Milho no Monjolo

Odilon Muncinelli

Milho no Monjolo – 24 de novembro de 2017

LANÇAMENTO

Acaba de ser lançado o livro “Experiências Multidisciplinares na Iniciação à Docência Unespar”, de autoria da professora Márcia Marlene Stentzler, com o selo da Editora Kaygangue.  Nota:  Nascida em Itá, Santa Catarina, no dia 05 de fevereiro de 1965. Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Federal do Paraná e Mestrado em Educação pela Universidade Estadual de Ponta Grossa e Doutorado pela Universidade Federal do Paraná. É professora efetiva da Faculdade Estadual de Filosofia Ciências e Letras de União da Vitória, campus da Universidade Estadual do Paraná.  Em regime de Tempo Integral de Dedicação Exclusiva, atua no Curso de Pedagogia. Coordena o Núcleo de Catalogação e Pesquisas em História da Educação – NUCATHE, desenvolvendo pesquisas em história da educação regional. Desenvolve outras atividades de pesquisa e formação a docência na instituição e em outras instituições do País. Cursou o  doutorado em Educação na UFPR, na linha de pesquisa História e Historiografia da Educação, pesquisa sobre a educação na fronteira entre o Paraná/Santa Catarina, e a formação de professores neste espaço socioeducacional, entre 1928 e 1949.

CBN ENTREVISTA

“Nutrição” faz o assunto do programa CBN Entrevista que será apresentado no próximo sábado, dia 25, às 9 horas, nos microfones da CBN Vale do Iguaçu, antiga Rádio Difusora União, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo“, o amigo e apresentador informa que o entrevistado será o professor e nutricionista Wagner Osório D’Almeida, que falará sobre Nutrição, Mitos e Verdades. Observação: Neste domingo, dia 26, às 15 horas, o nutricionista Wagner Osório D’Almeida poderá ser assistido e ouvido, em entrevista sobre o mesmo assunto, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná.

SESSÃO SOLENE

No dia 09 de dezembro próximo, às 10 horas, no Casarão Amarelo da Fazenda São Jorge, da Família Domit, em Irineópolis, Santa Catarina, ocorre uma Sessão Solene alusiva ao encerramento das atividades do ano de 2.017, numa promoção da Academia de Letras Vale do Iguaçu (ALVI), em parceria com a Academia de Letras do Brasil – ALB/Canoinhas, SC.  Confirmaram presença, representantes da Academia de Letras, Artes e Ciências de Guarapuava, da Academia Palmense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico de São Mateus do Sul e, provavelmente, da Academia Caçadorense de Letras e Artes.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao advogado e velho amigo Francisco Lotério de Oliveira, que, na semana passada, gentilmente, brindou-me com o poema “Olhar – Tropeiro – Olhar”, de sua autoria, em homenagem ao tropeiro José Antônio Inácio Carvalho de Oliveiram seu bisavô,. Agradeço.

 

Beira do Iguaçu, Novembro  de 2.017

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 21/11/2017

LUTO

O artista plástico Frans Krajcberg morreu na última quarta-feira, dia 15, no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro. O escultor, pintor, gravador e fotógrafo, que nasceu, em 1921, em Kozienice, na Polônia, estava internado há um mês para tratar de infecções. Apesar de polonês, Frans Krajcberg se considerava brasileiro. Ele chegou ao País em 1948, poucos anos após perder a família na Segunda Guerra Mundial. As informações são da Agência Brasil. De acordo com as primeiras informações, depois da cremação do corpo, as cinzas serão levadas para o sítio do artista, em Nova Viçosa, na Bahia, onde tinha o seu ateliê e que deverá se transformar em museu. Aqui no Brasil morou também no Paraná, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Frans Krajcberg se destacou com um trabalho de esculturas feito com troncos e raízes queimadas, que marcou a sua luta contra a devastação das florestas e em defesa do meio ambiente.

DEZ ANOS SEM MANOEL CARLOS KARAM

“Louvado por escritores como Marcelino Freire, Nelson de Oliveira, Marçal Aquino, Ivana Arruda Leite e muitos outros, Manoel Carlos Karam tem uma casa de leitura e um prêmio com seu nome no Paraná, mas colhe poucos louros em Santa Catarina. Nasceu em Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí, em 1947, e faleceu em Curitiba, no dia 1º de dezembro de 2007, em decorrência de um câncer de pulmão. Dono de uma prosa indefinível, foi um dos escritores brasileiros mais inventivos. Seu pai, conhecido como Titio Karam, hoje nomeia um teatro ao ar livre, embaixo de uma das principais pontes da cidade de Rio do Sul, e também uma creche. Jornalista e agitador cultural, comandava um programa de auditório ao vivo na emissora de rádio AM líder de audiência na região. Emprestou ao filho o humor peculiar e a paixão pela comunicação: Manoel Carlos Karam deixa Santa Catarina aos 19 anos para estudar jornalismo em Curitiba, onde fica até a morte’”. (Fonte: Jornal Diário Catarinense).

AVÓS COM VOZ

No final desde mês, dia 29, às 19h e 30min, no Auditório do Colégio Santos Anjos, em Porto União, Santa Catarina, ocorre a décima primeira edição do evento Avós Com Voz, numa promoção da Secretaria de Cultura e Turismo, em alusão aos Cem Anos de Porto União. Na ocasião, a senhorita Francisca de Mattos, a Dona Chiquita,  prestará uma homenagem à professora Astrogilda de Mattos através de histórias do Cinquentenário de Porto União.

“NOSSAS INFORMAÇÕES – ANTÔNIO BUDAL”

No final deste mês, dia 30, no Auditório da Universidade do Contestado – UnC, Campus de Porto União, SC, ocorre o lançamento do livro “Nossas Informações – Antônio Budal”, de autoria do repórter e apresentador de TV Antônio Budal. O Prefácio é assinado pelo professor Aluízio Witiuk. A publicação aborda a trajetória de uma vida com base em assuntos de ordem pessoal e profissional. Agradeço o convite.

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.017

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPR

Milho no Monjolo – 17 de novembro de 2017

LUTO

Na última sexta-feira, dia 10, em Heidelberg, na Alemanha, onde vivia,  morreu o historiador, cientista político e escritor Luiz Alberto Moniz Bandeira, aos 81 anos de idade. Nascido em Salvador (BA), era doutor em ciência política pela USP (Universidade de São Paulo) e professor titular aposentado de política exterior do Brasil no departamento de história da UnB (Universidade de Brasília). Escreveu obras clássicas, como “Formação do Império Americano”, “A Segunda Guerra Fria” e “A desordem mundial”. Foi autor de mais de 20 livros, a maioria sobre política internacional. No ano em que a Revolução Russa completou 100 anos, ele acabara de lançar edições ampliadas de “O ano vermelho – a Revolução Russa e seus reflexos no Brasil” e “Lênin – vida e obra”. Em 2015, a UBE (União Brasileira de Escritores) indicou o historiador para disputar o Prêmio Nobel de Literatura 2015, a mais importante honraria da área. “Moniz Bandeira é um intelectual que vem repensando o Brasil há mais de 50 anos. Tem um posicionamento marcante em favor da política cultural, da defesa da liberdade de expressão e da nacionalidade brasileira”, afirmou o então presidente da UBE, Joaquim Maria Botelho, ao falar sobre a indicação. O historiador estava internado em um hospital desde domingo, dia 5. Ele sofria de problemas cardíacos, mas a causa oficial da morte e informações sobre o velório e enterro não foram divulgadas. “Lamento profundamente a morte do grande intelectual Moniz Bandeira de quem me fiz amigo nos últimos anos. Foi quem melhor estudou a política externa norte-americana com referência ao Brasil e à América Latina. Sua erudição era fantástica. Morreu com saudades do Brasil”, escreveu o teólogo e escritor Leonardo Boff nas redes sociais. “Eu perdi o Luiz, um amigo fraterno, mas o Brasil perdeu o historiador genial, um dos poucos intelectuais capazes de explicar como é que chegamos a esta situação”, declarou, também nas redes sociais, a professora de Direito Internacional da UFRJ Carol Proner.

CBN ENTREVISTA

“Trajetória Militar e Perspectivas” fazem os assuntos do programa CBN Entrevista que será apresentado neste sábado, dia 18, às 9 horas, nos microfones da CBN Vale do Iguaçu, antiga Rádio Difusora União, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo“, o amigo e apresentador informa que o entrevistado será o major Silvano Sasinski, mui digno Comandante da 1ª Cia Lara Ribas da Polícia Militar de Porto União, Santa Catarina, que falará sobre a sua Trajetória Militar e as Perspectivas para 2018 – PROERDD, Patrulha Escolar, rede escolar, rede vizinhos, et caetera. Observação: Neste domingo, dia 19, às 15 horas, o major Silvano Sasinski poderá  ser assistido e ouvido, em entrevista sobre os mesmos assuntos, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná.

“MACUNAÍMA”

Acaba de chegar às livrarias brasileiras uma belíssima edição de “Macunaíma,o herói sem nenhum caráter”(Editora Ubu, 272 páginas), com apresentação de Eduardo Sterzi, posfácio de Lúcia Sá e ilustrações de Luiz Zerbini. O clássico de Mário de Andrade mistura mitos, folclores e músicas populares de todo o Brasil, e continua vivo e atualíssimo.

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.017

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPR

Milho no Monjolo: 10 de novembro de 2017

CRIMINOLOGIA

No livro A “tradução” de Lombroso na Obra de Nina Rodrigues”: o racismo como base estruturante da Criminologia Brasileira (Editora Revan), o catarinense Luciano Goes investiga a origem da discriminação e as razões pelas quais os negros são maioria nos presídios brasileiros.  O livro do advogado e professor da Estácio Santa Catarina ficou em segundo lugar no 59º Prêmio Jabuti. Ainda que tenha sido contemplado na categoria Direito, trata-se de uma obra de leitura fundamental para qualquer pessoa. Mostra como o racismo nasceu enquanto manifestação violenta a partir da análise da obra do italiano Cesare Lombroso (1835 – 1909), autor da teoria do delinquente nato e cujos estudos são a base para o estudo do Direito Penal em todo o mundo.

LANÇAMENTO

Na noite da última quarta-feira, dia 08, no Auditório da Universidade do Contestado – UnC, Campos de Porto União, SC, ocorreu o  lançamento de livro “A Condição do Encarcerado no Sistema Prisional: Biopolítica e Desenvolvimento como Liberdade”, de autoria da advogada Jilia Diane Martins, em decorrência da sua dissertação de mestrado. . Importante para o desenvolvimento das sociedades e para o crescimento intelectual do indivíduo, a obre foi apresentada pela própria autora, que é graduada em Direito pelas Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu – UNIGUAÇU de União da Vitória, Paraná. Especializou-se em Ciências Penais pela Universidade Anhanguera, de Campo Grande/MS. Possui pós-graduação em Tecnologias do Ensino a Distância, pela UnC. É Mestre em Desenvolvimento Regional pela Universidade do Contestado. Atualmente é professora do Curso de Direito do Campus de Porto União da UnC – atuando nas disciplinas de Monografia, Sociologia Jurídica, Antropologia Jurídica e Filosofia Jurídica. É advogada criminalista e atua no Tribunal do Júri bem como é membro da Comissão da Mulher Advogada da OAB Subseção de União da Vitória.

CBN ENTREVISTA

“Uma História de Vida” faz o assunto do programa CBN Entrevista que será apresentado neste sábado, dia 11, às 9 horas, nos microfones da CBN Vale do Iguaçu, antiga Rádio Difusora União, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo“, o amigo e apresentador informa que o entrevistado será o MM. Juiz Oscaldo Alves do Amaral, que falará sobre Uma História de Vida, a sua trajetória pessoal e profissional. Nota: Nascido em Bituruna (PR), criado na  Beira da Lagoa Preta e graduado  pela Universidade do Vale do Rio dos sinos (UNISINOS), Osvaldo Alves do Amaral é  Juiz da 1ª Vara Cível e da 25ª Zona Eleitoral da Comarca de Porto União, Santa Catarina. Observação: Neste domingo, dia 12, às 15 horas, o MM. Juiz Osvaldo Alves do Amaral poderá ser assistido e ouvido, em entrevista sobre o mesmo assunto, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná.

Beira do Iguaçu, Novembro  de  2.017.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr.

Milho no Monjolo – 24 de Outubro de 2017

ESCREVE A LEITORA

“Curitiba, outubro  de 2017  / Prezado Dr. Odilon: / Há dias estou para lhe escrever, agradecendo mais uma vez o envio de notícias daí através do jornal O Comércio mas – e principalmente para comentar o fechamento da Rádio Difusora União, onde tive a honra de ser entrevistada pelo professor Witiuk por ocasião do recebimento da comenda Pinhão do Vale. / Como criadora, produtora e apresentadora do programa “Nossa História”, por 14 anos no ar pela rádio E-Paraná AM 630, bem avalio a importância deste meio de comunicação nas comunidades. E não posso deixar de citar o início do filme “Filhos de Francisco”, quando eles colocam uma bacia de alumínio no telhado para melhorar a sintonia das ondas do rádio no sertão em que viviam. Durantes os anos em que fiz  o programa “Nossa História” ao vivo, aos sábados, 18:00 horas, conheci melhor o país em que vivemos. Se inicialmente, quando nossa sede ainda era no centro da cidade, e eu produzia  para a rádio FM 97,1 o programa “Ópera Total”, traduzindo os libretos do francês e do inglês, já em “Nossa História” se descortinou um novo mundo, das pessoas adeptas da música caipira e de raiz, às quais eu tinha a dura missão de fazer gostarem de história. Lembro que ao abordarmos as etnias que formaram nosso povo, recebíamos no estúdio poloneses carregando pierogui e italianos com garrafas de vinho de Santa Felicidade. A comitiva de Porto União e União da Vitória, que veio contar a história da região, capitaneada por Therezinha Leony Wolff ,  trouxe-nos muitos livros com a história local e produtos que iam do mel ao Steinhegger!  Ah, e o hino local, imprescindível  ! A comitiva fez sucesso mais uma vez na festa dos 10 anos do programa,em 2013, no auditório do Canal da Música, quando homenageamos os “Amigos da História”, entre eles Dr-Odilon Muncinelli, grande colaborador  ! / O filho Guilherme, que atendia o telefone no ar , se encantava com a diversidade de histórias que as pessoas queriam contar . E foi através delas que pautamos vários temas: o Contestado, A Revolução de 30, A Revolução Farroupilha, Os Pracinhas na II Guerra: sempre alguém tinha um parente que havia participado, e novos detalhes eram revelados, pois ‘a história se faz a cada dia’. / Mas o que mais me comoveu foi a ‘cartinha’ (um pedaço de papel de pão rabiscado a lápis) que recebi de um ouvinte. / “Ao ouvir a ‘musiquinha’ (vinheta) do programa- dizia ele -‘sei que vou aprender muito”. Foi aí que senti a responsabilidade que nós, comunicadores, temos nas comunidades. E ele era de uma região onde havia ‘toque de recolher’: às seis da .tarde só lhe restava o rádio como contato com o mundo… É por este e outros motivos que não posso deixar de me manifestar diante do encerramento das atividades da Rádio Difusora União. / Mas por outro lado fico muito feliz com a retransmissão da rádio CBN Vale do Iguaçu e estréia de  sua programação local . / Felicidades a todos e nunca se esqueçam desta citação de um anônimo: “A distância que você consegue percorrer na vida depende da sua ternura para com os jovens , compaixão pelos idosos, solidariedade com os esforçados e tolerância para com os fracos e os fortes, porque chegará o dia em que você terá sido todos eles”.  / Abraços a todos !  Zélia Maria Nascimento Sell – Jornalista e pesquisadora (aposentada) de Curitiba – Pr / zeliasell@gmail.com!.

 

Beira do Iguaçu, Outubro de 2.017.

Odilon Muncinelli é Membro da ALV I e do IHGPr

Milho no Monjolo – 20 de Outubro de 2017

JAMES JOYCE E DAVID FOSTER WALLACE: UM DIÁLOGO

A Biblioteca Pública do Paraná promove, entre os dias 23 a 25 próximos, o curso “James Joyce e David Foster Wallace: um diálogo”, com o professor e tradutor Caetano Galindo. A atividade faz parte da programação da 1ª  Festa Literária da Biblioteca. Os encontros acontecem no 3º  andar da BPP, das 9 horas às 12 horas. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas por meio do formulário disponibilizado no site da Biblioteca. Serão selecionadas 30 pessoas, por ordem de inscrição. Responsável por traduções de “Ulysses”, de James Joyce, e “Graça Infinita”, de David Foster Wallace, Caetano Galindo vai explorar, ao longo do curso, aspectos que aproximam e distinguem os romances. “Os alunos verão uma apresentação das duas obras, analisarão trechos selecionados de cada uma e discutirão suas similaridades e diferenças, levando em consideração os contextos muito diferentes a que cada livro pertence/pertencia”, diz o tradutor. Doutor em Linguística pela Universidade de São Paulo (USP), Caetano Galindo é professor de Linguística Histórica na Universidade Federal do Paraná (UFPR). Como tradutor, verteu para o português, obras de Thomas Pynchon, Saul Bellow, Ali Smit e Paul Auster, entre outros. Também é autor do livro de contos “Ensaio” sobre o entendimento humano, vencedor do Prêmio Paraná de Literatura 2013 e do recente “Sim, eu digo sim — Uma visita guiada ao Ulysses” de James Joyce.  A Feira Literária da Biblioteca será realizada nos dias 23 a 28 próximos e conta uma programação variada, com a presença de mais de 20 escritores, que participam de palestras, bate-papos e lançamentos de livros.  / Haverá exibição de longas-metragens (adaptações de obras literárias), apresentações musicais, teatrais e oficinas. O homenageado é o escritor Manoel Carlos Karam (1947-2007).

CBN ENTREVISTA

“O Supermercado Glória” faz o assunto do programa CBN Entrevista que será apresentado no próximo sábado, dia 21, às 9 horas, nos microfones da CBN Vale do Iguaçu, antiga Rádio Difusora União, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo“, o amigo e apresentador informa que as entrevistadas serão as empresárias Roseli Hirzinger Wengerkiewicz e Claudia Mara Wengerkiewicz Storck, mãe e filha, que falarão sobre o Supermercado Glória desde a sua origem com o empresário Hans Hirzinger, pai e avô das entrevistadas. Observação: Neste domingo, dia 22, às 15 horas, as empresárias Roseli Hirzinger Wengerkiewicz e Cláudia Mara Wengerkiewicz Storck poderão ser assistidas e ouvidas, em entrevista sobre o mesmo assunto, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná.

Beira do Iguaçu, Outubro de 2.017.

Odilon Muncinelli – Membro da ALVI e do IHGPr

 

 

Milho no Monjolo – 17 de Outubro de 2017

NRE CONTA SUA HISTÓRIA

Acaba de ser lançado o livro  “O Núcleo Regional de Educação de União da Vitória Conta a sua História” e “SEED 70 Anos”. A Capa é assinada pela artista plástica Rita de Cássia Woitexen. O Prefácio é assinado pelo professor Ricardo José Brugnago. A obra conta a História do NRE e apresenta uma pequena biografia dos seus Chefes:  Segismundo Falarz, Cordovan Frederico de Melo, Clodoaldo Naumann, Hilton Ernesto Moro, João Hort, Silvia Hedwig Furlani, Clemência Maria Ferreira Ribas, Eloy Tonon, Vera Lúcia Perepelicia, Rosicler Maria Menegat Martinuv, José Jackiw, Jair Brugnago, Adilson Machado, Revelino José Petla e  Ricardo José Brugnago. E a História continua… com enfoque nos Municípios jurisdicionados pelo NRE de União da Vitória, Paraná.

ESCREVE O LEITOR

“Boa-tarde, Odilon, bem chuvosa Encaminhei hoje, terça, 10, uma GAMELA  DE VERSOS, recheada, novinha, com boas emanações de poesia. Se sua(s) gamela(s) de casa estão um pouco velhas, esta virá para (talvez) dar mais algum brilho junto às demais. Obrigado pela inserção dos lampejos no pedaço abençoado MILHO NO MONJOLO – muito gostoso de se ler e relembrar das coisas aí do “Porto”, como se diz. Chuva o dia inteiro hoje aqui. Boa semana. Um abraço. Silmar Bohrer”.

DIA DO PROFESSOR

No último domingo, dia 15, comemorou-se o Dia do Professor que teve origem no dia 15 de outubro de 1827, por Decreto de D. Pedro I. Foi oficializado nacionalmente como Feriado Escolar pelo Decreto Federal n.o 52.682, de14 de outubro de 1963. Esse Decreto definia a essência e a razão do Feriado: “Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias”.

AVÓS COM VOZ

Na última quinta-feira desde mês, dia 26, às 19h e 30min, no Auditório da Escola de Educação Básica Professor Balduino Cardoso, em Porto União, Santa Catarina, ocorre a décima edição do evento Avós Com Voz, numa promoção da Secretaria de Cultura e Turismo, em alusão aos Cem Anos de Porto União. Na ocasião, o engenheiro florestal e observador Roberto Pedro Bom falará sobre A Importância do Rio Iguaçu, o rio inteiramente paranaense desde a sua nascente em Curitiba (os arroios Belém e Ivo) até a foz no Rio Paraná.

FEIRA DO LIVRO ESPÍRITA

A 32ª Feira do Livro Espírita ocorre nos dias 06 a 11 de novembro próximo, na Praça Alvir Riesemberg, em União da Vitória, Paraná, numa promoção do Centro Espírita Amor e Caridade. Vale a pena conferir.

Beira do Iguaçu, Outubro de 2.017.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 12 de Outubro de 2017

 

REVISTA DA ALVI

A Revista da ALVI n. 11, ano 2018, deverá enfeixar os Discursos de Posse proferidos pelos Novos Acadêmicos – Luiz Alberto de Araújo, Marli Terezinha Andrucho Boldori, Maris Stela da Luz Stelmachuk e Thiago Daniel Sander, além de artigos jornalísticos, crônicas, poesias, contos, resenhas, ou textos científicos com temas livres.

A DAMA DO CENTENÁRIO 1

No começo desta semana, o jornalista e velho amigo Ivo Dolinski indicou a agitadora cultural Therezinha Leony Wolff como a “Dama do Centenário de Porto União”. Homenagem justa e merecida. Assino embaixo. Noutra ocasião, ela foi indicada como “A Dama da Cultura”. Nascida em Porto União, Santa Catarina, ela é autora dos livros “Coisas Que Tocam…”, “Pegadas Amigas”, “Juventus Esporte Clube”, dos livretos “Assim Nasceu Porto União da Vitória”, “Zeca Bandeira”, “Castelando” e outros. Faz parte da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI), Academia de Cultura de Curitiba (ACCUR) e Academia de Cultura Precursora da Expressão (ACUPRE).

A DAMA DO CENTENÁRIO 2

Assinalou o jornalista: “Com o mesmo currículo que tomei a liberdade de escolher como ‘O Casal do Centenário” a Professora Aldair e seu esposo Odilon Muncinelli, querida Professora Therezinha Leony Wolff, a escolha como “A Dama do Centenário de Porto União”.

CBN ENTREVISTA

A História de Uma Família” faz o assunto do programa CBN Entrevista que será apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, no próximo sábado, dia 14, às 9 horas, nos microfones da CBN Vale do Iguaçu, antiga Rádio Difusora União, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo“, o amigo e apresentador informa que a entrevistada será a senhorita Francisca de Mattos, mais conhecida como “Chiquita”, que falará sobre a História da sua Família, com enfoque na irmã mais velha, a inesquecível professora Astrogilda de Mattos. Observação: Neste domingo, dia 15, Dia do Professor, às 15 horas, a senhorita Francisca de Mattos poderá ser assistida e ouvida, em entrevista sobre o mesmo assunto, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao Meritíssimo Juiz da 25ª Zona Eleitoral e da 1ª Vara Cível de Porto União Osvaldo Alves do Amaral e ao mui digno Diretor Geral do Grupo Verde Vale de Comunicação Carlos Henrique Agostini, mais conhecido como “Caíque”, que, foram agraciados com Moção Honrosa e Medalha do Contestado, conferidas pela Colenda Casa de Leis de Porto União, SC, na Sessão Solene em homenagem aos 100 Anos de Porto União, SC, realizada no dia 03 próximo passado.

Odilon Muncinelli – Membro da ALVI e do IHGPr

 

Beira do Iguaçu, Outubro de 2.017

Milho no Monjolo – 10 de Outubro de 2017

PRÊMIO NOBEL DE LITERATURA 1

O escritor Kazuo Ishiguro, de 62 anos, conquistou o Prêmio Nobel de Literatura 2017. A escolha foi anunciada na última quinta-feira, dia 05, em um evento em Estocolmo, na Suécia. Considerado um dos maiores autores vivos da língua inglesa, ele vai receber 9 milhões de coroas suecas (cerca de R$ 3,5 milhões). A Academia Sueca, responsável pelo Nobel, informou em comunicado que o Ishiguro recebeu o prêmio porque “em seus romances de grande força emocional, revelou o abismo sob nossa sensação ilusória de conexão com o mundo”. / Nascido em Nagasaki, no Japão, em 1954, Kazuo Ishiguro mudou-se para a Inglaterra aos cinco anos de idade, onde vive até hoje. Autor de oito livros (sete romances e um volume de contos), ele escreve em inglês. / São dele “Os vestígios do dia” (1989), que ganhou o Man Booker Prize de 1989, e a ficção científica “Não me abandone jamais” (2005), ambos adaptados ao cinema e lançados no Brasil pela Companhia das Letras. / A editora também publicou “Quando éramos órfãos” (2000) e “O gigante enterrado” (2015), além da seleção de contos de “Noturnos: Histórias de música e anoitecer” (2009). / Ao fazer o anúncio do prêmio a Ishiguro, secretária-geral da Academia Sueca, Sara Danius, destacou que o autor retrata em seus livros temas como “memória, passagem do tempo e autoilusão”. / Danius descreveu que o estilo de Ishiguro junta Jane Austen e Franz Kafka, com “um pouco de Marcel Proust na mistura”. / A Academia também lembrou que o filme “Vestígios do dia” (1993) foi estrelado pelo ator Anthony Hopkins. Ishiguro assina ainda o roteiro do filme “A condessa branca” (2005), estrelado por Ralph Fiennes e Natasha Richardson.

PRÊMIO NOBEL DE LITERATURA 2

Vencedor do Prêmio Nobel de Literatura, título concedido na última quinta-feira em Estocolmo, na Suécia, o escritor Kazuo Ishiguro teve dois romances adaptados para as telas do cinema.  / O primeiro livro a virar filme foi Os Vestígios do Dia, lançado em 1989 e reconhecido com o prêmio Booker Prize no mesmo ano (No Brasil, algumas edições tiveram o título traduzido para Os Resíduos do Dia). Na trama dirigida por James Ivory, um mordomo que há décadas trabalha servindo uma mesma mansão passa a olhar para seu passado quando o atual patrão lhe concede alguns dias de férias. Nesse tempo de descanso, Stevens, interpretado pelo ator Anthony Hopkins, entra em contato com uma ex-colega, a governanta Miss Keaton, vivida pela atriz Emma Thompson, que nutre sentimentos pelo mordomo — intenções que o homem, devotado à casa e à profissão, não foi capaz de perceber – assim como também não percebeu o desmoronamento do mundo em que vivia, abalado pela ascensão do fascismo e pela iminência da II Guerra. O filme foi lançado em 1993 e indicado a oito Oscar, mas não levou nenhuma estatua. (Fonte: Jornal Diário Catarinense).

A ÚLTIMA / REFLEXÕES

1. “Investir em marcas de qualidade invista em você”. 2. “Neste mundo de inverdades tenho abandonado tantas ilusões”. 3. “Homens, rodos tecidos da tênue teia da vida”. 4. “Se a vida não está ótima que seja sensacional”. (Silmar Bohrer, Presidente da Academia Caçadorense de Letras e Artes – ACLA).

Beira do Iguaçu, Outubro de 2.017.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 03 de Outubro de 2017

DIA DO IMIGRANTE ITALIANO

‘O Dia Estadual do Imigrante Italiano, em 21 de fevereiro de cada ano, é uma comemoração no Estado de Santa Catarina, que foi estatuída pela Lei nº 14.515, de 21 de outubro de 2008, em apoio ao “Dia Nacional do Imigrante Italiano” no Brasil. A data comemorativa de brasileiros tem por fim, marcar a data de 21 de fevereiro de 1874, em que chegaram ao porto de Vitória, Espírito Santo, no Navio Sofia, as primeiras 380 famílias de italianos acolhidos nas Terras Brasileiras, que então se estabeleceram no Estado do Espírito Santo. Para conhecimento, a imigração italiana no Brasil teve como seu ponto alto, o período entre 1880 e 1930, e, atualmente, os ítalo-brasileiros estão espalhados principalmente pelos estados do Sul e do Sudeste do Brasil. Os ítalo-brasileiros são descendentes da enorme massa de imigrantes italianos que chegaram ao Brasil entre 1870 e 1960. Os ítalo-brasileiros são considerados a maior população de descendentes ou “oriundis” de italianos fora da Itália. Os ítalo-brasileiros mantêm os costumes tradicionais italianos, assim como parte da população brasileira, que acabou por absorvê-los por causa do impacto da imigração italiana no Brasil. A contribuição dos italianos é notável em todos os setores da sociedade brasileira, principalmente na mudança socioeconômica que os italianos produziram no campo e nas cidades. Nesse sentido, pode-se citar desde o modo de vida que mudou profundamente influenciado pelo catolicismo, bem como nas artes, música, arquitetura, alimentação e no empreender italiano na abertura de empresas, e também como trabalhadores especializados. No campo, pode-se citar a introdução de novas técnicas agrícolas, e principalmente na mudança do latifúndio para pequenas propriedades agrícolas e na introdução da policultura de produtos. A grande maioria dos ítalo-brasileiros está no sul e no sudeste do Brasil, mas há ítalo-brasileiros também em outras regiões do Brasil. Muitos ítalo-brasileiros já residentes no Brasil, em especial no sul, teriam migrado para estados do Centro-Oeste – em especial para o Mato Grosso do Sul. No Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo, alguns ítalo-brasileiros ainda falam italiano e outros dialetos regionais da Itália, mas ítalo-brasileiros mais jovens costumam falar apenas português”.

 

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao advogado e professor Aloísio Surgik, meu colega de turma na Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná, que, na última quinta-feira, dia 28, “mudou-se para o andar de cima”. Uma grande perda para a Ciência Jurídica. Peço ao Senhor Nosso Pai e Nosso Guia que o receba e o tenha na Sua Santa Casa.

 

Beira do Iguaçu, Outubro de 2.017.

Odilon Muncinelli – Membro da ALVI e do IHGPr