Golpe desvia R$ 534 mil da Prefeitura de Irineópolis
Um golpe cibernético em Irineópolis resultou no desvio de R$ 534.900,00 de contas da Prefeitura junto à Caixa Econômica Federal.
O caso foi confirmado pelo prefeito Juliano Pozzi Pereira, que informou que o município já iniciou procedimentos administrativos para apurar responsabilidades.
Segundo o prefeito, o crime ocorreu por meio de fraude digital envolvendo contas bancárias da administração municipal.
Apesar do prejuízo financeiro, ele afirmou que a situação não compromete o funcionamento da prefeitura nem os investimentos planejados.
“É fato. Por meio de um crime cibernético foram desviados R$ 534.900,00 de algumas contas do município junto à Caixa Econômica Federal. Estamos apurando responsabilidades via Processo Administrativo e a Polícia Civil também está investigando a situação”, declarou.
O prefeito também ressaltou que, mesmo diante do episódio, as ações da administração municipal seguem normalmente.
“É mais um problema a ser resolvido entre tantos que já temos no dia a dia, mas sem impacto em nossas ações do dia a dia nem nos investimentos programados em todas as áreas que atuamos, como saúde, educação, infraestrutura e assistência social”, afirmou.
Polícia Civil investiga o caso
O golpe cibernético em Irineópolis já está sendo investigado pela Polícia Civil.
O delegado Samir Rodrigues, responsável pela apuração, confirmou que o caso está em andamento e que diligências estão sendo realizadas para identificar os responsáveis pelo desvio dos recursos públicos.
Até o momento, detalhes sobre a forma como o crime foi executado não foram divulgados, já que as investigações seguem em sigilo.
Vereador cobra debate na Câmara
Durante uso da tribuna na Câmara Municipal, o vereador Gilvane Bueno comentou o episódio e destacou a importância da fiscalização por parte do Legislativo.
Segundo ele, os vereadores ainda não se reuniram oficialmente para discutir o assunto, apesar da gravidade do caso.
O parlamentar ressaltou que o papel dos vereadores é acompanhar e fiscalizar situações que envolvem recursos públicos, defendendo que o tema seja debatido de forma mais ampla pelo Legislativo municipal.


