
O chefe da Casa Civil do Governo do Paraná, Valdir Rossoni, abriu na noite desta quarta-feira, 28, em Foz do Iguaçu, a 12ª Edição do Festival das Cataratas, que reúne até sexta-feira, 30, mais de 7,5 mil pessoas entre agentes de viagem, operadores de turismo, hoteleiros e representantes de nove países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Representando o governador Beto Richa, Rossoni lembrou que o Paraná é um dos principais destinos turísticos do Brasil e também a quarta mais importante porta de entrada de estrangeiros no país, atrás somente de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.
“O mundo investe no turismo, que é uma indústria limpa que gera muitos empregos e traz desenvolvimento. Mas para atrair os visitantes é preciso investimento. E nós estamos fazendo a nossa parte. Afinal, um lugar só é bom de ser visitado quando antes é bom para quem mora nele”, afirmou.
Também participaram do evento Luiz Fernando Vianna, diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional; Hussein Bakri, deputado estadual; e Ibrahim Alzeben, embaixador do Estado da Palestina no Brasil, além de vereadores e lideranças empresariais.
INVESTIMENTOS
O chefe da Casa Civil lembrou que o Paraná hoje é reconhecido como um dos estados mais equilibrados financeiramente, graças a ajustes fiscais realizados pelo governo do Estado. E que isso possibilitou investimentos em infraestrutura e em setores fundamentais para que os municípios tenham qualidade de vida.
“Nossas estradas estão sendo todas recuperadas num dos maiores investimentos feitos no Brasil em malha viária. Ao todo, vamos aplicar R$ 2,4 bilhões para oferecer tranquilidade e segurança a quem mora no Paraná e a quem nos visita”, explicou.
ECONOMIA
Rossoni também ressaltou o crescimento da economia paranaense no momento em que o país atravessa uma das piores crises de sua história. Segundo pesquisa do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes), a economia registou um avanço de 2,5% no primeiro trimestre de 2017, em relação ao mesmo período do ano passado. O desempenho paranaense, fortemente influenciado pela agropecuária, foi bem superior à média da economia brasileira.