Brasileiros participam de amigo oculto como forma de economizar

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Atualizado há 11 anos

Mesmo com a economia em crise, no final de ano não devem faltar presentes e comemorações de Natal. Quando os gastos começam a aumentar sem planejamento, o jeito é utilizar estratégias para aliviar o bolso na hora da compra. Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que seis em cada dez brasileiros (65,6%) costumam participar de amigo secreto, e para 30,6% a principal justificativa é a economia de dinheiro que a brincadeira proporciona.

O modelo tradicional e mais conhecido de amigo secreto funciona com um sorteio entre um grupo de pessoas e cada um deve comprar um presente para a pessoa que tirou, cuja identidade só é revelada no dia da troca de presentes. Para quem quer usar a criatividade e inovar na brincadeira, há opções diferentes que podem ser uma boa ideia para as confraternizações de fim de ano.

Vale, por exemplo, fazer um amigo secreto para trocar chocolates ou outros quitutes, como tortas, biscoitos e bolos feito pela própria pessoa. É possível ainda combinar o presente que cada um quer receber, como livros, CDs ou DVDs, garrafas, canecas ou qualquer outro item que as pessoas quiserem. O importante é que todos ganhem o mesmo utensílio, ainda que de modelos diferentes.

No lugar de objetos, os amigos secretos podem se presentear com mensagens, cartas, bilhetes ou histórias emocionantes ou engraçadas. O legal mesmo é usar a criatividade para sair da mesmice de todos os anos e enfrentar a crise de maneira divertida.

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