Informações da Copel sobre contas de luz durante as cheias

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Atualizado há 3 anos

A Copel se pronunciou em relação às contas de eletricidade durante as enchentes. Gilberto Conti, do Departamento de Serviços Centro Sul da Companhia, destaca que as residências afetadas pelas cheias terão seu consumo medido em cada unidade.

“Serão emitidas faturas com base no consumo registrado em cada unidade”, explica Conti.

Ele também ressalta que as residências e comércios afetados pelas enchentes terão a opção de parcelar suas contas em até seis meses, com um período de carência de 60 dias e uma entrada de apenas R$ 1, sem a incidência de juros ou multas. Além disso, os valores em atraso anteriores ao período das enchentes também podem ser parcelados, sem risco de corte no fornecimento de energia.

É importante ressaltar que o parcelamento pode ser realizado com tranquilidade após a normalização da situação, uma vez que na área afetada não haverá interrupção no fornecimento.

Pessoas que abrigaram moradores afetados pelas cheias e tiveram um aumento em seu consumo de energia também terão a opção de um plano de parcelamento personalizado. Para mais informações, todas as pessoas interessadas devem procurar atendimento presencial em uma Agência da Copel, onde cada caso será analisado individualmente.

Outro ponto importante abordado pela Copel é a religação da energia em residências afetadas pelas enchentes.

A situação ocorre porque um mesmo circuito atende tanto as casas alagadas quanto as que não foram afetadas pelas águas. Isso torna impossível religar a energia até que as águas baixem, uma vez que a empresa não pode operar de forma individual em cada residência, uma vez que o circuito e o transformador são compartilhados.

A empresa informa que todos os transformadores desligados estão identificados e serão religados assim que as condições permitirem. No entanto, esse processo depende da diminuição do nível das águas.

Segundo o gerente da Agência da Copel de União da Vitória, Rodrigo Cavalheiro de Lima, não é possível correr o risco de religar um transformador em uma área inundada, o que explica por que algumas residências, mesmo fora das áreas alagadas, podem ter o fornecimento de energia desligado.

 

 

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