Corpos dos desaparecidos são encontrados em veículo submerso no Rio Iguaçu

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Atualizado há 3 anos

O Corpo de Bombeiros confirmou que os três corpos encontrados dentro do veículo Fiesta, que foi localizado submerso no Rio Iguaçu, são dos desaparecido. Trata-se dos irmãos Jhoni Mattoso, de 52 anos, Joseane Ferreira Mattoso, de 44 anos e Gilberto de Paula Cordeiro, de 32 anos. Além desses três ocupantes identificados, um quarto corpo foi encontrado, mas ainda não foi identificado.

Corpos dos desaparecidos são encontrados em veículo submerso no Rio Iguaçu

O Major Jorge Augusto, comandante do Corpo de Bombeiros de União da Vitória, informou que buscas superficiais no Rio Iguaçu devem começar na quarta-feira, dia 26. Existe a suspeita de que, além dos quatro corpos já localizados, outras pessoas possam estar envolvidas no incidente.

A situação do veículo, com o vidro traseiro quebrado e a porta do passageiro aberta, reforça a possibilidade de haver novas vítimas.

 

Durante o trabalho de resgate na tarde desta terça-feira, familiares de outros dois homens que também estão desaparecidos se dirigiram ao local e comentaram sobre rumores de que eles poderiam estar no carro, uma vez que estavam no mesmo lugar, um clube localizado no bairro São Joaquim, muito próximo aos fatos.

Corpos dos desaparecidos são encontrados em veículo submerso no Rio Iguaçu

Resgate

Segundo o Major, o veículo foi encontrado a cinco metros de profundidade e aproximadamente seis metros da margem do rio, com as rodas para cima. O mergulhador da corporação levou cerca de uma hora para localizar o veículo e, logo no primeiro contato, o Sargento Carvalho encontrou um corpo.

O carro foi então içado até a margem utilizando o guincho do caminhão ABTR, e em seguida, um munck finalizou o trabalho de remoção.

Os quatro corpos estavam dentro do veículo, e tanto o Instituto Médico Legal (IML) quanto a equipe de perícia realizaram o trabalho de averiguação e identificação das vítimas.

“O mergulhador executa seu trabalho tateando o local, é um serviço demorado e com riscos”, comentou o Major.

 

A corporação recebeu informações por volta das 15h de que o carro poderia estar no rio, após populares avistarem o para-choque, um chapéu e marcas de freadas. Foi quando o trabalho teve início.

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