Uma falha na segurança do programa Família Acolhedora pode ter contribuído para o rapto da menina Ágata Sofia Saraiva, de três anos. A menina que estava na casa de uma mãe acolhedora, na Rua Nhambiquaras, no bairro Santa Cruz, está há mais de 24 horas desaparecida.
O Família Acolhedora é um programa do Município com a participação do Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Conselho dos Direitos da Criança e Adolescente.
Para tentar esclarecer como a menina – que havia sido afastada do convívio com seus genitores pela justiça, foi encontrada e raptada supostamente pela mãe biológica, a reportagem do Preto no Branco entrou em contato com a Prefeitura questionando a segurança das crianças que fazem parte do programa.

Em nota, a Secretaria de Assistência Social informou que os endereços das famílias acolhedoras ‘são mantidos em sigilo para garantir a segurança das crianças e adolescentes acolhidos, bem como de toda família que os acolhe’. A nota cita ainda que no caso específico, a família de origem da criança pode ter ‘monitorado a família acolhedora, seguido os passos, encontrado o endereço da residência e aguardado o momento oportuno para cometer o crime do rapto’.
Confira a nota na íntegra:
A Secretaria de Assistência Social (Seaso) informa que os endereços das famílias acolhedoras são mantidos em sigilo para garantir a segurança das crianças e adolescentes acolhidos, bem como de toda a família que os acolhe. Todos os atendimentos técnicos são realizados na sede do programa, tanto para a família de origem quanto para a família que acolhe.
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