Especial: Onde a Pátria chama, o 5º Be Cmb Bld responde

Em 1º de maio de 2024, data em que o 5º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado (5º BE Cmb Bld) comemorou 111 anos, um chamado colocou as tropas em prontidão. Era por volta das 17h quando o General Pfaender, Comandante da 5ª Brigada de Cavalaria Blindada, acionou o 5º BE Cmb Bld para prestar apoio à Defesa Civil no Rio Grande do Sul, que estava sendo assolado por uma enchente histórica.

As imagens e informações da situação enfrentada pelos gaúchos já havia colocado as tropas em alerta. Quando o chamado foi feito, foram necessárias poucas horas para que a equipe do 5º BE Cmb Bld estivesse em marcha rumo ao Rio Grande do Sul para atuar na Operação Taquari II.

Especial: Onde a Pátria chama, o 5º Be Cmb Bld responde

Foto: 5º Be Cmb Bld

Poucos dias antes do chamado, o Batalhão Juarez Távora participou da Operação Bormann, exercício de Posto de Observação (PO) determinado ainda em 2023 pelo comandante da 5ª Divisão de Exército. Entre 16 e 26 de abril de 2024, o 5º BE Cmb Bld teve a oportunidade de treinar o lançamento da maioria dos meios de transposição disponíveis no Batalhão, como a passadeira e a portada pesada Improved Ribbon Bridge (IRB). Também realizou uma série de treinamentos de mergulho e navegação. Ainda nesta operação, o Batalhão prestava apoio de engenharia para construção e conservação de estradas e emprego da Viatura Blindada Especial de Engenharia. Ainda sem saber, o 5º BE Cmb Bld já se preparava para os desafios que encontraria no Rio Grande do Sul.

Além disso, o Batalhão Juarez Távora possui um histórico de atuação em situações emergenciais, como no trabalho realizado em 2023 durante as cheias no Vale do Iguaçu e Santa Catarina. Muitos dos soldados acionados para atuar no Rio Grande do Sul já haviam vivenciado em seus lares os males de uma enchente.

O 5º BE Cmb Bld partiu para o Rio Grande do Sul com uma equipe de 80 militares, cinco viaturas de 5 toneladas, 24 botes, uma ambulância, uma embarcação de manobra, uma carregadeira sobre rodas, uma retroescavadeira, um trator multiuso e dois caminhões basculantes, além de outros equipamentos.

Durante o trajeto, o 5º BE Cmb Bld realizou uma parada no 1º Batalhão Ferroviário em Lages (SC). De lá, uma equipe partiu para a região metropolitana de Porto Alegre com uma embarcação de manobra da Portada Pesada Improved Ribbon Bridge (Portada IRB). Foi necessário um desvio por Tubarão (SC), devido a uma série de bloqueios existentes na região central do Rio Grande do Sul por conta das chuvas.

A utilização da embarcação de manobra com motor movido a hidrojato foi fundamental para a realização do resgate de pessoas e animais na região metropolitana de Porto Alegre. Enquanto isso, embarcações menores realizaram salvamentos em outras regiões, como na cidade de Canoas. Durante o trabalho do 5º BE Cmb Bld, muitas vezes debaixo de chuva e baixas temperaturas, aproximadamente 600 pessoas e 50 animais foram resgatados das áreas de enchentes.

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Operações de resgate

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Desembarque da embarcação de manobra da Prtd P IRB

Concomitantemente às missões de resgate, o Batalhão Juarez Távora foi acionado para trabalhos de desobstrução de vias ao norte do Vale do Taquari, visto que os deslizamentos de encostas haviam isolado comunidades inteiras naquela região. Uma equipe chegou no município de São Valentim do Sul na noite de 02 de maio para dar início aos trabalhos de liberação de vias.

Após as missões de resgate, a Portada IRB foi utilizada para o transporte de aproximadamente 12 mil litros de combustível, 36 mil litros de água e 50 toneladas de alimentos. Itens estes que estavam armazenados no navio da Marinha do Brasil, ancorado no Rio Guaíba.


Desafios no Vale do Taquari

Em 04 de maio, o 5º BE Cmb Bld recebeu a missão de realizar o reconhecimento para lançamento de uma ponte de suporte logístico (Logistc Support Bridge – LSB) entre os municípios de Lajeado e Arroio do Meio. Foi neste momento que puderam perceber a verdadeira dimensão da crise no estado. “Bairros inteiros haviam desaparecido e um profundo sentimento de comoção tomava conta de todos e a sensação de incerteza do que ainda viria aumentava. Entretanto, estávamos confiantes de que tínhamos muito a contribuir nesse triste capítulo da história do Brasil e do Rio Grande do Sul, fruto das capacidades que tínhamos, da motivação e adestramento da tropa, além da disponibilidade de nossos meios”, relatou o Comandante do 5º BE Cmb Bld, Tenente-Coronel Diego da Silva Agostini.

Em Lajeado, viu-se a necessidade de lançamento de uma ponte LSB de até 60 metros sobre o rio Forqueta. Durante o trabalho de reconhecimento da área, a tropa deparou-se com a situação crítica da população, que enfrentava filas enormes e se aglomerava para conseguir vagas em embarcações civis e militares. Dessa forma, o 5º BE Cmb Bld procurou o prefeito de Lajeado para sugerir o lançamento de uma passadeira de alumínio no rio Forqueta para permitir que a população pudesse realizar o trajeto entre os municípios de Arroio do Meio e Lajeado. A ideia foi autorizada pelos comandantes do 4º Grupamento de Engenharia, General Lira, e da 5ª Brigada de Cavalaria Blindada, General Pfaender.

Um dos grandes desafios encontrados para o lançamento da passadeira eram as condições das margens do rio Forqueta, com barrancos íngremes e muita lama, o que dificultava o acesso. No trabalho de preparação, foi necessário o emprego de duas escavadeiras hidráulicas, duas retroescavadeiras e diversos caminhões caçamba para realizar cortes nos barrancos e lançamento de pedras para garantir acesso seguro ao rio.

Outro empecilho era a variação do nível e da velocidade da correnteza do rio Forqueta. Antes do lançamento da passadeira, uma nova onda de chuvas entre os dias 10 e 11 de maio fez a cota de inundação ser atingida, levando todo o trabalho de preparação de margens, que teve que ser reiniciado após a normalização do nível do rio Forqueta.

Na noite de 14 de maio, o 5º BE Cmb Bld realizou o lançamento de uma passadeira de aproximadamente 90 metros. “A vibração, entusiasmo e espírito de cumprimento de missão da tropa foram fundamentais para o restabelecimento da ligação entre os dois municípios. Antes da passadeira as opções [da população] eram apenas os botes, esperando longas filas, ou uma volta por estrada que durava em torno de 4 horas”, declarou o Tenente-Coronel Agostini. Na madrugada daquele dia, moradores já puderam transpor o rio Forqueta com auxílio da passadeira.

Equipes do Batalhão se revezavam durante as 24 horas diárias de operação do equipamento, realizando a fiscalização das condições de segurança, controle do tráfego e apoio no transporte de cargas.

Devido a alta demanda da população, que utilizava a passadeira em um sistema de “pare e siga”, foi levantada a possibilidade de lançamento de um segundo equipamento, que em 20 de maio já estava disponível, contribuindo para a otimização do fluxo de pessoas que atravessavam o rio Forqueta diariamente.

Em 21 de maio, entretanto, nova onda de chuva, fraca mas incessante, encharcou a margem que havia sido cortada para o lançamento da segunda passadeira. Dessa forma, no dia 23, ela foi interditada por questões de segurança, fato que não agradou uma parcela da população.

Ainda no dia 23, apesar de previsões iniciais de chuva fraca, as condições se modificaram drasticamente. A medição de velocidade da correnteza do rio Forqueta, realizada de hora em hora pelo Batalhão mostrou uma subida repentina no nível, o que fez com que o 5º BE Cmb Bld interditasse as duas passadeiras. Troncos de árvores e os corpos de animais mortos durante as chuvas anteriores atingiram uma das passadeiras. Isso, somado ao aumento constante da velocidade da correnteza e do volume de água fez com que a equipagem se rompesse, levando a passadeira mais a jusante. Contudo, devido às medidas de segurança adotadas pelo Batalhão, houve apenas perdas materiais.

Logo após o ocorrido, o 5º BE Cmb Bld conseguiu recuperar parte das estruturas da passadeira. Além disso, o Comando Conjunto da Operação Taquari II determinou o envio de mais duas equipagens, a fim de não interromper o apoio à população. Em 25 de maio, o Batalhão iniciou novamente o trabalho de preparação de margens, montagem dos pontos de ancoragem e fixação dos cabos-guias, para lançamento dos suportes flutuantes e painéis que formam a estrutura das passadeiras. Para aumentar a segurança da população, optou-se por realocar as duas passadeiras, que foram instaladas entre 29 e 31 de maio, e passaram novamente a operar 24 horas por dia.

Ainda no Vale do Taquari, o Batalhão Juarez Távora recebeu do 4º Grupamento de Engenharia a demanda da realização de reconhecimento especializado para lançamento de pontes de suporte logístico (LSB). O 5º BE Cmb Bld é uma das Organizações Militares de Engenharia do país que possui esse tipo de equipamento, com comprimento máximo de 60 metros e capacidade para cargas de até 80 toneladas. No Comando Militar do Sul, o 5º BE Cmb Bld, juntamente com o 3º Batalhão de Engenharia de Combate, são as únicas organizações com esse tipo de material.

Durante as intempéries ocorridas no Rio Grande do Sul, muitas pontes foram destruídas pela força das águas. Como a reconstrução pode levar meses, o lançamento de pontes LSB se apresentou como uma solução viável, por estar apta para uso em um período entre 10 e 15 dias, e também pela capacidade de suporte de carga. Dessa forma, o Batalhão fez o reconhecimento em várias cidades, como Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Feliz e Vista Alegre do Prata, além de Lajeado.

A ponte sobre o rio Forqueta, entre Arroio do Meio e Lajeado, e também uma ponte metálica, paralela à rodovia e utilizada por veículos leves, foram levadas pela forte correnteza. Encontrar local adequado, que atendesse as exigências técnicas de uma ponte LSB não foi fácil. A necessidade de restabelecer a ligação entre os municípios era tanta que ambas as prefeituras haviam contratado retroescavadeiras para realizar a construção de um acesso à ambas as margens do rio.

Após extenso estudo de viabilidade, com reconhecimentos por via terrestre e fluvial, chegou-se à conclusão de que a melhor opção para aquele local era o lançamento de uma ponte LSB de 60 metros no local com menor vão e maior altura das margens, que estivesse fora das últimas cotas de inundação. Nesta situação, o maior desafio era a enorme quantidade de pedras necessária para a composição de cabeceiras, além da demanda da abertura de estradas nas margens para acesso de veículos até a ponte.

A preparação das margens foi realizada pelas prefeituras de Lajeado e Arroio do Meio, enquanto que a reconstrução da ponte metálica foi assumida pela iniciativa privada. Neste período, o Batalhão Juarez Távora acompanhou os trabalhos de construção de aterros e preparação das margens e dos acessos. Na sede, em Porto União, a ponte estava embarcada, aguardando as finalizações dos trabalhos e ordem de deslocamento, porém, devido a 5ª Brigada de Cavalaria Blindada ter assumido a área de responsabilidade para ações em Canoas, o 4º Grupamento de Engenharia resolveu atribuir a missão de lançamento da ponte LSB em Lajeado para o 3º Batalhão de Engenharia de Combate.

Atrelado a necessidade de lançamento de pontes para transpor acessos fluviais, o Batalhão também realizou a desobstrução e reconstrução de vias, com o uso de equipamentos de engenharia e caminhões basculantes, em jornadas de trabalho diurnas e noturnas. Houve chamados de vários locais, com destaque para os municípios de Cruzeiro do Sul, Estrela, Marques de Souza, Venâncio Aires, Colinas, Roca Sales, Arroio do Meio e Lajeado.

Um equipamento muito utilizado foi a Viatura Blindada Especial de Engenharia – Leopard 1 BR. Com aproximadamente 48 toneladas, o blindado conseguia mover significativos volumes de terra.

Durante a estadia no Vale do Taquari, o Batalhão Juarez Távora ficou alojado em um ginásio de esportes entre os dias 07 de maio e 08 de junho. A cada reunião de coordenação de ações da Defesa Civil o 5º BE Cmb Bld recebia novas demandas, exigindo cada vez mais material e pessoal vindos de Porto União.


Atuação em Canoas

Na região metropolitana de Porto Alegre, o volume de água fez com que metade da cidade de Canoas ficasse debaixo d’água. O rompimento de um dique agravou a situação. Chegando à região, a primeira missão do Batalhão foi limpar e retirar o entulho do entorno de aproximadamente 52 escolas. Para isso, foram formadas duas forças-tarefa.

No primeiro dia do 5º BE Cmb Bld, as chuvas se intensificaram, e o Comandante da 5ª Brigada de Cavalaria Blindada, Gen Pfaender, determinou que a equipe ficasse de prontidão em pontos estratégicos. No dia seguinte, com a diminuição da precipitação, iniciou-se o trabalho de limpeza nas escolas.

O cenário era desolador, com muita lama espalhada, além de móveis, livros, cadeiras e mesas completamente encharcadas. Nas cozinhas das escolas, congeladores repletos de mantimentos estragados, gerando forte odor. A missão nestes locais era contribuir para o restabelecimento das aulas. Durante mais de 30 dias de atuação, cerca de 15 mil metros cúbicos de entulho foram recolhidos.

Devido a grande quantidade de entulho, se fez necessária a abertura de depósitos temporários em locais públicos da cidade. Um deles foi o Parque Eduardo Gomes, que se transformou em um lixão a céu aberto com mais de um quilômetro de comprimento e mais de dez metros de altura.

Entre as dificuldades encontradas em Canoas estava a existência de pregos e parafusos nas estradas, que por vezes perfuravam os pneus das viaturas e equipamentos. Também havia o grande congestionamento formado por filas imensas de caminhões, o que atrasava o trabalho das equipes.


Atuação em Vista Alegre do Prata

Ainda durante os trabalhos em Canoas, o 5º BE Cmb Bld foi contatado para uma reunião com o prefeito de Vista Alegre do Prata, que informou ter conseguido, junto à iniciativa privada, meios para a instalação de uma ponte provisória, mas que necessitava do apoio do Batalhão para a recuperação de estrada. Naquele momento, várias comunidades no entorno da cidade estavam isoladas. Estudantes precisavam realizar um desvio de cerca de uma hora para ir à escola. A chegada da tropa na região foi motivo de festa.

Em 03 de julho tiveram início os trabalhos. Nessa data, a comunidade realizou um evento de recepção ao 5º BE Cmb Bld, em que crianças declamaram um poema e presentearam os soldados com cestas de produtos locais.

Neste período, o Batalhão ficou alojado em um ginásio na comunidade de São Liberal, juntamente com a equipe da 14ª Companhia de Engenharia de Combate, de Tubarão. Durante a atuação em Vista Alegre do Prata, os trabalhos de recuperação e reconstrução de estradas beneficiaram o acesso das comunidades e fluxo de mercadorias nos municípios de Fagundes Varela, Nova Prata, Vista Alegre do Prata, Guaporé, São Valentim do Sul, Dois Lajeados, Vespasiano Corrêa, Veranópolis, Vila Flores, Protásio Alves, São Jorge, Guabiju e Nova Bassano.


Atuação em Rio Grande

O lançamento e operação da Portada Pesada IRB na Lagoa dos Patos, em Rio Grande, foi outro momento marcante na história do Batalhão Juarez Távora. A missão era restabelecer a ligação terrestre entre a Ilha dos Pescadores e o continente. Em 02 de julho, a equipe partiu para realizar o reconhecimento do local.

Foto: 5º Be Cmb Bld

Naquela região, a Lagoa dos Patos possui baixa profundidade e é influenciada por fortes ventos e constante variação de maré, o que modifica o sentido da correnteza. Tais características limitavam o lançamento e operação da portada. Estudos revelaram apenas um local possível para a operação. A prefeitura de Rio Grande iniciou a preparação das margens a fim de possibilitar o embarque e desembarque de carros, motocicletas e caminhões.

O equipamento necessário para o lançamento da Portada Pesada IRB partiu de Porto União e chegou em Rio Grande no dia 06 de julho, em uma viagem de cerca de 1.000 quilômetros. Foram empregados 38 militares e 15 viaturas e equipamentos. A equipe permaneceu alojada no salão de festas de uma paróquia da comunidade localizada próxima à ponte. Os trabalhos de preparação das margens tiveram fim em 12 de julho, e de pronto a Portada foi lançada e começou a operar, beneficiando cerca de 2.000 pessoas, que até então estavam isoladas na Ilha dos Pescadores. No total, foram 56 dias de operação.


Atuação em Santa Maria

Após a realização de vários reconhecimentos para lançamento de ponte, o 5º BE Cmb Bld foi enfim acionado para instalar a Ponte de Suporte Logístico, de 60 metros, em Santa Maria. Outro equipamento semelhante já havia sido lançado no mesmo local pelo 3º Batalhão de Engenharia de Combate para restabelecer o fluxo de veículos. Contudo, como essa equipagem é de via única, o trânsito intenso no sistema pare e siga gerava enormes filas, prejudicando o fluxo de pessoas e mercadorias entre Santa Maria, a região de Quarta Colônia e um dos acessos para região metropolitana de Porto Alegre. Por essa razão, viu-se a necessidade do lançamento de mais uma ponte.

Em 17 de outubro, os materiais necessários saíram de Porto União com destino a Santa Maria. Inicialmente foram empregados 90 militares e 30 viaturas/equipamentos. Em 19 de outubro, teve início o nivelamento e montagem da ponte. Durante os trabalhos, a equipe do Batalhão Juarez Távora enfrentou temporais com ventos de até 100 km/h, e clima alternado entre altas e baixas temperaturas. A missão foi cumprida no tempo recorde de sete dias, liberando a ponte para os trabalhos de sinalização pela concessionária.

“O emprego do Batalhão Juarez Távora, no âmbito da Operação Taquari II, evidenciou suas capacidades e a prontidão de seu pessoal e material. Tais capacidades não seriam possíveis sem o valor do Soldado do 5º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado. A incerteza, do que haveríamos de enfrentar em cada uma das missões que nos eram impostas, foi superada pela confiança na capacidade de cada um de seus integrantes. As ações continuadas, enfrentando condições meteorológicas adversas e jornadas de trabalho extenuantes, em nenhum momento foram motivo de desmotivação. Pelo contrário, em todas as oportunidades verificou-se o profissionalismo e dedicação de cada um dos integrantes desta renomada Organização Militar de Engenharia do Exército Brasileiro. Aos integrantes do 5º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado, que por diversas oportunidades colocou o juramento do Soldado de Caxias a prova, minha mais vibrante continência”, completou o Tenente-Coronel Agostini.

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