
Na terça-feira, 2, a Secretaria de Educação de Porto União realizou o primeiro fórum municipal para decidir o Plano para os setores da Infância e Adolescência. O Plano integra um conjunto de metas estabelecidas pela Fundação Abrinq e pelo Programa Prefeito Amigo da Criança.
O Fórum teve início logo cedo e seguiu até o final da tarde com a presença de convidados, autoridades e profissionais da educação. “É muito bom participar do plano, desenvolver as metas e discutir o melhor. O plano hoje vai ser construído e aprovado no dia 8 pelo CMDCA”, disse Claudinei Kziozek, presidente do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA).
O Plano segue para apreciação da Câmara de Vereadores, que vai validar ainda na próxima semana, em regime de urgência, as decisões. Em entrevista à Rádio União o secretário de Educação, Bento Trindade Júnior, explicou que o Plano é essencial para as decisões que serão tomadas no próximo ano nas áreas da Infância e Adolescência. “Isso é para melhorar a educação infantil e, também, a qualidade de vida dessas crianças e adolescentes. Decidir o que devemos fazer e os direitos e deveres que eles devem seguir.”
Segundo o prefeito Anízio de Souza o Plano deve ser encarado como medida urgente. “Para mim não interessa o título Prefeito Amigo da Criança, mas interessa o que ele representa, que tem a ver com os direitos das nossas crianças para que sejam respeitados e que aquilo que estará nesse Plano seja levado “à risca”. Isso que é fundamental.”
O assessor educacional para a elaboração do Plano, Aurélio Bona Júnior, destacou que a primeira obrigação de qualquer gestor deve ter com a criança. “A Fundação Abrinq exige esse compromisso dos prefeitos e Porto União entendeu isso, não como pegar o título para dizer que tem o selo, mas entendeu que isso deve ser um compromisso de todos. Esse plano é uma decisão do executivo que diz: eu quero tomar como minhas as prioridades que a sociedade diz que são importantes”, enfatiza Bona.
O que é o Plano
O Plano Municipal para a Infância e Adolescência é elaborado por meio de um processo participativo, através do envolvimento de todos os segmentos, governamentais e sociedade civil, levantando um diagnóstico dos problemas enfrentados, alinhando concepções e traçando metas, estratégias e ações para os próximos dez anos.