Conforme disse o vereador Ziliotto Daldin, na edição do jornal O Comércio da semana passada, sobre a elaboração de um requerimento em prol dos Patrimônios Públicos, o mesmo apresentou na noite da segunda-feira, 12, durante Reunião Ordinária, o requerimentos aos demais edis.
Conforme nº 145/2012 o requerimento pede “ao Prefeito Municipal, para que determine ao setor responsável pela manutenção dos Pontos Turísticos do Município, realizar levantamento das reais condições envolvendo os mesmos, a exemplo das Pontes, do Morro do Cristo e demais pontos turísticos, procedendo posteriormente a sua manutenção, recuperação nos casos que necessitar bem como a limpeza com pintura geral.
Já com referência à Casa da Família Amazonas, deverá o município realizar levantamento para que seja tombada como patrimônio histórico e posteriormente a própria municipalidade se responsabilizar pela recuperação, a qual poderá através da Fundação de Cultura ser incluída no projeto de visitação de monumentos do Contestado”.
Vale ressaltar que o vereador Daldin pede uma solução imediata acerca da restauração do Casarão.
O vereador sugere que algo seja feito emergencialmente em prol dos patrimônios públicos. A justificativa do vereador se refere que “tendo em vista que União da Vitória é considerada cidade turística, deve-se priorizar pela conservação dos pontos turísticos, para que assim a cidade permaneça atrativa para o turismo”.
Livro Tombo
Do contrário do que apresentou o vereador na noite da segunda-feira, a Casa Coronel Amazonas, situada no Distrito de São Cristovão, conforme explicação da Coordenadora da Casa Cultural Aníbal Khury de Porto União, Therezinha Wolff, há cerca de seis anos, a mesma contribuiu para a elaboração de um projeto constando a Casa da Família Amazonas no Livro Tombo do município para que fosse preservada. No entanto, o Casarão ainda não foi tombado pelo Estado.
Segundo ela, na época a casa não estava tão deteriorada. “Eu sinto uma dor enorme em saber que a casa está deteriorada e ninguém faz nada por ela. Apenas tentativas e mais nada.”