Milho no Monjolo

Odilon Muncinelli

Milho no Monjolo – 16 de Novembro de 2018

ANOTANDO A HISTÓRIA 

À Beira do Iguaçu, à margem esquerda, o Monumento ao Tropeiro foi criado para o Centenário de União da Vitória. Uma fotografia mostra a História, mostra a travessia de uma tropa. “(…). O vau do Iguaçu marca o nascimento de União da Vitória e, posteriormente, das Cidades Irmãs. Trata-se de uma passagem por dentro do Rio Iguaçu que garantia, na época do nascimento da cidade, em 1842, aproximadamente, a passagem de “comitivas” de gado, um salto para a pecuária e desenvolvimento. Por conta deste contexto importante, o Município de União da Vitória decidiu pela criação de um Monumento Especial na década de 90.  Ele foi colocado exatamente na chegada do gado, em uma das pontas da travessia. Na época, Therezinha Wolff era a Secretária da Cultura e mobilizou o Projeto. “Era para marcar o Centenário de União da Vitória. Na época, cinco Entidades ajudaram. Na inauguração, fizemos Missa Crioula, criamos um jardim. Ficou muito bonito”, lembra. O Monumento tem, por exemplo, além de um resumo da história do vau, a reprodução de uma das fotografias mais interessantes da época. “Ela foi feita por Metha Luize Moecke, da janela da casa dela. Mostra o gado atravessando o rio”, lembra a ex-Secretária, hoje Diretora do Castelinho, em Porto União. (…)”. Fonte: Trecho de um texto escrito pela jornalista Mariana Honesko, in Jornal O Comércio, datado de 27 de março de 2015.

UMA SERVIDÃO DE PASSAGEM

Pois é, minha gente, ainda na semana passada, o prédio da Livraria Gisa (antiga Livraria Cleto) foi colocado ao rés do chão. Mais um prédio histórico foi demolido. Os comentários são os mais variados. Uns a favor, outros contra. No entanto, este ato representa o preço do progresso e da evolução citadina. Porém, o que mais me preocupa é a Travessa Vereador Airton Maltauro, que une a Avenida Pedro Siqueira Cortes com a Rua Carlos Cavalcanti. Porquanto, é público e notório, que, há muitos anos, existe uma porção de casas ocupadas por um bom número de moradores  na referida Travessa, denominada como Rua, pela Lei Municipal no 1255, de 04 de maio de 1983. Com certeza, ela será preservada e mantida para o livre transito daqueles moradores. Isto porque, jurídicamente, o fato caracteriza  uma servidão de passagem.

O QUE É SERVIDÃO DE PASSAGEM?

Servidão de passagem ou de trânsito é um direito, decorrente de um ato de vontade, concedido pelo proprietário de um terreno ao(s) seu(s) vizinho(s) de transitar(em) em local estabelecido em sua propriedade, por conveniência de acesso. Uma observação importante sobre a servidão é que o proprietário não está obrigado a dar passagem. Como a servidão pode ser usucapida, é importante haver registro do acordo no Cartório de Registro de Imóveis.

SESSÃO SOLENE

A Sessão Solene da Academia de Letras do Vale do Iguaço (ALVI) para a entrega do Título de Cidadania Benemérita de Porto União à Professora  Aldair Wengerkiewicz Muncinelli, atual Secretária Municipal de Educação, estava marcada para o dia 05 de dezembro próximo. No entanto, por razões de segunda ordem, foi transferida para o dia 06, às 19h e 30min, no Centro Cultural 25 de Julho, em Porto União, Santa Catarina.

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 13 de Novembro de 2018

SESSÃO SOLENE 1

No próximo dia 27 deste mês, às 20h, a Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) realiza uma Sessão Solene para o lançamento do livro “História da Igreja Batista – Desde a Criação aos Dias Atuais”, da acadêmica Terezinha Thiel Moreira, da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI). O evento ocorre no Templo da Igreja Batista, situado na Rua Santos Dumont, em Porto União, Santa Catarina.

SESSÃO SOLENE 2

Nascida no dia 15 de abril de 1942, em Uruguai (Piratuba), Santa Catarina, a professora Terezinha Thiel Moreira começou o Curso Primário em Uruguai e concluiu no Grupo Escolar “Balduino Cardoso” em Porto União. Outros cursos: o Ginasial e o Normal no Colégio “Santos Anjos”, em Porto União. É graduada em Pedagogia pela FAFI. Começou a lecionar no Grupo Escolar “Adolfo Konder”, em São Pascoal (Irineópolis). Depois, no Grupo Escolar “João de Lara” em Rondinha (Paula Freitas). Ocupou os cargos de Professora, Supervisora, Secretária e Diretora na Escola “Clementina Lona Costa” (União da Vitória). Lecionou ainda no Curso Normal no Colégio “Túlio de França” (União da Vitória). E por aí vai…

HONRARIA 1

No dia 23 de outubro passado, em Sessão Ordinária, a Câmara de Vereadores de Porto União, Santa Catarina, aprovou, por unanimidade,  o Projeto de Lei que concede o Título de Cidadania  Benemérita de Porto União à Professora  Aldair Wengerkiewicz Muncinelli, atual Secretária Municipal de Educação, pelos relevantes serviços prestados à Educação Porto-unionense e Catarinense. Conta com mais de 50 anos ininterruptos dedicados à Educação. A proposição foi apresentada pela vereadora Salime Farah. A entrega da Honraria ocorre, em Sessão Solene, no dia 05 de dezembro próximo.

HONRARIA 2

Um Breve Perfil: Nascida no dia 30 de dezembro de 1945, em Porto União, Santa Catarina, Aldair Wengerkiewicz Muncinelli começou sua carreira profissional como Professora no Grupo Escolar “Horácio Nunes”, em Irineópolis, Santa Catarina. Depois, lecionou no Grupo Escolar “Professor Germano Wagenführ”, na Escola de Educação Básica “Professor Balduino Cardoso”, no Colégio “Santos Anjos” e no Colégio “São José”, todos em Porto União, Santa Catarina. Foi Supervisora Local de Educação, em Porto União, Santa Catarina. É graduada em Pedagogia, pela Fundação Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de União da Vitória, Paraná, atualmente, Universidade Estadual do Paraná.  Foi Conselheira do Conselho Estadual de Educação de Santa Catarina, por dois mandatos. É, até a presente data, a primeira e única mulher Presidente do Conselho Estadual de Educação de Santa Catarina (CEE/SC). É Conselheira e Fundadora do Centro de Integração Empresa-Escola de Santa Catarina (CIEE/SC). Foi Vereadora em Porto União, Santa Catarina, por dois mandatos. Possui a Comenda “Pinhão do Vale” conferida pela Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI). E por aí vai…

Beira do Iguaçu, Novembro de 2018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 09 de Novembro de 2018

ELIZABETH JHIN

Nascida no dia 13 de janeiro de 1949, em Belo Horizonte, Minas Gerais, a escritora e novelista Elizabeth Jhin escreveu a sua primeira telenovela Eterna Magia, exibida às seis na Globo, no ano de 2007. Vale lembrar que esta telenovela foi representada no Prêmio Emmy pela atriz Irene Ravache, intérprete de Loreta, que concorreu como Melhor Atriz.  Como escritora, Elizabeth Jhin escreveu e traduziu alguns livros infanto-juvenis, como “Pobre Menina Rica”, “Ensina-me a Viver” e “Melodia de Amor”. E ainda  escreveu alguns romances como “Paixões Desenfreadas”, “A Força Do Destino”, “Armadilha Amorosa” e outros sob o pseudônimo de Renata Dias. Por último, foi a autora principal da telenovela das seis da Globo, “Escrito nas Estrelas”, coautora da telenovela “Começar de Novo”, juntamente com Antônio Calmon. E, atualmente, autora da telenovela “Espelho da Vida”, de cunho espiritualista. Muito Boa! Seu sobrenome Jhin veio do ex-marido, que era chinês.

MONOGRAFIA

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ou Monografia é um trabalho científico apresentado ao final de um Curso de Graduação e em alguns Cursos de Especialização que representa a síntese da Formação Universitária. Trata-se de uma forma de avaliar o conjunto de conhecimentos adquiridos durante o curso, forma esta adotada pela maioria das Instituições de Ensino Superior. Harry Potter, Maconha, Pornografia e Assédio. Tudo isso foi usado como tema de Trabalhos de Conclusão de Curso. Alguns universitários que ousaram na escolha de seus temas, saindo completamente fora do padrão e deixando todo o processo mais divertido.

 MEMÓRIAS 1

Na última quinta-feira, dia 08, na Casa Cultural Anibal Khury, o conhecido Castelinho da XV, esquina com a Coronel Belarmino, ocorreu a abertura da Exposição “Memórias de Renato Ruschel”, do conhecido alfaiate e pintor Renato Ruschel, numa promoção do Município de Porto União, Santa Catarina, da Cultura e Turismo e da Casa Cultural Anibal Khury. É a primeira exposição solo do pintor, aos 83 anos de idade. Prazerosamente, a Aldair e este Colunista marcaram presença. Nota: O prédio do Castelinho  foi edificado no ano de 1929.

 MEMÓRIAS 2

Nascido no dia 04 de novembro de 1935, em Porto União, Santa Catarina, Renato Ruschel é autodidata na arte plástica e um nome importante da vida cultural das Cidades Irmãs. Trata-se de um pintor/historiador porquanto já reproduziu nos seus quadros – capelas, igrejas e inúmeros prédios históricos das Cidades Irmãs, cenas do tropeirismo e  cenas do Conflito do Contestado. Uma personalidade e fonte de muitas reportagens dos nossos jornais. Inclusive, figura como personalidade marcante na obra “Saga da Família Ruschel”, do historiador Eloy Tonon, membro da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI). Exerceu a Presidência do Lions Clube de Porto União da Vitória, por vários mandatos. No ano passado, ele participou dos Programas “Momento da Educação” e “Caminho da Universidade”, do Projeto “Avós Com Voz” e do plantio de mudas de Ipê Amarelo, na Praça do Centenário  “Prefeito Victor Buch Filho”; uma atividade cultural em homenagem aos 100 Anos de Porto União, Santa Catarina.

 Beira do Iguaçu. Novembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 06 de Novembro de 2018

DISCURSO 1

“Meus cumprimentos ao Senhor Santin Roveda, Prefeito Municipal de União da Vitória, Senhor Tenente Coronel Damásio Douglas Nogueira Junior, Comandante do 5º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado, Senhor Raulino Bortolini, Presidente da Academia de Letras do Vale do Iguaçu, acadêmicos da ALVI, militares, senhoras, senhores, jovens, que nos prestigiam com sua presença. Quero aqui e agora, reiterar meus cumprimentos ao Coronel Damásio, Comandante dessa Corporação e ao professor Raulino, presidente da ALVI que, unidos, estão nos proporcionando uma noite cultural em homenagem aos municípios de Porto União e União da Vitória. O Comandante Damásio e sua digna família, integraram-se à nossa comunidade, participando com assertividade das nossas empreitadas educativas, culturais e sociais. Viabilizou a parceria disponibilizando o salão do Círculo Militar para nos receber e, agradecemos. A Academia de Letras do Vale do Iguaçu, que tem como lema: “Nenhum dia sem uma linha”, enquanto visualizamos nosso majestoso Rio Iguaçu contornando nossas cidades, através dos seus acadêmicos, exercem sua linguagem pura para brindar nossos povos com poemas, textos, contos, história, crônicas, resenhas… “A Academia de Letras Vale do Iguaçu tem por finalidade o cultivo, a preservação e a divulgação do vernáculo e da literatura brasileira, nos seus aspectos científico, histórico, filosófico, literário e artístico”. Parabéns, professor Raulino, parabéns acadêmicos da ALVI, parabéns aos convidados que aqui se encontram, parabéns e gratidão ao Tenente Coronel Damásio pelos momentos culturais e educativos que nos proporcionam através das suas ações. Sobre o êxito, para nossa reflexão: “Deter-se ao olhar para trás, permitir-se o descanso e a satisfação dão, além de tudo, uma nova possibilidade: reunir forças para ascender ao próximo cume. Trata-se, então, de um delicado equilíbrio: as recordações que inspiram a tranquilidade do presente, a alegria da meta conquistada e os projetos novos que nos impulsionam para frente.   Talvez a essência de estar vivos seja seguir sonhando sempre, imaginar outros objetivos, ter algo por que lutar. Porém nunca esqueçamos que, por mais que a vida nos desafie todos os dias e nunca devamos nos render na luta por nossas ilusões, existem um tempo e um espaço únicos, preciosos para desfrutar e ser feliz. Muito Obrigado”. (Texto do discurso proferido pelo Prefeito Municipal de Porto União, Eliseu Mibach, na Sessão Solene em Homenagem às Cidades Irmãs – União da Vitória-PR e Porto União-SC, realizada na noite de  31/10 pela Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) em parceria com 5º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado – Batalhão “Juarez Távora”).

 DISCURSO 2 

Historicamente, as Cidades Irmãs nasceram juntas e por muitos anos formaram uma só, em território do Estado do Paraná,  com nome de Porto da União que significa o encontro do Caminho das Águas com o Caminho das Tropas. Politicamente, as Cidades Irmãs foram separadas em razão do Acordo de Limites assinado entre o Paraná e Santa Catarina. Decorrendo daí, que União da Vitória continuou em território paranaense e Porto União passou para o território catarinense. Mas, como disse, em certa ocasião, o inesquecível Desembargador João De Borba: “Um Trilho de Trem, Não Separa Ninguém”.

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 02 de Novembro de 2018

HONRARIA

Na última quinta-feira, dia 25/10, a Câmara de Municipal de Porto União, SC, conferiu  Moção Honrosa à Loja Maçônica União III. O evento ocorreu em Sessão Especial realizada na Sede da própria Loja.

HOJE É DIA DE FINADOS

O Dia de Finados ou Dia dos Mortos é lembrado anualmente em 02 de novembro. No Brasil, esta data é um Feriado Nacional. A lembrança de Finados é muito importante para algumas religiões, principalmente para os católicos, pois se presta homenagem a todos os entes queridos que já morreram. Nesta data, o movimento nos cemitérios é intenso, pois muitas pessoas vão deixar flores, velas e fazer orações nos túmulos de familiares ou amigos que já partiram. Origem do Dia de Finados. Desde o século XI, os Papas Silvestre II, João XVIII e Leão IX já recomendavam aos cristãos a dedicarem um dia por ano a rezarem por quem já havia falecido e que não era lembrado. A partir do século XII, o Dia de Finados é lembrado pela Igreja Católica em 02 de novembro. No entanto, desde o século I os cristãos têm o costume de rezar por seus mortos. Neste período, as pessoas iam às catacumbas e túmulos para rezar pelos que morreram sem martírio, com esperança de terem suas almas salvas. A partir do século IV, a Igreja começou a incluir em suas celebrações a “Memória dos Mortos” – um momento de orações dedicadas a todos os que já faleceram. O Dia de Finados é lembrado no dia 02 de novembro porque no dia 1º de novembro é lembrado o Dia de Todos os Santos – data que lembra  todos os que morreram em estado de graça, mas que não tiveram a oportunidade de serem canonizados ou que não são lembrados em orações por ninguém. (Fonte: Calendarr Brasil).

FEIRA DO LIVRO ESPÍRITA

Do dia 05 a 10 deste mês, das 9 às 21 horas, diariamente, na Praça Alvir Riesemberg, em União da Vitória, Paraná, ocorrerá a 33ª Feira do Livro Espírita, numa promoção do Centro Espírita “Amor e Caridade” e da 15ª União Regional Espírita. O evento tem como objetivo a divulgação da Doutrina Espírita. “A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação” (Allan Kardec). A Feira do Livro Espírita contará com livros de Allan Kardec (Hippolyte Leon Denizard Rivail, 1804-1869), de Chico Xavier (Francisco Cândido Xavier, 1910-2002), de Divaldo Pereira Franco, além de inúmeros outros títulos doutrinários, filosóficos e religiosos, entre eles, “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, “Paulo e Estevão”, “Pão Nosso, Pai Nosso”, “Caminho Verdade e Vida” e outros tantos.  E os CDs “Momento Espírita”. Vale a pena conferir!

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada em memória aos meus primeiros professores – Fredolino Mayer na Escola Isolada de Porto Almeida (1947), Joanna Such no Grupo Escolar de Porto Vitória no Alto do Morro (1948-1949) e Irmã Domingas no Externato Santa Terezinha de União da Vitória (1950-1951) – a escola e o prédio não existem mais.

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 30 de Outubro de 2018

HISTÓRIA DO BRASIL (E DO PARANÁ) 1

Nascida no ano de 1952, em Cornélio Procópio, PR, Etel Frota estudou Medicina. Atuou como Clínica Geral por 18 anos. Trabalhou no Banco do Brasil, como Escriturária e como Médica, de 1971 a 1993. Em 1997, em sua primeira aparição pública, como criadora, conquistou o primeiro e segundo lugares no Segundo Festival de Compositores do SESC da Esquina, por suas letras para canções compostas em parceria com Luís Otávio Almeida e Iso Fischer. Desde 1999 atua de forma exclusiva como escritora-poeta, letrista, roteirista, com algumas incursões pela dramaturgia. Sua peça teatral “Vila Paraíso” (2004), escrita a partir da Tese de Doutorado de Sônia Davanso, sobre gravidez na adolescência, teve várias montagens pelo Grupo “Pé no Palco”, com direção de Fátima Ortiz, e recebeu três indicações ao Prêmio Gralha Azul: Melhor Texto Original, Melhor Trilha Sonora (em parceria com Rosi Greca e Zé Rodrix) e Melhor Figurino (premiada). E por aí vai…

 

HISTÓRIA DO BRASIL (E DO PARANÁ) 2

Na última quinta-feira, dia 25, no Círculo de Estudos Bandeirantes, em Curitiba, Paraná, a acadêmica Etel Frota, da Academia Paranaense de Letras, proferiu a palestra de encerramento da XXIV Semana de História, promovida pelo Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, Academia Paranaense de Letras e Círculo de Estudos Bandeirantes. A palestrante abordou o tema “O Herói Provisório: Os Bastidores da Pesquisa Sobre o Episódio Cormorant” – Um Pequeno Incidente Internacional de Grandes Proporções.

HISTÓRIA DO BRASIL (E DO PARANÁ) 3

Inaugurada em 1769, para proteger a Baía de Paranaguá, a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres, na Ilha do Mel, foi palco de um episódio interessante na História do Brasil (e do Paraná). Em 07 de novembro de 1831, o Império Brasileiro já havia promulgado uma Lei que previa a libertação de todos os escravos desembarcados no Brasil, assim como a prisão dos responsáveis pelo transporte e seus compradores. Entretanto, grandes quantidades de escravos continuavam entrando em território nacional de forma clandestina. Havia fiscalização ineficiente e, não raro, as autoridades envolvidas na fiscalização eram as que mais lucravam com o comércio de escravos. Em 1845, o Parlamento Inglês promulgou o Slave Suppression Act, mais conhecido no Brasil como “Bill Aberdeen”, que permitia à Inglaterra perseguir e apresar qualquer navio negreiro, mesmo nas costas brasileiras. A atuação inglesa, em cumprimento à Lei, criou vários atritos com o Brasil. Entre 1845 e 1851, a Marinha Inglesa apreendeu ou destruiu 368 embarcações brasileiras que faziam tráfico negreiro no Atlântico Sul. Nesse período, os navios brasileiros começaram a usar documentos de carga e registros falsos para burlar a fiscalização inglesa. Daí que veio a expressão “para inglês ver”. E por aí vai…

A ÚLTIMA

Navegador de canoinha de corticeira, transportador de toras de sabugo, pescador de cascudo com fisga na cachoeira, pescador de lambaris com as mãos, jogador de bolinha de búrico, corredor em carrinho de eixo de laranjeira e rodas de madeira, caçador  com cetra, bodoque e bocó com pelotes, comedor de jabuticaba no pé,  tropeiro de  chuchus, andador de 1 km a pé para ir à  Escola Isolada, atravessador do Rio Iguaçu em canoa para ir ao Grupo Escolar e tomador de banho no arrio foram na infância minha vida inteira na Vila de Porto Almeida. (Odilon Muncinelli).

 Beira do Iguaçu, Outubro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 26 de Outubro de 2018

DES. TOSHIHARU YOKOMIZO

O Desembargador   Toshiharu Yokomizo nasceu no dia 05 de janeiro de 1937, na cidade de Valparaíso, São Paulo. Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Paraná, Turma 1961. Especializou-se em Metodologia do Ensino Superior pela Universidade Paranaense, em Umuarama, 1986/1987. Juiz Substituto em União da Vitória, no dia 01 de julho de 1974. Juiz de Direito de Entrância Inicial nas Comarcas de Guaraniaçu e Uraí. Um dos fundadores da  Faculdade Municipal de Administração e Ciências Econômica – FACE, de União da Vitória, em 1975/1977, atualmente, Centro Universitário de União da Vitória – UNIUV. E um dos fundadores  do Curso de Direito da Universidade Paranaense, em Umuarama, 1982/1989, e, do Curso de Direito da Universidade Norte do Paraná, em Londrina, 1999/2000. Em 12 de abril de 2000 foi nomeado Juiz do Tribunal de Alçada. No dia 31 de dezembro de 2004, foi promovido ao cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná. Fez estágio no Centro de Estudos Jurídicos em Lisboa, Portugal. Autor do livro “Estudos Inacabados de Alguns Institutos do Direito Processual Civil. Aposentou-se, compulsoriamente, no dia 05 de janeiro de 2007.

DES. GILBERTO FERREIRA

O Desembargador  Gilberto Ferreira nasceu no dia 21 de julho de 1953, em Quatiguá, Paraná. Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Paraná, Turma 1979. Ingressou na Magistratura através de Concurso Público em 1984. Atuou como Juiz Substituto na Comarca de Jacarezinho. E como Titular nas Comarcas de São Jerônimo da Serra, Ribeirão Claro, União da Vitória, Paranaguá e Curitiba, até ser promovido a Juiz Substituto em 2º Grau, com atuação na 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná. Mestre em Direito das Relações Sociais (UEL), Epecialista em Direito Contemporâneo (PUC) e em Direito Processual (POSITIVO). Membro da Academia de Cultura José de Alencar de Curitiba e da União Brasileira de Trovadores-Curitiba. Autor dos livros “Aplicação da Pena”, “O Rio Nasce na Montanha e Segue Rumo ao Mar” e “Minhas Histórias”. Idealizador da Central de Penas Alternativas de Curitiba (a 1ª do Brasil), do “Projeto SerSocial” e do Programa de Rádio, “Justiça Para Todos”, da Associação dos Magidtrados do Paraná – AMAPAR. Professor e Diretor-Geral da Escola da Magistratura do Paraná, Presidente da Associação dos Magistrados do Paraná – AMAPAR, Coordenador da AMB para a Região Sul, Juiz Auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, Integrante do “Projeto Paraná Sentença em Dia” e Membro Efetivo do Tribunal Regional Eleitoral. Tomou posse no cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná no dia 03 de dezembro de 2013.

SESSÃO SOLENE

Na próxima quarta-feira, dia 31, às 20 horas, no Círculo Militar, no Bairro Santa Rosa, em Porto União, Santa Catarina, a Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) realiza uma Sessão Solene em “Homenagem às Cidades Irmãs – União da Vitória-PR e Porto União-SC”, numa parceria com o 5º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado – Batalhão “Juarez Távora”. O acadêmico Joaquim Osório Ribas fará uso da palavra em nome da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI).
Beira do Iguaçu, Outubro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 23 de Outubro de 2018

“AO MESTRE COM CARINHO” 

“Ao ler a edição de número 6126 do Jornal O Comércio, na Coluna Milho no Monjolo, do querido amigo, poeta e membro da ACADEMIA DE LETRAS DO VALE DO IGUAÇU e advogado, Dr. Odilon Muncinelli, nos deparamos com a dedicação daquele espaço, a nossa pessoa. Quem não ficaria honrado com tal manifestação vinda de um imortal das letras paranaense?! Não só por ser, Odilon um imortal. Mas esta demonstração de apreço para um simples “escrivinhador” sobre o cotidiano do vai e vem da política local e regional de que O BOCUDO aborda, nos dá mais ânimo de continuar nessa lida, não muito agradável, pois no desenrolar das “peleias”, nem sempre agradamos a todos. Odilon, sabe quanto é árduo ousar expor verdades ou pelo menos tentar chegar perto e manter um folhetim como O BOCUDO. E também nem sempre, o caro amigo Odilon e nós pensamos igual em diversos temas, porém tanto ele como nós, nos comportamos honrando a máxima que é atribuída a Voltaire. Assim, dileto amigo, nos expomos, e nos expondo registramos o cotidiano de nossa passagem por esta fresta de tempo que o Grande Arquiteto do Universo nos proporciona e nos ilumina para deixar registrado no papiro a memória do hoje para os que hão de vir depois de nós. Prezado amigo Odilon receba pois o nosso abraço fraterno e o ósculo na testa do mestre que muito nos ensina e nos faz refletir com seus escritos. Ps.: O título não poderia ser outro”. (Luiz Ernani da Silva, in O BOCUDO, ano 22, edição 283, da 1ª Quinzena de Outubro de 2018, página 08).

DIA DO POETA

No último sábado, dia 20, o Programa “CBN – Linha Aberta”, apresentado pela CBN Vale do Iguaçu, entrevistou a professora, catequista e poetisa Sonia Luzia de Oliveira Cabral, em alusão ao Dia do Poeta lembrado naquela data. Não há Lei que oficialize a data no País. A porto-unionense Sonia Cabral publicou o livro “Dormi… Sonhei… E Acordei Poesia”.  Assinei o Prefácio desse Livro de Poesia. Agradeço as palavras elogiosas dirigidas para este Colunista e para a Aldair. Nota: “Suas poesias, as vezes lírica, as vezes concreta, encantou o Dr. Odilon Muncinelli que ao ler as poesias, escritas em simples caderno, caprichosamente com figuras e imagens representativas, incentivou a poetisa a editar seu livro”. (Eliziane Schaefer Buch, 22-12-2017, im Jornal Caiçara).

HELENA KOLODY

Helena Kolody, que nasceu no dia 12 de outubro de 1912, em Cruz Machado, Paraná. E morreu no dia 15 de fevereiro de 2004, em Curitiba, Paraná. Antes desse horário, a partir das 10 horas, Adélia Maria Woellner autografará a antologia “Infinita Sinfonia”, que foi por ela organizada quando do Centenário de Nascimento de Helena Kolody e publicada pela Editora Insight.

A ÚLTIMA 

A História não apaga o que escreveu com muita luta e até heroísmo nas páginas de um Povo. (Odilon Muncinelli).

 

Beira do Iguaçu, Outubro de 2.018

Odilon Muncinelli – Membro da ALVI e do IHGPR

Milho no Monjolo – 16 de Outubro de 2018

LUTO

Na última quarta-feira, dia 10, no final da tarde, em São Paulo, Capital, morreu a médica e escritora espiritualista Zibia Milani Gasparetto, aos 92 anos de idade. Ela morreu dormindo. “Hoje, o astral recebe com amor uma de suas representantes na Terra”, diz uma postagem no Faceb ook. “Zibia Gasparetto, 92 anos, completou hoje sua missão entre nós e parte para uma nova etapa ao lado de seus guias espirituais, deixando uma legião de fãs, amigos e familiares, que foram tocados por sua graça, delicadeza e por suas palavras sábias”, completa o texto. Nascida no dia 29 de julho de 1926, em Campinas, São Paulo, Zibia Gasparetto ficou conhecida na literatura espírita. Ela se dedicou ao espiritismo por 68 anos e tem 58 obras publicadas, com mais de 18 milhões de exemplares vendidos. Durante sua carreira, a escritora também ganhou notoriedade como médium. Entre as principais obras destacam-se “O amor Venceu”, “Eles Continuam Entre Nós” e “A Vida Sabe o Que Faz”. Além de “O Mundo Que Eu Vivo”, “Pedaços do Cotidiano”, “Ela Confiou na Vida”,  “A Verdade de Cada Um”, “O Matuto” e outros. Pesquisas sobre “Mônica de Castro, Chico Xavier e outras. De origem italiana, Zibia Gasparetto foi casada com Aldo Luiz Gasparetto. Juntos, estudaram a Doutrina Espírita e passou a frequentar reuniões públicas da Federação Espírita do Estado de São Paulo, além de realizar estudos em casa. A Editora ‘Vida e Consciência’, responsável pelas publicações de Zibia Gasparetto, divulgou, em seu site, uma nota sobre o falecimento da autora. “Foram mais de 68 anos dedicados ao espiritismo, 58 obras publicadas e mais de 18 milhões de livros vendidos. Agradecemos de coração a todos que permitiram que seus ensinamentos de luz permeassem e transbordassem em suas vidas. Esse legado será eterno e os conhecimentos de Zibia Gasparetto sobre as relações humanas e espirituais serão transmitidas por muitas e muitas gerações. Ela segue em paz ao plano espiritual, olhando por todos nós. Feliz recomeço!”, afirma o texto.

FEIRA DO LIVRO ESPÍRITA

De 05 a 10 de novembro próximo, das 9 às 21 horas, diariamente, na Praça Alvir Riesemberg, em União da Vitória, Paraná, ocorrerá  a 33ª Feira do Livro Espírita, numa promoção do Centro Espírita “Amor e Caridade” e da 15ª União Regional Espírita.  O evento tem como objetivo a  divulgação da Doutrina Espírita. “A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação” (Allan Kardec). A Feira do Livro Espírita contará com livros de Allan Kardec (Hippolyte Leon Denizard Rivail, 1804-1869), de Chico Xavier (Francisco Cândido Xavier, 1910-2002), de Divaldo Pereira Franco, além de inúmeros outros títulos doutrinários, filosóficos e religiosos, entre eles, “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, “Paulo e Estevão”, “Pão Nosso, Pai Nosso”, “Caminho Verdade e Vida” e outros tantos.  E os CDs “Momento Espírita”. Vale a pena conferir!

Beira do Iguaçu, Outubro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 09 de Outubro de 2018

LEMBRA DO  CAPILÉ? NÃO!

O Capilé é o xarope de avenca, mais especificamente de capilária, um tipo de feto herbáceo, ou ao refresco que pode ser obtido a partir desse mesmo xarope. A denominação capilé é derivada do latim, mais precisamente do francês capillaire ou “feito com a capilária”, um tipo de avenca, que deriva de capillum por lembrar uma cabeleira. História. Bebida muito apreciada em Portugal, sua receita remonta ao século XVIII, feito a partir de produtos naturais. O xarope de capilé é referido no livro de receitas “O Cozinheiro Moderno” ou “Nova Arte de Cozinha”, de autoria de Lucas Rigaud, no ano de 1780.  No volume número dois da sua obra, Lucas Rigaud faz referência ao xarope de avenca, que no caso dá o nome de “capiler”. O xarope é confeccionado através de infusão das folhas da avenca devidamente trituradas, à qual é adicionado açúcar, podendo ser aromatizado com água de flor de laranjeira. Através da infusão são extraídas da planta quer os aromas quer as substâncias que possuem atividade terapêutica. Para se fazer o refresco o xarope é diluído com água e é adicionado gelo e casca de limão. (Fonte: Wikipédia, a Enciclopédia Livre).

 BANCO DA FAMÍLIA

“O Banco da Família, especializado em microfinanças, inaugurou a primeira unidade no Paraná este ano, na cidade de União da Vitória, e comemora 20 anos de atuação em outubro. Criada em Lages/SC e classificada como a melhor instituição do gênero no Brasil, segundo avaliação da Microrate, já concedeu mais de R$ 720 milhões em crédito para cerca de 275 mil pessoas que desejam empreender, construir a casa própria, melhorar instalações sanitárias ou financiar despesas extraordinárias não previstas. A partir de agora, a meta da instituição é expandir o trabalho para outras cidades e investir em tecnologia”.

 TROFÉU GUERREIRO DO PARANÁ

O Movimento Pró-Paraná, por intermédio de seu Presidente e do Conselho Temático Cívico Cultural, por ocasião das Comemorações dos 165 Anos da Criação da Província do Paraná, realiza  nesta terça-feira, dia 09, às 17 horas, a cerimônia de outorga do Troféu Guerreiro do Paraná ao Professor e Advogado RENÉ ARIEL DOTTI. Ato contínuo, o homenageado proferirá a palestra “PARANÁ 165 ANOS”. O evento ocorrerá na Sala Maria Christina, da Associação Comercial do Paraná.  Nota: René Ariel Dotti é membro da Academia Paranense de Letras.

 A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao confrade e velho amigo Aluízio Witiuk, que, recentemente, proferiu palestra sobre a “Histótia das Eleições no Brasil e do Voto”, na Universidade Loyola de Chicago, Estado de Illinois, nos Estados Unidos, dirigida aos brasileiros residentes naquela cidade.  Ele é  membro da Academia de Letras do Valedo Iguaçu (ALVI).

 Beira do Iguaçu, Outubro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr