A família da servidora do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) e consultora de imagem Camila Nogueira, de 38 anos, acusa um suposto erro de três médicas durante uma cirurgia eletiva realizada no Recife. O caso foi relatado na terça-feira, 27, pelo Diário de Pernambuco.

Segundo familiares, Camila foi internada em 27 de agosto de 2025 para a retirada da vesícula e correção de hérnia inguinal, dois procedimentos considerados de baixa complexidade. Relatam, ainda, que ela estava saudável e não tinha histórico de doenças pré-existentes.
A família de Camila entrou com representação no Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) em dezembro, pedindo o afastamento e cassação de registro dos envolvidos, alegando omissão dos profissionais.
Camila sofreu sete apneias seguidas após receber anestesia geral, o que culminou em uma parada respiratória, indica perícia contratada pela família. Devido à falta de oxigenação, a servidora pública teve graves sequelas cerebrais. Ela está internada desde então, e realiza sessões de terapia na tentativa de recuperar as funções básicas perdidas.