Também no boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde do Paraná (Sesa) nesta terça-feira, 5, o município de União da Vitória teve dois casos de gripe H1N1 confirmados. Os exames foram realizados pelo Laboratório Central do Estado (Lacen).
Conforme a Secretaria de Saúde os pacientes com casos confirmados passam bem e estão fora de perigo.
Segundo a enfermeira Ester Müller, o município faz levantamentos constantes sobre a gripe e quando algum paciente apresenta os sintomas mais fortes o exame é feito.
Ester lembra que ao apresentar sintomas de febre alta, dor pelo corpo, falta de ar, sintomas decorrentes de uma gripe forte, a pessoa deve procurar a unidade de saúde mais próxima para tratamento. “Todas as nossas unidades de saúde estão preparadas para realizar o exame, e nós também temos o medicamento necessário para casos confirmados”, lembra a enfermeira.
No próximo dia 25, Paraná e Santa Catarina darão início a campanha de vacinação contra a gripe. Os estados antecipam em cinco dias as doses da vacina devido os casos registrados no primeiro trimestre.
Em Porto União, conforme a Secretaria de Saúde, não há casos confirmados, muito menos registro de pacientes infectados com o vírus, mas, em nota, garantiu que está preparada para atender um possível surto. “A Secretaria de Saúde de Porto União confirma que não há nenhum caso suspeito, muito menos confirmado, de pessoas infectadas com o vírus H1N1 no município. Em razão do aumento de casos em Santa Catarina, a campanha de vacinação foi antecipada para iniciar no dia 25 de abril. Mesmo assim, as equipes de Saúde já seguem diariamente um protocolo para diagnóstico inicial com relação aos sintomas apresentados pelo vírus durante o atendimento aos pacientes no sistema SUS”, diz a nota.
Com relação ao medicamento usado no tratamento, o Tamiflu, a Secretaria garante que há o medicamento caso seja necessário a utilização em algum tratamento.
Público alvo
Terão direito à vacina gratuita crianças menores de 5 anos, gestantes, mães com até 40 dias após o parto, idosos, profissionais de saúde, indígenas, detentos e portadores de doenças crônicas. Quem não faz parte do público-alvo da vacina pode comprar a dose na rede privada.