Pesquisa da ADI-SC aponta Raimundo Colombo como favorito nas intenções de voto

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Atualizado há 12 anos

Pesquisa contratada pelo pool Associação de Diários do Interior (ADI-SC), Grupo RIC TV Record e jornal Notícias do Dia, e realizada pelo Instituto MAPA, aponta liderança para o governador Raimundo Colombo em todos os cenários. Na pesquisa espontânea, 63,7%, ou seja, cerca de dois em cada três eleitores, não têm ainda um nome de preferência para o governo do Estado. Entre os que têm alguma ideia do destino de seu voto, Colombo (PSD) é citado por 14,4%, seguido por Esperidião Amin (PP), com 4,4%, Luiz Henrique da Silveira (PMDB), com 3,2%, e Angela Amin, também do PP, com 1,4%. Até o ex-presidente Lula (PT) apareceu na pesquisa espontânea e, se o pleito fosse hoje, teria 0,8% dos votos para o governo estadual, à frente de Paulo Bauer, do PSDB, com 0,6%, Claudio Vignatti, do PT, que também obteve 0,6% das intenções de voto, e de Mauro Mariani (PMDB), que ficou com 0,5%. Entre os entrevistados, 5,6% afirmaram que votariam branco ou nulo e 5% citaram outros nomes.

Confira o PDF da pesquisa: PESQUISA DE GOVERNO E SENADO

Hoje estão sendo divulgados os resultados das pesquisas estimuladas de intenção de voto para o governo do Estado e para o Senado. Amanhã, traremos a prévia eleitoral para a Presidência da República e as avaliações das atuais administrações estadual e federal. Todas as informações sobre metodologia, amostra e período, além dos registros no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SC) e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estão no rodapé desta página. A margem de erro amostral máxima é de 3,1 pontos percentuais.

pesquisa - Cópia

Rejeição

Esperidião Amin é o nome que mais se aproxima de Colombo nas intenções de voto, tanto na pesquisa espontânea quanto em um dos cenários da estimulada, e também o que tem o maior índice de rejeição, 28,3%, enquanto Colombo tem 22,4%.

Entre os nomes que já se declararam candidatos ao governo estadual, Claudio Vignatti tem 12,3% de rejeição, seguido por Afrânio Boppré, do PSOL, com 12%, e de Paulo Bauer, com 10,9%. Mesmo não sendo pré-candidatos, Paulo Bornhausen (PSB) tem 15,6% de rejeição, Dário Berger (PMDB) tem 14,8% e Mauro Mariani tem a mais baixa rejeição, com 9,1%. Dos entrevistados, 29% não têm rejeição a nenhum dos nomes apresentados e 1,3% não souberam responder ou não responderam. Conforme destacado nas notas explicativas da pesquisa, faltando seis meses para as eleições, “o eleitor ainda tem pouco interesse e alguns nomes ainda lhe são pouco ou nada conhecidos ou lembrados”.

No item Contexto do Eleitor, subitem “Nível de interesse com relação às eleições”, isso aparece claramente. Para 42,2% dos entrevistados há pouco ou nenhum interesse, enquanto 0,4% não souberam dizer ou não responderam. Apenas 32,4% declararam-se muito interessados, interessados ou mais ou menos interessados.

Otimismo

Ainda no item Contexto do Eleitor, identificou-se a percepção da atual situação de vida dos entrevistados. E há aqui uma boa dose de otimismo, uma vez que cerca de três em cada cinco pessoas que responderam a pesquisa (58,8%) declararam estar com a vida melhor ou muito melhor na comparação com anos anteriores. Para 29,8% a vida não está nem melhor, nem pior, enquanto para 11,4% a percepção é que a vida está pior ou bem pior.

pesquisa

 

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