GREVE: Sindicatos aderem à movimento nacional

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Atualizado há 10 anos

O movimento é Nacional e tem a reforma da Previdência como motivo. Por isso, nesta quarta, 15, várias categorias de servidores (saúde, educação, metalurgia, por exemplo) preparam uma imensa manifestação contra as últimas medidas adotadas pelo Governo Federal.

Na região do Vale do Iguaçu, a adesão ocorre entre os professores das redes estaduais de Santa Cataria e do Paraná. A Núcleo Regional da Educação (NRE) de União da Vitória, não confirma a paralisação, embora ela já sido anunciada no início do ano letivo pela própria categoria. No caso dos professores, conforme o presidente da APP-Sindicato, Hermes Silva Leão, o movimento é por tempo indeterminado.

“A nossa greve prosseguirá durante toda a semana e a partir do comando nacional de greve, vamos avaliar nosso movimento no dia 18. A greve é por tempo indeterminado. Tem pauta nacional, que unifica os trabalhadores, especialmente contra a reforma da previdência”, disse Leão em uma transmissão, por meio da página do Sindicato no Facebook. A greve na região do Paraná também se manifesta contra o Estado. “Onde queremos ajustes na distribuição de aulas, reajuste da data-base, no número de funcionários da escola e uma luta contra a demissão dos professores”, enfatiza o presidente.

Do lado catarinense, a confirmação de greve também vem da rede social. O Sinte confirma o início do movimento para amanhã e também convoca os professores para o ato público que será realizado na frente da Assembleia Estadual. No Paraná, isso também ocorre.

Outras categorias

No Vale do Iguaçu, devem participar de uma manifestação pacífica, os seguintes sindicatos: dos trabalhadores em transportes rodoviários, da construção e mobiliário e dos trabalhadores rurais. Entram na lista também, a associação dos professores do Paraná e o Movimento das Mulheres. A mobilização começa às 9 horas, em frente à Câmara de Vereadores de União da Vitória.

Orientação

O NRE, mesmo não confirmando a adesão local dos professores, recomenda aos pais a conversa com a direção da escola para entender o calendário, bem como ficar por dentro das orientações. Mandar ou não o filho para a aula, é a principal dúvida.

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