básica Antônio Gonzaga. 3. Thiago Luiz Werle – Núcleo Educacional Frei Deodato. Comissão Julgadora: Sonia Luzia de Oliveira Cabaral, Marli Terezinha Andrucho Boldori e Karin Siebenheicher Brito. Vencedores no Desenho: 1, Alisson G. F. Matulle – Nícleo Educacional do Legru. 2. Ketly Reisdorfer – Núcleo Educacional São Pedro do Timbó. 3. Wanessa Smocovicz – Núcleo Educacional São Pedro do Timbó. Comissão Julgadora: Arlene Bordin Polati, Helga  Beate Will Clementino da Silva e Roberto Bona. Nota: Amanhã, dia 12, às 9 horas, na Praça Hercílio Luz, os vencedores receberão a premiação.

TROPEIRISMO 

Na última segunda-feira, dia 07, o jornalista Antônio Budal entrevistou este Colunista, filho do tropeiro Cícero Muncinelli, e, o advogado Francisco Lotério de Oliveira, bisneto do vacariano e tropeiro José Antônio Carvalho de Oliveira, no quadro “Minuto Notícias”, da TV Mill, de União da Vitória, Paraná. Os entrevistados falaram sobre o tropeirismo. Anotação: “Olhar – Tropeiro –  Olhar”. “Se um grupo de homens livremente irmanados / Escolheram andarilhar com muitos propósitos  em suas andanças. / Conhecimentos historicamente acumulados foram disseminados. // Todos partiram ao final, para o céu imenso, a nossa pátria. / Para nos deixar a eterna lição, sermos sempre aprendizes / pelo tropeirismo,        que nos marcou para sempre, ver ao longe. // Ligações e comunidades surgiram entre tantas heranças. / Do madrinheiro ao comandante da tropa cada qual / Operando em obrigações coletivas, entre uma e outra função. // (…). // Para sermos sempre todos os dias, aprendizes. / Ante a nossa humana condição. / Uma vida somente conta e vale por suas raízes. // (…)”. (Versos de Fancisco Lotério de Oliveira).

O VAU DO RIO IGUAÇU 

A descoberta do vau do Rio Iguaçu, nas proximidades da Praça Campolim Ramos, no dia 12 de abril de 1842, pelo sertamista e tropeiro Pedro Siqueira Cortes, umiu o Caminho das Águas com o Caminho das Tropas, encurtou distâncias e facilitou a travessia das tropas pelos tropeiros. Vale lembrar  que amanhã, dia 12, essa providencial descoberta vai completar 176 anos e um mês.      Anoteção:  Vau ou “passo” é o local raso de um rio, onde se pode passar a pé ou a cavalo. Na estiagem transforma-se num ponto turistico e de laser, com bastante frequência. Realizam churrascos ou lavam veículos no meio do rio.

Beira do Iguaçu, Maio de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 04 de Maio de 2018

 

LIDO, APRECIADO E ANOTADO

“O dr. Odilon Muncinelli está completando 10 anos de sua atuação na imprensa, com a apreciada coluna “Milho no Monjolo” no jornal O Comércio. O Odilon Muncinelli não precisa de apresentação, sua fama de notório pesquisador ultrapassa fronteiras pela forma detalhada e facilmente digerida pelos leitores com a qual esmiúça fatos históricos e episódios recentes, procurando sempre enaltecer e elogiar o que é bom. Advogado renomado marcou época no Direito local. Odilon Muncinelli é um requintado artista da palavra escrita pois aborda assuntos de todas as áreas, procurando sempre enaltecer as boas causas e os bons vultos deste Brasil varonil. Odilon Muncinelli, velho amigo de guerra, meu abraço pelos 10 anos de sucesso no jornalismo”. (René Augusto, in Jornal Caiçara, edição do dia 25de Março de 2013).

FARMÁCIA MUNICIPAL

Na semana passada, dia 23, a Farmácia Municipal de União da Vitória recebeu a denominação de  Farmácia Municipal “Willy Carlos Jung”, na forma de Lei Municipal.  Anotação: Nascido em Porto União (SC), no dia 18 de maio de 1.934, o Doutor Willynho era graduado em farmácia. Líder nacional da classe. Possui a Comenda do Mérito Farmacêutico. Por vários mandatos, presidiu a Sociedade Brasileira de Análises Clínicas. Era membro da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI). Morreu em Porto União, SC, no dia 02 de julho de 2016, aos 82 anos de idade.

 

SALA DE VÍDEO CONFERÊNCIA

Na última sexta-feira, dia 27, ocorreu a inauguração da Sala de Vídeo Conferência “Professor Doutor José Fagundes”, da Universidade Estadual do Paraná, Campus de União da Vitória. “A nomeação da Sala foi feita em homenagem ao docente que marcou a história da Instituição.  Essa Sala amplia, integra e fortalece as atividades dos diferentes campi da Instituição para realização de reuniões, aulas e bancas de defesa de mestrados não presenciais”. Anotação: Nascido em Caçador, Santa Catarina, no dia 22 de novembro de 1939, José Fagundes é graduado em Filosofia (1971) e em Pedagogia (1973). É Bacharel em Teologia.  Mestre em Filosofia da Educação. Doutor em Filosofia e História da Educação. É membro da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI).

ORIGEM DA CAIPIRINHA

Qual a origem da caipirinha? Existem algunas versões, de ordem documental ou de tradição oral. Pois bem, a caipirinha é uma bebida alcoólica brasileira, dizem de origem paulista, paratyense, et caetera, feita com cachaçalimãoaçúcar e gelo. Variações incluem a caipiroska – com vodka ao invés de cachaça – e a caipiríssima – com rum.

A ÚLTIMA

“Só a sua “Milho no Monjolo” é suficiente para que seu nome seja muito bem recebido no Centenário Sodalício”. (Rubens Tarcísio da Luz Stelmachuk, in carta datada de 29 de Setembro de 2.014), justificando o ingresso deste Colunista no Instituto Histórico e Geográfico do Paraná (IHGPr).

Beira do Iguaçu, Maio de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho No Monjolo – 27 de Abril de 2018

LIDO, APRECIADO E ANOTADO

“Luminares da cultura legítima, deixaram o terreno pronto para ser cultivado para os chegantes, deixaram as pegadas de uma cultura robusta para os que vieram depois, como o historiador Alvir Riesemberg, jornalista e escritor Dídio Augusto, poeta Dante Augusto, escritor José Cleto, autor de vários livros. Depois foram chegando Dirceu Marés de Souza, Yvonnich Furlani, Francisco Fillipak, Gassoub Domit, René Augusto, Odilon Muncinelli, Delbrai Augusto Sá, entre outros, que atualmente estão surgindo. Novos valores que estão enriquecendo com seu talento literário, a seiva das letras que foi plantada, regada e cultivada na minha cidade, pelos nossos heroicos antepassados que abriram com bravura o áspero caminho percorrido… não esqueçamos os expoentes do passado que deixaram um caminho recheado de bons exemplos, de sabedoria e de muita humildade, esta é a marca dos grandes”. (Maria Daluz Augusto, a conhecida Lulu Augusto, in Jornal Caiçara, edição do dia 18 de Novembro de 2.012).

 

ORÍGEM DO SÍMBOLO 

É comum ouvirmos expressões como prestar contas ao leão para designar o pagamento desse imposto. Também é fato: quase sempre que lemos algo sobre ele em uma revista ou jornal, por exemplo, sempre vemos a imagem do felino. Tudo isso começou em 1979, quando a Receita Federal decidiu criar uma campanha publicitária para divulgar o tributo. Após a análise de muitas propostas, decidiu-se que a imagem do leão era ideal para a campanha: um animal justo, leal e forte  e, embora não ataque sem avisar, é manso, mas é não bobo. Essa era justamente a ideia que se queria passar: o governo não seria condescendente com a sonegação. A repercussão da campanha publicitária do leão foi um sucesso, uma vez que até hoje a imagem do animal, ainda que não seja mais usada pela Receita Federal, é diretamente associada ao Imposto de Renda”.

 

RIO IGUAÇU

Até a primeira metade do século passado o Rio Iguaçu era o canal para o escoamento, principalmente, da produção de madeira e erva-mate. Em dezembro de 1882, o vapor Cruzeiro fez a primeira viagem entre Porto Amazonas e União da Vitória (na época, Porto União da Vitória). O escritor Arnoldo Monteiro Bach, autor do livro Vapores, lembra que a embarcação veio do Rio de Janeiro até o Porto de Antonina, onde foi desmontada e subiu a Serra do Mar, pela Estrada da Graciosa, durante quatro meses, em 11 carroções puxados por bois até Porto Amazonas. Lá o Cruzeiro foi montado novamente. No quarto dia da Expedição ao Rio Iguaçu, Porto Amazonas foi o destino da viagem, que começou em Balsa Nova. Foram 15 quilômetros percorridos com o bote, a remo, porque o trecho é de corredeiras.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada em memória ao senhor Campolim Ramos, um dos últimos navegadores do majestoso Rio Iguaçu, no trecho Porto Almeida a Porto Amazonas, com o vapor “Iguassú”. O seu nome é lembrado na Praça Campolim Ramos, localizada nas proximidades do vau do Rio Iguaçu, na forma de Lei Municipal n.o645, de 21 de março de 1990.

 

Beira do Iguaçu, Abril de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho No Monjolo – 24 de Abril de 2018

LIDO, APRECIADO E ANOTADO

“Odilon Muncinelli, além de um brilhante advogado está no panteão de ilustres intelectuais de União da Vitória e Porto União. Como Dídio Augusto, Alvir Riesemberg, Ciro Côrrea, Carlos Treuk, Valmir de França, Almir Rosa e Luiz Roberto Soares”. (Delbrai Augusto Sá, in Jornal Caiçara, edição do dia 10 de Fevereiro de 2.012).

DIA DO ÍNDIO 1

Na semana passada, dia 19, falou-se sobre o Dia do Índio. Hoje, fala este Colunista, porque “Daniel Munduruku é o maior escritor indígena do Brasil. Graduado em Filosofia e doutorando em Educação na Universidade de São Paulo, ele tem 45 livros publicados e seu nome ocupa as prateleiras das melhores livrarias do País. Diferente da maioria dos índios, que ainda lutam para derrubar conceitos antiquados em relação as suas culturas e tentam conseguir espaço para mostrar as tradições, Daniel Munduruku vive da literatura indígena e conseguiu um feito inédito: seus livros são adotados em diversas escolas públicas e particulares de todo o País! Um passo gigante em direção ao futuro: nossas crianças já começam a conhecer o índio de verdade, ao invés daquele ser nú, limitado e inferior, que, durante cinco séculos, povoou a imaginação da sociedade brasileira. (…)”. Fonte: Blog da TV Cultura, 2009.

DIA DO ÍNDIO 2 

Nascido no dia 28 de fevereiro de 1964, em Belém, Pará, Daniel Munduruku é escritor e professor. Pertence à etnia indígena mundurucu. É graduado em Filosofia, História e Psicologia. Possui Mestrado em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo. Possui o  Prêmio Jabuti de Livro Juvenil. Publicou os livros: Histórias de Índio (1997), Coisas de Índio (2003) e outros.

DIPLOMA E POSSE

No último sábado, dia 21, em Curitiba Paraná, a professora “Marli Terezinha Andrucho Boldori, por força e mérito de sua expressão poética é imortal neste ato oficial, com louvor é diplomada e empossada à cadeira n.o 11, como membro vitalício da Academia Virtual Internacional de Poesia, Arte e Filosofia”, segundo registra o Diploma. Anotação: Marli Boldori é membro da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI).

A ÚLTIMA

O advogado e velho amigo Ervin Bonkoski foi o primeiro proprietário da Rádio Curió, depois Rádio Educadora (a Rádio da Família) e, atualmente, Rádio Educadora UNIGUAÇU, desde a última quarta-feira, dia 18. Foi dono de várias rádios no Paraná. Era um dos maiores nomes do rádio Paranaense. Durante 40 anos apresentou o Programa “A Hora do Angelus”, na sua Rádio Colombo, em Curitiba, PR. Foi Deputado Estadual. “Mudou-se para o andar de cima”, no dia 1º de novembro de 2015, aos 79 anos de idade.

Beira do Iguaçu, Abril de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 20 de Abril de 2018

15 ANOS DE SUCESSO 

Agradeço ao chargista Juliano Henning a sugestiva charge alusiva aos 15 anos da Coluna Milho no Monjolo, publicada neste Jornal O Comércio, em sua edição da última sexta-feira, dia 13, na págima 02. Anotação: Charge. Substantivo Feminino Desenho humorístico, com ou sem legenda ou balão, veiculado pela imprensa e tendo por tema algum acontecimento atual, que comporta crítica e focaliza, por meio de caricatura, uma ou mais personagens envolvidas; caricatura, cartum.

 

BRASIL

“Eta País continente / A maioria do povo  indigente / Sem esperança e indolente / Ainda assim renitente / Mesmo estando descrente / De  educação pouco eficaz / Não consegue eleger gente capaz / Que fosse competente e sagaz / Assim, prisioneiro de situação caótica /  Enfrentando situação assintótica / Resta apenas uma apoteótica / Pícara patriótica”. (Antônio Celso Mendes, da Academia Paranaense de Letras).

 

RASGANDO O PAPEL I

“No dia 15 de março passado, ocorreu o lançamento de um livro que ajudou muita gente a esclarecer uma dúvida, que ainda pairava em muitas cabeças, sobre a decisão da Gazeta do Povo de acabar com sua edição diária impressa para se transformar em jornal online: “Rasgando o Papel: Jornal Gazeta do Povo, uma startup de 100 anos?”, do executivo e consultor Julio Sampaio. O livro estuda o caso de um dos principais jornais do País, que, quase centenário, fez uma virada estratégica, optando por uma mudança radical para se posicionar como uma empresa de comunicação digital. O autor analisa o que levou a Gazeta do Povo a promover essa transformação e o que pode haver em comum entre uma empresa que acaba de completar 99 anos e uma startup”?

 

RASGANDO O PAPEL II

“Julio Sampaio diz que o maior desafio para os jornais hoje não é de leitura e, sim, de modelo de negócio. O tradicional, no qual a publicidade e os classificados representavam 70% da receita, não é replicável na Internet e atualmente nem no impresso. “Os veículos de comunicação estão entre os setores mais afetados pela tecnologia e pela mudança de hábitos dos consumidores. Muitos já previram até mesmo o fim dos jornais. No entanto, eles nunca foram tão lidos”, diz o consultor, que já trabalhou na própria Gazeta do Povo na área comercial.

 

 A ÚLTIMA 

A Coluna de hoje é dedicada à minha neta Sarah Giulia Muncinelli, que trouxe duas medalhas de prata do Campeonato Sul Paranaense de Taekwondo, realizado no último domingo, dia 15, em Ponta Grossa, Paraná. Luta e Poomsae na categoria infantil.

Beira do Iguaçu, Abril de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGP

Milho no Monjolo – 17 de Abril de 2018

ESCREVE A LEITORA I 

“Boa tarde! Agradeço a indicação para proferir palestra sobre as mulheres e o tropeirismo no próximo evento, em maio, em Porto União. Estarei na cidade no fim de semana de 05 a 06 de maio e espero abraçá-los com muita saudade. Até lá! Abraços! Zélia Maria Nascimento Sell”.

 

ESCREVE A LEITORA II 

A jornalista e historiadora Zélia Maria Nascimento Sell participará  como palestrante no Encontro Regional de Tropeirismo “Caminho das Missões”. O evento será realizado nos dias 05 e 06 de maio próximo, no Salão da Igreja Matriz São Pedro e São Paulo, no Bairro São Pedro, em Porto União, Santa Catarina.

 

 OLHA SÓ, “O SAMBA DO ODILON”!

No meio da semana passada, num misto de  surpresa e incredulidade, deparei, na linha do tempo do meu “livro de rosto”, com “O Samba do Odilon”, de autoria da apreciada artista plástica Nádia Maltauro Ayub e interpretado pelo festejado cantor e tecladista Edson Moreira. Letra, música e interpretação de primeira linha. Sensibilizado, agradeço a gratificante homenagem.

 

15 ANOS DE SUCESSO

Este Jornal O Comércio, na sua edição da última sexta-feira, dia 13, estampou, em duas páginas, elogiosas manifestações de amigos, amigas e familiares, numa expressão de carinho e apreço por este Colunista pela passagem dos 15 anos de circulação ininterrupta desta Coluna Milho no Monjolo.  Uma inigualável e verdadeira aula de História. Meus sinceros agradecimentos para Marli Terezinha Andrucho Boldori, Antônio F. Marques Budal, Fernando Cesar Straube, Mario Renato Erzinger, Carlos Henrique Agustini, Léia Alberti, Luiz Sérgio Buch, Carlos Roberto Wengerkievicz, minha consorte Aldair Wengerkiewicz Muncinelli, Valéria Aparecida Schena, Ivo Dolinski, Leni Trentim Gaspari, Therezinha Leony Wolff, Aluísio Witiuk e meu filho Gianfranco Muncinelli.

 

COMENDA PINHÃO DO VALE

No último sábado, dia 07, a Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) realizou a sua Reunião Ordinária Mensal. Na ocasião, ocorreu a indicação e a aprovação das duas personalidades ilustres para serem agraciadas com a Comenda Pinhão do Vale (Medalha e Diploma), em sua versão 2018. São elas: 1. Giselda (Gisa) Storck, indicada por este Colunista como destaque na área da literatura e da arte. 2. Laurete Dub Pinto Conte, indicada pela acadêmica Margareth Rose Ribas, como destaque na área social e comunitária. A honraria será conferida em Sessão Solene a ser realizada no dia 30 de maio próximo, data da Fundação da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI).

 

Beira do Iguaçu, Abril de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGP