Brincadeira com fogos de artifícios acaba em cadeia

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Atualizado há 14 anos

Às 19h15 de sábado, 7, atendendo solicitação de José Reginaldo Kampmann, a equipe de serviço deslocou-se até a Rua Reinaldo Gaebler, nº 505, Centro de Porto Vitória, onde dois jovens estavam soltando fogos de artifícios em direção às casas locais.

Quando realizada a abordagem, os dois indivíduos, já identificados, começaram a desacatar a equipe de serviço, quando foi dada voz de prisão eles ainda reagiram, sendo necessário a força física para conter os seus ânimos e efetivar a prisão, os quais foram conduzidos e entregues na 4ª SDP.
O Brasil é o segundo maior produtor mundial de fogos de artifício, atrás apenas da China. O município de Santo Antônio do Monte na região Centro-Oeste de Minas Gerais é o maior pólo de produção do país

Acidentes com fogos de artifícios
O uso de fogos de artifício, comum durante o período de festas juninas, foi responsável pela internação de 1.382 pessoas nos últimos três anos no país. O número foi divulgado pelo Ministério da Saúde, com base nas estatísticas oficiais, como forma de alertar para os riscos de queimaduras e acidentes em razão da brincadeira.
Segundo o ministério, 122 mortes foram registradas em 14 anos pelo manuseio inadequado de fogos durante o período das festas juninas. Além das mortes, o uso de rojões e bombas pode provocar queimaduras, lacerações, cortes, amputações de membros, perda da visão e lesões auditivas.
Os Estados que registraram os maiores números de internações entre 2008 e abril de 2011 são Bahia (296), São Paulo (289) e Minas Gerais (165).
O ministério informou ainda que, em média, mais de cem pessoas são internadas durante o período das festas juninas – que vai de maio a julho, dependendo da região. No ano passado, 168 pessoas foram internadas no período.

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