Mulher é responsabilizada por perseguir padre e paga R$ 40 mil à Diocese

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Atualizado há 7 meses

Uma mulher foi indiciada pela Polícia Civil por perseguir um padre em Criciúma, no Sul de Santa Catarina. Após as investigações, ela firmou um acordo judicial e precisou pagar R$ 40 mil à Diocese da cidade.

Além da indenização, a Justiça impôs medidas restritivas: a acusada está proibida de frequentar missas, citar publicamente o nome do sacerdote e se aproximar dele.

O caso teve início em agosto, quando a investigada passou a divulgar, nas redes sociais, conversas adulteradas e vídeos manipulados envolvendo o padre. O conteúdo se espalhou rapidamente e gerou grande repercussão entre fiéis e moradores da região.

De acordo com a Polícia Civil, a perseguição começou após o religioso recusar uma tentativa de relacionamento amoroso. Desde então, a mulher teria iniciado uma série de difamações, incluindo áudios e mensagens com acusações falsas, enviadas não apenas ao sacerdote, mas também a outros religiosos e empresários ligados à igreja.

O delegado responsável afirmou que a intenção da acusada era prejudicar a imagem do padre. As provas reunidas durante a investigação incluíram registros digitais e depoimentos de pessoas impactadas pelas difamações.

Com a decisão judicial, espera-se que a situação seja encerrada e a integridade do sacerdote preservada.