Fusa realiza programa Mãe Paranaense

Isso quer dizer que a equipe de saúde do posto mais próximo estará sempre acompanhando a gestante.

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Atualizado há 14 anos

Do portão da casa já se escuta o anúncio de que ali tem um novo, indefeso e encantador morador.  O choro fino, miadinho, leva até o quarto onde está o recém nascido que trouxe tanta alegria para aquela casa.
Com a alegria de um novo filho, vem também muitas preocupações e dúvidas referentes aos cuidados com o bebê. Para ajudar nesse momento tão intenso de emoções a Fundação Municipal de Saúde de União da Vitória (FUSA) está seguindo o programa governamental Rede Mãe Paranaense.
O prefeito Pedro Ivo Ilkiv apóia esse programa. Para ele o cuidado e a saúde da mãe e o bem estar do recém nascido devem ser prioridade na saúde.
Este programa tem como proposta a organização da atenção Materno-infantil, desde o pré-natal ao acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança até o seu primeiro ano de vida.

Ela terá como direito no mínimo sete consultas pré natal, realização de exames, garantia de ambulatório especializado para as gestantes e crianças de risco e a garantia do parto por meio de um sistema de vinculação ao hospital conforme o risco gestacional.
A equipe da unidade de saúde, geralmente formada por uma enfermeira e um Agente Comunitária de Saúde (ACS), realizará uma visita domiciliar para a puerpéra (mulher que recentemente teve um parto) e os recém nascidos que tiverem alta hospitalar, para orientação, execução de procedimentos e tratamento supervisionados..
“As dificuldades mais freqüentes são referente à amamentação. Ou a “pega” do bebê está errada,  com isso acaba causando fissuras na mama, ou o bebê tem dificuldade para pegar. É bem freqüente também a mama encher muito de leite e causar dor á mulher” explica a enfermeira Marlise Kuiava.
Outro ponto fundamental ressaltado pela enfermeira é sobre a influência da família: “O apoio familiar é fundamental, mas é importante que a mãe ouça os conselhos dos profissionais, as receitas caseiras nem sempre funcionam, por isso a família deve interferir de forma positiva nessa fase”, conta Marlise.
As visitas na casa do bebê acontecem mensalmente pelo ACS da área até que ele complete 1 ano de vida. Após esse período as visitas continuam com uma distância maior de tempo. É de responsabilidade do ACS orientar sobre as vacinas e agendamento de consultas.

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