Prefeito pode consultar população sobre duplicação da Ponte de Ferro

Segundo engenheiro duplicação da via de rolamento da Ponte Machado da Costa é possível e barata

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Atualizado há 12 anos

Ponte 02
O vice-prefeito Jair Brugnago, o secretário de Planejamento Jamar Rossoni Clivatti, da Educação Célio Reginaldo Calikoski e os vereadores Altair Lourenço de Souza, Altamir Moreira de Castilho, Clarito de Nivardo Barbosa, Carlos Humberto e Ziliotto Daldin acompanharam a visita

A notícia provocou euforia na Administração Municipal de União da Vitória. A possibilidade de duplicação da via de rolamento da Ponte Machado da Costa surgiu como uma solução rápida, barata e sólida para melhorar a acessibilidade entre o centro e o Distrito de São Cristóvão. O engenheiro Raul Ozório de Almeida, da Roço Engenharia, esteve em União da Vitória na sexta-feira, 16, para avaliar a possibilidade de ampliar a atual ponte férrea. Pedro Ivo Ilkiv deixou claro que esta solução seria uma espécie de plano B, já que não descarta uma nova ponte sobre o rio Iguaçu, com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Os cortes no orçamento federal inviabilizaram em 2013 a inserção da construção da nova ponte.

Uma comitiva liderada pelo prefeito de União da Vitória levou o engenheiro Raul Ozório de Almeida para avaliar, “in loco”, a possibilidade de ampliar a atual ponte férrea. Contudo, sem descartar a nova ponte sobre o rio Iguaçu. De acordo com o engenheiro o custo de uma duplicação sem alteração no padrão arquitetônico da ponte gira em torno de R$ 12 milhões, ou seja, um terço do custo da construção de uma nova ponte sobre o Iguaçu.

A obra e o povo

Ilkiv chegou a cogitar que a obra poderia ser paga com recursos do IPTU, ou pelo menos parte da execução. Como surgiram declarações a favor e contra a obra o prefeito pode deixar a decisão por conta do povo de União da Vitória, que pode ser chamado para discutir a questão. Há muito se cobra a chamada quarta ponte entre o centro e São Cristóvão e a questão não pode ganhar cunho político. Ilkiv manifestou desejo de submeter a duplicação à vontade popular para evitar ataques políticos e, ter aval dos munícipes para investimento do dinheiro arrecadado com o IPTU.

Da Assessoria 

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