GOTINHAS: Vacinação contra a Poliomielite começa na próxima semana

Dia 15, é o Dia “D” de combate. Na ocasião, multivacinação também será realizada

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Atualizado há 11 anos

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, popularmente conhecida como Paralisia Infantil, começa em todo o País no dia 15. A etapa segue até o dia 31. A imunização é destinada para crianças menores de cinco anos e estará disponível nas Unidades Básicas de Saúde.

Em União da Vitória, no sábado 15, Dia “D”, todos os postos estarão abertos ao longo do dia, das 8 às 17 horas. Quem for até o posto, poderá também colocar a carteirinha em dia, dentro do projeto de multivacinação. “Caso a criança tenha alguma vacina em atraso, receberá a dose”, explica a diretora de Atenção Primária, Ester Müller.

A meta do município é imunizar 3.455 crianças. “Todas as crianças menores de cinco anos devem ser levadas pelos pais ou responsáveis até a Unidade de Saúde mais próxima”, reforça. “É indispensável a apresentação da carteira de vacinação”, lembra Ester.

Em Porto União, outras 2.058 crianças precisam receber as gotinhas. Nesta semana, a equipe da Epidemiologia esteve em Canoinhas, participando de uma capacitação voltada ao início da campanha.

Sobre a campanha

A vacina contra a Paralisia é um serviço básico oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e está disponível durante todo o ano nos postos de saúde, na vacinação de rotina. Além do esquema básico – as três doses de rotina – a criança de até 5 anos de idade tem de tomar todos os anos as duas doses da campanha. A doença é grave e na maioria das vezes, a criança contaminada adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso.

Existe um movimento mundial de erradicação da pólio. Ela é endêmica (a transmissão da doença é constante) em quatro países: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão. Outros 15 países têm registro de casos importados: Sudão, Uganda, Quênia, Benin, Angola, Togo, Burquina Faso, Níger, Mali, República Centro-Africana, Chade, Costa do Marfim, Gana, Nepal e República Democrática do Congo. No Brasil, o último caso registrado foi em 1990.

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