Polícia Civil esclarece vandalismo em escola e indicia suspeito em Mallet

Jovem de 19 anos é apontado como autor de depredação em colégio de Mallet; prejuízo chega a R$ 20 mil

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Atualizado há 4 meses

A Polícia Civil do Paraná concluiu a investigação sobre o ataque de vandalismo registrado no Colégio Estadual Cívico-Militar Nicolau Copérnico, em Mallet, e indiciou um jovem de 19 anos suspeito de provocar danos que interromperam o funcionamento da unidade escolar.

(Foto: reprodução Polícia Civil).

A apuração foi conduzida pela 10ª Delegacia Regional de Polícia de Mallet e apontou que o investigado teria invadido o colégio após escalar o muro e arrombar uma das portas de acesso ao prédio. Dentro da instituição, ele teria promovido uma série de depredações que atingiram salas de aula e equipamentos utilizados nas atividades escolares.

Entre os prejuízos identificados estão televisores destruídos, computadores danificados, portas arrombadas e janelas quebradas. Conforme a investigação, cadeiras chegaram a ser arremessadas contra os vidros da escola, ampliando os estragos na estrutura do colégio.

Depois da invasão, o suspeito teria deixado o local pelo mesmo caminho utilizado para entrar.

A identificação ocorreu a partir da análise de imagens das câmeras de segurança, diligências realizadas pela equipe policial e reconhecimento feito por testemunhas. Segundo a Polícia Civil, o jovem foi visto em um bar antes do episódio e posteriormente reconhecido nas gravações captadas pela escola.

Durante interrogatório, ele confirmou ser a pessoa registrada nas imagens, mas afirmou não se recordar das ações praticadas, alegando ter ingerido grande quantidade de bebida alcoólica na noite dos fatos.

O jovem foi indiciado pelos crimes de dano qualificado contra patrimônio público e atentado contra o funcionamento de serviço de utilidade pública. As penas máximas previstas, somadas, podem chegar a oito anos de prisão, além de multa.

Os prejuízos materiais foram estimados em cerca de R$ 20 mil. Em razão dos danos, as aulas precisaram ser suspensas, afetando centenas de estudantes.

O inquérito será encaminhado ao Ministério Público, que analisará as providências legais a serem adotadas.

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