3000 faltosos para a segunda dose em União da Vitória

A pasta da saúde municipal já fez um apelo, para que a regional de saúde forneça um número menor de doses do que o previsto. A ideia é evitar o desperdício

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Atualizado há 5 anos

A reportagem conversou com o Secretário de Saúde de União da Vitória Fernando Ferencz para saber sobre os faltosos da vacina. Nesta semana a Secretária de Saúde do Paraná, divulgou que no estado, são cerca de 1 milhão de paranaenses que não retornaram aos postos para receber a segunda dose da vacina da Covid 19.

A ideia é que os municípios façam uma busca ativa dessas pessoas. Os idosos aparecem em primeiro lugar no grupo daqueles que apareceram para tomar a primeira dose e por algum motivo não especificado não tomaram a segunda. São 523.799 (44%) com 95 anos ou mais, 168.194 entre 90 e 94 anos, 123.066 entre 85 e 89 anos e 99.482 entre 80 a 84 anos, uma pirâmide que fica mais estreita conforme a idade abaixa. Entre 18 e 19 anos são apenas 36 pessoas. Entre 20 a 24, 250 pessoas.

Segundo o relatório, as Regionais de Saúde com os piores índices em termos absolutos e de todas as doses são Metropolitana (2ª RS), que representa Curitiba e região, com 321.345 (27% do total), e Guarapuava (5ª RS), com 269.071 (22% do total).

A 6ª Regional de Saúde, que atende Antônio Olinto, Bituruna, Cruz Machado, General Carneiro, Paula Freitas, Paulo Frontin, Porto Vitoria, São Mateus do Sul e  União da Vitoria, são 11.836 faltosos, destes 1923 da Coronavac e 9.924 da Astrazenca/Pfizer.

Segundo o Fernando, União da Vitória tem hoje 900 pessoas elegíveis para receber a dose de reforço, ou seja, são pessoas que podem receber a vacina mas que ainda não procuraram as Unidades de Saúde.

Quando pensamos em faltosos, o número pode chegar a 3 mil no município. “O programa do governo de cadastro está com problema, e não sabemos ao cerco a quantidade de faltosos, mas gira em torno de 2, 5 mil e 3 mil pessoas”, explica.

Com a falta de pessoas para a imunização a pasta da saúde municipal já fez um apelo, para que a regional de saúde forneça um número menor de doses do que o previsto. A ideia é evitar o desperdício.

“A vacina da Pfzir dura apenas 30 dias após o congelamento, por isso, pedimos para baixar a logística de distribuição para não acontecer o desperdício das doses”.

 

 

 

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