Milho no Monjolo

Odilon Muncinelli

Milho no Monjolo – 22 de Fevereiro de 2019

CABOCLO, JAGUNÇO E VAQUEANO 

Caboclo é aquele proprietário ou posseiro que labuta na terra que pode ser cultivada ou no campo.  Jagunço é o fora da lei, o criminoso foragido ou qualquer homem violento contratado como capanga, guarda-costas por indivíduo influente (por exemplo, fazendeiro, senhor de engenho, político) e por este homiziado. Vaqueano (regionalismo do Rio Grande do Sul, de origem castelhana) é aquele que, conhecendo bem os caminhos, trilhas e atalhos de um lugar ou região, serve de guia a quem precisa percorrê-los. Nota: Estas personagens participaram ativamente  do Conflito do Contestado (1912-1916). 

POCINHO DO MONGE

O Parque do Monge João Maria passou, recentemente, por melhorias e conta agora com passarelas de acesso ao Pocinho do Monge, que por muitos é considerado abençoado pelo Monge João Maria. O Monge passou pela região na época da Guerra  do Contestado e fez História”. (Fonte: Prefeitura Municipal de Porto União, Santa Catarina.

ACADÊMICO NAS COMISSÕES 

Um dos componentes da Academia Paranaense de Letras, o senador Flávio José Arns foi eleito, no último dia 13, Vice-Presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal. (…). Além dessa, a expectativa é de que Flávio José Arns integre duas outras comissões: a de Direitos Humanos e a de Assuntos Sociais. Nas comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional, Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática e na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo, Flávio José Arns atuará como Suplente. Nota: Nascido no dia 09 de setembro de 1950, em Curitiba, Paraná, Flávio José Arns é professor e político. Autor de uma pesquisa sobre sua irnã, Zilda Arns.

ESCREVE A LEITORA

“É fogo suportar a passagem do tempo… A gente fez tanto… E parece que não foi nada… Mas tudo o que a gente fez por amor vai ficar para sempre… A cultura do Odilon é uma tatuagem eterna para nossa região… Tiro o meu chapéu para o Odilon… Abraços sinceros, Nádia Maltauro Ayub”. (Numa recente postagem). Nota: A recíproca é verdadeira! Nádia Maria Maltauro Ayub é professora, mestre em Educação e Ensino, artista plástica de renome e de rara inspiração. De sua vasta obra destaco as Exposições “Fatos do Contestado” e “União da Vitória Daqui Cem Anos”.

 MULHERES EM DESTAQUE

A abertura da Exposição “Mulheres que Fizeram Porto União da Vitória” está prevista para o “Dia da Mulher”, dia 08 de março, às 20 horas, na Galeria Erich Herbert Will (Estação União, Lado Paranaense) e permanece aberta até o Aniversário de União da Vitória, dia 27 de março. Estas mulheres serão retratadas em quadros pintados a óleo pelos pintores da Associação dos Artistas Plásticos “Amadeu Bona”.

 Beira do Iguaçu, Fevereiro de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 19 de fevereiro de 2019

CULTURA INDÍGENA

Na noite da última sexta-feira, dia 08, a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Porto União, Santa Catarina, ofereceu uma experiência desafiadora para alguns convidados. Com o objetivo de difundir a cultura indígena, da tribo dos Xoclengues, Luís Sergio Buch aplicou a técnica de cozimento de alimentos usada pelos nativos. Depois de várias pesquisas e com as dicas de Simeão Kundag (que também leciona o idioma da tribo Xoclengue), Luís Sergio Buch aplicou a técnica no preparo de alimentos que os índios têm disponíveis seja por meio do cultivo ou por meio do extrativismo. A iguaria recebe o nome de Klànegde e é assada/cozida envolta em folhas de taiá em um buraco no chão. A variedade inclui abóbora, frango, peixe, porco, amendoim, alho, cebola, pimenta, milho verde, batata doce, batata inglesa, mandioca e teve até sobremesa feita de moranga ao mel. A experiência causou expectativa nos convidados que só ficaram sabendo do tipo de comida que se tratava no último minuto, quando o prato foi “desenterrado” literalmente”. (Fonte: VVale Portal de Notícias). Nota: Atualmente, a tribo dos xoclengues habita as localidades de Rio dos Pardos e Quati, em Porto União, Santa Catarina. Onde, inclusive, existe uma Escola Pública Estadual de Educação Indígena e Ensino Fundamental.

HORA CIVICA

“Porto União-SC. Na manhã do dia 13 de fevereiro de 2019, o 5.o Batalhão de Engenharia de Combate Blindado, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Porto União-SC, deu início ao Projeto “Nossa Bandeira – Escola de Civismo”, com a realização de Hora Cívica no Núcleo Educacional Jornalista Hermínio Milis e contou com a participação de autoridades municipais, representação do Batalhão Juarez Távora e de professores e alunos daquele Núcleo Educacional. O Projeto “Nossa Bandeira-Escola de Civismo” é uma diretriz do Comandante do Exército, visando  incentivar os jovens estudantes a conhecerem e cultuarem os Símbolos Nacionais. Durante o evento foram feitas as referências à Bandeira Nacional e ao Hino Nacional  Brasileiro, canto pela Tropa e Alunos dos Hinos, Nacional e do Município, e a Banda Eugênio Schwegler apresentou uma performance musical. Encerrando as atividades, a Secretária da Educação do Município, professora Aldair Wengerkiewicz Muncinelli agradeceu e enalteceu a realização deste marcante momento cívico”. (Fonte: Nota da Assessoria de Imprensa do Batalhão “Juarez Távora”).

 

ESCREVE O LEITOR

“Bom dia Odilon. Como hábito matinal  diário li sua coluna  do dia 12 do mês corrente e mais uma vez fiquei  envaidecido  pela publicação  do e-mail que lhe mandei no dia 9 de fevereiro. Apesar das críticas ao jornal sinto-me absolutamente tranquilo pois  classifico-as de construtivas e verdadeiras  e tenho grande apreço pelo jornal que me oferece as oportunidades de inteirar-me das notícias das minhas cidades. Grande abraço e bom trabalho. Stefano Jakubiu”. (Texto Original no e-mail do dia 14 de fevereiro de 2.019).

Beira do Iguaçu, Fevereiro de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 15 de Fevereiro de 2019

BARÕES, BARONESAS E CONDES

“Prezado leitor, preste atenção com quem está falando. Curitiba tem pelo menos setenta e cinco (75) moradores com títulos de nobreza. Trata-se de barões, baronesas e condes, discretíssimos em sua maioria, de modo que são identificados apenas pelos conhecidos. É fato que ostentam medalhões, como os graúdos de antigamente, mas vivem como se fossem plebeus. Suas comendas saem das sedas apenas em ocasiões, nalgum palacete, em encontros quase secretos, nos quais se alegram recitando versos e trovas, longe dos arrulhos dos curiosos. Para descobrir a identidade de algum desses eleitos, basta prestar atenção nas lapelas, nas quais prendem um pequenino broche em forma de anfíbio. Eis o sinal. Em volta está escrito: “Soberana Ordem do Sapo”, nome da confraria à qual pertencem. Mas não “espere que esnobem a titulação nas redes sociais. Seria uma vulgaridade”. (Fonte: Página da Soberana Ordem do Sapo).

LUTO 1

No início da tarde da última segunda-feira, dia 11, em São Paulo, Capital, morreu Ricardo Eugênio Boechat, jornalista, apresentador e radialista, aos 66 anos de idade. Nascido no dia 13 de julho de 1952, em Buenos Aires, Argentina, (o pai era diplomata), Ricardo Eugênio Boechat era apresentador do Jornal da Bandeirantes e da Rádio BandNews FM e colunista da Revista “IstoÉ”. Atuou ainda  nos jornais “O Globo”, “O Dia”, “O Estado de S. Paulo” e “Jornal do Brasil”. Na década de 1990, assinou uma coluna diária no “Bom Dia Brasil”, na TV Globo e atuou no “Jornal da Globo”. Foi ainda Diretor de Jornalismo da Bandeirantes e teve passagem pelo SBT. Conquistou três vezes o Prêmio Esso, um dos principais do jornalismo brasileiro. Era recordista de vitórias no Prêmio “Comunique-se” e o único a conquista-lo em três categorias diferentes (Âncora de Rádio, Colunista de Notícia e Âncora de TV). Em 1998 lançou o livro “Copacabana Palace – Um Hotel e Sua História” (DBA).

LUTO 2

No seu último comentário na Rádio BandNews FM, na manhã da  segunda-feira, dia 11, o jornalista Ricardo Eugênio Boechat lamentou as tragédias que chocaram o País nos últimos dias e cobrou punição aos responsáveis. “A impunidade é o que rege, o que comanda a orquestra das tragédias nacionais”. Pouco depois, ele morreu em acidente aéreo…

 LUTO

No começo da tarde da última quarta-feira, dia 13, morreu a atriz, cantora e compositora Bibi Ferreira (Abigail Izquierdo Ferreira), “a Maior Diva do Teatro Musical Brasileiro”, aos 96 anos de idade. Morreu em casa, serenamente! Nascida no dia 01 de junho de 1922, no Rio de Janeiro, Bibi Ferreira foi protagonista absoluta do seu palco e da sua vida. Nasceu num tempo em que ser atriz  não era status social aceitável nem sequer profissão regulamentada. — Tenho consciência de tudo o que eu fiz, tudo, — disse em entrevista ao GLOBO, em janeiro de 2018. — Embora tenha começado profissionalmente com seu pai, Procópio Ferreira, entre 18 e 19 anos. Ademais, atuou com firmeza até seus 96 anos, como um mito vivo, em atividade. É absolutamente  inesquecível tudo o que ela fez.

 Beira do Iguaçu, Fevereiro de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 12 de Fevereiro de 2019

ESCREVE O LEITOR

“Bom dia Odilon. Recebi os exemplares do O COMÉRCIO que você me enviou e agradeço muito. Como minha justificativa  do porquê das minhas alegações da não publicação da sua coluna foi possível esclarecer a dúvida. Eu sou leitor virtual do O COMÉRCIO, isto é, leio  pela Internet e a sua coluna não foi editada na Internet no intervalo de 19/12/18 a 28/01/19, ou seja, 18/12/18 foi a última e 29/01/19 foi a primeira. Não me cabe analisar as razões que levaram o jornal a proceder desta maneira mas, a meu juízo, é uma falha do jornal pois prejudica o leitor e também os  autores de matérias, no seu caso o colunista.  Peço que não me interprete mal mas costumo ser muito observador e sempre que possível prefiro não ficar na dúvida. Agradeço demais a sua paciência e tolerância pois a minha intenção sempre é acrescentar, quando isto me é possível. Grande abraço é ótimo final de semana. Stefano Jakubiu”. (Nota: Conforme Texto Original no e-mail datado de 09 de fevereiro de 2.019).

REVISTA FECOMÉRCIO

A edição n.º 127 da Revista FECOMÉRCIO, publicação da Federação do Comércio, do SESC e do SENAC Paraná, traz uma série de notícias relacionadas à Academia Paranaense de Letras (APL), além de abordar vários temas relativos à cultura. A matéria de capa é dedicada ao Natal no Paço, evento turístico de grande repercussão que acontece no Paço da Liberdade, palco de diversas solenidades da Academia Paranaense de Letras . Entre os assuntos abordados na edição estão o Projeto Lendas do Paraná, promovido em conjunto pela APL e pelo SESC, que recebeu sete mil inscrições de alunos de escolas públicas de todo o Estado. Destaque também para a cobertura do Fejacan – Festival de Música de Jacarezinho e do Palco Giratório, evento teatral de âmbito nacional do Sesc, e três matérias assinadas pelo presidente da Academia Paranaense de Letras, Ernani Buchmann, analisando o ano de 1968, a Rota das Missões, no Rio Grande do Sul e o Início da Coluna Prestes, em Santo Ângelo, também no Rio Grande do Sul

TROVAS ESCOLHIDAS

O meio cultural da Beira do Iguaçu foi enriquecido com um Calendário muito interessante. Trata-se do Calendário para 2019 que apresenta 60 Trovas Escolhidas de vários trovadores brasileiros. Dentre eles, o professor mestre Pedro Melo que representa União da Vitória, PR, com duas trovas. Ei-las pela ordem: 1. “Teu sorriso é meu farol… / Tanta beleza ele encerra, / Que é como se o próprio sol / Desfilasse pela terra…”. 2. “Em vigília a vida inteira, / Me trazendo lenitivo, / A ilusão é uma enfermeira / Que mantém meu sonho vivo…”.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao catarinense Jairo do Nascimento, “A Muralha de Ébano”, que morreu na manhã da última quarta-feira, dia 06, aos 72 anos de idade, em Curitiba, Paraná. Ex-goleiro do Coritiba Futebol Clube. Um gigante do futebol paranaense

Beira do Iguaçu, Fevereiro de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr)

Milho no Monjolo – 08 de Fevereiro de 2019

MULHERES EM DESTAQUE

Desde o ano passado, a professora e pesquisadora Ivanira Tereza Dias Olbertz está debruçada no Projeto “Mulheres Que Construíram Porto União da Vitória”, com objetivo de prestar justa e merecida homenagem às mulheres que se destacaram na área profissional, cultural e social. Todas serão retratadas em quadros pintados à óleo. Vale lembrar algumas delas, em ordem alfabética: Amasília da Costa Pinto Araújo, Araceli Rodrigues Friedrich, Astrogilda de Mattos, Aurea de Souza Clausen, Adelaide Barbosa, Alice Ihlenfeld, Carlota Pioli, Djanyra Amin Pasqualin, Elly Weinand, Irene Rucinski, Lair Silva, Lili Matzenbacher, Maria Belisária da Luz, Maria Daluz Augusto, Maria Limongi, Metha Loise Moecke, já falecidas. E Aldair Wengerkiewicz Muncinelli, Clarice Roderjan Manfroni, Delci Aparecida Hausen Christ, Fahena Porto Horbatiuk, Helga Beate Will Clementino da Silva, Irene Winter, Jacira Ayres Fischer, Laurete Dub Pinto Conte, Leni Trentim Gaspari, Salime Farah, Therezinha Leony Wolff, ainda vivas.

TRÊS ACADÊMICOS

A edição comemorativa ao centenário de fundação do jornal Gazeta do Povo, que circulou no último fim de semana, dias 2 e 3, traz colaborações de três membros da Academia Paranaense de Letras (APL). Antônio Carlos Carneiro Neto – cadeira n.º 40, Dante Mendonça – cadeira n.º 1 e José Pio Martins -cadeira n.º 37 pontificam nas páginas da Edição Centenária. Fundada por Benjamin Lins e Oscar Joseph De Plácido e Silva, a Gazeta do Povo viveu seu esplendor sob o comando do jornalista e advogado Francisco da Cunha Pereira, falecido em 2011, que ocupou a cadeira n.º 18, da Academia Paranaense de Letras.

ESTATUTO DO IDOSO 

Na manhã da última segunda-feira, dia 04, recebi, mediante ofício, um exemplar do “Estatuto do Idoso”, numa gentileza do Município de Porto União, SC. Segundo o ofício: “Desejamos que a leitura dessa legislação possa de alguma maneira, servir de subsídio na sua área de atuação, trazendo-lhe ainda mais sucesso na sua trajetória diária como intermediador indispensável à administração da justiça”. Eliseu Mibach. Nota: Agradeço a gentileza!

BOLETIM

No meio dia da última terça-feira, dia 05, recebi, via Correios, dois exemplares do Boletim do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná 2018, que reúne valiosos estudos, ensaios, artigos e anotações a exemplo de “Antônio Tavares: O Guerreiro Esquecido do Contestado”, “Guaraqueçaba: A Vovózinha do Paraná” e outros. Nota: Como Associado Correspondente, desde dezembro de 2014, agradeço a remessa de tão importante publicação!

Beira do Iguaçu, Fevereiro de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPR   

Milho no Monjolo – 05 de Fevereiro de 2019

SAMBA DO ODILON

“É claro que eu concordo com tudo… mas tenho brincado com o Sr. Odilon sobre o samba só para deixar ele curioso… O samba já está pronto e se chama “Namoro Secreto”… O samba é para ele ouvir e rir junto dos filhos, netos, amigos e a mulher amada – O samba conta a história de uma mulher apaixonada que gosta de um cavalheiro cujo coração já tem dona… então a mulher apaixonada se sente derrotada e cai fora porque não consegue competir… é um samba de breque para rir…. Abraços”. (Texto de Nádia Maltauro Ayub, in e-mail datado de 09 de abril de 2.018).

NEM TUDO ESTÁ PERDIDO

A Praça Coronel Amazonas foi criada pelo Prefeito José Cleto, no mandato 1947-1950. Desde a criação foi dotada de um monumento importante – o Mapa do Brasil. Mais tarde, numa das reformas da Praça, no ano de 2000, este Mapa foi coberto com terra e, recentemente, em 2018, para surpresa de muita gente, foi descoberto. Assim e agora, em 2019, pretende-se valorizá-lo e preservá-lo como monumento histórico e cultural. Para tanto, contou com os professores Nivaldo Antônio Oliskovicz (pesquisador) e Ana Schnreiner (mestre em patrimônio cultural), além de outros experts no assunto. Ademais, pretende-se criar painéis que serão instalados próximos ao monumento, contando as alterações sofridas pelo Mapa do Brasil ao longo de sua história.

LITERATURA PARANAENSE

O SENAC Paraná promove, neste mês de fevereiro, duas palestras sobre Literatura Paranaense com membros da APL (Academia Paranaense de Letras). No dia 13, Marcio Renato dos Santos falará pela manhã. No dia 15, à tarde, será a vez de Luci Collin. Marcio Renato dos Santos é formado em Comunicação Social pela PUC-PR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná) e é mestre em Literatura pela UFPR (Universidade Federal do Paraná). Trabalhou na Gazeta do Povoe na Biblioteca Pública do Paraná, entre outros. Autor de sete livros de contos, além do “Dicionário Amoroso de Curitiba” e “Todo Dia Nunca é Igual”, “a História da Gazeta do Povo”, esta em parceria. Luci Collin é mestra e doutora em Literaturas Inglesas, pela UFPR e pela USP (Universidade de São Paulo), respectivamente. Professora de Literatura da UFPR, é poetisa, ficcionista e tradutora, com inúmeros livros publicados. Sua mais recente obra é “Papeis de Maria Dias”, que já foi adaptada para o teatro. Recebeu prêmios no Brasil e no exterior.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao professor Arnoldo Monteiro Bachnascido no dia 14 de janeiro de 1960, em Palmeira, Paraná. Escritor, historiador, membro do Instituto Histórico e Geográfico de Palmeira, da Academia de Letras dos Campos Gerais de Ponta Grossa, da Soberana Ordem do Sapo e outras Entidades. Autor dos livros: “Carroças, Carroções: Outras Histórias”, “Vapores”, Alemães do Volga no Pugas”, “Contos Fantásticos”, “Contos Mágicos”, “Trens”, “Porcadeiros”, “Tropeiros”, “Colônia Cecília” e “Diligêncuas”.

Beira do Iguaçu, Fevereiro de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPR

Milho no Monjolo – 01 de Fevereiro de 2018

 

EFICIÊNCIA

“Porto União é o Município mais eficiente na gestão de recursos em educação do Planalto Norte. De acordo com o Atlas da Eficiência, Porto União é o 29º Município em Santa Catarina no ranking dos mais eficientes em gestão de recursos destinados a educação e o primeiro no Planalto Norte, num universo de 268 Municípios Catarinenses. Quem atesta a informação é a Universidade de Brasília que desenvolveu uma pesquisa certificada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em âmbito nacional. Os pesquisadores formularam uma plataforma que recebe e armazena informações calculando a eficiência da destinação de recursos públicos na educação. Segundo os dados apresentados, Porto União tem um aproveitamento de 88,9% numa escala que vai até 100.  A pesquisa, além de apontar o cenário atual, propõe ações para que o aproveitamento de recursos esteja o mais próximo possível de 100%. Segundo levantamento, hoje o Município precisa reduzir o investimento por aluno; reduzir o esforço docente ; reduzir o número de servidores, exceto docentes; aumentar o índice de proficiência; aumentar a retenção escolar e aumentar a taxa de aprovação no Ensino Fundamental. Mais uma conquista comemorada pela Secretária Municipal de Educação, Aldair Muncinelli, que afirma que “muitas novidades para nossos alunos estão por vir. O Programa Escola da Inteligência será adotado para trabalhar a inteligência emocional dos nossos alunos, preparando-os para os desafios que encontrarão em suas vidas escolares”. Ou seja, maior aproveitamento para que no próximo ranking Porto União consiga colocação ainda melhor”. (Texto da jornalista Léa Alberti).
ESCOLA DA INTELIGÊNCIA

“Porto União implantará a Escola da Inteligência no ano letivo de 2019. O Programa contemplará inicialmente 239 crianças da Educação Infantil e Fundamental. O investimento será de R$ 215,00 (duzentos e quinze reais) por aluno e o conteúdo contempla além das crianças, professores e família. O Programa Escola da Inteligência é de iniciativa do psiquiatra e pesquisador conceituado Augusto Curi. Tem por objetivo trabalhar o psicológico infantil para lidarem com perdas, frustrações e adaptações cultivando a empatia e a resiliência cuidando das emoções. As crianças são incentivadas a se tornarem pensadores criativos, ousados, altruístas e tolerantes. A implantação do programa se dá por meio de treinamento aos professores, materiais didáticos para os alunos, palestras para família e utiliza novas tecnologias como aplicativos de celular. Os materiais da Escola da Inteligência são aplicados em uma hora/aula por semana dentro da grade curricular, como uma nova disciplina ou dentro de uma disciplina já existente. O pioneirismo no Planalto Norte da implantação da Escola da Inteligência fica com Porto União e o gestor do programa em Santa Catarina, Jeferson Fonseca, optou por oferecer esse diferencial por reconhecer a qualidade do trabalho no Município. Segundo a Secretária Municipal de Educação, Aldair Muncinelli, “a Escola da Inteligência é um trabalho de atendimento personalizado particular que está sendo destinado para o ensino público. As escolas contempladas em primeiro momento são NEI Sonho de Criança, NEI Arco Iris, NEI Castelo Encantado e Núcleo Educacional São Bernardo do Campo”, comemora. As crianças serão trabalhadas em torno de alguns objetivos que são: gerenciamento das emoções e desenvolvimento da inteligência; postura empreendedora e criatividade; melhoria do rendimento escolar e do aprendizado; combate e prevenção ao bullyng e às drogas; habilidades para construir relações saudáveis e administrar conflitos; aumento da qualidade de vida de professores, famílias e alunos”. (Texto da jornalista Léa Alberti).

 

Beira do Iguaçu, Fevereiro de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 29 de Janeiro de 2019

A VIDA 1

Já está nas livrarias o livro “A Vida na Visão do Espiritismo”, de Alexandre Caldini Neto. “Reflexões sobre o sentido da vida e o caminho para a evolução espiritual. Por que encarnamos? Quem é nossa família? Sofrer é bom para nossa evolução? Podemos interferir no destino de outra pessoa? Por que algumas pessoas são mais felizes que outras? À luz da filosofia espírita, Alexandre Caldini Neto responde a essas e outras fascinantes questões, abordando temas como a razão de nossas dificuldades, a necessidade do perdão, o medo e a coragem, o amor e as paixões, a caridade, as diferenças entre as pessoas, o destino, o trabalho e a fé. Com base nas obras de Allan Kardec, o autor fala da vida antes da vida, ou seja, da preparação para uma nova encarnação, comenta o importante papel da família e esclarece conceitos fundamentais para o espiritismo, como o livre-arbítrio e a lei de ação e reação. Em linguagem simples e de fácil compreensão, Alexandre Caldini Neto nos leva a refletir sobre nossa conduta, nossos relacionamentos, nossos defeitos e nossas virtudes, inspirando-nos a investir no autoaperfeiçamento contínuo e a mudar determinadas atitudes para construir uma vida repleta de significado, realização e alegria”. (Fonte: Livraria Saraiva).

 A VIDA 2

Alexandre Caldini iniciou seus estudos no espiritismo há cerca de 30 anos. Quanto mais se aprofunda na filosofia espírita, mais claramente percebe quanto ainda há por avançar em conhecimento e autoaperfeiçoamento. Mas aí se lembra da reencarnação, percebe que tem tempo de sobra, se anima e segue buscando o conhecimento que permeia nossa fascinante jornada. Alexandre Caldini Neto também é autor de “Espiritismo” (Bella Editora) e “A Morte na Visão do Espiritismo” (Editora Sextante), que já vendeu mais de 60 mil exemplares.

 ESCREVEM OS LEITORES

“Bom dia Odilon e Bom dia Aldair e ponham BOM DIA nisso.  Eu  e a Bernadete estamos enviando nossos sinceros PARABÉNS para vocês pela comemoração de BODAS DE OURO DE FELIZ CASAMENTO. Emoção é um sentimento unipessoal e intransferível e só vocês dois, e ainda com suas peculiaridades individuais,  sabem realmente o que sente o coração de vocês.  O dia de hoje é demais marcante para vocês com a bênção adicional de terem constituído uma valorosa família, um patrimônio que não tem preço mas tem um valor imensurável. Vocês colheram o que plantaram e merecem o orgulho que os abrange. Desejamos para vocês que a vida lhes proporcione o suficiente para  viverem muitos momentos especiais com muitas realizações sempre acobertados pelas bênçãos de DEUS. Nossos fraternais abraços com muita alegria. Saudações conterrâneas.Bernadete e Stefano Jakubiu”. (E-Mail da última seta-feira, dia 25). Nota: Sensibilizados a Aldair e este Colunista agradecem a lembrança.

 A ÚLTIMA

“As pessoas não morrem até que o último vivente lembre delas”. (Eliseu, personagem da novela “O Tempo Não Pára”.

 

Beira do Iguaçu, Janeiro de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 25 de Janeiro de 2019

 

NOSSA TERRA, NOSSAS GENTES, NOSSAS COISAS

Nas minhas andanças pelas redes sociais encontrei um texto saudosista da autoria do Jornalista, Escritor e Bacharel em Direito Jorge Yared. Vale a pena repeti-lo! – “Dia 7 de fevereiro, daqui a pouco mais de um mês completo 63 anos. Quero com esta postagem homenagear pessoas de minha geração que habitaram durante sua juventude (anos 70 e 80) duas cidades que guardo com carinho especial em minhas recordações: Porto União, SC e União da Vitória, PR. Hoje, dia 5 de janeiro de 2017, comprei um pastel delicioso que é vendido em frente ao Terminal do Centenário, aqui em Curitiba, onde resido atualmente. Quando saboreava o delicioso pastel viajei no tempo. Veio-me à lembrança os pastéis da Pastelândia, em União da Vitória. Quem morou lá sabe da delícia que eram os pasteis da pastelaria do português (não era de japonês), primeiro numa casa de alvenaria só na fachada, mas com o seu interior em madeira e que ficava quase em frente ao Clube Apolo e depois mudou-se para as modernas instalações no Edifício Thomazi, na Praça Alvir Riesemberg, (o primeiro com elevador nas cidades), onde no último andar funcionava a Rádio Educadora. Quem é da minha época vai lembrar também do X-Burguer, da Sorveteria 7 de Setembro, da pipoca do Franz que todos chamavam de “Seo França”, na Estação, dos docinhos do Rubens feitos pela Dona Sofia e vendidos numa caixinha de madeira que ele carregava amarrada por um cordão que contornava seu pescoço. Os docinhos de leite e de coco eram cobertos por um pano branco decorado por um caprichoso bordado certamente feito pela Dona Sofia. Também vai lembrar da Churrascaria Meu Cantinho e seu famoso galeto com queijo parmesão, dos jornais Caiçara, Traço de União e O Comércio. Da Feira Intercolegial Estudantil do Livro (FIEL) que acontecia alternadamente nas Praças Coronel Marcondes, em União da Vitória, e Hercílio Luz, em Porto União. Das pistas de Bolão, no Aliança e do Boliche perto da Praça Hercílio Luz. Dos desfiles de 7 de setembro quando todo mundo aguardava a apresentação da famosa banda do exército e o desfile dos militares e seus aparatos que impressionavam. Das festas juninas nos salões e pátios das Igrejas, do bingo, do “xixo”, do quentão, do pinhão e da fogueira de São João. Aliás, no Bairro de São Pedro, nos Tócos, a maior fogueira que já vi. Das sessões dos Cines Odeon, Luz e Ópera (a sociedade se encontrava nas sessões de domingo à noite no Ópera). Das saídas dos Colégios Santos Anjos e Tulio de França. Das missas nas paróquias de Porto União e de União da Vitória. Quem é de lá vai lembrar do nosso querido Balneário, do Baú Clube de Campo e da primeira piscina de clube social, no Circulo Militar. Dos memoráveis bailes dos clubes Apolo, Aliança e Concórdia. Da loja do Gabriel Nemes, na Avenida Manoel Ribas, em frente ao Clube Apolo, onde comprávamos serpentina, confete, máscaras e lança perfume para o carnaval. Dos campeonatos de futebol onde se destacavam os times do Avaí, São Bernardo, Ferroviário e União. Dos Jogos Colegiais da Primavera no Ginásio de Esporte do Túlio de França. Das Rádios Educadora, União e Colmeia, aliás essas duas últimas tinham auditório onde se apresentavam grupos musicais na época da Jovem Guarda. Enfim, quem é ou foi de lá e viveu na mesma época que eu, com certeza vai lembrar de muitos outros lugares, além desses por mim relatados. Isso prova aquilo que escrevi anteriormente: Foi uma época de ouro em um lugar muito especial e tudo isso veio como um flash a partir da primeira mordida no pastel de carne moída com mostarda escura. Bons tempos, doces recordações. (JoYa)”.

Beira do Iguaçu, Janeiro de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 22 de Janeiro de 2019

SAMBA DO ODILON

“Eu amo / Admirar este homem / Que tanto desejo em sonho / Pois bem sei que ele é o meu jardim / Porém / Na sua vida correta / Está a minha rival invencível e linda / Exalando jasmim/ Como namorar e casar? / E mostrar que a vida é um dom? / Como viajar e amar? / Se tem dona o teu coração? / Como fazer compras e gastar? / E mandar pra lá solidão? / Como te amar Odilon? / Odi… Odi…Odilon /  Vá pra ela vá Odilon / Odi… Odi…Odilon / Reclamo / Quanto eu tenho pensado / E me iludido enfim / Esperando alguém por mim / Mas elec / O coração me aperta / Adora outra e me diz que a vida sem ela / É uma avenida deserta / Como namorar e casar? / E mostrar que a vida é um dom? / Como viajar e amar? / Se tem dona o teu coração? / Como fazer compras e gastar? / E mandar pra lá solidão? / Como te amar Odilon? / Odi… Odi…Odilon / Vá pra ela vá Odilon / Odi… Odi… Odilon Muncinelli.”. (Letra: Nádia Maltauro Ayub e Música: Edison). Nota: Mais uma vez, agradeço o vídeo com o Samba do Odilon interpretado pelo Edison.

APRESENTAÇÃO  DO LIVRO “MINHA HISTÓRIA”

Com uma vida repleta de realizações significativas, Michelle Obama se consolidou como uma das mulheres mais icônicas e cativantes de nosso tempo. Como Primeira-Dama dos Estados Unidos — a primeira afro-americana a ocupar essa posição —, ela ajudou a criar a mais acolhedora e inclusiva Casa Branca da História. Ao mesmo tempo, se posicionou como uma poderosa porta-voz das mulheres e meninas nos Estados Unidos e ao redor do mundo, mudando drasticamente a forma como as famílias levam suas vidas em busca de um modelo mais saudável e ativo, e se posicionando ao lado de seu marido durante os anos em que Barak Obama presidiu os Estados Unidos em alguns dos momentos mais angustiantes da História do País. Ao longo do caminho, ela nos ensinou alguns passos de dança, arrasou no Carpool Karaoke e criou duas filhas responsáveis e centradas, apesar do impiedoso olhar da mídia. Em suas memórias, um trabalho de profunda reflexão e com uma narrativa envolvente, Michelle Obama convida os leitores a conhecer seu mundo, recontando as experiências que a moldaram — da infância na região de South Side, em Chicago, e os seus anos como executiva tentando equilibrar as demandas da maternidade e do trabalho, ao período em que passou no endereço mais famoso do mundo. Com honestidade e uma inteligência aguçada, ela descreve seus triunfos e suas decepções, tanto públicas quanto privadas, e conta toda a sua história, conforme a viveu — em suas próprias palavras e em seus próprios termos. Reconfortante, sábio e revelador, Minha História” traz um relato íntimo e singular, de uma mulher com alma e consistência que desafiou constantemente as expectativas — e cuja história nos inspira a fazer o mesmo”.

EVASÃO ESCOLAR

Na semana passadaa, dia 17, a Câmara Municipal de União da Vitória, Paraná,  aprovou o Projeto de Lei que prevê a proteção e amparo à educação mediante o cobate à evasão escolar. Nota 1: Além deste Projeto de Lei, já foi sancionada a Lei no 4.731, de 19 de março de 2.018; que trata da Prevenção e Combate à Evasão Escolar. Nota 2: Brevmente, a Evasão Escolar será objeto de um livro a ser publicado neste ano, com estudos, artigos e comentários a respeito do assunto.

Beira do Iguaçu, Janeiro de 2.019

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr