Ou se aprova a reforma trabalhista, previdenciária e tributária até o final do semestre ou provavelmente o esforço de composição terá sido em vão. Talvez até arrisque-se votar algo da Reforma Tributária, logo que ela abrangeria, em tese, fatias e camadas muito menores da população como empresas e empresários.
Os analistas concordam que as reformas mais importantes pretendidas pelo atual governo Temer precisam ser aprovadas até o final do semestre, pois é passivo que a partir do segundo semestre nada de relevante será votado.
Os parlamentares passarão a operar em “modo eleição” e não arriscarão se indispor com o eleitorado.
Nada mais trivial, absurdo e obsoleto no país da jabuticaba.