
Terminou na segunda-feira, 31 de agosto, e não deve ter prorrogação, a edição deste ano da campanha contra a Poliomielite – a popular Paralisia Infantil. A campanha nacional teve início no dia 15. Nas Cidades Irmãs, a cobertura superou a estimativa das equipes das secretarias de Saúde.
Deveriam ser vacinados todos os menores de cinco anos e bebês maiores de seis meses de idade. Durante a campanha, a multivacinação também foi oferecida às crianças com algum atraso na carteirinha.
Cobertura
Conforme a Secretaria da Saúde, em União da Vitória, mais de 100% das crianças menores de cinco anos foram vacinadas. A cidade é a única na 6ª Regional de Saúde que atingiu a meta estipulada para a vacinação contra a Paralisia. O percentual atingido é de 112%.
A notícia foi comemorada pelo secretário municipal de Saúde, Maurício Schewinski, que atribui o sucesso da campanha ao empenho dos profissionais do setor, na divulgação da ação e na conscientização dos pais sobre a importância da imunização. Para o secretário, isso também é reflexo do dia “D” realizado em 15 de agosto, quando todas as unidades ficaram abertas durante o dia. “A comunidade entendeu a importância dessa vacinação e foi até os postos. No primeiro dia já conseguimos alcançar 80% da meta”, comemora.
Porto União também está bem ranqueada. A cidade integra, junto com outras seis cidades, a regional de Canoinhas, pioneira, assim como União da Vitória, em cumprir com as orientações do Ministério da Saúde com relação à cobertura. “Estamos muito satisfeitos com o trabalho de toda a equipe da Regional e dos nossos municípios, pois fomos a primeira no Estado a atingir a meta e os dados ainda não estão fechados”, destacou na sexta-feira, 28, o gerente regional de Saúde, Antônio Gilberto de Carvalho.
Para a técnica de enfermagem da secretaria local da Saúde, Melania Koczyla, o resultado é fruto do empenho dos pais, do clima e do trabalho da equipe. “Tudo ajudou”, resume. A “receita” é defendida pelo secretário da pasta, Jair Giraldi. “A exemplo dos anos anteriores, vacinamos 100% das crianças. No dia “D” trabalhamos muito, com toda a equipe e isso ajudou muito para que as pessoas acessassem ao serviço”, avalia.