Tem de ser estatal?

Há muita iniciativa inovadora e que vem dando certo no Brasil. Elas surgem quando o governo tira sua mão pesada do jogo

 

Por Fernando Schüler

 

Sou da época em que o aeroporto era tido como “setor estratégico” e, por causa disso, tinha de ser estatal. Nunca entendi aquilo direito. Uma vez perguntei a um defensor da tese, isso lá pelos anos 1990, e ele me respondeu: “Pelo controle dos voos; só militar pode cuidar disso”, e encerrou o assunto. Achei esquisito, mas tinha lá sua lógica. Risco de ataque terrorista, risco de o cara dormir no ponto e os aviões se chocarem. Alguma coisa nessa linha.

 

O mesmo valia para o saneamento básico, para as estradas e os portos. “Porto é área de segurança nacional!” Até hoje leio essas certezas, com ponto de exclamação e tudo, em publicações de sindicatos.

Hoje tudo isso soa meio paleolítico, mas foram essas ideias que por muito tempo pautaram, e de certo modo ainda pautam, a nossa visão sobre o papel do Estado na economia e na sociedade.

 

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