Volta aos trabalhos
Na próxima segunda-feira, 3, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valdir Rossoni, faz a abertura dos trabalhos para a quarta sessão legislativa. O governo fará um balanço da gestão Beto Richa e a projeção para o ano de 2014. A partir da terça-feira (04) as sessões plenárias ocorrem normalmente, às 14h30, conforme horário regimental. Rossoni destacou três pontos importantes nos trabalhos da Casa para este ano: A realização do concurso público para diminuir o número de comissionados, a revisão do Regimento Interno e os trabalhos da Comissão Especial que verifica a regularidade das entidades de utilidade pública no Estado. “Tenho a certeza de que 2014 será um ano muito produtivo”, disse.
Sem interferência
O deputado Valdir Rossoni disse que a realização da Copa do Mundo e as eleições não devem interferir na rotina de trabalho da Assembleia Legislativa “Apesar de ser um ano atípico, seguiremos com os trabalhos normalmente. Quem faltar terá desconto no salário”, garantiu. O deputado também afirmou que meta do início da gestão, de economizar R$ 500 milhões, será cumprida. “Vamos atingir nosso objetivo e este dinheiro vai ser revertido em obras e serviços para a população do estado, provando que é possível fazer uma administração austera e com responsabilidade.”
Entidades de utilidade pública
O prazo para o recadastramento das entidades declaradas de utilidade pública no Paraná se encerra no dia 10 de fevereiro, conforme estabeleceu a Comissão Especial instituída na Assembleia Legislativa para tratar do assunto. De acordo com o presidente da comissão, deputado Caíto Quintana (PMDB), em razão do recesso parlamentar, desde dezembro houve a prorrogação para que elas façam o devido ajustamento. “As entidades que não se recadastrarem terão as respectivas leis declaratórias de utilidade pública revogadas. Adiamos o prazo justamente para permitir que se faça o recadastramento”, alertou o parlamentar. Quintana afirmou que cerca de 1.500 entidades já fizeram o recadastramento na Assembleia Legislativa dentro de um universo de 5.800 declaradas de utilidade pública desde 1950. “Quem não se recadastrar é porque ou não está em atividade ou não tem interesse. Vamos revogar estas leis. Imagino que devemos revogar muito perto de três mil”, afirma.