Milho no Monjolo

Odilon Muncinelli

Milho no Monjolo – 22 de Março de 2019

O PRIMEIRO HOSPITAL DE PORTO UNIÃO

Muita gente acredita e afirma como verdade que o Hospital São Braz foi o primeiro hospital de Porto União, Santa Catarina. Não é verdade! Pois, o primeiro foi o Hospital Santa Terezinha. E ainda existe até hoje! Não mais como Hospital! Os dois antigos prédios (um original, outro modificado) estão localizados na Rua 7 de Setembro, no lado esquerdo do Núcleo de Educação Infantil “Pingo de Gente”. Confira! No Episódio do Contestado (1912-1916) era tido e conhecido como “Hospital de Sangue”. Nota: Este texto foi postado no Facebook (“livro de rosto”) em 15-03-2019, com a fotografia.

 “PAÍS MAL EDUCADO”

“Um diagnóstico preciso da crise de aprendizagem e os caminhos possíveis para resolver esses problemas. O fato de que existe uma grave deficiência educacional no Brasil, já é sabido há tempos: uma quantidade alarmante de crianças e adolescentes que frequentam as salas de aula aprende pouco, muito pouco ou quase nada. O problema, entretanto, e que muito se fala da disciplina dos alunos, da merenda, do uso de computadores na escola, de uma suposta doutrinação ideológica e das inúmeras propostas de novas matérias, mas o debate público sobre a qualidade do ensino propriamente dita com frequência carece de substância, e quase não se discute sobre medidas efetivas para mudar essa realidade. No livro “País Mal Educado”, lançado no ano passado (Set/2018), com base em criterioso trabalho de pesquisa, entrevistas e investigação in loco nas salas de aula, o jornalista Daniel de Barros aponta as falhas mais graves do sistema educacional brasileiro, procurando responder por que se aprende tão pouco nas escolas do nosso País e de que maneiras essa triste realidade pode ser modificada”.

 VISITAS

Em sua primeira reunião do ano, realizada no dia 13 deste mês, a Academia Paranaense de Letras (APL) recebeu, além do poeta e artista plástico Carlos Dalla Stela, o Chefe de Gabinete do deputado Homero Marchese, José Carlos Pacífico, a Assessora Parlamentar de Homero Marchese, Nicole Melhem, a Gerente de Cultura do SESC, Georgeanna França e a Bibliotecária Isabel Bezerra, responsável pela Biblioteca desta Entidade. Carlos Dalla Stela mostrou os porquês de sua arte, que é “híbrida” (mistura livros-cadernos, em que há textos poéticos e desenhos, pinturas, recortes, textos gráficos) e de seu entendimento sobre ambas: “A poesia é reparadora da realidade”. José Carlos Pacífico e Nicole Melhem comentaram o “Projeto de Expansão de Leitura no Estado do Paraná”, sob sua responsabilidade e que foi desenvolvido inicialmente em Maringá, Paraná, com proposta de estendê-lo a todo o Estado. Após Georgeanna França e Isabel Bezerra abordaram especialmente o funcionamento do Espaço Norton Macedo, localizado no SESC da Esquina, e, a possibilidade de palestras e outras atividades conjuntas da Biblioteca do SESC e da Academia Paranaense de Letras neste Espaço. (Fonte: Página da APL).

Beira do Iguaçu, Março de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 19 de Março de 2019

SESSÃO COMEMORATIVA

No próximo sábado, dia 23, às 17 horas, no Centro Cultural 25 de Julho, em Porto União, Santa Catarina, a Loja Maçônica União III – Luz e Esperança promove uma Sessão Magna Pública que marca a passagem dos 120 Anos da sua Fundação. Congratulações ao bom amigo e Venerável Rogério de Lara!

SESSÃO SOLENE 1

Na próxima segunda-feira, dia 25, às 19h e 30min, na Câmara Municipal de União da Vitória, Paraná, a Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) realiza uma Sessão Solene em Homenagem às Cidades Irmãs, União da Vitória, Paraná (129 anos no dia 27 de março próximo) e Porto União, Santa Catarina (102 anos no dia 05 de setembro próximo).

SESSÃO SOLENE 2

Na mesma ocasião, ocorre o lançamento do livro “Zilda: O Assassinato da Santinha”, da jornalista Mariana Honesko Bortolini. Resumo do Livro. “O livro é uma grande reportagem sobre a história verdadeira de Zilda Santos, uma menina assassinada em 1948, aos 13 anos de idade, na região de União da Vitória e Porto União. O crime, até hoje, nunca foi solucionado, tampouco, nunca ninguém foi preso ou responsabilizado. Zilda ilustra uma história do passado, mas tão presente e real ainda hoje em dia. A menina é considerada santa pela comunidade, embora não tenha sido canonizada pela igreja católica. A ela, são atribuídos milagres, graças e outras manifestações de cura e auxílio. É uma história real e trágica, mas que serve como emblema para a luta de não violência à criança, adolescente e à mulher”.

MULHERES EM DESTAQUE

O Município de Porto União, Santa Catarina, em parceria com a Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI), vão criar uma Praça entre as Ruas Hilário André Dezordi e Demétrio Charam, no lado catarinense, atrás do Moinho Tupy, a poucos metros da divisa com União da Vitória, PR. Trata-se da Praça “Memorial da Mulher” em justa e merecida Homenagem às Mulheres que Construíram Porto União da Vitória. A exemplo de Amasília da Costa Pinto Araújo, Adelaide Barbosa, Alice Ihlenfeld,  Araceli Rodrigues Friedrich, Antonieta Nogueira Soares, Astrogilda de Mattos, Aurea de Souza Clausen, Carlota Pioli, Djanyra Amin Pasqualin, Elly Weinand, Frau Winckler, Hilda Tarlombani Wengerkiewicz, Irene Rucinski, Ivete Mazali, Jandira Capriglione Domit, Lair Silva, Lili Matzenbacher, Maria Belisária da Luz, Maria Daluz Augusto (a Lulu Augusto), Maria Limongi, Metha Louise Moecke, Yeda Cordeiro Ramires, Zelir Pellegrini (a Sani), todas falecidas. A ideia da criação da Praça é assinada pelo professor e acadêmico Aluizio Witiuk.

A ÚLTIMA

a Coluna de hoje é dedicada à honorável Irmã Scholatique Mubiala, frente a sua valiosa e dedicada atuação como Diretora do Instituto Palazzolo, (em União da Vitória, Paraná), no apoio da educação e construção da dignidade de crianças e adolescentes de famílias mais carentes. A exemplo de educação escolar, espiritualidade, acompanhamento psicológico e lazer. Nascida em Angola, África, a Irmã  pertence a Congregação das Irmãs dos Pobres.

Beira do Iguaçu, Março de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 08 de Fevereiro de 2019

“POEMA QUE VALE A PENA” 1

No dia 06 de dezembro passado (2018), na sede da OAB-PR, em Curitiba, Paraná, o Desembargador Joatan Marcos de Carvalho lançou o livro “Poema Que Vale a Pena”. A obra editada pela Bonijuris, lançada em junho no TJ-PR, é o primeiro exemplar da Coleção Helena Kolody, que ao todo será composta de 20 livros de autores paranaenses, em uma homenagem à poetisa. A obra do Desembargador Joatan Marcos de Carvalho traz um conjunto de poemas que são o resultado de um estudo feito por ele dos livros escritos por Helena Kolody, entre os anos de 1945 e 2007. Na mesma ocasião, também foram apresentados os livros “Caçador de Estrelas”, da advogada Adélia Maria Woellner e “Uma Serenata em Paris – Histórias Divertidas da Vida Jurídica”, de autoria do advogado Ernani Lopes Buchmann, com ilustrações do artista Simon Taylor.

 “POEMA QUE VALE A PENA” 2

Joatan Marcos de Carvalho nasceu no dia 30 de junho de 1950, em Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul. Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Paraná, Turma 1982. Após concurso, ingressou na Magistratura Paranaense como Juiz Substituto em 29 de dezembro de 1986, judicando nas Comarcas de Cornélio Procópio, São José dos Pinhais e Bocaiuva do Sul. No dia 20 de dezembro de 1988 foi nomeado Juiz de Direito, exercendo as funções nas Comarcas de Campina da Lagoa, Barbosa Ferraz, Toledo, Ivaiporã, Cascavel e Curitiba. Foi promovido ao cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná no dia 24 de março de 2008. Pós-Graduado em Direito do Estado pela Universidade Federal de Santa Catarina, em Direito Econômico pela Universidade Federal do Paraná e Direito Europeu pela Universidade de Coimbra (Portugal). Membro da Academia de Letras José de Alencar, cadeira nº 36, teve seus artigos publicados na imprensa paranaense e Revista Novos Rumos. Aposentou-se a pedido no dia 11 de dezembro de 2014.

A IMPORTÂNCIA HISTÓRICA DO DIA DA MULHER 1

“O dia 08 de março é celebrado em todo o mundo para reconhecer as conquistas sociais, políticas e culturais das mulheres. O Dia Internacional da Mulher também é uma oportunidade de chamar atenção para a necessidade de acelerar os movimentos em direção à igualdade de direitos e de condições em relação aos homens – algo que ainda deve levar mais cem anos para acontecer, de acordo com um relatório do Fórum Econômico Mundial (conteúdo em inglês) feito em 2017. Essa reivindicação tem história. Tudo começou no início do século 20, quando as mulheres se uniram e começaram a ir para a rua exigir o direito de votar e de trabalhar em condições mais dignas.

 A IMPORTÂNCIA HISTÓRICA DO DIA DA MULHER 2

O Dia Internacional da Mulher é celebrado anualmente no dia 08 de março. A ideia de criar o Dia da Mulher surgiu no final do século XIX e início do século XX nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas femininas por melhores condições de vida e de trabalho e pelo direito de voto.  Hoje, a data é lembrada na OAB-União da Vitória.

 Beira do Iguaçu, Março de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 07 de Março de 2019

VISITA

Na última quarta-feira, dia 27/02, o Governador em exercício, Darci Piana, recebeu no Palácio Iguaçu o Presidente da Academia Paranaense de Letras (APL), Ernani Lopes Buchmann. Em pauta, os trabalhos da APL que tem Darci Piana como Diretor de Patrimônio. Anotação: Nascido no dia 24 de dezembro de 1941, em Carazinho, Rio Grande do Sul, Darci Piana radicou-se no Paraná ainda na juventude, considerando-se paranaense de coração. É E Contador e Economista, graduado pela Faculdade de Ci­ências Econômicas da Universidade Católica do Paraná. É Cidadão Honorário do Estado do Paraná e das cidades de Curitiba, São José dos Pinhais, Palmas, Mati­nhos, Ivaiporã, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Paranaguá, Marechal Cândido Rondon, Medianeira, Pato Branco, Campo Mourão, Apucarana, Maringá, Francisco Beltrão e União da Vitória. Possui a Medalha Pacificador da ONU Sérgio Vieira de Mello, concedida pelo Parlamento Mundial para Segurança e Paz. Medalha do Pacificador “Duque de Caxias”, conferida pelo Exército Brasileiro. Prêmio de “Honra ao Mérito”, concedida pelo Consulado Francês, pelo estreitamento de relações entre o Brasil e a França. Honra ao Mérito da Associação Giuseppe Garibaldi. É autor dos livros “Nos Passos do Comércio”, editado em 2012 e “Asas do Comércio”, editado em 2016, com artigos que publicou a partir de 2004, quando assumiu a Presidência do Sistema FECOMÉRCIO. É Membro da Academia Paranaense de Letras (APL).

BOLETIM DA APP

Após necessário recesso, a Academia Paranaense da Poesia recomeça em março as suas atividades. 2018 foi ano de tristezas e alegrias. Lamentou-se algumas perdas muito significativas. Faleceram as acadêmicas Dária Farion (14 de maio), Lygia Lopes dos Santos (02 de julho) e a associada correspondente Gislaine Canales (13 de julho). Foi, contudo, um ano de festejos. Em 07 de abril, os 45 anos de fundação (em 1973) da Sala do Poeta do Paraná – o que mereceu à APP a outorga de “Votos de Congratulações e Aplausos”, da Câmara Municipal de Curitiba, por proposição do vereador Sérgio Balaguer. Além do regozijo pela consolidação da Academia na cultura paranaense. Encerrou-se o ano com o 14º Recital Natalino e o lançamento do primeiro número da Revista Virtual da Academia Paranaense da Poesia, “Versos na Rede”, organizada pelo acadêmico Sérgio Pitaki. O ano de 2019, após a triste notícia do falecimento, em 02 de fevereiro, do poeta Orlando Woczikosky, traz a promessa alvissareira de breve admissão de novos acadêmicos titulares. O mês de março propiciará a realização de 4 Encontros da Oficina Permanente de Poesia, na Biblioteca Pública do Paraná – o primeiro deles se dará em 07 de março. (…). No dia 09, segundo sábado do mês, ocorre a “Tarde de Seresta”. No dia 19, terceira terça-feira do mês, no Centro de Letras do Paraná, realiza-se uma Assembleia Geral Ordinária – para todos os associados da APP –, seguida da tradicional Tarde de Música e Poesia. Dia 30, último sábado de março, ocorre o “Almoçando com Música e Poesia”.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao casal de bons amigos Nanci e Carlos Eduardo Franco Azevedo, ele, ex-Comandante do 5º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado – Batalhão “Juarez Távora”.

Beira do Iguaçu, Março de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 26 de Fevereiro

JORNAL CÂNDIDO

Desde o dia 22 de dezembro de 2012, todas as 17 edições do Jornal Cândido estão disponíveis no site do Jornal (www.candido.bpp.pr.gov.br). Com isso, todo o conteúdo do Jornal Cândido, desde a primeira edição, que homenageou o poeta Paulo Leminski, pode ser lido e baixado online. Desde sua estreia, o Jornal procurou discutir temas pertinentes da literatura contemporânea e, principalmente, dar vazão à produção ficcional, crítica e poética do Paraná. Com tiragem de 10 mil exemplares e 40 páginas, o Jornal Cândido se tornou uma referência entre os periódicos literários no Brasil. Das longas entrevistas com escritores importantes, como João Ubaldo Ribeiro e Ignácio de Loyola Brandão, passando pelos depoimentos dos convidados do Projeto “Um Escritor na Biblioteca”, como Edney Silvestre e Domingos Pellegrini, até os perfis com leitores instigantes como o músico Rogério Skylab e o filósofo Luiz Felipe Pondé, tudo está ao alcance de um clique àqueles que não têm a oportunidade de manusear a edição impressa. As apuradas ilustrações, feitas pelo primeiro time de desenhistas do país, que desde o começo marcaram o percurso do Jornal, também estão disponíveis na edição online. Em 17 edições, foram mais de mais de 70 inéditos, entre poemas, contos e crônicas. Pelas páginas do Jornal passaram alguns dos nomes mais destacados da literatura contemporânea do Estado do Paraná — entre veteranos e promessas —, como Josely Vianna Baptista, Rodrigo Garcia LopesThiago TizzotLuiz Felipe Leprevost, Roberto GomesMarcio Renato dos Santos, Ivan Justen SantanaAssionara SouzaJussara Salazar, entre outros nomes. Por outro lado, o Jornal também procurou acompanhar a cena literária nacional, publicando nomes importantes da ficção, escritores fundamentais de nosso tempo, a exemplo de Milton HatoumRonaldo Correia de BritoAlberto MartinsLuiz Vilela, Sérgio Sant’Anna e Adélia Prado.

“A MAGIA DO AMOR”

Brevemente, ocorre o lançamento do livro “A Magia do Amor”, da professora e acadêmica Marli Terezinha Andrucho Boldori. Sinopse: “Guto, um pequeno menino, que leva a vida a correr na imensa fazenda de seus pais, onde a família vive em perfeita harmonia, vê a sua vida mudar quando algo misterioso aparece em seu quarto. No primeiro instante não sente medo, mas os acontecimentos tomam rumos de grandes proporções. O que seriam aquelas luzes, as cores, o calor? Tenta desesperadamente descobrir o que está acontecendo. É assustador, e agora o visitam com frequência, o que o assusta muito. Está muito perturbado, até que decide contar tudo ao seu avô, que não acredita no neto. O que fazer? Em quem confiar? Seu sono é perturbado, já não consegue dormir sozinho, procura sempre pelo avô. Porém, logo acontece algo maior”. (Fonte: Editora Viseu).

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao bom amigo e Coronel Damásio Douglas Nogueira Junior, mui digno Comandanre do 5.o Batalhão de Engenharia de Combate Blindado, o Batalhão “Juarez Távora”, pela brilhante iniciativa em implantar a Hora Cívica nas Escolas Municipais e Estaduais de Porto União (SC) e União da Vitória (PR). Trata-se do Projeto “Nossa Bandeira – Escola de Civismo”, numa diretriz do Comandante Geral do Exército, com o objetivo de  incentivar os jovens estudantes a conhecerem e cultuarem os Símbolos Nacionais.

Beira do Iguaçu, Fevereiro de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 22 de Fevereiro de 2019

CABOCLO, JAGUNÇO E VAQUEANO 

Caboclo é aquele proprietário ou posseiro que labuta na terra que pode ser cultivada ou no campo.  Jagunço é o fora da lei, o criminoso foragido ou qualquer homem violento contratado como capanga, guarda-costas por indivíduo influente (por exemplo, fazendeiro, senhor de engenho, político) e por este homiziado. Vaqueano (regionalismo do Rio Grande do Sul, de origem castelhana) é aquele que, conhecendo bem os caminhos, trilhas e atalhos de um lugar ou região, serve de guia a quem precisa percorrê-los. Nota: Estas personagens participaram ativamente  do Conflito do Contestado (1912-1916). 

POCINHO DO MONGE

O Parque do Monge João Maria passou, recentemente, por melhorias e conta agora com passarelas de acesso ao Pocinho do Monge, que por muitos é considerado abençoado pelo Monge João Maria. O Monge passou pela região na época da Guerra  do Contestado e fez História”. (Fonte: Prefeitura Municipal de Porto União, Santa Catarina.

ACADÊMICO NAS COMISSÕES 

Um dos componentes da Academia Paranaense de Letras, o senador Flávio José Arns foi eleito, no último dia 13, Vice-Presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal. (…). Além dessa, a expectativa é de que Flávio José Arns integre duas outras comissões: a de Direitos Humanos e a de Assuntos Sociais. Nas comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional, Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática e na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo, Flávio José Arns atuará como Suplente. Nota: Nascido no dia 09 de setembro de 1950, em Curitiba, Paraná, Flávio José Arns é professor e político. Autor de uma pesquisa sobre sua irnã, Zilda Arns.

ESCREVE A LEITORA

“É fogo suportar a passagem do tempo… A gente fez tanto… E parece que não foi nada… Mas tudo o que a gente fez por amor vai ficar para sempre… A cultura do Odilon é uma tatuagem eterna para nossa região… Tiro o meu chapéu para o Odilon… Abraços sinceros, Nádia Maltauro Ayub”. (Numa recente postagem). Nota: A recíproca é verdadeira! Nádia Maria Maltauro Ayub é professora, mestre em Educação e Ensino, artista plástica de renome e de rara inspiração. De sua vasta obra destaco as Exposições “Fatos do Contestado” e “União da Vitória Daqui Cem Anos”.

 MULHERES EM DESTAQUE

A abertura da Exposição “Mulheres que Fizeram Porto União da Vitória” está prevista para o “Dia da Mulher”, dia 08 de março, às 20 horas, na Galeria Erich Herbert Will (Estação União, Lado Paranaense) e permanece aberta até o Aniversário de União da Vitória, dia 27 de março. Estas mulheres serão retratadas em quadros pintados a óleo pelos pintores da Associação dos Artistas Plásticos “Amadeu Bona”.

 Beira do Iguaçu, Fevereiro de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 19 de fevereiro de 2019

CULTURA INDÍGENA

Na noite da última sexta-feira, dia 08, a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Porto União, Santa Catarina, ofereceu uma experiência desafiadora para alguns convidados. Com o objetivo de difundir a cultura indígena, da tribo dos Xoclengues, Luís Sergio Buch aplicou a técnica de cozimento de alimentos usada pelos nativos. Depois de várias pesquisas e com as dicas de Simeão Kundag (que também leciona o idioma da tribo Xoclengue), Luís Sergio Buch aplicou a técnica no preparo de alimentos que os índios têm disponíveis seja por meio do cultivo ou por meio do extrativismo. A iguaria recebe o nome de Klànegde e é assada/cozida envolta em folhas de taiá em um buraco no chão. A variedade inclui abóbora, frango, peixe, porco, amendoim, alho, cebola, pimenta, milho verde, batata doce, batata inglesa, mandioca e teve até sobremesa feita de moranga ao mel. A experiência causou expectativa nos convidados que só ficaram sabendo do tipo de comida que se tratava no último minuto, quando o prato foi “desenterrado” literalmente”. (Fonte: VVale Portal de Notícias). Nota: Atualmente, a tribo dos xoclengues habita as localidades de Rio dos Pardos e Quati, em Porto União, Santa Catarina. Onde, inclusive, existe uma Escola Pública Estadual de Educação Indígena e Ensino Fundamental.

HORA CIVICA

“Porto União-SC. Na manhã do dia 13 de fevereiro de 2019, o 5.o Batalhão de Engenharia de Combate Blindado, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Porto União-SC, deu início ao Projeto “Nossa Bandeira – Escola de Civismo”, com a realização de Hora Cívica no Núcleo Educacional Jornalista Hermínio Milis e contou com a participação de autoridades municipais, representação do Batalhão Juarez Távora e de professores e alunos daquele Núcleo Educacional. O Projeto “Nossa Bandeira-Escola de Civismo” é uma diretriz do Comandante do Exército, visando  incentivar os jovens estudantes a conhecerem e cultuarem os Símbolos Nacionais. Durante o evento foram feitas as referências à Bandeira Nacional e ao Hino Nacional  Brasileiro, canto pela Tropa e Alunos dos Hinos, Nacional e do Município, e a Banda Eugênio Schwegler apresentou uma performance musical. Encerrando as atividades, a Secretária da Educação do Município, professora Aldair Wengerkiewicz Muncinelli agradeceu e enalteceu a realização deste marcante momento cívico”. (Fonte: Nota da Assessoria de Imprensa do Batalhão “Juarez Távora”).

 

ESCREVE O LEITOR

“Bom dia Odilon. Como hábito matinal  diário li sua coluna  do dia 12 do mês corrente e mais uma vez fiquei  envaidecido  pela publicação  do e-mail que lhe mandei no dia 9 de fevereiro. Apesar das críticas ao jornal sinto-me absolutamente tranquilo pois  classifico-as de construtivas e verdadeiras  e tenho grande apreço pelo jornal que me oferece as oportunidades de inteirar-me das notícias das minhas cidades. Grande abraço e bom trabalho. Stefano Jakubiu”. (Texto Original no e-mail do dia 14 de fevereiro de 2.019).

Beira do Iguaçu, Fevereiro de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 15 de Fevereiro de 2019

BARÕES, BARONESAS E CONDES

“Prezado leitor, preste atenção com quem está falando. Curitiba tem pelo menos setenta e cinco (75) moradores com títulos de nobreza. Trata-se de barões, baronesas e condes, discretíssimos em sua maioria, de modo que são identificados apenas pelos conhecidos. É fato que ostentam medalhões, como os graúdos de antigamente, mas vivem como se fossem plebeus. Suas comendas saem das sedas apenas em ocasiões, nalgum palacete, em encontros quase secretos, nos quais se alegram recitando versos e trovas, longe dos arrulhos dos curiosos. Para descobrir a identidade de algum desses eleitos, basta prestar atenção nas lapelas, nas quais prendem um pequenino broche em forma de anfíbio. Eis o sinal. Em volta está escrito: “Soberana Ordem do Sapo”, nome da confraria à qual pertencem. Mas não “espere que esnobem a titulação nas redes sociais. Seria uma vulgaridade”. (Fonte: Página da Soberana Ordem do Sapo).

LUTO 1

No início da tarde da última segunda-feira, dia 11, em São Paulo, Capital, morreu Ricardo Eugênio Boechat, jornalista, apresentador e radialista, aos 66 anos de idade. Nascido no dia 13 de julho de 1952, em Buenos Aires, Argentina, (o pai era diplomata), Ricardo Eugênio Boechat era apresentador do Jornal da Bandeirantes e da Rádio BandNews FM e colunista da Revista “IstoÉ”. Atuou ainda  nos jornais “O Globo”, “O Dia”, “O Estado de S. Paulo” e “Jornal do Brasil”. Na década de 1990, assinou uma coluna diária no “Bom Dia Brasil”, na TV Globo e atuou no “Jornal da Globo”. Foi ainda Diretor de Jornalismo da Bandeirantes e teve passagem pelo SBT. Conquistou três vezes o Prêmio Esso, um dos principais do jornalismo brasileiro. Era recordista de vitórias no Prêmio “Comunique-se” e o único a conquista-lo em três categorias diferentes (Âncora de Rádio, Colunista de Notícia e Âncora de TV). Em 1998 lançou o livro “Copacabana Palace – Um Hotel e Sua História” (DBA).

LUTO 2

No seu último comentário na Rádio BandNews FM, na manhã da  segunda-feira, dia 11, o jornalista Ricardo Eugênio Boechat lamentou as tragédias que chocaram o País nos últimos dias e cobrou punição aos responsáveis. “A impunidade é o que rege, o que comanda a orquestra das tragédias nacionais”. Pouco depois, ele morreu em acidente aéreo…

 LUTO

No começo da tarde da última quarta-feira, dia 13, morreu a atriz, cantora e compositora Bibi Ferreira (Abigail Izquierdo Ferreira), “a Maior Diva do Teatro Musical Brasileiro”, aos 96 anos de idade. Morreu em casa, serenamente! Nascida no dia 01 de junho de 1922, no Rio de Janeiro, Bibi Ferreira foi protagonista absoluta do seu palco e da sua vida. Nasceu num tempo em que ser atriz  não era status social aceitável nem sequer profissão regulamentada. — Tenho consciência de tudo o que eu fiz, tudo, — disse em entrevista ao GLOBO, em janeiro de 2018. — Embora tenha começado profissionalmente com seu pai, Procópio Ferreira, entre 18 e 19 anos. Ademais, atuou com firmeza até seus 96 anos, como um mito vivo, em atividade. É absolutamente  inesquecível tudo o que ela fez.

 Beira do Iguaçu, Fevereiro de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 12 de Fevereiro de 2019

ESCREVE O LEITOR

“Bom dia Odilon. Recebi os exemplares do O COMÉRCIO que você me enviou e agradeço muito. Como minha justificativa  do porquê das minhas alegações da não publicação da sua coluna foi possível esclarecer a dúvida. Eu sou leitor virtual do O COMÉRCIO, isto é, leio  pela Internet e a sua coluna não foi editada na Internet no intervalo de 19/12/18 a 28/01/19, ou seja, 18/12/18 foi a última e 29/01/19 foi a primeira. Não me cabe analisar as razões que levaram o jornal a proceder desta maneira mas, a meu juízo, é uma falha do jornal pois prejudica o leitor e também os  autores de matérias, no seu caso o colunista.  Peço que não me interprete mal mas costumo ser muito observador e sempre que possível prefiro não ficar na dúvida. Agradeço demais a sua paciência e tolerância pois a minha intenção sempre é acrescentar, quando isto me é possível. Grande abraço é ótimo final de semana. Stefano Jakubiu”. (Nota: Conforme Texto Original no e-mail datado de 09 de fevereiro de 2.019).

REVISTA FECOMÉRCIO

A edição n.º 127 da Revista FECOMÉRCIO, publicação da Federação do Comércio, do SESC e do SENAC Paraná, traz uma série de notícias relacionadas à Academia Paranaense de Letras (APL), além de abordar vários temas relativos à cultura. A matéria de capa é dedicada ao Natal no Paço, evento turístico de grande repercussão que acontece no Paço da Liberdade, palco de diversas solenidades da Academia Paranaense de Letras . Entre os assuntos abordados na edição estão o Projeto Lendas do Paraná, promovido em conjunto pela APL e pelo SESC, que recebeu sete mil inscrições de alunos de escolas públicas de todo o Estado. Destaque também para a cobertura do Fejacan – Festival de Música de Jacarezinho e do Palco Giratório, evento teatral de âmbito nacional do Sesc, e três matérias assinadas pelo presidente da Academia Paranaense de Letras, Ernani Buchmann, analisando o ano de 1968, a Rota das Missões, no Rio Grande do Sul e o Início da Coluna Prestes, em Santo Ângelo, também no Rio Grande do Sul

TROVAS ESCOLHIDAS

O meio cultural da Beira do Iguaçu foi enriquecido com um Calendário muito interessante. Trata-se do Calendário para 2019 que apresenta 60 Trovas Escolhidas de vários trovadores brasileiros. Dentre eles, o professor mestre Pedro Melo que representa União da Vitória, PR, com duas trovas. Ei-las pela ordem: 1. “Teu sorriso é meu farol… / Tanta beleza ele encerra, / Que é como se o próprio sol / Desfilasse pela terra…”. 2. “Em vigília a vida inteira, / Me trazendo lenitivo, / A ilusão é uma enfermeira / Que mantém meu sonho vivo…”.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao catarinense Jairo do Nascimento, “A Muralha de Ébano”, que morreu na manhã da última quarta-feira, dia 06, aos 72 anos de idade, em Curitiba, Paraná. Ex-goleiro do Coritiba Futebol Clube. Um gigante do futebol paranaense

Beira do Iguaçu, Fevereiro de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr)

Milho no Monjolo – 08 de Fevereiro de 2019

MULHERES EM DESTAQUE

Desde o ano passado, a professora e pesquisadora Ivanira Tereza Dias Olbertz está debruçada no Projeto “Mulheres Que Construíram Porto União da Vitória”, com objetivo de prestar justa e merecida homenagem às mulheres que se destacaram na área profissional, cultural e social. Todas serão retratadas em quadros pintados à óleo. Vale lembrar algumas delas, em ordem alfabética: Amasília da Costa Pinto Araújo, Araceli Rodrigues Friedrich, Astrogilda de Mattos, Aurea de Souza Clausen, Adelaide Barbosa, Alice Ihlenfeld, Carlota Pioli, Djanyra Amin Pasqualin, Elly Weinand, Irene Rucinski, Lair Silva, Lili Matzenbacher, Maria Belisária da Luz, Maria Daluz Augusto, Maria Limongi, Metha Loise Moecke, já falecidas. E Aldair Wengerkiewicz Muncinelli, Clarice Roderjan Manfroni, Delci Aparecida Hausen Christ, Fahena Porto Horbatiuk, Helga Beate Will Clementino da Silva, Irene Winter, Jacira Ayres Fischer, Laurete Dub Pinto Conte, Leni Trentim Gaspari, Salime Farah, Therezinha Leony Wolff, ainda vivas.

TRÊS ACADÊMICOS

A edição comemorativa ao centenário de fundação do jornal Gazeta do Povo, que circulou no último fim de semana, dias 2 e 3, traz colaborações de três membros da Academia Paranaense de Letras (APL). Antônio Carlos Carneiro Neto – cadeira n.º 40, Dante Mendonça – cadeira n.º 1 e José Pio Martins -cadeira n.º 37 pontificam nas páginas da Edição Centenária. Fundada por Benjamin Lins e Oscar Joseph De Plácido e Silva, a Gazeta do Povo viveu seu esplendor sob o comando do jornalista e advogado Francisco da Cunha Pereira, falecido em 2011, que ocupou a cadeira n.º 18, da Academia Paranaense de Letras.

ESTATUTO DO IDOSO 

Na manhã da última segunda-feira, dia 04, recebi, mediante ofício, um exemplar do “Estatuto do Idoso”, numa gentileza do Município de Porto União, SC. Segundo o ofício: “Desejamos que a leitura dessa legislação possa de alguma maneira, servir de subsídio na sua área de atuação, trazendo-lhe ainda mais sucesso na sua trajetória diária como intermediador indispensável à administração da justiça”. Eliseu Mibach. Nota: Agradeço a gentileza!

BOLETIM

No meio dia da última terça-feira, dia 05, recebi, via Correios, dois exemplares do Boletim do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná 2018, que reúne valiosos estudos, ensaios, artigos e anotações a exemplo de “Antônio Tavares: O Guerreiro Esquecido do Contestado”, “Guaraqueçaba: A Vovózinha do Paraná” e outros. Nota: Como Associado Correspondente, desde dezembro de 2014, agradeço a remessa de tão importante publicação!

Beira do Iguaçu, Fevereiro de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPR