Por Mariana Honesko
A Câmara de Vereadores de União da Vitória mantém ativo o movimento que prevê o retorno do funcionamento do Centro de Valorização à Vida (CVV). Ontem, segundo o vereador Altair Lourenço de Souza (PT), uma reunião com o prefeito, Pedro Ivo Ilkiv, teria o assunto como pauta. “Quero pedir um telefone e uma sala”, antecipou Souza, que fomenta o projeto.
De acordo com o formato do serviço, os itens solicitados são suficientes para atender – e bem – a comunidade.
Os recentes casos de suicídio nas Cidades Irmãs mobilizaram a discussão sobre os serviços de auxílio para pessoas depressivas e com tendências para a ação. O CVV foi fechado há cinco anos por falta de voluntários. A explicação é de uma das fundadoras do serviço, Elizabeth Roiek, que falou à reportagem de O Comércio há pouco tempo. “É difícil manter. Tem a parte financeira e o voluntariado. Ele é uma ação voluntárias mas também faz algumas exigências. Além dos cursos, a pessoa precisava ter boa vontade”, explicou na ocasião.
O “dar de si”, pelo jeito, não funcionou plenamente nem nos quatro anos em que esteve em vigor. Os plantões, que deveriam ser de 24 horas, tinham duração bem menor. Já na época, a falta de voluntários reduzia o tempo disponível.
Os motivos do fechamento
O Comércio falou da retomada das discussões, bem como dos motivos que levaram ao fechamento da unidade, em edição ainda deste mês.
