Acusada de matar companheiro vai a júri popular em Porto União

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Atualizado há 10 meses

Está marcado para o próximo dia 9 de maio de 2025, no Tribunal do Júri da Comarca de Porto União, o julgamento da mulher acusada de matar o companheiro Reinaldo da Cunha, de 48 anos.

O crime ocorreu na madrugada do dia 10 de janeiro de 2024.

Na ocasião, equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas por volta das 2h da manhã para atender uma ocorrência de ferimento por objeto cortante. Ao chegarem no local, os socorristas encontraram a vítima caída na via pública, já inconsciente e com sinais vitais alterados e várias lesões.

Após conterem a hemorragia, os bombeiros encaminharam o homem ao Hospital São Braz, onde ele não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.

A ocorrência passou então a ser tratada como homicídio.

Segundo informações do delegado Eduardo de Mendonça, da Polícia Civil de Porto União, a principal suspeita do crime é a companheira da vítima, uma jovem de 26 anos, que foi presa em flagrante e posteriormente transferida à Penitenciária Feminina de Mafra.

Em seu depoimento inicial, a mulher alegou que teria agido em legítima defesa, após ser agredida por Reinaldo

O Ministério Público de Santa Catarina apresentou denúncia por homicídio qualificado, alegando que o crime foi cometido com o uso de arma branca e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.

A acusação será acompanhada no julgamento pelos advogados Guilherme Angelino e Andrei Dembiski, atuando como assistentes da família da vítima.

Em nota enviada à imprensa, os familiares de Reinaldo da Cunha expressaram sua dor e confiança na Justiça:

A família de Reinaldo da Cunha informa que o julgamento do caso envolvendo sua morte ocorrerá no dia 9 de maio de 2025, no Tribunal do Júri da Comarca de Porto União/SC.

Reinaldo foi vítima de homicídio no dia 10 de janeiro de 2024. A denúncia apresentada pelo Ministério Público de Santa Catarina imputa à ré a prática de crime qualificado, cometido com uso de arma branca e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.

A família será representada no julgamento pelos advogados Guilherme Angelino e Andrei Dembiski, atuando como assistentes de acusação.

Com profunda dor, reafirmamos nossa confiança na Justiça e esperamos que a verdade dos fatos seja reconhecida em plenário, com a devida responsabilização pelos atos praticados.