ELEIÇÕES 2020: “Renovação será mais forte na câmara municipal’

Plauto Miró Guimarães, deputado estadual pelo DEM, foi o convidado da CBN Vale do Iguaçu
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Na continuidade da pauta sobre as eleições 2020, a CBN Vale do Iguaçu conversou neste sábado, 3, com o deputado estadual Plauto Miró Guimarães (DEM), 1º vice-presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Ele participou do Programa CBN Linha Aberta, ancorado por Marcelo Maltauro e Ricardo Silveira.

Plauto Miró admite boa relação com as cidades paranaenses e aproveitou a oportunidade para cumprimentar os amigos de União da Vitória e também das cidades vizinhas.

Sobre as eleições municipais, citou a participação de cinco candidatos ao cargo de prefeito na sua cidade base que é Ponta Grossa.

“A cidade tem nove mil servidores, então imagine a capacidade para administrar um lugar desse porte. Penso que com União da vitória não será diferente. É preciso tocar em frente”.

Quando o assunto é a renovação política, Plauto acredita que os reflexos serão sentidos na câmara municipal.

“Os atuais prefeitos que fizeram bem o seu dever de casa terão força para se reeleger ou de eleger seus sucessores”.

O deputado teme que a pandemia do novo coronavírus possa impedir muitos eleitores de comparecerem às urnas neste pleito.

“Cito como exemplo a minha mãe, que com 92 anos sempre exerceu o seu direto ao voto. Porém, neste ano, ela está muito preocupada com a saúde pública e não irá votar”.


Economia paranaense

Plauto acrescenta que o governador Ratinho Júnior conseguiu equilibrar as contas públicas mediante a crise pandêmica que assolou o mundo.

“Todos estávamos muito assustados e preocupados se o segmento produtivo do Brasil viesse a parar. Ao meu ver, o interior deu a sustentação e segurou a economia do Paraná”.

Ainda, o deputado foi o responsável pela instalação de dez leitos extras de UTI no Hospital Regional da UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa) no início da pandemia.


Administração da Alep

Ainda, como primeiro secretário, Plauto lembrou que foi o responsável pela economia de mais de R$ 1,2 bilhão que foram devolvidos aos cofres do Estado e que também promoveu o controle de entrada e saída dos funcionários – que pôs fim aos funcionários fantasmas, além da redução de cargos.