Alunos reclamam de autoescola que encerrou atividades sem concluir aulas
Alguns moradores de União da Vitória estão denunciando uma autoescola que encerrou as atividades e deixou dezenas de alunos sem respostas, mesmo após o pagamento integral do curso.
A reportagem foi procurada por uma aluna que relata ter concluído todas as etapas teóricas, mas não conseguiu realizar as aulas práticas nem obter esclarecimentos da empresa.
Segundo a moradora, ela iniciou o processo de habilitação no ano passado, quitou todo o valor cobrado e concluiu o curso teórico, sendo aprovada na prova.
As aulas práticas, que inicialmente seriam marcadas para dezembro, foram sucessivamente adiadas, primeiro para janeiro, sem que o início efetivo fosse confirmado. No fim de janeiro, a aluna soube que a autoescola fecharia as portas e foi até o local em busca de informações.
No atendimento, ela foi informada de que os alunos seriam encaminhados para outra autoescola.
No entanto, ao entrar em contato com a empresa indicada, recebeu a orientação de que deveria pagar novamente pelas aulas práticas, com a promessa de reembolso posterior pela autoescola que encerrou as atividades.
A aluna afirma que, anteriormente, havia sido informada de que o acerto financeiro ocorreria diretamente entre as empresas, o que não se concretizou.
Desde então, os alunos relatam falta total de comunicação. Telefones não atendem, o local permanece fechado e, conforme informações repassadas pela proprietária do imóvel, o espaço locado em São Cristovão deverá ser devolvido nesta terça-feira, 10.
Ainda segundo esse relato, cerca de 50 alunos teriam ficado sem concluir as aulas práticas, enfrentando a mesma situação de incerteza.
Diante do ocorrido, os alunos buscam orientação sobre como denunciar a situação e garantir seus direitos, especialmente porque há relatos de que a autoescola continuava realizando matrículas mesmo próxima do encerramento das atividades.
A reportagem entrou em contato com a autoescola citada, por meio dos canais disponíveis, porém até o fechamento desta reportagem não obteve retorno.
O espaço segue aberto para manifestação da empresa.
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