
A Secretaria de Obras garante que, para os próximos 30 dias, cerca de 70 pontos de ônibus, os abrigos dos usuários, devem ser trocados na cidade. O motivo para a troca envolve a idade dos espaços mas, principalmente, a conservação deles. Muitos apresentam danos provocados por vândalos. Mesmo assim, a prefeitura sinaliza a manutenção.
Nesta semana, usuários do abrigo que fica próximo da loja Herbert, em São Cristóvão, pediram atenção. Por ali, faltam bancos e a sobra dos antigos, exibe o abandono. “Este é um dos pontos mais antigos que temos”, lembra o secretário da pasta, Márcio Roiek.
De tão “histórico”, o ponto exibe ainda as antigas “casinhas” amarelas, típicas em estruturas mais velhas mas já pouco populares na cidade. Para o ponto, Roiek fala em licitação para a compra e colocação de novos assentos. O problema, diz o secretário, é a durabilidade dos investimentos. “A gente coloca o ponto novo, placa de trânsito mas o povo destrói. As pessoas têm que ajudar a cuidar e denunciar quem está danificando estes locais que são pagos com o dinheiro público”, desabafa. Segundo Roiek, recentemente um ponto chegou a ser incendiado.
Só para se ter ideia: um ponto novo de ônibus, completo, custa aos cofres cerca de R$ 3 mil. Dá para imaginar o “rombo” se este valor for multiplicado pelo número de novas instalações previstas para daqui um mês.