CBN: Morre Carlos Heitor Cony aos 91 anos

Jornalista, escritor e comentarista da CBN estava internado no Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, devido a problemas no intestino

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Atualizado há 9 anos

Carlos Heitor Cony pronunciou suas primeiras palavras aos cinco anos, em reação ao barulho provocado por um hidroavião em Niterói. Ele foi alfabetizado em casa.

Chegou a cursar a Faculdade de Filosofia da Universidade do Brasil, mas interrompeu antes de concluir e teve sua primeira experiência como jornalista no Jornal do Brasil, cobrindo férias.

O escritor trabalhou como funcionário público da Câmara Municipal do Rio de Janeiro até 1952, quando se tornou redator da Rádio Jornal do Brasil. Em 1960 entrou para o Correio da Manhã. Como editorialista, escreveu textos de crítica aos atos da ditadura militar. Carlos Heitor Cony publicou contos, crônicas e romances.

Seu romance mais famoso é de 1995, Quase Memória, que vendeu mais de 400 mil exemplares.

Como romancista conquistou vários prêmio, entre os quais, quatro Jabutis, dois livros do Ano, Prêmio Machado de Assis, Prêmio Nacional Nestlé e duas vezes o Prêmio Manuel Antônio de Almeida.

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