25 de Setembro de 2012 – Terça-feira

 

LARGO DO CONTESTADO 1 – E o Largo do Contestado já é uma realidade! Hoje está completo! Do lado do Paraná, a Biblioteca e Museu Histórico “Professor Aniz Domingos” criado pela Lei Municipal no 4.058, de 19 de junho de 2.012.. Do lado de Santa Catarina, a Praça do Contestado criada pela Lei Municipal no 3.897, de 11 de julho de 2011, e, inaugurada no último sábado, dia 22. O novo ponto preservou a velha e pequena guarita que lembra a figura do guarda-chaves na história da Estrada de Ferro. (Antigamente, havia mais duas guaritas no lado de Porto União, no cruzamento da Linha Férrea com a Rua Matos Costa, uma da cada lado da rua). Preservou ainda o parador, uma espécie de freio fixo de fim de linha. E acrescentou a estátua em bronze do Monge João Maria (obra do escultor Cido Morais, José Aparecido da Silva Morais, natural de Osasco-SP); o Mural “A Terra é Nossa” que ilustra a História do Contestado (obra do artista plástico Pedro Neto, Pedro Girardello Neto, natural de Porto União-SC); o Monumento ou Marco que lembra a história do Capitão Kirk; a escadaria que servirá de anfiteatro ou teatro a céu aberto; uma fonte com cascata; um espelho d’água e algumas espécies de árvores, como coqueiros, ipês, et caetera.

LARGO DO CONTESTADO 2 – Valeram as sugestões que apresentei em duas oportunidades aqui nesta Coluna Milho no Monjolo. E hoje me sinto imensamente gratificado, porque as minhas sugestões se tornaram realidade. E, principalmente, porque dois jornalistas aqui da casa fizeram referência à minha abordagem. Pois, anotaram e escreveram com todas as letras e palavras. 1. Ana Carolina Cabral: “(…). Para valorizar ainda mais o local, o colunista do jornal O Comércio, integrante da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (Alvi), advogado Odilon Muncinelli, sugeriu ao prefeito Carlos Alberto Jung a construção de um espaço denominado Largo do Contestado. O nome é em alusão histórica à Guerra do Contestado, conflito social que se desdobrou acentuadamente em União da Vitória e Porto União, como acampamento militar e “hospital de sangue”. (vide a reportagem “Ferrovia: lembrança de um ciclo econômico que ficou para trás”, in Jornal O Comércio n.º 4.020, edição do dia 30 de setembro de 2009, páginas 06 e 07). 2. Brittes Antônio Brittes: Os vereadores de Porto União… “apresentaram um requerimento (…), criando o Largo do Contestado, na área aonde foi retirado o muro da antiga RFFSA, na Av. Getúlio Vargas, até os fundos do terminal urbano. Uma ideia brilhante do colega advogado Odilon Muncinelli, responsável pela Coluna Milho no Monjolo deste diário. A iniciativa dos proponentes foi aprovada por unanimidade naquela Casa de Leis”. (conforme a nota sobre o “Largo do Contestado”, ilustrada com um mapa descritivo do local, na Coluna Informando, do Jornal O Comércio n.º 4.030, edição do dia 15 de outubro de 2009, página 02). 3. Carlos Alberto Jung (Juco). E, além deles, o Prefeito Municipal de União da Vitória também falou sobre o assunto, afirmando que, “… através de um projeto de lei, o espaço ali existente deverá ser denominado de Largo do Contestado”. (conforme reportagem na mesma edição 4.030, do Jornal O Comércio).

A ÚLTIMA – Hoje, os cem anos do início da Guerra do Contestado não são comemorados, mas simplesmente lembrados como fato histórico, econômico e social. (Odilon Muncinelli).

 Beira do Iguaçu, Setembro de 2.012