
Começou no dia 1º e segue até 30 deste mês a segunda edição (a primeira foi em maio) da vacinação contra a Febre Aftosa. A campanha ocorre no Paraná, estado que tenta se igualar à vizinha Santa Catarina: do lado de lá da linha, o gado não tem a doença e nem precisa mais da vacinação. “Por isso, todo mundo tem que fazer seu papel. Logo, o Paraná também vai pedir área livre sem vacinação e para isso, todos os produtores precisam vacinar seu rebanho”, lembra a médica veterinária do escritório de União da Vitória da Agência de Defesa Agropecuária (Adapar), Flávia Ravanello.
Nesta etapa, bovinos e bufalinos, de todas as idades, devem receber o medicamento. Produtores que deixarem de vacinar, serão autuados. A vacina está disponível nas casas agropecuárias. No momento da compra, inclusive, é possível atualizar o número do rebanho, o que garante o controle da qualidade dos animais.
Brucelose
Além da Febre Aftosa, a vacina contra a Brucelose também precisa ser aplicada. A vacinação é apenas para fêmeas, entre três e oito meses de idade. Machos não são vacinados.
Em nota, a Adapar explica que “as fêmeas não vacinadas com a B19, que forem transportadas ou comercializadas devem receber a vacina RB51”. O medicamento tem venda controlada por receita médica veterinária.
Serviço
A Adapar não está presente em todos os municípios, mas todos têm, pelo menos, um posto de atendimento. Em União da Vitória, a Agência fica na Rua Professora Amazília, 747. Outras informações pelo telefone (42) 3521-3832.