Um jovem foi golpeado com uma faca na madrugada desta sexta-feira, 22, em um bar no bairro São Braz, no Distrito de São Cristóvão, em União da Vitória.
De acordo com as informações, por volta de 3h da madrugada, a vítima de 21 anos estava em um bar em uma roda de amigos, quando foi atingido por um golpe de faca.
A PM de União da Vitória foi acionada, juntamente com o Corpo de bombeiros para atender a ocorrência. No local, a vítima não quis identificar o agressor, conhecido seu.
Os bombeiros conduziram o mesmo para atendimento médico, enquanto a PM fez o levantamento da ocorrência. A agressão na rua Rigoleto Conti, no bairro São Braz. Ocorrências,envolvendo armas brancas tem sido registradas com certa frequência na região.
Porte de arma branca poderá ser crime no Brasil
Quem for pego portando qualquer tipo de arma branca, como facas e canivetes, agora, poderá ser preso. Isso consta do Projeto de Lei do Senado (PLS) 320, de 2015, que acaba de ser aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. A proposta é de autoria do senador Raimundo Lira (PMDB-PB).
Segundo o relator do PLS 320/2015, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), a utilização crescente de armas brancas para o cometimento de crimes revela a necessidade de endurecimento do tratamento penal dado à questão. O delito é enquadrado, atualmente, na Lei de Contravenções Penais (Decreto-Lei 3.688/1941).
O projeto de lei estabelece como punição pelo porte de arma branca a detenção de um a três anos e multa. Paralelamente, explicita que não constitui crime portar artefato perfurante, cortante ou contundente para uso em ofício, arte ou atividade para o qual foi fabricado, como é o caso do estilete, por exemplo.
Por ter conteúdo semelhante, o PLS 320/2015 tramitava em conjunto com o PLS 311/2015, do senador Romero Jucá (PMDB-RR). Raupp reconheceu a similaridade entre ambos, mas optou por rejeitar o de Jucá ao avaliar como “sutilmente superior” a redação do projeto de Raimundo Lira. Se não houver recurso para votação pelo plenário do Senado, o PLS 320/2015 será enviado à Câmara dos Deputados.