Milho no Monjolo

Odilon Muncinelli

Milho no Monjolo – 25 de Abril de 2017

MEXEU COM UMA, MEXEU COM TODAS

Ao longo de minha carreira (relatada no texto “Minha História”, encontrado na página WWW.zeliasell.com) não relatei o ‘presente’ que recebemos certa vez no Dia Internacional da Mulher, quando eu  trabalhava no Conselho Municipal da Condição Feminina, em Curitiba, na Rua Trajano Reis : nossas advogadas  (se não me engano, uma delas era a Kátia, mãe de 3 filhos, depois cruelmente assassinada) intimaram um ‘pai’ para esclarecer porque não pagava a pensão do filho e não deu outra: ele compareceu armado e ameaçou a todas. Dona Rosa, nossa querida zeladora, chegou a desmaiar. / Por este e outros motivos, não posso deixar de citar o movimento “Mexeu Com Uma, Mexeu Com Todas”, surgido da coragem da figurinista Susslem Tonani em denunciar o assédio sofrido pelo ator global José Mayer. ; Na última reunião de nosso Instituto Histórico e Geográfico (ao qual pertenço há quase 20 anos como sócia efetiva, e que serviu de inspiração para que, por quase 15 anos, produzisse e apresentasse no rádio o programa “Nossa História”), citei o movimento e lembrei, mais uma vez ,a necessidade de biografarmos as grandes mulheres que ‘fizeram a diferença’ ao longo de nossa história, ‘derrubando muros com as pontas dos dedos ‘,como citou Shuma Shumaher em sua obra “Dicionário das Mulheres do Brasil” no qual, infelizmente, as paranaenses tem uma participação ínfima. / Lembrei da embaixatriz Lúcia Flecha de Lima, amiga pessoal da Princesa Diana e que levou para o túmulo no último dia 2, aos 76 anos, seus segredos. Ex-aluna do Colégio Sion, como eu, não se restringiu a ser mãe e esposa dedicada,  ou ‘socialite’ , mas teve papel relevante junto às embaixadas em Washington, Londres, Paris , Washington e Roma trabalhando pela libertação de 340 brasileiros mantidos reféns pelo ditador iraquiano Sadam Hussein. Também presidiu a Casa do Candango, para crianças de 1 a 3 anos e a Secretaria de Turismo do Distrito Federal. /  Assim que citei essas mulheres, um colega do IHGP citou dona Aracy Guimarães Rosa, segunda esposa do escritor que, trabalhando na Embaixada da Alemanha, libertou vários judeus do holocausto. / Seu nome consta do Museu do Holocausto na Rua Mateus Leme, em Curitiba. rio negrense de nascimento, ela foi lembrada pelo colega Ayrton Gonçalves Celestino, ex-secretário de educação da cidade e que confessou ter tentado prestar-lhe uma homenagem ,o que foi em vão. / Mas elas ficam na memória, e sempre que formos prestar uma homenagem pelo 8 de março, alguém citará as mulheres ferroviárias da beira do Iguaçu, -excelente trabalho de Leni Trentin Gaspari, da Academia de Letras do Vale do Iguaçu – ou os resgates históricos da coluna “Milho No Monjolo”,coluna do também acadêmico Odilon Muncinelli no jornal “O Comércio”, que citou Cássia Eduarda Amaro, portouniense de berço e primeira mulher catarinense aprovada na Academia Militar das Agulhas Negras. Porto União completa neste ano de 2017 seu primeiro centenário, e certamente  mulheres de valor como a vereadora pioneira e atual secretária da educação Aldair Muncinelli  e a pesquisadora Therezinha Leony  Wolf encontrarão  muitos nomes a serem homenageados (Texto de  Zélia Maria Nascimento Sell, jornalista e pesquisadora)

Beira do Iguaçu, Abril de 2.017

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 21 de Abril de 2017

DOIS DOCUMENTOS LEGAIS

No começo deste mês, dia 11, recebi, via Correios, dois importantes documentos legais. Um exemplar da Constituição da República Federativa do Brasil e um exemplar do Código de Processo Civil – Lei n.o105, de 16 de março de 2015. E também um exemplar do Prestando Contas – Informativo das suas Atividades. Brindou-me o Senador e velho amigo Paulo Bauer. Agradeço a gentileza!

EDITAL DE INSCRIÇÃO Nº001/2017

A Vice-Presidente da Academia de Letras do Vale do Iguaçu, Dra. Márcia Marlene Stentzler, no uso de suas atribuições estatutárias torna público a abertura das inscrições para o preenchimento de vagas de cinco Cadeiras cujos patronos são: Cadeira nº. 04 – Patrono Didio Augusto. Cadeira nº. 15 – Patrono Ari Milis. Cadeira nº.16 – Patrono Alvir Riesemberg. Cadeira nº. 26 – Patrono Tadeu Krul. Cadeira nº.33 – Patronesse  Amasília Pinto de Araújo. O período para inscrição e envio da documentação pelos interessados a concorrer a uma das vagas, inicia em 12 de abril e encerra em 12 de maio de 2017. O candidato preencherá o requerimento, anexando um exemplar de livros e artigos publicados, entre outros.  As inscrições serão efetivadas mediante entrega dos documentos, sob protocolo, na sede da ALVI, Praça Visconde de Nácar, térreo, antiga Estação Ferroviária de União da Vitória, das 13h30min às 17:00h (segundas, quartas e sextas-feiras). União da Vitória, 12 de abril de 2017. Dra. Márcia Marlene Stentzler – Vice-Presidente. Obs: O modelo do requerimento pode ser solicitado pelo e-mail: academiadeletrasuva@gmail.com.

“MOMENTO DA EDUCAÇÃO”

“O Calendário Escolar” faz o assunto do programa “Momento da Educação”, que será apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, no próximo domingo, dia 23 às 11 horas, nos microfones da Rádio Difusora União, a antiga ZYD-3, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo”, o amigo e apresentador informa que o entrevistado será o professor Ricardo José Brugnago mui digno Chefe do Núcleo Regional de Educação de União da Vitória, Paraná, que falará sobre o Calendário Escolar para 2017, as parcerias e as perspectivas. Observação: Neste mesmo domingo, dia 22, às 15 horas, o professor Ricardo José Brugnago poderá ser assistido e ouvido, em entrevista sobre os mesmos assuntos, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuik, na TV Mill, a TV de União da Vitória (PR).

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao empresário, político e velho amigo Bergentino Slongo, que, na tarde da última terça-feira, dia 18, “mudou-se para o andar de cima”, aos 74 anos de idade. Rogo ao Senhor Nosso Pai e Nosso Guia que o receba e o tenha na Sua Santa Casa. Descanse em Paz! Minhas condolências aos familiares!

Beira do Iguaçu, Abril de 2.017

Odilon Muncinelli é Membro da ALV I e do IHGPr

 

 

Milho no Monjolo – 18 de Abril de 2017

DEUS: UMA INVENÇÃO?

René Girard, pensador católico francês (1923-2015), indagado sobre a realidade de Deus como uma invenção humana, prontamente respondeu pela negativa, com base em sua crença cristã e em sua epistemologia mimética. Não obstante, o que esta teoria do conhecimento quer dizer? Ora, justamente o fato de que tudo o que o ser humano compreende, é, no final, apenas uma abstração, tendo  por base, porém, suas condições primárias de embasamento. ; Dessa forma, as invenções humanas sofrem sempre um limite, aquele dos condicionamentos de suas afirmações, que resultam sempre atreladas à natureza das coisas, não impedindo, contudo, que nossa imaginação a ultrapasse, construindo os mitos e as utopias. Assim, nossa criatividade mental sempre estaria condicionada a um mimetismo gnosiológico criativo, fornecendo então um índice de veracidade razoável para as  nossas afirmações culturais. / Ora, aplicadas estas condições ao conceito de Deus, RENÉ GIRARD  pôde sustentar sua negativa à questão tão crucial, lugar comum das argumentações de todos aqueles ateus por convicção ou movidos pelo desejo de que Deus não exista. Sem dúvida, há argumentos fortes de natureza antropológica que nos asseguram a existência de um animismo primitivo já nas primeiras gerações humanas, que nos permitam afirmar uma universalidade de reações aos fenômenos como induzidos por uma ou mais divindades, o que a ciência posteriormente deu explicações naturais, não retirando, contudo, seu caráter inusitado como condicionante de uma realidade cósmica sui generis. / O conceito de Deus seria, pois, um pressuposto natural acessível à nossa inteligência, como argumentaram Platão, Aristóteles, Santo Anselmo, Santo Tomás de Aquino, Spinoza, Descartes e Leibniz, bastando apenas nosso assentimento a uma situação única, esta de uma causa transcendente a tudo o que existe.  Não obstante, verifica-se que a tendência moderna é minimizar este afastamento, entendendo melhor que Deus é imanente ao Universo, causa sui dos milagres que observamos a nossa volta e que não são desprezíveis. / Outro problema interessante abordado por RENÉ GIRARD é o do surgimento histórico do sagrado, que para ele está sempre relacionado à violência, como forma de redimir a condição humana precária, única forma encontrada de superar a transgressão do viver (sic). Terá sempre que existir um bode expiatório para resgatar a condição humana, um sacrifício telúrico que impeça a sociedade de se destruir, permitindo assim a existência ordenada da sociedade. / Desde o Antigo Testamento são comuns as manifestações de assassinatos cometidos com a intenção de pacificar os deuses insatisfeitos ou como formas de demonstração de fidelidade, como ocorreu no  caso célebre de Abraão e seu filho Isaac ou nos casos históricos de civilizações baseadas apenas nessas crenças, como os Incas e tantas outras. / Finalmente, não há que desprezar o argumento antropomórfico, o fato de que a evolução culminou até agora com a nossa presença viva no Universo, nossa espiritualidade e nossos valores. Ora, tal arrumação é muito original para ser considerada apenas como um acaso, ressaltando a necessidade de um Guia que pudesse fazer o caos da matéria se transformar em cosmo organizado. Deus não é, portanto, uma hipótese inventada. (Texto de Antônio Celso Mendes, ocupante da cadeira n.o 34, da da Academia Paranaense de Letras).

 

Beira do Iguaçu, Abril de 2.017.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr.

Milho no Monjolo – 14 de Abril de 2017

ECOS DOS 14 ANOS 1

“Bom dia amigo Odilon. Meus parabéns  pelos 14 anos da COLUNA MILHO NO MONJOLO, que tem cumprido com maestria e dignidade o papel para ela elaborado. Para mim o nome é sugestivo e nostálgico pois tive a felicidade de conhecer e até manusear monjolo, nos tempos em que morava na colônia. Grande abraço”. .(Texto do bom e estimado amigo Stefano Jakubiu, morador em Curitiba, Paraná). Sensibilizado agradeço a mensagem! Agradeço também as palavras elogiosas da velha e boa amiga Sitamar Brittes  minha vizinha de página.

ECOS DOS 14 ANOS 2

No final da tarde da mesma terça=feira, dia 11, o meu padrinho no Instituto Histórico Geográfico do Paraná, confrade e velho amigo Rubens Tarcísio da Luz Stelmachuk, morador em Curitiba, Paraná, telefonou para parabenizar-me pelos 14 anos da Coluna Milho no Monjolo. Mais uma vez, agradeço as palavras elogiosas.

EDITAL DE INSCRIÇÃO Nº001/2017

“A Presidente da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI), no  uso  de  suas  atribuições  estatutárias  torna  público  a  abertura  de inscrições para preenchimento de vagas de cinco Cadeiras cujos patronos são: Cadeira nº. 04 – Patrono Didio Augusto. Cadeira nº. 15 – Patrono Ari Milis. Cadeira nº.16 – Patrono Alvir Riesemberg. Cadeira nº. 26 – Patrono Tadeu Krul. Cadeira nº. 33 – Patronesse Amasília Pinto de Araújo.  O período para inscrição  e envio da documentação, pelos  interessados a concorrer a uma das vagas inicia em  12  de abril e encerra em 12 de maio de   O interessado deverá preencher o requerimento, anexar um exemplar de  livros  e  artigos  publicados,  entre  outros.  As  inscrições  serão  efetivadas mediante  entrega,  sob  protocolo,  na  sede  da  ALVI  na  Praça  Visconde  de Nácar,  térreo, antiga Estação Ferroviária de União da Vitória, no  período das  13h30minh  às  17  horas  (segunda-feira,  quarta-feira  e  sexta-feira).  União  da Vitória, 12 de abril de 2017. Presidente Obs: Solicitar o modelo do requerimento pelo e-mail: academiadeletrasuva@gmail.com”.

“MOMENTO DA EDUCAÇÃO”

A Páscoa” faz os assuntos do Programa “Momento da Educação”, que será apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, no próximo domingo, dia 16, às 11 horas, nos microfones da Rádio Difusora União, a antiga ZYD-3, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo”, o amigo e apresentador informa que o entrevistado será Dom Afenor Girardi, mui digno Bispo Diocesano de União da Vitória, Paraná, nascido no dia 02 de fevereiro de 1952, em Orleans, Santa Catarina, que falará sobre o significado da Páscoa e ainda sobre a sua trajetória religiosa . Observação: Neste mesmo domingo, dia 16, às 15 horas, Dom Agenor Girardi poderá ser assistido e ouvido, em entrevista sobre os mesmos assuntos, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuik, na TV Mill, a TV de União da Vitória (PR).

Beira do Iguaçu, Abril de 2.017

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 11 de Abril de 2017

 

PAI NOSSO

O dia de hoje, 11 de abril, pede para rezarmos a oração que nos foi ensinada pelo Senhor Nosso Pai e Nosso Guia, pois a Coluna Milho no Monjolo comemora mais um aniversário: “Pai nosso que estás nas flores, no canto dos pássaros, no coração a pulsar; que estás na compaixão, na caridade, na paciência e no gesto de perdão.Pai nosso que estás em mim, que estás naquele que eu amo, naquele que me fere, naquele que busca a verdade.Santificado seja o Teu nome por tudo o que é belo, bom, justo e gracioso. Venha a nós o Teu reino de paz e justiça, fé e caridade, luz e amor. Seja feita a Tua vontade, ainda que minhas rogativas prezem mais o meu orgulho do que as minhas reais necessidades. Perdoa as minhas ofensas, os meus erros, as minhas faltas. Perdoa quando se torna frio  meu coração. Perdoa-me, assim como eu possa perdoar àqueles que me ofenderem, mesmo quando meu coração esteja ferido. Não me deixes cair nas tentações dos erros, vícios e egoísmo. E livrai-me de todo o mal, de toda a violência, de todo o infortúnio, de toda a enfermidade. Livrai-me de toda dor, de toda mágoa e de toda desilusão. Mas, ainda assim, quando tais dificuldades se fizerem necessárias, que eu tenha força e coragem de dizer: Obrigado, Pai, por mais esta lição! Que assim seja. Muitas bênçãos e vitórias para nossa vida”. (Autor Desconhecido).

CREDO ACADÊMICO

Cremos na sabedoria divina que nos inspira e nos orienta. Nas letras, nas ciências e nas artes. / Cremos no amor universal que nos une e nos fortalece / Cremos no primado do espírito que nos aperfeiçoa e nos dignifica. E na presença do Senhor que nos ampara e nos guarda. / Assim cremos.

A ÚLTIMA

Pois é, hoje, dia 11 de abril, a Coluna Milho no Monjolo completa 14 anos de ininterrupta e profícua existência. Porquanto, até o momento. cumpriu, plenamente, a sua Missão! Agradeço aos leitores e às leitoras que me acompanharam nesta proveitosa jornada. E bola pra frente que atrás vem gente!

Beira do Iguaçu, Abril de 2.017

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 8 de Abril de 2017

OPINIÃO DOS AMIGOS

A morte do renomado escritor gaúcho João Gilberto Noll, ocorrida na semana passada provocou comoção no meio literário nacional. Um dos maiores conhecedores da sua obra, o crítico literário e escritor José Castello falou a Zero Hora, por telefone, sobre a importância de Noll e a riqueza de sua escrita. Comparou-o ao argentino Ricardo Piglia, à brasileira Clarice Lispector e ao português Fernando Pessoa por sua radicalidade e relevância.

DESABAFO

Remexendo as minhas anotações encontrei um desabafo feito pelo pesquisador e velho amigo João Batista Ferreira dos Santos. Falou e disse: “Noite inesquecível, noite de autógrafos, onde, um caboclo desacreditado, para a “raiva” de muitos calmonenses, lança o primeiro livro de Calmon”. ,(Facebook, com fotografias ilustrativas). Nascido em Calmon (SC) o conhecido “JB” é autor do livro “A História de Calmon na Guerra do Contestado” (o primeiro) e integra o Grupo Resgate – um ativo grupo de pesquisas.

ESPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA

Ilmo. Sr. Odilon Muncinelli. Cumprimentando-o cordialmente a Fundação Catarinense de Cultura e a Secretaria de Cultura e Turismo de Porto União tem a honra de encaminhar-lhe o presente convite. Aguardamos sua visita! Este é o texto do convite para a Abertura da Exposição Fotográfica Claro Gustavo Jansson: o Fotógrafo do Contestado, que começou ontem, dia 07, e vai até o dia 22 deste mês de abril, das 9 às 18 horas, no Armazém 1, anexo à Estação União. Na mesma ocasião, ocorreu o lançamento do livro “Claro Jansson: o Fotógrafo do Contestado”, de Maria Rosa Tesser, nascida em Irani, Santa Catarina.

“MOMENTO DA EDUCAÇÃO”

“O Colégio Santos Anjos” faz o assunto do programa “Momento da Educação”, que será apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, no próximo domingo, dia 09, às 11 horas, nos microfones da Rádio Difusora União, a antiga ZYD-3, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo“, o amigo e apresentador informa que a entrevistada será a acadêmica Roseli Bilobran Klein, mui digna Professora Universitária, que falará sobre o Colégio Santos Anjos, de Porto União, Santa Catarina, os Cem Anos da Instituição ocorridos na última sexta-feira, dia 07 e a Pesquisa para o seu Doutorado.. Observação: Neste mesmo domingo, dia 09, às 15 horas, a acadêmica Roseli Bilobran Klein poderá ser assistida e ouvida, em entrevista sobre os mesmos assuntos, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada à jovem Cássia Eduarda Amaro, portounionense de berço, a primeira mulher catarinense aprovada na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) , que existe desde

Beira do Iguaçu, Abril de 2.017

Milho no  Monjolo – 1.329 (Odilon Muncinelli – Membro da ALVI e do IHGPr)

Milho no Monjolo – 4 de Abril de 2017

 

LANÇA

“A antiga estação de Lança foi inaugurada em 1917. “A partir de Porto União, resolvemos seguir a linha na direção de Mafra. Consultando meu Guia Levi de 1969 e alguns aposentados da estação ficamos sabendo que a próxima estação, Lança, ficava distante 22 km, então resolvemos ir até lá de carro. No caminho encontramos duas pontes metálicas. Nessa estação que se localiza a uns 3 km em estrada de terra, saindo da estrada de rodagem, literalmente no meio do nada, encontramos algo interessante: as casas dos funcionários, no alto de um morro, abandonadas, mas intactas. A estação está bem destroçada por dentro, e não há resquícios do pátio, indicando que ela deve ter sido fechada há muito”  (Rodrigo Cunha, novembro de 2000). .( in Estações Ferroviárias do Brasil).

POÇO PRETO

A antiga estação de Poço Preto foi inaugurada em 1921. Do outro lado do rio Iguaçu em relação à estação, em 1924, existia um posto fiscal da Coletoria Paranaense, de nome “Posto Fiscal de Poço Preto“. Quanto à estação, estava em pé ainda em 2008, um milagre, sendo um prédio de madeira. Era moradia e bar, estava bem cuidada e habitada por um simpático senhor que me recebeu muito bem”.(in Estações Ferroviárias do Brasil, Autor Desconhecido).

LUTO 1

João Gilberto Noll, premiado escritor gaúcho, morre aos 70 anos de idade. O escritor João Gilberto Noll morreu em Porto Alegre na noite de terça-feira (28). A informação foi confirmada pelo irmão dele, Luiz Noll, em postagem no Facebook. “João Gilberto Noll, meu grande amigo e irmão, nos deixou”, escreveu. João Gilberto Noll nasceu em Porto Alegre em 15 de abril de 1946. Autor de 18 livros, ganhou cinco prêmios Jabuti. Em 1981 pelo livro “O cego e a dançarina”, em 1994 pela obra “Harmada”, em 1997 pelo livro “A céu aberto”, em 2004 por “Mínimos, Múltiplos, Comuns”, e em 2005 por “Lorde”. João Gilberto Noll era graduado em letras e também era jornalista. Trabalhou nos jornais Última Hora e Folha da Manhã, no Rio de Janeiro, para onde se mudou em 1969. Em 1982, João Gilberto Noll recebeu a bolsa do Programa de Escritores da Universidade de Yowa, EUA. Em 1996, passou um mês em Berkeley, nos Estados Unidos, como escritor visitante da Universidade da Califórnia, e, em 1997 foi convidado para lecionar Literatura e Cultura Brasileira nesta universidade. Em 2004, morou dois meses em Londres como escritor-residente no King’s College. O seu primeiro livro foi “O cego e a dançarina” Estreou como escritor com um conto na antologia Roda de fogo, organizada por Carlos Jorge Appel, de Porto Alegre. Em 1980 publicou seu primeiro livro, a coletânea de contos “O cego e a dançarina”. Algumas de suas obras foram adaptadas para o cinema, entre as quais o conto “Alguma coisa urgentemente”, que inspirou o filme de Murilo Salles “Nunca fomos tão felizes”, de 1984, e o romance “Hotel Atlântico”, que deu origem ao filme de mesmo título, realizado por Suzana Amaral, em 2009.

LUTO 2

A morte de João Gilberto Noll, confirmada na manhã desta quarta-feira, causou comoção na comunidade literária brasileira. Escritores, personalidades e amigos do autor se manifestaram sobre a perda de um dos grandes expoentes da literatura brasileira contemporânea – no Twitter, o nome do autor ficou entre os assuntos mais comentados da rede social nesta manhã. Leia as manifestações na rede social.

Beira do Iguaçu, Abril de 2.017.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 1º de Abril de 2017

ESCREVE A LEITORA

“Olá Dr. Odilon Bom dia! Estou encaminhando este para lhe agradecer a gentileza e o carinho externados na homenagem que a mim prestou em sua coluna recente no Jornal O Comércio. Dedico minha premiação à comunidade local, na qual cresci e fui lapidada.  Espero que o concurso nacional estimule a reflexão acerca dos direitos humanos fundamentais, para a respectiva concretização deles.  Obrigada! Abraço para o senhor e também para a professora Aldair. Angélica Nogara Slomp”.

1ª CAMINHADA

No último sábado, dia, 25 de março, a OAB Porto União, Santa Catarina, realizou a 1ª Caminhada Dra. Maria Therezia Butzen, alusiva ao Dia da Mulher, em homenagem à primeira advogada em Porto União, Santa Catarina e União da Vitória, Paraná. O evento contou com o apoio da Universidade do Contestado, Rede Feminina de Combate ao Câncer- “Casa Bebel”, Casa de Apoio “Amor Fraterno” e SANEPAR. Foi um sucesso! Nota: Em sua homenagem escrevi e publiquei o artigo “Maria Therezia, a Pioneira”, nas páginas deste Jornal O Comércio, na edição do dia 05 de setembro de 2014. E na Revista da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI). Um breve perfil sobre a sua trajetória como professora e advogada de escol.

AVÓS COM VOZ

Na última quinta-feira, dia 30, no Auditório da Secretaria de Educação de Porto União, SC, ocorreu a apresentação de “Avós Com Voz”, referente ao mês de março, em alusão aos Cem Anos de Porto União, SC. O evento contou com a participação do ferroviário aposentado Antônio Xavier Paes. que falou sobre a história dos ferroviários e algumas curiosidades ferroviárias.

“MOMENTO DA EDUCAÇÃO”

“O Colégio Santos Anjos” faz o assunto do programa “Momento da Educação”, que será apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, no próximo domingo, dia 02, às 11 horas, nos microfones da Rádio Difusora União, a antiga ZYD-3, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo“, o amigo e apresentador informa que a entrevistada será a Irmã Ilária Maatte, mui digna Diretora do Colégio Santos Anjos, que falará sobre a sua trajetória religiosa e, principalmente, sobre a fundação e os Cem anos do Colégio Santos Anjos que serão comemorados no dia 07 de abril próximo. Observação: Neste mesmo domingo, 02, às 15 horas, a Irmã Ilária Matte poderá ser assistida e ouvida, em entrevista sobre os mesmos assuntos, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao acadêmico Raulino Bortolini que, no dia 18 de março passado, em Curitiba, recebeu o Prêmio Estadual do Paraná, como Maestro, conferido pela Ângulo Pesquisas. Igualmente, ao acadêmico Aluízio Witiuk, que também recebeu o mesmo Prêmio, como Professor de História.

Beira do Iguaçu, Abril de 2.017

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 28 de Março de 2017

 

PRIMEIRA ACADEMIA DE LETRAS

Faço o registro do comentário Primeira Academia de Letras em nossa região”, escrito pelo colunista, repórter e velho amigo Antônio Budal e publicado nas páginas do Jornal Caiçara, em sua edição n.o 2421, do dia 17 passado, sexta-feira, na página 07. Esse comentário fala da criação do Centro de Letras “Didio Augusto”, numa noite fria de 23 de julho de 1963, por este Colunista, Lulu Augusto, Arlete Terezinha Bordin, Leda Barcelos, Geraldo Saldanha e Manoel Trevisan Muzzilo. (Embora desativado, atualmente, significou um importante embrião). Fala também da fundação da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI), no dia 30 de maio de 2000 e da sua instalação no dia 10 de novembro do mesmo ano.

LUTO

Na ultima quarta-feira, dia 22, em Curitiba, Paraná, morreu o jornalista e escritor Milton Ivan Heller, aos 86 anos de idade. Começou a sua trajetória no Jornal Diário da Tarde (de Curitiba), como “repórter”. Passou pelo O Dia, O Diário do Paraná, a Rádio Cultura, a Revista Panorama e a sucursal da Última Hora. Publicou vários livros sobre o Contestado e o Movimento Militar de 64, entre eles, A Resistência à Repressão no Paraná, A atualidade do Contestado – Edição do Centenário da Guerra Campesina, Walmor Weiss: o Prisioneiro da Cela 310, Memórias de 1964 no Paraná. A Cia e a Quartelada nos 50 anos do Golpe 64, De Catanduvas ao Oiapoque: o Martírio de Rebeldes Sem Causa, Os índios e os Algozes, Conspiração Nazista nos Céus da América, Vida e Obra. Ainda, recentemente, brindou-me com um exemplar do seu último livro “Os Crimes Hediondos da Ditadura Militar”, numa Edição do Autor. Pertencia ao Instituto Histórico e Geográfico do Paraná (IHGPr).

HOMENAGEM À UUNIÃO DA VITÓRIA

Nesta semana, nos horários do Jornal, às 12h e 30min e às 19h e 30min, a TV Mill apresenta o Quadro “Se Esta Rua Fosse Minha”, produzido pelos estudantes Andressa Borges de Lima e Lucas Polak e apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, em homenagem aos 127 anos de Emancipação Política e Administrativa de União da Vitória, PR. Esse Quadro mostra o perfil de personagens ilustres que dão nome a algumas das ruas da cidade. Ontem, dia 27, a Ana Cláudia Marcondes falou sobre o Coronel Amazonas (Amazonas de Araújo Marcondes). Hoje, dia 28, o Promotor de Justiça Júlio Ribeiro de Campos Neto fala sobre o Professor Cleto (José Júlio Cleto da Silva). Amanhã, dia 29, o pesquisador Luiz Alberto de Araújo falará sobre a Professora Amasília (Amasília Costa Pinto de Araújo).Na quinta-feira, dia 30, o Tenente Coronel João Baptista de Souza e Sá Neto falará sobre o Capitão Ricardo João Kirk. E, por fim, na sexta-feira, dia 31, o empresário Domício Dornelles Scaramella falará sobre o Prefeito Domício Scaramella.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao velho e bom amigo Marciano Bartos, ex-Agente dos Correios e Telégrafos de Porto União, Santa Catarina, que, na última terça-feira, dia 21, “mudou-se para o andar de cima”, aos 80 anos de idade.

Beira do Iguaçu, Março de 2.017

 

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 25 de Março de 2017

 

UMA REFLEXÃO HISTÓRICA E OUTRA POLÍTICA

Apesar de União da Vitória comemorar 127 anos no dia 27 de março de 2017 e de Porto União comemorar 100 anos no dia 05 de setembro de 2017, as duas cidades nasceram juntas, histórica e geograficamente, no Estado do Paraná, como um pequeno e promissor povoado na Beira do Iguaçu, no dia 12 de abril de 1842, com a descoberta do vau do Rio Iguaçu pelo tropeiro e sertanista Pedro Siqueira Cortes. Chamou-se “Porto da União da Vitória” ou, simplesmente, “Porto da União”, entre o Caminho das Águas e o Caminho das Tropas. Portanto, até o Acordo de Limites entre o Paraná e Santa Catarina, assinado no dia 20 de outubro de 1916, o pequeno povoado constituía uma única cidade localizada em território paranaense. Nesta razão, as duas cidades contam com a mesma idade, ou melhor, contam com175 anos, sem remontar à Expedição do desbravador e sertanista Antônio da Silveira Peixoto, no ano de 1769, que instalou aqui o Entreposto de Nossa Senhora das Vitórias. (Acrescente-se ainda que, por volta de 1726, começaram as primeiras expedições). Assim, depois da assinatura do Acordo de Limites, o primitivo povoado foi dividido em duas cidades, com limites fixados pela Linha da Estrada de Ferro São Paulo – Rio Grande do Sul e pelo majestoso Rio Iguaçu, sendo que o lado paranaense chamou-se de União da Vitória e o lado catarinense chamou-se de Porto União. Só para argumentar, é sabido e do conhecimento popular que União da Vitória e Porto União são conhecidas como as “Cidades Gêmeas do Iguaçu”. E, sendo assim, este é mais um motivo para sustentar o argumento que as duas cidades nasceram juntas, no mesmo dia, no mesmo momento.  Ademais, a  suposta diferença de idade entre as duas cidades se sustenta apenas e unicamente num único motivo de ordem meramente política, decorrente da assinatura do Acordo de Limites entre Paraná e Santa Catarina. Sem mais delongas, ressalte-se que, politicamente, o Município de, União da Vitória (Paraná) registra como data de “fundação” o dia 27 de março de 1890, antes do Acordo de Limites, e o Município de Porto União (Santa Catarina) registra como data de “fundação” o dia  05 de setembro de 1917, depois do Acordo de Limites.  Daí a diferença de idade das nossas Cidades Irmãs.

MOMENTO DA EDUCAÇÃO”

“A Mulher Ferroviária” faz o assunto do programa “Momento da Educação”, que será apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, no próximo domingo, dia 26, às 11 horas, nos microfones da Rádio Difusora União, a antiga ZYD-3, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo“, o amigo e apresentador informa que o entrevistado será a senhora Doralice Tavares Rabelo, mui digna ferroviária aposentada, que falará sobre a história da ferrovia local e, principalmente, a mulher ferroviária. Observação: Neste mesmo domingo, dia 26, às 15 horas, a senhora Doralice Tavares Rabelo poderá ser assistida e ouvida, em entrevista sobre os mesmos assuntos, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná.

Beira do Iguaçu, Março de 2.017

Odilon Muncinelli – Membro da ALVI e do IHGPr