PPS apresenta projeto Pé na Estrada em união da vitória

Rubens Bueno apresenta pré-candidatos ao governo do estado

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Atualizado há 9 anos

PPS se adianta na sucessão estadual de 2018
PPS se adianta na sucessão estadual de 2018

A noite fria de quinta-feira, 20, em União da Vitória, esquentou com a presença do líder do PPS do Paraná, deputado federal Rubens Bueno que desembarcou com o Projeto Pé na Estrada. Rubens Bueno, que proferiu palestra no evento, disse que a cada dois anos o partido percorre todo o Paraná, ouvindo lideranças e preparando programas de governo. Bueno disse ainda que os pré-candidatos do PPS, ao governo do estado no ano que vem, também estarão se apresentando, durante a realização do programa.

Na ocasião, estiveram presentes, o prefeito de Guarapuava Cesar Silvestri Filho e o prefeito de Ponta Grossa Marcelo Rangel. “No dia 22 de junho, o PPS decidiu que terá candidato próprio ao governo do paraná. Depois iremos decidir por prévias internas, qual dos dois será o nosso candidato”, explicou Bueno. Ele destacou a reestruturação do PPS local sob a presidência do empresário Marcos Veríssimo. “São bons nomes para estruturar o partido. O empresário Claudiomir de Oliveira França, o “Toco” está assumindo a coordenação regional do partido para unir o PPS em todo o sul do Paraná”, disse.

 

Cenário Nacional

Aproveitando a visita de Rubens Bueno, a reportagem de O Comércio procurou conhecer a visão do deputado sobre dois assuntos de interesse nacional. Confira:

JOC – Como o senhor vê a questão do relatório que está na CCJ e que pede o encerramento das investigações contra o presidente Temer?

RB – Primeiro, nós [PPS] queremos que prossigam as investigações. Há uma denúncia grave do procurador Geral da República [Rodrigo Janot], e o presidente tem de responder essas denúncias. Se ele se diz inocente, nada melhor do que o Supremo [STF] decidir se arquiva ou prossegue a investigação. Nó vamos fazer como sempre fizemos em toda nossa vida, onde houver uma denúncia, tem de ser apurada.

JOC – E qual é a posição do PPS?

RB – É votar pelo prosseguimento da denúncia do procurador geral da república, portanto contra esse relatório que está para ser votado dia 02 de agosto, e o presidente que responda pelos seus atos, até porque são fatos graves que indicam que precisa ter uma investigação.

JOC – E quanto a operação Lava Jato, como o partido vê a questão?

RB – Somos favoráveis, a Lava Jato veio para ficar, está fazendo um belo papel, cumprindo, dizendo que ninguém está acima da Lei, seja presidente da república, ou qualquer pessoa. Os maiores empresários do Brasil, os mais ricos, estão presos. Políticos importantes estão presos, outros a caminho da prisão, e é importante destacar para a população que nós [PPS] votamos em 2013, a Lei da Delação Premiada, não fosse essa lei de 2013, que nós votamos, não teria a operação Lava Jato, então cada coisa é consequência de atos que indicam que temos caminhos novos a percorrer em defesa do nosso país, sobretudo.

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