{"id":8907,"date":"2022-03-25T15:25:32","date_gmt":"2022-03-25T18:25:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.vvale.com.br\/jornalocomercio\/?p=8907"},"modified":"2022-03-25T15:25:32","modified_gmt":"2022-03-25T18:25:32","slug":"amor-e-dor-anilda-zeizer-waismann-relata-em-livro-rotina-de-agressoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.vvale.com.br\/jornalocomercio\/geral\/amor-e-dor-anilda-zeizer-waismann-relata-em-livro-rotina-de-agressoes\/","title":{"rendered":"Amor e Dor: Anilda Zeizer Waismann relata, em livro, rotina de agress\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>A cadeira capenga no meio da sala j\u00e1 n\u00e3o lhe incomoda mais. \u00c9 somente mais um m\u00f3vel que foi alvo de f\u00faria. A cadeira \u00e9 um m\u00f3vel, assim como toda a tristeza vivida ficou no passado. Hoje com a cabe\u00e7a erguida, <b>Anilda <\/b><b>Zeizer Waismann <\/b>tem a liberdade se sentar naquela cadeira e se deleitar em uma leitura. Tamb\u00e9m \u00e9 livre para sentar na cadeira para assistir um programa na televis\u00e3o e para receber os amigos para bater um papo. Pode parecer algo simples, mas que para <b>Anilda<\/b> \u00e9 uma conquista.<\/p>\n<p>Nem mesmo ela imaginaria que um dia aquela cadeira com que fora espancada e humilhada serviria de alento para tanta gente. A cadeira \u00e9 somente uma cadeira. \u00c9 um m\u00f3vel. Todo o espancamento por ele sentido nunca ser\u00e1 revelado. Como saber? J\u00e1 toda a tristeza vivida por <b>Anilda<\/b> juntamente da cadeira, essa sim pode ser compartilhada. Foram momentos de dor em que uma fez companhia para a outra. Era um misto de sufocamento, l\u00e1grimas e sil\u00eancio.<\/p>\n<p><b>Anilda<\/b> \u00e9 uma sobrevivente de viol\u00eancia dom\u00e9stica. Quem a encontra hoje nem imagina a dor que ela passou. Se transformou em uma senhora elegante, com roupas e maquiagem de bom gosto, de sorrisos e abra\u00e7os amig\u00e1veis e aventureira &#8211; quer conhecer o mundo viajando. <i>\u201cQuando lem<\/i><i>bro de certos epis\u00f3dios relacio<\/i><i>nados \u00e0s hist\u00f3rias de minha vida <\/i><i>percebo que as pessoas que me <\/i><i>ouviam eram impotentes diante <\/i><i>daqueles fatos vivenciados por <\/i><i>mim e minha fam\u00edlia. Por ou<\/i><i>tro lado, h\u00e1 surpresas com algo <\/i><i>que sequer podiam imaginar que <\/i><i>acontecesse. Eu vivi, juntamente <\/i><i>com meus filhos, todos os tipos de <\/i><i>agress\u00f5es. Mas muito disso sem<\/i><i>pre foi mascarado\u201d<\/i>, diz.<\/p>\n<p><b>Anilda<\/b> virou a p\u00e1gina de sua vida, por\u00e9m encheu o peito e revelou a sociedade o drama em que viveu. No domingo, 27, \u00e0s 10h30, a escritora reunir\u00e1 familiares, amigos e convidados para o lan\u00e7amento do seu primeiro livro <b>Amor e Dor<\/b>, uma hist\u00f3ria de vida. O evento acontece juntamente com a inaugura\u00e7\u00e3o do <b>Mu<\/b><b>seu Hist\u00f3rico<\/b> e a <b>Biblioteca Pro<\/b><b>fessor Aniz Domingos em Uni\u00e3o <\/b><b>da Vit\u00f3ria<\/b>. Ambos os eventos fazem parte da programa\u00e7\u00e3o da comemora\u00e7\u00e3o dos 132 anos de Uni\u00e3o da Vit\u00f3ria intitulada <i>\u201cTerra <\/i><i>de Caminhos, onde a hist\u00f3ria da <\/i><i>cidade se encontra com a sua!\u201d<\/i>.<\/p>\n<div id=\"attachment_8908\" style=\"width: 827px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/www.vvale.com.br\/jornalocomercio\/files\/2022\/03\/Amor-e-Dor-Anilda-Zeizer-Waismann-relata-em-livro-rotina-de-agresses.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-8908\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-8908 colorbox-8907\" src=\"https:\/\/www.vvale.com.br\/jornalocomercio\/files\/2022\/03\/Amor-e-Dor-Anilda-Zeizer-Waismann-relata-em-livro-rotina-de-agresses-768x1024.jpg\" alt=\" Amor e Dor: Anilda Zeizer Waismann relata, em livro, rotina de agress\u00f5es\" width=\"817\" height=\"1089\" data-id=\"8908\" srcset=\"https:\/\/www.vvale.com.br\/jornalocomercio\/files\/2022\/03\/Amor-e-Dor-Anilda-Zeizer-Waismann-relata-em-livro-rotina-de-agresses-768x1024.jpg 768w, https:\/\/www.vvale.com.br\/jornalocomercio\/files\/2022\/03\/Amor-e-Dor-Anilda-Zeizer-Waismann-relata-em-livro-rotina-de-agresses-225x300.jpg 225w, https:\/\/www.vvale.com.br\/jornalocomercio\/files\/2022\/03\/Amor-e-Dor-Anilda-Zeizer-Waismann-relata-em-livro-rotina-de-agresses-220x293.jpg 220w, https:\/\/www.vvale.com.br\/jornalocomercio\/files\/2022\/03\/Amor-e-Dor-Anilda-Zeizer-Waismann-relata-em-livro-rotina-de-agresses-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/www.vvale.com.br\/jornalocomercio\/files\/2022\/03\/Amor-e-Dor-Anilda-Zeizer-Waismann-relata-em-livro-rotina-de-agresses.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 817px) 100vw, 817px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-8908\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Ronaldo Mochnacz<\/p><\/div>\n<hr \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><b>Dor, anula\u00e7\u00e3o e agress\u00f5es<\/b><\/h2>\n<p><b>Marli A. Boldori<\/b>, membro da <b>Academia de Letras do Vale do <\/b><b>Igua\u00e7u<\/b> (Alvi), foi a principal incentivadora e colaboradora para o lan\u00e7amento do livro de <b>Anilda<\/b>, al\u00e9m de ser sua grande amiga. A obra relata em 133 p\u00e1ginas a hist\u00f3ria de uma m\u00e3e leal, corajosa, mas que por vezes se sentiu impotente. <i>\u201cNingu\u00e9m estava com voc\u00ea <\/i><i>quando a \u00e1gua do chuveiro se <\/i><i>misturava com as suas l\u00e1grimas <\/i><i>de dor, ou quando o travesseiro <\/i><i>era testemunha dos seus solu\u00e7os <\/i><i>implorando por socorro. Portan<\/i><i>to voc\u00ea n\u00e3o tem que provar nada <\/i><i>a ningu\u00e9m, somente \u00e0 si mesma o <\/i><i>quanto \u00e9 forte e capaz de renascer <\/i><i>quantas vezes preciso for, de suas <\/i><i>pr\u00f3prias cinzas!\u201d<\/i>, cita no livro <b>Anilda<\/b> a frase de <b>J\u00e9ssica Macha<\/b><b>do <\/b>e, que segundo ela, muito impacta na sua vida.<\/p>\n<p>O livro inicia a sua narrativa em 19 de agosto de 1950 quando nascia em <b>Uni\u00e3o da Vit\u00f3ria<\/b> a <b>Anil<\/b><b>da<\/b>, uma menina faceira e cheia de sonhos. Ela trabalhou como balconista na <b>F\u00e1rmacia Uni\u00e3o<\/b> em <b>Porto Uni\u00e3o<\/b>, foi caixa escritur\u00e1ria na empresa <b>Arthur Lundgren <\/b><b>Tecidos S.A<\/b> e funcion\u00e1ria p\u00fablica na <b>Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o no <\/b><b>Paran\u00e1<\/b>. \u00c9 vi\u00fava, tem dois filhos, genro, nora e neto.<\/p>\n<p>Atualmente, al\u00e9m das viagens e com o zelo pessoal, ela \u00e9 volunt\u00e1ria em eventos da <b>Catedral<\/b> em <b>Uni\u00e3o da Vit\u00f3ria<\/b> e no <b>Instituto <\/b><b>Palazzolo<\/b>. <i>\u201cMinha amiga Anil<\/i><i>da, mulher de sorriso acolhedor, <\/i><i>batalhadora, extremamente com<\/i><i>petente no que se prop\u00f5e a fazer, <\/i><i>dona da melhor receita de cuca <\/i><i>de morango. Para muitos desco<\/i><i>nhecida, mas dona de uma hist\u00f3<\/i><i>ria corriqueira na vida de nossa <\/i><i>sociedade, com a hist\u00f3ria de um <\/i><i>marido alco\u00f3latra, uma hist\u00f3ria <\/i><i>de dor, de anula\u00e7\u00e3o, de agress\u00f5es, <\/i><i>como tantas que vemos diaria<\/i><i>mente nos notici\u00e1rios policiais. O <\/i><i>que leva tantas mulheres a sofre<\/i><i>rem caladas?\u201d<\/i>, questiona o prefeito de <b>Uni\u00e3o da Vit\u00f3ria<\/b>, <b>Bachir\u00a0 <\/b><b>Abbas<\/b>.<\/p>\n<p>Uma em cada quatro mulheres acima de 16 anos afirma ter sofrido algum tipo de viol\u00eancia no \u00faltimo ano no <b>Brasil<\/b>, durante a pandemia de <b>Covid<\/b>, segundo pesquisa do <strong>Instituto Datafolha<\/strong> encomendada pelo <b>F\u00f3rum Brasileiro <\/b><b>de Seguran\u00e7a P\u00fablica<\/b> (FBSP) e divulgada em julho de 2021. De acordo com o <b>Portal G1<\/b>, isso significa que cerca de 17 milh\u00f5es de mulheres (24,4%) sofreram viol\u00eancia f\u00edsica, psicol\u00f3gica ou sexual no \u00faltimo ano. A porcentagem representa estabilidade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00faltima pesquisa, de 2019, quando 27,4% afirmaram ter sofrido alguma agress\u00e3o.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/www.vvale.com.br\/jornalocomercio\/geral\/uniao-da-vitoria-uma-cidade-de-lendas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">+ O Com\u00e9rcio: Uni\u00e3o da Vit\u00f3ria, uma cidade de lendas<\/a><\/strong><\/p>\n<p>No entanto, para <b>Samira Bue<\/b><b>no<\/b>, diretora-executiva do <b>F\u00f3rum <\/b><b>Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fabli<\/b><b>ca, <\/b>esse pequeno recuo deve ser analisado \u00e0 luz de outros indicadores da pesquisa, como o lugar onde a viol\u00eancia ocorreu e quem foi o autor. Na compara\u00e7\u00e3o com os dados da \u00faltima pesquisa, h\u00e1 aumento do n\u00famero de agress\u00f5es dentro de casa, que passaram de 42% para 48,8%. Quando se analisa a viol\u00eancia contra mulheres acima de 50 anos, por exemplo, cresce a participa\u00e7\u00e3o de filhos e enteados nas agress\u00f5es.<\/p>\n<p>O comunicador de <b>Uni\u00e3o da Vi<\/b><b>t\u00f3ria<\/b>,<b> Airton Maltauro<\/b>, comentou o livro de <b>Anilda<\/b>, que tamb\u00e9m \u00e9 sua amiga. <i>\u201cImpressionante hist\u00f3<\/i><i>ria de vida; a tenaz luta contra o <\/i><i>alcoolismo que vitimou o marido. <\/i><i>O jornal do Senado, no especial <\/i><i>Cidadania, mostra um quadro <\/i><i>dram\u00e1tico e preocupante ante o <\/i><i>incontrol\u00e1vel aumento do consu<\/i><i>mo de bebida alco\u00f3lica, informan<\/i><i>do que no Brasil o consumo de <\/i><i>\u00e1lcool come\u00e7a aos 11 anos; uma <\/i><i>doen\u00e7a grave que atinge 10% da <\/i><i>popula\u00e7\u00e3o brasileira. Conhe\u00e7o a <\/i><i>Anilda desde a juventude. No final <\/i><i>da d\u00e9cada de 1960, nos v\u00edamos <\/i><i>com frequ\u00eancia, convers\u00e1vamos e <\/i><i>ag\u00edamos como os jovens da \u00e9poca <\/i><i>[&#8230;] Os anos dourados se foram. <\/i><i>Vieram os namoros s\u00e9rios e casa<\/i><i>mentos. E vieram as dificuldades: <\/i><i>Anilda desde muito cedo teve de <\/i><i>encarar que na vida matrimonial <\/i><i>teria s\u00e9rios problemas com o al<\/i><i>coolismo desenvolvido pelo seu <\/i><i>companheiro, pai de seu casal de <\/i><i>filhos. Anilda tem muito para con<\/i><i>tar e contribuir para com aqueles <\/i><i>que, lamentavelmente, t\u00eam depen<\/i><i>dentes alco\u00f3licos\u201d<\/i>, disse.<\/p>\n<p>Ainda segundo o<b> Portal G1<\/b>, a pesquisa<i> \u201cVis\u00edvel e Invis\u00edvel: a Vi<\/i><i>timiza\u00e7\u00e3o de Mulheres no Brasil&#8221;\u00a0 <\/i>ouviu 2.079 mulheres acima de 16 anos entre os dias 10 e 14 de maio deste ano, em 130 munic\u00edpios do pa\u00eds. As respostas tinham como refer\u00eancia o per\u00edodo dos 12 meses anteriores \u00e0 pesquisa. Dentre as formas de viol\u00eancia sofrida, 18,6% responderam que foram ofendidas verbalmente, 6,3% sofreram tapas, chutes ou empurr\u00f5es, 5,4% passaram por algum tipo de ofensa sexual ou tentativa for\u00e7ada de rela\u00e7\u00e3o, 3,1% foram amea\u00e7adas com faca ou arma de fogo e 2,4% foram espancadas.<\/p>\n<hr \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><b>Noites de terror<\/b><\/h2>\n<p>\u00c9 com a frase do pensador <b>Francis Scott Fitzgerald<\/b> que <b>Anilda<\/b> inicia o cap\u00edtulo quatro. <i>\u201cPrimeiro voc\u00ea toma uma bebida,\u00a0 <\/i><i>depois a bebida toma uma bebida, <\/i><i>depois a bebida toma voc\u00ea\u201d.<\/i><\/p>\n<p><b>Anilda<\/b> afirma que come\u00e7ava o dia rezando para que tudo fosse diferente, pois tinha muito medo. <i>\u201cSabia <\/i><i>que havia perigo. O tempo estava <\/i><i>me mostrando a verdadeira perso<\/i><i>nalidade do meu marido amado. So<\/i><i>fria vendo tanto mart\u00edrio. Minha <\/i><i>sogra e alguns familiares aliaram-se <\/i><i>a mim procurando ajudar a salvar <\/i><i>meu marido do \u00e1lcool. Interessante <\/i><i>que havia uma grande esperan\u00e7a em <\/i><i>recuperar o homem com quem eu <\/i><i>havia me casado. No hor\u00e1rio do al<\/i><i>mo\u00e7o eu ia ao cemit\u00e9rio fazer a no<\/i><i>vena das 13 almas, todas as ora\u00e7\u00f5es <\/i><i>pela cura dele. Por\u00e9m, as coisas se <\/i><i>agravaram muito\u201d.<\/i><\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/api.whatsapp.com\/send?phone=5542998230044&amp;text=Ol%C3%A1!%20Quero%20sugerir%20uma%20pauta\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">+ Possui alguma sugest\u00e3o? Clique aqui para conversar com a equipe de O Com\u00e9rcio no WhatsApp<\/a><\/strong><\/p>\n<p><b>Anilda<\/b> chorou todas as l\u00e1grimas que lhe restavam. No livro relata a trajet\u00f3ria de uma triste realidade e de esperan\u00e7a. Na \u00e9poca, <b>Dona Guilhermina Fronchetti, <\/b>m\u00e3e de <strong>Anilda<\/strong>, lhe dava firmeza e for\u00e7a para lutar. Segundo ela, cada dia representava um novo epis\u00f3dio, com alguns momentos de sossego; por\u00e9m quando Jos\u00e9 (o esposo, in memorian) voltava alcoolizado tudo recome\u00e7ava igual aos dias anteriores: o sofrimento e a ang\u00fastia de mais uma noite de terror. <i>\u201cO tempo demorou, mas <\/i><i>confirmou que eu havia tomado <\/i><i>a decis\u00e3o correta. Dei um grito <\/i><i>de liberdade e joguei tudo para o <\/i><i>alto. Gosto de lembrar da frase de <\/i><i>Cora Coralina: \u201cestamos todos <\/i><i>matriculados na grande escola <\/i><i>da vida, onde o grande mestre \u00e9 <\/i><i>o tempo! Depois de me aposentar <\/i><i>em 2002 eu estava de bem com a <\/i><i>vida, assim como as borboletas. <\/i><i>Pretendo com esse livro ajudar <\/i><i>outras mulheres a estarem livres <\/i><i>do sofrimento assim como eu. \u00c9 <\/i><i>preciso buscar ajuda e tudo \u00e9 pos<\/i><i>s\u00edvel\u201d, <\/i>relata.<\/p>\n<hr \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><b>Servi\u00e7o <\/b><\/h2>\n<p>Lan\u00e7amento do livro <b>Amor <\/b><b>e Dor,<\/b> uma hist\u00f3ria de vida de <b>Anilda Zeizer Waismann<\/b> e a inaugura\u00e7\u00e3o do <b>Museu Hist\u00f3rico <\/b><b>Professor Aniz Domingos <\/b>e da <b>Biblioteca Municipal <\/b><\/p>\n<p>Endere\u00e7o: Rua Prudente de Moraes, 48<\/p>\n<p>Data: 27 de mar\u00e7o<\/p>\n<p>Hora: 10h30<\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cadeira capenga no meio da sala j\u00e1 n\u00e3o lhe incomoda mais. \u00c9 somente mais um m\u00f3vel que foi alvo de f\u00faria. 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