Quadrilha envolvida em confronto com a PM pode ter ramificações

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Atualizado há 11 anos

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(Foto: Folha de Irati)

O major Jean Rafael Puchetti, comandante da 8ª Companhia Independente de Polícia Militar, conversou com a imprensa na tarde de ontem sobre o episodio que culminou na morte do policial militar Abrão Kanclarovicz, de 37 anos, durante troca de tiros contra bandidos em Rio Azul, no último sábado.

Apesar da prisão de um dos suspeitos e da morte de outros três, seguem as investigações sobre a quadrilha.

Mandados de busca foram cumpridos em Curitiba ao mesmo tempo em que ocorria o sepultamento do soldado Abrão, na tarde de domingo, 9. A operação policial prossegue, a PM observou que a quadrilha possui muitas ramificações, além de poder financeiro e de fogo. “Vamos investigá-los de forma profunda, pois queremos acabar com a quadrilha por completo”, garantiu o major.

Puchetti afirma que a hipótese alegada pela quadrilha está sob suspeita. A princípio, eles afirmaram que pretendiam efetuar um assalto na região de Mallet, sem contar o local.

Pelo poder de fogo e as articulações da quadrilha, as equipes da 8ª Companhia acreditam que os suspeitos pretendiam agir também em Rebouças ou Rio Azul. “Eles estavam percorrendo a região e talvez tivessem intenção de agir em qualquer uma das áreas”, analisa o major.

A polícia já cumpriu dois mandados de busca e mantém o monitoramento do restante da quadrilha. Até agora, os endereços informados não correspondem e, por isso, o major acredita que possa haver outros locais, outros suspeitos e outras intenções criminosas na região.

No horário do primeiro confronto, às 14h de sábado, 8, a polícia trabalha com a hipótese de que a quadrilha ainda estava fazendo o reconhecimento do terreno e planejando a execução do suposto assalto.

De acordo com as averiguações da polícia, o chassi da caminhonete Toyota Hilux usada pelos bandidos indica que ela foi roubada. O veículo também apresentava uma “placa quente” de Cascavel, o que leva a PM a crer que faz parte do esquema de quadrilha organizada.

“A Polícia Militar está acompanhando e investigando, de maneira profunda e criteriosa, todos os envolvidos e vamos dar as respostas devidas que a sociedade merece. Tão logo tenhamos essas informações mais precisas, que possam ser divulgadas, assim o faremos”, garante Puchetti.

Com informações da Rádio Najuá

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