Radares fixos são cobertos com sacos plásticos nas rodovias federais de SC

·
Atualizado há 9 anos

O motorista que passa todos os dias pelas rodovias federais que cortam Santa Catarina percebeu algo diferente nos últimos dias: tanto as placas de fiscalização eletrônica quanto os radares fixos estão cobertos por sacos plásticos pretos. A explicação vem do fato que, desde meados de novembro, os aparelhos não estão funcionando, já que o contrato com a empresa que realizava a fiscalização chegou ao fim e não foi renovado.

Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a licitação para a contratação da nova empresa está em fase final de homologação, porém o órgão não deu um prazo para a retomada da fiscalização fixa. O problema, aliás, não ocorre apenas em Santa Catarina, mas em todas as unidades da federação.

No Estado, são 197 radares fixos inoperantes há mais de um mês em nove rodovias federais. Entre elas estão as BR-101, 282, 280 e 470, que tem um movimento muito mais intenso durante os meses de verão, quando milhões de turistas visitam o litoral catarinense.

Essa situação tem alarmado a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Segundo o inspetor Adriano Fiamoncini,  a corporação vai continuar realizando operações de fiscalização com  os 31 radares móveis que dispõe no Estado, inclusive nos locais onde os pardais fixos estão inoperantes. Ele, no entanto, admite que é impossível realizar o trabalho com a mesma efetividade e pede a colaboração dos motoristas.

 

(Foto: Diorgenes Pandini / Diario Catarinense)

Fique sempre atualizado

Entre no nosso grupo do WhatsApp e siga nosso perfil no Instagram para não perder nenhuma notícia!