A proximidade e a interação do público com os artistas, tornou o show da banda curitibana Trombone de Frutas, uma das melhores apresentações da região, nesta etapa do Circuito Cultural do Sesi, segundo gestor de cultura da entidade, Juliano Axt. “O espaço aqui é maravilhoso. Uma antiga estação que foi transformada em centro cultural. E, de todos os shows que a gente fez na região, até agora, acho aqui, foi o show mais gostoso. Tiveram cidades com mais pessoas na plateia, mas não foi tão bom quanto foi aqui, um lugar mais próximo dos músicos”, justifica.
A apresentação do show Chanti Charango foi realizada na noite de quinta-feira, 18, no Auditório da Secretaria Municipal de Cultural de União da Vitória (antiga Estação União), em uma parceria entre o Sesi e a administração municipal.
A Trombone de Frutas, considerada uma das bandas curitibanas mais promissoras dos próximos anos passeia pela música latina, MPB e Bossa Nova, mas se consolida como um “rock expressivo paranaense”.
O gerente da unidade local do Sesi, Ezimar Santos, que prestigiou a apresentação enalteceu a importância da parceria com a Prefeitura para a realização destes eventos e, sugere que, as pessoas que não assistiram esse show, fiquem atentas, porque no segundo semestre estão programadas mais duas ações culturais, uma apresentação teatral e outra músical.
A diretora administrativa da Secretaria Municipal de Cultura, Elaine Cristine Cochak, também, acompanhou a apresentação e, na oportunidade representou o secretário da pasta, Antônio Oscar Nhoatto. “Foi um belo show. Encantou o público, que pediu ‘bis’ ao fim da apresentação”, elogiou Elaine.
Circuito Cultural do Sesi
Conforme Juliano, o objetivo do Circuito Cultural Sesi é o fortalecimento da identidade cultural paranaense. “A gente seleciona artistas do Paraná, e faz um intercâmbio cultural entre esses artistas. O artista do norte do estado vem tocar aqui na região dos campos gerais, o artista dos campos gerais vai tocar na região norte”, exemplifica. “Então, é bom para o artista, porque leva seu trabalho para um público diferente e, é bom pra nós, também, como plateia, porque acabamos consumindo um produto que a gente não conheceria. As rádios, infelizmente, não abrem espaço para esse tipo de música”, conclui.
Foto: Assessoria
