Conbrain celebra 10 anos com evento especial e lançamento de empreendimento
A Conbrain comemorou seus 10 anos de história com um evento especial realizado no sábado, 28, no Wooden Class, em União da Vitória. A celebração reuniu colaboradores, clientes, parceiros comerciais e profissionais do mercado imobiliário da região, em uma noite marcada por homenagens, discursos emocionantes e projeções para o futuro da empresa.
Com sede em Porto União, a Conbrain consolidou-se ao longo da última década como uma referência em engenharia, arquitetura e incorporação de empreendimentos residenciais. O jornal O Comércio conversou com Bruno Sucharski, fundador e diretor da Conbrain, sobre a empresa.
- Foto: da assessoria
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Confira:
Jornal O Comércio (JOC): Qual foi a principal motivação para fundar a empresa?
Bruno Sucharski (BS): A gente iniciou em 2015, despretensiosamente. Eu tinha uma experiência com projetos do período em que eu era estagiário, a vivência que eu tinha da faculdade, e eu dominava muito a elaboração de projetos de prevenção contra incêndio, regularizações. Eram áreas que eu sempre tive muita afinidade. Foi por aí que eu comecei. Esse é um tipo de trabalho que é complexo. Regularização é um negócio que o pessoal foge muito, então vem muito a calhar para quem é novo. Como a gente tinha um bom relacionamento, uma credibilidade já muito boa desse período anterior, fomentou-se muito rápido esse movimento de projetos dentro do escritório lá no ano de 2015.
Para o evento a gente dividiu a nossa história para tentar quebrar um pouco a cronologia. A gente chamou essa primeira fase assim, em um trocadilho, de fundação, que foi quando a gente realmente começou a criar uma base para o que viria a acontecer depois. Nesse período a gente tinha alguns projetos maiores. A gente fez coisas grandes, participou de projetos de grandes mercados e outros projetos de relevância, mas sempre ou no viés da regularização, da reforma, de um projeto menor. Até que chega um momento em que a gente passa a trabalhar com obras completas, edificações, residências, principalmente de tamanho médio e do padrão sempre médio alto. Esse viés sempre veio da nossa natureza.
Essa segunda etapa a gente chama de pilares, porque foi quando a gente começou a se entender como marca, se entender como percepção do mercado, como as pessoas enxergavam a empresa naquele período. E começava a se construir um pouco de valores e intenções, nós começamos a ter um pouquinho mais de clareza, é a época em que delimitamos muitas das questões que perduraram depois na empresa quando ela ganhou um corpo maior.
A terceira fase começou por volta de 2019, 2020, a gente chama de estrutura. Nós já estávamos trabalhando com obras em uma proporção muito maior. Já tínhamos mais de 50 funcionários, já tínhamos um administrativo completo, um setor de projetos, de engenharia, de RH, financeiro. A empresa já tinha um corpo empresarial. Nós estávamos também dominando mais essa característica de gestão e trabalhando com obras de maior proporção, como grandes edifícios, os dois hotéis mais novos na nossa cidade. E foi quando a gente ganhou realmente estrutura para encarar os próximos passos que viriam a seguir.
JOC: Bruno, quantos empreendimentos a Conbrain possui atualmente no Vale do Iguaçu?
BS: Nós temos o Taiji, que é o edifício que está concluído já. Nós temos o Ágave, que é um empreendimento em fase de conclusão. Temos o Bëos e o Mon’verdant, que é um empreendimento disruptivo, dois em um ali na Avenida Getúlio Vargas. Esse está em fase de construção também, mas mais inicial. E temos agora o mais novo lançamento que é o Upper Nest, um empreendimento próximo à Havan, que está em lançamento e as obras iniciam agora em julho.
JOC: O Upper Nest foi lançado na festa de comemoração de 10 anos da empresa. Qual é o conceito desse empreendimento?
BS: A festa em si teve esse foco principal no nosso aniversário de 10 anos. Foi muito importante receber nessa data clientes, parceiros, as entidades públicas. Como eu disse no meu discurso, se nós fossemos receber todas as pessoas que fizeram parte da Conbrain nesse percurso, a gente precisaria de um lugar muito maior, porque foram centenas e centenas de pessoas que que estiveram ao nosso lado e contribuíram com o caminho da Conbrain, mas nós conseguimos reunir diversas dessas pessoas representando essa contribuição. E aproveitamos a oportunidade para consolidar o lançamento do Upper Nest e até apresentar uma cereja do bolo. A gente tinha guardado uma informaçãozinha para o dia do evento, que era a piscina que vai ter no nosso terraço, no roof top.
É um empreendimento com unidades de um e dois dormitórios. Ambas com, além dos dormitórios, um home office, um espaço maior que pode virar um closet ou algo assim, que traz uma pegada da nossa linha que a gente chama de linha Bëos.
O Bëos, que fica localizado na Getúlio Vargas, é o Bëos Grand Central. O Bëos que fica próximo à Havan é o Bëos Upper Nest. E o Bëos é uma linha de apartamentos de alto padrão, porém mais compactos. São apartamentos que têm essa pegada de uma vida dinâmica. O nome Bëos surgiu daí. Traz tanto a ideia de convivência, integração e dinamismo. Ele é muito pautado na ideia do conceito que a gente aposta muito e entende que é o futuro da moradia, que é o smart living.
Eu tenho batido muito na tecla sobre como as pessoas vão usufruir dessas unidades da sua moradia no futuro. Nós tínhamos uma estatística uns 20 anos atrás em que o tamanho médio das famílias no Brasil era de 4 vírgula alguma coisa. Hoje em dia já é 2,2 mais ou menos. E muito em breve vai ser menor que dois, o número de pessoas por família. Então, os apartamentos compactos, eles fazem muito sentido por isso, pela eficiência e pela compatibilidade com o jeito de morar das pessoas. Só que tudo isso tem que vir atrelado com o conceito diferenciado para as áreas comuns.
Então, aquela visão meio século XX, que a gente fala de uma área social toda encaixotadinha em que a pessoa precisaria exclusivamente fazer um tipo de uma reserva e usar um grande salão de jogos sozinho ou com dois, três amigos, aquela sala fria, escura, já não cabe mais, né? A proposta do smart living já parte daí, de você ter um ambiente social que fomenta o uso rotineiro. Ele chama você para estar lá, pegar teu livro, descer lá, sentar num puff, olhar para a praça, ouvir tua música, fazer uma academia e ficar por ali. Põe sua roupa para lavar na lavanderia autônoma, vai fazer uma academia, depois senta ali, lê um livro, toma um café, vivendo muito essa área social de forma orgânica e rotineira. Esse orgânico que também liga com a ideia do Bëos. Isso tudo parte de uma arquitetura planejada para fomentar isso, mas a gente percebe que é cada vez mais a tendência da forma de viver. A pessoa começa a perceber que ela não vivencia só o apartamento dela. Ela vivencia o edifício como um todo. Ela se conecta com esse edifício e ele entrega uma qualidade de vida em todos os espaços, não só no interior do seu apartamento.
JOC: Bruno, o Mon’verdant e o Bëos Grand Central é o projeto mais audacioso da Conbrain?
BS: Digo que sim, porque ele é um projeto grandioso. Ele tem 16 mil metros quadrados de obra. Ele demandou de nós uma logística muito grande para as primeiras lajes que tem 1.600 metros quadrados, consumiram mais de 48 caminhões de concreto na concretagem. Então toda a logística planejada para fazer isso dar certo foi muito antecipada. Ele é audacioso da perspectiva de engenharia, ele é audacioso da perspectiva de contexto local. Mas mais do que qualquer coisa, ele é audacioso num nível muito mais amplo, porque o que nós trouxemos, pensamos de ideia, é um projeto muito diferenciado, partindo do conceito de que ele é um dois em um. Até o nono andar nós temos o Bëos, e do décimo andar para cima nós temos o Mon’verdant, que são apartamentos amplos, dois por andar, com três suítes. Áreas sociais independentes para esses dois empreendimentos. Ali no terceiro andar você tem a área social do Bëos, e no décimo temos a área social do Mon’verdant. Eles conseguem conviver simultaneamente, mas de formas independentes. E gerou esse empreendimento que tem uma arquitetura única, uma uma solução diferenciada e é icônico, vamos dizer assim. Vai ser, com certeza, um empreendimento que vai ser difícil de equalizar.






