Prefeita de Porto Vitória pretende ampliar frentes de atuação com a Cohapar

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Atualizado há 11 anos

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(Foto: Assessoria).

O presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Abelardo Lupion, e a prefeita de Porto Vitória, Marisa de Fatima de Souza, estiveram reunidos na sede da empresa, em Curitiba, nesta terça-feira (15). Eles conversaram sobre as perspectivas de novos investimentos no setor da habitação popular para o município e também realizaram um acompanhamento dos projetos em andamento.

“Nós aproveitamos o encontro com o presidente Lupion para reforçarmos o pedido de auxílio no encaminhamento dos nossos projetos habitacionais”, afirmou Marisa. Uma das ações discutidas foi a construção de 30 casas populares para famílias de baixa renda, que devem ser viabilizadas através de um trabalho integrado do município com a Cohapar e a Secretaria Estadual do Trabalho e Desenvolvimento Social dentro do programa Família Paranaense.

Segundo a prefeita, a administração municipal também negocia a doação de 24 lotes urbanizados destinados ao atendimento de famílias com maior poder aquisitivo. A ideia é que os moradores selecionados adquiram terrenos com toda a infraestrutura urbana para a construção da casa própria.

Outro interesse da prefeitura é aderir ao programa de Moradias para Servidores públicos, lançado pelo governo estadual em julho deste ano. A iniciativa prevê a construção de prédios com 16 apartamentos cada em todas as regiões do Paraná para o atendimento de servidores públicos ativos e inativos dos três níveis de governo.

Para Lupion, o projeto é uma forma de reconhecimento aos serviços prestados pelos trabalhadores do setor público. “Com estes empreendimentos terão condições mais atrativas que as de mercado para que professores, policiais e outros profissionais das prefeituras, governo estadual e governo federal também possam adquirir uma casa própria”, explicou o presidente da Cohapar.

Investimentos no campo
– Além dos novos projetos, 41 famílias rurais de Porto Vitória já haviam sido contempladas com novas moradias por meio de um trabalho integrado do poder público no Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR). Outras 20 unidades da mesma modalidade estão em obras. Os investimentos no projeto ultrapassam R$ 1,7 milhão.

O PNHR é destinado ao atendimento de agricultores familiares com renda bruta anual de até R$ 15 mil. Elas pagam quatro parcelas anuais de R$ 285 pelos imóveis, sendo o restante do valor subsidiado pelos governos estadual, federal e municipal.

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