Na noite desta segunda-feira, 5, foi a vez da temática sobre cultura Afro Brasileira que envolveu o público com informação, saber e sabor durante o Curso de Formação Docente “Desmistificação da Negatividade da Cultura Negra através da Arte”, na Faculdade Estadual de Filosofia Ciências e Letras (Fafiuv). O curso faz parte das ações do projeto História da África e da Cultura Afro-Brasileira que integra o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid). O evento segue até esta quarta-feira.
Palestra show
A palestra show de abertura na segunda-feira, 5, contou com a presença do Grupo Ekamba – do subprojeto de História da África, seguido de Evandro Passos e dos oficineiros do Curso Marcial Ávila, Márcio Martins, Mary Gam, Mestre Warlem e Ocácia Terezinha. As raízes negras formaram um convite para que o público participasse das oficinas oferecidas pela Fafiuv sendo os seguintes temas: Palestra e dinâmica prática: A Arte Negra nos Livros Didáticos; Márcio Martins – Palestra e oficina: A influência Africana na música brasileira – Percussão; Mary Gam – Palestra e oficina: A Arte Africana influencia o Brasil – Máscaras Africanas; Mestre Warlem – Capoeira para crianças; Ocácia Terezinha – Contação de História.
Evandro Passos
Evandro é bailarino e coreógrafo, especialista em danças africanas pelo Ensemble Djolem, Diretor da Associação Sócio- Cultural Bataka, professor do Curso de Dança e Cultura Afro-Brasileira do Centro Universitário de Belo Horizonte e Membro do Comitê Internacional de Dança.
Objetivo
De acordo com um dos organizadores do evento, professor Dr. Ilton César Martins, os objetivos do evento se referem a possibilitar aos alunos, professores e público em geral aprender a história do Brasil, mediante a revisão das trajetórias que envolveram os povos de origem africana e a história do negro mo País por meio da arte. Mostrando reflexos que a mídia e o currículo escolar camuflam. O evento irá proporcionar aos alunos, professores e público em geral atividades teóricas (debates e palestrar) e práticas (oficinas e mostras), de maneira a envolvê-los no projeto. Também, o evento tende a fomentar a reflexão crítica sobre a história, cultura e realidade social afro-brasileira, com bases na Lei nº 10.639/2003, da obrigatoriedade do Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. A certificação será de 20 h/a.