Hoje tem ‘Mamaço’: evento alcança a 8ª edição e vai reunir gestantes e mamães

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Atualizado há 8 anos

 

Além de lembrar o combate contra a violência feminina e incentivar os cuidados com a saúde do homem, o mês de agosto é especial também para as mamães. Dentro do mês de número oito do calendário, acontece a campanha de incentivo ao aleitamento materno.

No Vale do Iguaçu, as unidades de saúde têm falado mais sobre o tema e, em Porto União, o Mamaço marca e encerra as comemorações da data. O evento, que alcança a oitava edição, acontece hoje, dia 22, no Clube Aliança e é voltado para as gestantes e mamães que amamentam. A proposta, conforme a enfermeira da Secretaria da Saúde de Porto União, Ilse Simione, e a  Fisioterapeuta Maria Cristina Haneiko, é valorizar o gesto e incentivá-lo, em todo lugar. “O assunto é maravilhoso, de uma relevância importantíssima na formação do ser humano”, conta Ilse. “Isso nos motiva, porque desperta o interesse da comunidade de modo geral. Para nós, o aleitamento é a chave de ouro da criança”, completa Maria Cristina.

Alimento cheio de qualidade

O leite materno é considerado o alimento ‘padrão ouro’, por oferecer todos os nutrientes que o bebê – e a criança – precisa. Por isso, para defender a necessidade e as vantagens de aleitar, campanhas especiais acontecem.  “O leite é na hora da fome mesmo, na temperatura certa, pronto. Isso é ótimo e fortalece os vínculos”, lembra Maria Cristina.

De tão bom, o leite da mamãe é tido como uma vacina – a mais importante, e é oferecido assim que o bebê nasce. O aleitamento aconchega, aproxima mãe e filho e nas puérperas (mães que deram à luz há pouco tempo), o estímulo ajuda até na retomada do corpo, na reorganização do organismo.

Por isso, embora seja recomendado até os dois anos, dá para dar ‘mama’ até mais tempo. Depende de cada mãe, de cada situação. “Quem convive com uma mãe assim, que amamenta até mais tarde, sabe que é carinho, a troca prazerosa para o bebê e para a mamãe. Se a criança e a mãe estão felizes por que não continuar?”, reflete.

Ilse lembra que não existe leite fraco, mas ressalta que nem todas as mamães conseguem aleitar, por inúmeros motivos. Para ela, o importante é apoiar quem amamenta, onde a mamãe estiver. “Estou tão acostumada com isso que fico cega diante de uma mãe que amamenta. É normal e tem que ser assim. Não se pode ter preconceito. A comunidade precisa entender que quando um bebê chora porque quer o leite, a mãe precisa dar esse alimento, onde ela esteja”, defende.

 

MAMAÇO

Onde: No Clube Aliança

Quando: Dia 22, na quarta-feira

Horário: Das 14h às 16h

Investimento: Entrada gratuita

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