Milho no Monjolo

Odilon Muncinelli

Milho no Monjolo – 21 de Setembro de 2018

DEVER DE CASA VIRA LIVRO

Uma redação de escola com tema livre foi o pontapé para que Samuel Araújo Silva, 13 anos de idade, pudesse dar vida ao conto policial “O Mistério do Crime dos Mil Olhos”, publicado pela Editora Belo Dia. Nunca foi tão importante estar bem informado. Sua assinatura financia o bom jornalismo. Samuel Araújo Silva é morador de Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, onde estuda. O livro começou a nascer quando ele estava no sexto ano do Ensino Fundamental e o texto inicial tinha duas páginas. “Queria escrever uma história de suspense e fui aumentando o texto depois, com o incentivo de um professor”.  O conto é escrito em primeira pessoa pelo personagem Henrique, que apesar de não ter a idade revelada, parece ser tão jovem quanto o próprio autor.  O pai de Henrique foi sequestrado em Salesópolis, também na Grande São Paulo, e ele decide investigar o caso com a ajuda de uma amiga da escola. O sequestrador, no entanto, tinha um padrão: atacar somente policiais.  Em 44 páginas, a narrativa infanto-juvenil transita pelo suspense, o romance e o misticismo com um desfecho surpreendente. Samuel Araújo Silva diz não ter um autor preferido em quem se inspira. Além de escrever, o estudante ilustrou a história e os desenhos também pararam no livro.  O livro foi lançado em dezembro do ano passado em Itaquaquecetuba com uma remessa de 400 exemplares. Apesar da timidez, o estudante procura outros espaços para lançamentos. O jovem escritor já rascunha outras histórias de ficção e se diz um leitor voraz. “Leio mais livros de aventura e leio bastante na biblioteca da escola. Tenho até amizade com a bibliotecária”, conta.

DOIS EVENTOS

Neste sábado, dia 22, às 9 horas, o Município de Porto União, por meio do Comitê Central Organizador das Comemorações do Centenário, dá continuidade aos eventos comemorativos, na Praça do Centenário Prefeito Victor Buch Filho. Na ocasião será depositada a “Cápsula do Tempo do Centenário”, instituída pela Lei no 4.489/2017, cujos conteúdos deverão ser revelados somente nas festividades dos 150 anos de Porto União, no dia 05 de setembro de 2067. Da mesma forma, o Exmo. Senhor Prefeito Municipal Eliseu Mibach estará no mesmo local, descerrando a placa alusiva ao plantio de ipês, plantados no Dia da Árvore, no ano do Centenário, homenageando diversos cidadãos, entre eles, este Colunista, Therezinha Leony Wolff, Renato Ruschel, Delbrai Augusto Sá, Herbert Bauer e Almir Duarte. Ensina o Salmo 145:4: “Uma geração contará as tuas obras à outra geração e anunciarão as tuas proezas”.

SESSÃO SOLENE

Ainda neste sábado, dia 22, na Câmara Municipal de Irati, Paraná, ocorre em Sessão Solene a entrega do Prêmio “Colmeia de Ouro 2018” conferido à professora e acadêmica Luíza Nelma Fillus,  pela Academia de Letras, Artes e Ciências do Centro Sul do Paraná (ALACS), como destaque no âmbito cultural, artístico, educacional e humanístico no cenário regional e paranaense.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada aos atuantes voluntários, mulheres e homens que colaboram ativamente com a Associação dos Deficientes Visuais do Vale do Iguaçu (ADEVIVI).

 Beira do Iguaçu, Setembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 18 de Setembro de 2018

O COLUNISTA E A ORIGEM DO COLUNISMO

“O colunista é um profissional do jornalismo que trabalha escrevendo regularmente para veículos de comunicação (jornaisrevistasrádioTVwebsites), produzindo textos não necessariamente noticiosos denominados colunas. O colunista não precisa ser necessariamente jornalista (o que significa, no Brasil, não precisar ser Bacharel em Jornalismo). Alguns dos colunistas brasileiros mais conhecidos, como Luís Fernando Veríssimo e Arnaldo Jabor, não são jornalistas. O nome “Coluna” surgiu em virtude da diagramação original dos textos não-noticiosos publicados regularmente em espaço predeterminado no jornal. Nos periódicos do Século XIX, tudo que não era notícia era diagramado numa única coluna vertical, de alto a baixo da página, à parte do resto do conteúdo — exceto pelos folhetins, que eram publicados geralmente na parte inferior da primeira página, ocupando todas as colunas da esquerda até a direita. Com o passar do tempo, os textos de colunas deixaram de ser limitados a uma coluna de diagramação e passaram a ter qualquer formato, mas mantendo o caráter de informações curtas, em notas, ou observações do cotidiano, em linguagem de crônica.  Até a década de 1990, era mais comum que cada coluna tivesse um tema específico, a despeito dos autores que assinassem os textos. Assim, o mesmo espaço era preenchido por diversos profissionais, versando sobre os mesmos assuntos (por exemplo, a coluna social Swann, publicada em O Globo, assinada por mais de um autor). Atualmente, porém, os colunistas têm recebido mais destaque do que as colunas, o que lhes permite escrever sobre praticamente qualquer tema, desde que o leitor identifique neles um estilo próprio do autor. Este fenômeno tem aproximado os textos de coluna do chamado Jornalismo Literário”. (Fonte: Wikipédia, a Enciclopédia Livre).

“CRÔNICAS IMORTAIS”

No mês de julho, 25, Dia do Escritor, ocorreu o lançamento do livro “Crônicas Imortais – O Ressurgimento de Uma Nova Era”, dos autores Vinícius Trebien Tack, Gabriel Felipe Laurentino e Vinícius Gregório, alunos do Colégio Estadual São Cristóvão. Nas 291 páginas o livro recebe todo fruto de suas imaginações. Nota: Também está publicado em eBook Kindle.

TROFÉU GUERREIRO DO PARANÁ

Na última quinta-feira, dia 13, na Associação Comercial do Paraná, o advogado e acadêmico René Ariel Dotti recebeu o Troféu Guerreiro do Paraná. O Prêmio foi entregue pelo Movimento Pró-Paraná durante as comemorações dos 165 anos de Emancipação Política do Estado do Paraná.  Nota: René Ariel Dotti é formado em Direito pela Universidade Federal do Paraná – UFPR, em 1958. Advogado com especialidade em Direito Penal e Processo Penal desde 1958. Professor convidado da Escola da Magistratura do Estado do Paraná. Sócio Benemérito do Instituto dos Advogados do Paraná. Vice-Presidente Honorário da Associação Internacional de Direito Penal. Membro da Academia Brasileira de Direito Criminal. Membro da Academia Paranaense de Letras. Membro da Academia Paranaense de Letras Jurídicas. Membro do Instituto dos Advogados Brasileiros.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao jornalista Fábio Campana  que, diariamente, escreve“A Coluna do  Campana”  para este Jornal O Comércio.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Beira do Iguaçu, Setembro de 2.018

Milho no Monjolo – 14 de Setembro de 2018

ORIGEM DO JORNAL

“O primeiro jornal que se tem notícia surgiu em Roma em 59 A.C. e se chamava Acta Diurna. Ele nasceu do desejo de Júlio César de informar o público sobre os acontecimentos sociais e políticos e divulgar eventos programados para cidades próximas. O jornal era escrito em grandes placas brancas e expostas em locais públicos onde transitavam muitas pessoas.  As Acta informavam os cidadãos sobre escândalos no Governo, campanhas militares, julgamentos e execuções. Em 1447, a prensa, inventada por Johann Gutemberg inaugurou a era do jornal moderno e permitiu o livre intercâmbio de ideias e cultura, disseminando o conhecimento. Durante essa época, a classe média em ascensão, que correspondiam aos comerciantes, era abastecida de informações sobre o mercado por boletins informativos, que muitas vezes tinham um teor sensacionalista. Foi só na primeira metade do século XVII que os jornais começaram a surgir como publicações periódicas. Os primeiros jornais modernos nasceram em Países da Europa Ocidental como Alemanha, França, Bélgica e Inglaterra. A maior parte de suas publicações traziam notícias da Europa e raramente incluíam informações da América ou Ásia”. Nota: O primeiro  jornal do  Brasil foi A Gazeta, com início no dia 10 de setembro de 1808, no Rio da Janeiro.

“SONHOS HUMILDES”

Mais uma adolescente, com 15 anos de idade, moradora em Porto União, Santa Catarina, dedica-se ativamente à arte da escrita. Rafaela Rolwagen publicou no começo de julho o seu livro de estreia “Sonhos Humildes”, com 70  páginas, que reúne crônicas, poesias e hai

LUTO

Na noite do último domingo, dia 09, no Rio de Janeiro, morreu o acadêmico, jurista, sociólogo e escritor Hélio Jaguaribe, aos 95 anos de idade. Hélio Jaguaribe de Mattos nasceu no Rio de Janeiro, em 23 de abril de 1923. Formou-se em Direito, em 1946, pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio). Hélio Jaguaribe foi um dos últimos grandes intérpretes de nosso País. Entre a vasta obra do imortal destacam-se “A Dependência Político-Econômica da América Latina” e “Um Estudo Crítico da História”. Recebeu o Título de Doutor Honoris Causa da Universidade de Johannes Gutenberg, de Mainz, Alemanha (1983), da Universidade Federal da Paraíba (1992) e da Universidade de Buenos Aires (2001). Recebeu a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico (1996) e a Ordem do Mérito Cultural conferida pelo Ministério da Cultura (1999). Em 1964, depois de pública condenação do golpe militar, afastou-se do País e foi lecionar nos Estados Unidos. Era membro da Academia Brasileira de Letas (ABL), ocupou a cadeira 11, desde 2005.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada em memória ao professor e jornalista Hermínio Milis, que, no dia 11 de junho de 1931, fundou este apreciado Jornal O Comércio.

Beira do Iguaçu, Setembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

 

Milho no Monjolo – 11 de Setembro de 2018

LENDAS E MITOS 1

São contadas e há registros de algumas lendas em Porto União, SC e União da Vitória, PR. Entre elas: 1. Do Monge João Maria que ergueu uma cruz no alto do Morro da Cruz. 2. Do Monge João Maria que atravessou o Rio Iguaçu num lenço que virou canoa. 3. Da cobra grande da Lagoa Preta, nas proximidades da Raia, no Bairro São Bernardo. (Ou do Monstro do Rio Iguaçu). 4. Da maldição da velha. 5.  Do diabo do Clube Floresta, no Bairro São Cristóvão, contada por Ivana Caroline Porn, em Novembro de 2016, no sítio Lendas.

LENDAS E MITOS 2 

“Lendas são muito significativas para a construção da representação de uma comunidade. A partir delas é possível perceber quais as crenças de uma população. É uma particularidade que une os habitantes de uma região em uma crença passada de geração em geração. Conhecer uma lenda é conhecer um pouco mais da história de uma cidade. A realização desse trabalho serve como um auxílio para manter eternizadas as histórias que ouvimos desde crianças, e que nos trazem esse senso de pertencimento a um grupo”. (Ivana Caroline Porn, 2016, Lendas | Editorial). Nota: Trata-se de uma proposta de Jornalismo Online que tem como professora Ana Cristina Bostelmam.

ESCREVE O LEITOR

“Parabéns, Porto União, pelos 101 anos de emancipação. Parabéns. unionenses! Bom artigo da Mariana Honesko no vvale.com.br. (…)”. (Silmar Bohrer, Presidente da Academia Caçadorense de Letras e Artes – ACLA).

PORTO UNIÃO, 101 ANOS 

Nos anos passados, escrevi e publiquei neste Jornal O Comércio, diversos textos em Homenagem ao Aniversário de União da Vitória (dia 27 de março) e em Homenagem ao Aniversário de Porto União (dia 05 de setembro), conforme a  orientação da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI). No entanto, neste ano, por acomodação, não escrevi nem publiquei qualquer texto em homenagem àquelas datas. E muito menos os outros acadêmicos. Sendo assim, apresento as minhas congratulações para a jornalista Mariana Honesko que escreveu e publicou o artigo “Parabéns, Porto União!”, nas páginas o4 e 05, edição do dia 05 último, deste Jornal O Comércio. Em Tempo: Congratulo-me com a gente, com as coisas desta querida terra adotiva em que vivo a maior parte da minha vida . Salve, Porto União, o portão de entrada da Santa e Bela Santa Catarina!

A ÚLTIMA 

A Coluna de hoje é dedicada ao estimado e velho amigo Luiz Ernani da Silva que, desde 1996 edita o Jornal “O Bocudo”, com comentários, críticas e notícias  .

Beira do Iguaçu, Setembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr)  

Milho no Monjolo – 04 de Setembro de 2018

ATIVIDADES PARA SETEMBRO

Dia 04 Sessão Solene de celebração do 196º Aniversário da Independência do Brasil: Hino Nacional Brasileiro, o Movimento da Independência e Formação da Identidade Nacional, as Américas Portuguesa e Espanhola e Hino da Independência: Intervenção da cantora e maestrina Ketlen Muller, do jornalista Rafael de Lala Sobrinho, do Coronel Enio da Silva e do Tenente Coronel Cristiano Rocha Affonso da Costa Coordenação e execução: Associação Paranaense de Imprensa e apoio do IHGPR. Dia 11 – Sessão Especial: Celebração do Centenário do Templo das Musas. Co-promoção do IHGPR e Instituto Neo Pitagórico. Explanadores: Ernani Costa Straube e  Manoel Anísio Muller Moscaleski (INP). Dia 18 – Palestra Comemorativa do 128º aniversário do “Clube Duque de Caxias – História e Contribuição Social e Esportiva para o Desenvolvimento das Comunidades Curitibana e Paranaense”. Co-promoção do IHGPR e do Clube Duque de Caxias. Palestrante: Jonatas Reichert. Exposição de parte do acervo do Clube. Dia 25 – Sessão Plenária incluindo “Compartilhando”. Obra: “A Hora Final de Castro- A História Secreta da Gradual Queda do Comunismo em Cuba”, Autor: André Oppenheimer (Jornalista Argentino). Javier Vergara, Editor, Buenos Aires, 1992. Relator: José Carlos da Costa Coelho. Dia 27 – Reunião da Diretoria.

LANÇAMENTOS NO BRASIL

Uma nova geração de edições e livros de R.R. Tolkien (1892-1973) começou a chegar na última quarta-feira, dia 29/08, às livrarias brasileiras: “A Queda de Gondolin”, livro inédito do autor, organizado e editado pelo filho Christopher Tolkien. O lançamento foi feito simultaneamente no Brasil, Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha. Nove cidades brasileiras receberam eventos para celebrar o lançamento daquele que provavelmente é o último livro inédito com escritos de J.R.R. Tolkien, autor da saga “O Senhor dos Anéis”. Christopher Tolkien, o responsável pela obra do pai, está com 93 anos e afirma no prefácio que esse é seu último trabalho. O livro marca também o primeiro trabalho assinado por J.R.R. Tolkien no novo projeto da Harper Collins Brasil para a obra do escritor: dois livros biográficos já estão nas livrarias, mas a proposta da editora é lançar tudo que leva o nome dele na capa. Ainda em 2018, sai “Beren e Lúthien” (inédito no Brasil). No primeiro semestre de 2019 estão programados “O Silmarillion”, “Contos Inacabados” e “As Cartas de J.R.R. Tolkien” e no segundo “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”, todos com novas traduções.

REFLEXÕES

Na última quinta-feira, dia 30/08, no Palácio Garibaldi, em Curitiba, Paraná, ocorreu o lançamento do livro “Reflexões: Olhos e Ouvidos de Minha Alma”, do professor Oriovisto Guimarães, membro da Academia Paranaense de Letras. Com 120 páginas, a publicação da Editora Inventa traz uma coletânea de artigos, palestras e textos produzidos pelo acadêmico entre 2004 e 2018, dividido em três capítulos. O primeiro apresenta reflexões filosóficas sobre a vida, o homem e a política, o segundo aborda as realizações do autor como professor e sua forma de ver o mundo, enquanto o terceiro mostra uma visão de futuro das bandeiras que o autor defende. A renda com a venda do livro foi revertida à Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas.

Beira do Iguaçu, Setembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 31 de Agosto de 2018

ESCREVE O LEITOR

“Boa noite. Nas minhas pesquisas para os anais da ACLA descobri hoje que havia família Muncinelli no movimento pró-emancipação do Município de Caçador, em 1934. Os Muncinelli são pioneiros também em Caça City”. (Silmar Bohrer, mui digno Presidente da Academia Caçadorense de Letras e Artes – ACLA). Nota: O patriarca da família era Olindo Muncinelli, irmão do meu avô Domingos (Domenico, na Itália).

VESTIBULAR 2018

“A lista com as obras de literatura indicadas para o Vestibular 2018 da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi divulgada a tempo e modo. Ao todo, oito publicações fizeram parte da prova de literatura do Vestibular 2018. “As Fantasias Eletivas”, de Carlos Henrique Schroeder; “Olhos D’Àgua”, de Conceição Evaristo; “Manuel Bandeira”(Coleção Melhores Poemas), seleção de Francisco de Assis Barbosa; “Lucíola”, de José de Alencar; “Comédias para Ler na Escola”, de Luís Fernando Veríssimo; “Quarenta Dias”, de Maria Valéria Rezende “Valsa n° 6”, de Nelson Rodrigues “Nós”, de Salim Miguel. Segundo a UFSC, os candidatos deveriam ler os livros integralmente, pois o estudante teria de analisar e interpretar textos bem como reconhecer singularidades de gêneros literários distintos. A UFSC recomendou ainda o conhecimento do contexto histórico, social, cultural e estético de cada obra para contribuir com a compreensão da história de forma integral”. Em Tempo: Anotação para registro.

“PARANÁ: UMA HISTÓRIA”

“Ao longo de três anos, o jornalista Diego Antonelli, 31 anos, assinou as reportagens da página temática de História, na Gazeta do Povo. As matérias serviram como ponto de partida para o livro “Paraná: Uma História”, que foi lançado, recentemente, pela Editora Arte e Letra. O material foi ampliado, juntou-se a uma nova pesquisa do autor e reconta a trajetória do Estado de uma forma que foge ao tradicional. A obra não interessa apenas a historiadores, mas a todos aqueles que se interessam pela História do Paraná”.

IRATI EM IMAGENS 2.018 

O Concurso “Irati em Imagens 2018” está lançado e aceita inscrições nas categorias “fotos” e “vídeos”, até o dia 09 de novembro. O regulamento, detalhes e premiações estão no site oficial do Município de Irati e serão disponibilizadas versões impressas no Centro Cultural Clube do Comércio. Informações pelos telefones 3907-3158, 3422-1340 e 9 9936-7856. “Vídeos” podem ser inscritos pelo e-mail brandvideoproducoes@gmail.com e “fotos” pelo e-mail: iratiemimagens2018@gmail.com . A promoção é da Academia de Letras, Artes e Ciências do Centro Sul do Paraná (ALACS), Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Cultura e Patrimônio Histórico, Centro Cultural Clube do Comércio e Fundação Denise Stoklos, com apoio das empresas Nelson’s Foto, Brand Vídeo e imprensa. A edição deste ano está dividida em quatro modalidades: fotos atuais, fotos temáticas, fotos especiais e fotos históricas. O concurso é aberto a fotógrafos amadores ou profissionais, com idade a partir de 10 anos. Poderão participar fotografias que tenham a notória identidade com o município de Irati, livres para qualquer temática, como pessoas, paisagens, arquitetura, cultura e outros aspectos. O objetivo principal do Concurso é despertar na coletividade, através de fotografias antigas de Irati, a busca pelo inédito e que tenham o caráter de resgate histórico.

Beira do Iguaçu, Agosto de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 28 de Agosto de 2018

UM TEMA INTERESSANTE

Na última terça-feira, dia 21, recebi, via e-mail, um tema interessante. Enviou-me o estimado e velho amigo Dinarte Guedes. Eis o assunto: a médica Janaina Weingartner, de família união-vitoriense e porto-unionense, moradora em Curitiba, Paraná, pede informações acerca do seu tataravô que  também era médico. Diz ela que ele “ajudou a fundar o Hospital São Braz (ou o Hospital Santa Terezinha – informações desencontradas). Ele se chamava dr. Huberto Monschau. Não tenho nenhuma foto dele nem tenho certeza das informações. Já liguei no hospital, já falei com o Dr Airton e até com o padre Ederson. Não consegui ainda contato com o professor Nivaldo. Você tem alguma informação?! A filha dele era a Lili Monschau (também chamavam de Maria Elizabeth). Casada com Adolph Weingartner, pai do Alberto Weingartner meu avô (este morou a vida aí e era dono da Marmoraria de União) morou na casa ao lado do Cemitério. Obrigada. Grande abraço”. Nota: No momento, posso informar apenas que, nos tempos de guri e jovem, ouvi o meu avô Alfeu Balardini e o meu pai Cicero Muncinelli falarem dele. E muito bem, por sinal! Como escrevi no início trata-se de um tema interessante. E como andejo pelos atos e fatos antigos, históricos ao bem da verdade, pretendo embrenhar-me na pesquisa.

TEXTOS PEQUENOS E REFLEXIVOS

Na última quinta-feira, dia 23, via Correios, recebi um envelope sui generis. No verso, além do remetente, traz impressos cinco textos pequenos e reflexivos. E no interior contém um mesmo Soneto em duas versões. Extremamente criativas. Enviou-me o acadêmico e amigo Silmar Bohrer, mui digno Presidente da Academia Caçadorense de Letras e Artes (ACLA). Agradeço a gentileza!

NA POLÍTICA

Pela primeira vez em seus mais de 80 anos de história, a Academia Paranaense de Letras tem dois de seus componentes, o professor, ex-senador e ex-vice-governador Flávio José Arns e o professor e empresário Oriovisto Guimarães, concorrendo ao Senado da República. Além dos pretendentes ao Senado, a APL tem um acadêmico candidato a vice-gove rnador do Paraná, Darci Piana, presidente do Sistema Fecomércio.

 

PERGUNTAR NÃO OFENDE

Neste ano, 10 de dezembro, a Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 70 anos. Perguntar não ofende: Quando será editada a Declaração Universal dos Deveres Humanos???

 

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada em memória ao meu pai Cicero Muncinelli, que, na última segunda-feira, dia 27, teria completado 108 anos de idade, se fosse vivo. Sensibilizado, agradeço ao confrade Aluízio Witiuk, a justa e merecida homenagem que lhe foi prestada no Programa CBN Documento.

 

Beira do Iguaçu, Agosto de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 24 de Agosto de 2018

 

“LETRAS CATARINAS”

O primeiro documentário sobre a Academia Catarinense de Letras foi lançado no dia 11 de dezembro de 2017, em Florianópolis. O filme “Letras Catarinas – a Trajetória de Uma Academia” aborda os 97 anos da Entidade. A exibição foi gratuita e ocorreu na Casa José Boiteux, no Centro. O documentário foi mostrado durante Sessão Solene de encerramento do ano da Academia. O filme foi feito a partir de pesquisa histórica e a narrativa contém cenas de dramaturgia, depoimentos e recitais com os atuais acadêmicos. O filme foi feito em parceria com a Academia. Ele terá versões de acessibilidade com áudio descrição, Libras e legenda para surdos e ensurdecidos. Também será distribuído gratuitamente em DVD para escolas e bibliotecas. “Este projeto é o primeiro a dar luz à memória da Academia Catarinense de Letras. Nossa proposta foi resgatar o legado de quase um século de história dedicada à literatura. Com este documentário, pretendemos democratizar a memória e o saber literário produzido em Santa Catarina”, afirmou uma das idealizadoras do documentário, a jornalista Maria Thereza Cordeiro.

 PRIMEIRO LUGAR

O acadêmico e advogado René Ariel Dotti obteve o primeiro lugar no guia latino-americano Chambers and Partners, edição 2018, na categoria “Resolução de Conflitos: Crimes Financeiros – Brasil”. O guia é um respeitado ranking mundial de advogados divulgado anualmente sem contrapartida financeira. Nota: René Ariel Dotti é membro da Academia Paranaense de Letras (APL).

PAIOL LITERÁRIO 

No dia 05 de junho passado, a participação do jornalista e escritor Ruy Castro marcou a volta do Paiol Literário. Iniciado em 2006, esta, foi a nona temporada do projeto, realizado pelo Jornal Rascunho, com patrocínio da Caixa Econômica Federal e apoio da Fundação Cultural de Curitiba. Até dezembro, serão sete encontros, no Teatro Paiol, em Curitiba, Paraná, sempre às 19h30, com entrada franca. Em breve, toda a programação será divulgada. O convidado Ruy Castro nasceu em 1948. Começou como repórter em 1967 no Correio da Manhã, no Rio de janeiro, e passou por todos os grandes veículos da imprensa carioca e paulistana. A partir de 1990, concentrou-se nos livros. É autor de biografias de Carmem Miranda, Garrincha e Nelson Rodrigues, e de livros de reconstituição histórica sobre a Bossa Nova, Ipanema e Flamengo. Neste ano, completa 50 anos de jornalismo.

ESCREVE A LEITORA 

“Bom dia, amigos! Fui convidada a falar sobre “O Tropeirismo e As Mulheres” em palestra no Centro de Letras do Paraná, no próximo dia 11 de setembro, às17:00 horas. Fiquei encantada, quando estive aí, com as miniaturas de mate e café tropeiro que  nos ofereceram  naquela sacola dos “Amigos Para Sempre ” e peço o contato da empresa para solicitar algumas amostras a serem distribuídas na  palestra… e talvez até vendê-lo depois no Mercadinho… E espero contar com a honrosa  presença de vocês! O Centro de Letras fica na Travessa Professor Fernando Moreira 370, bem próximo ao SESC da esquina. Abraços! Zélia Maria Nascimento Sell. (…)”.

 

Beira do Iguaçu, Agosto  de 2.018

Odilon Muncinelli – Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 21 de Agosto de 2018

LUTO

Na madrugada do  última sábado, dia 18, em Berna, na Suíça, morreu o diplomata e escritor Kofi Annan, aos 80 anos de idade.  Nascido no dia 08 de abril de 1938, em Kumasi, no centro de  Gana, ainda jovem, Kofi Atta Annan estudou Economia no Instituto de Tecnologia do Estado de Minnesotta e Relações Internacionais em Genebra, na ,Suíça.  Foi Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas (1997-2007). Os seus esforços em favor da diplomacia e da paz foram reconhecidos em 2001, quando ele conquistou o Prêmio Nobel da Paz. Publicou vários livros (30), com destaque para “Intervenções: Uma Vida de Guerra” (2012). Kofi Annan deixa como legado a valorização da diplomacia e do diálogo multilateral nas relações entre os Países, mesmo em situações de graves crises internacionais. Recebeu homenagens de do o Mundo.

 

EX-SECRETÁRIOS DE EDUCAÇÃO

No dia 05 de setembro próximo, às 17h e 30min, na Secretaria de Educação de Porto União, Santa Cataina, ocorre a Inauguração da Galeria dos Ex-Secretáios de Educação, como parte dos festejos dos 101 Anos de Porto União. São eles: Clarisse Rosny Franke do Prado (1970-1973), Michele Rey (1973, 6 meses), Luís Ségio Buch (1973-1976), Fernando Martini (1977-1982), Rosália Maria Clivatti (1983, 7 meses), Lenita Pastuchaki (1983-1988), Luís Sérgio Buch (1989-1992), Célia Regina Plautz Buch (1992, 6 meses), Divair Dalmas (1993-1996), Marli Marlene Bianchi Caon (1996, 3 meses), Urania Barbora de Souza (1997-1998), Ivan Vidal Portela (1999-2001), Ivanirce Barth Canever (2001-2004), Eduardo Wachholz (2005, 3 meses), Lúcia Reisdoerfer Winter (2005-2007) e Bento Trindade Júnior (2007-2016). Nota: Atualmente, a professora Aldair Wengerkiewicz Muncinelli é a Secretárria Municipal de Educação com exercício no período 2017-2020.

‘AS CRÔNICAS DE GELO E FOGO”

Boa notícia para os fãs de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, série de livros de George R.R. Martin que baseou a série “Gam of Thrones”, exibida pela TV no canal HBO. A editora Companhia das Letras adquiriu o direito de “Fire & Blood”, que no Brasil terá o título literal de “Fogo & Sangue” e confirmou o lançamento para novembro de 2018, junto com a publicação americana. De acordo com um comunicado da editora, a trama do novo livro será situada três séculos antes dos eventos apresentados em “As Crônicas de Gelo e Fogo” (publicados pela editora Leya) e conta a história da ascensão da Casa Targaryen e como ela venceu a guerra que uniu os Sete Reinos até os eventos da Dança dos Dragões, evento que quase extinguiu os senhores dos dragões. O livro terá também cerca de 75 ilustrações em preto e branco, assinadas por Doug Wheatley. A trama completa de “Fogo & Sangue” será dividida em dois volumes. Na TV, a trama de “Game of Thrones” já ultrapassou o tempo da ação dos livros. A última temporada enfrentou vários problemas de vazamento e a crítica da trama, já sem o suporte dos livros de George R. R. Martin, ficou dividida. Mesmo assim, a série foi mais uma vez a recordista de indicações no Emmy. Já a próxima temporada  deve ir ao ar apenas em 2019. Será a última.

 

Beira do Iguaçu, Agosto de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 17 de agosto de 2018

DIA DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO

A Lei nº 378, de 1937, editada no Governo Getúlio Vargas, criou o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), órgão que tem como principal meta proteger e preservar os bens culturais do País. Marcando assim o dia de hoje, 17, como o “Dia do Patrimônio Histórico”. A data foi escolhida em razão do nascimento do historiador e jornalista Rodrigo Mello Franco de Andrade (Belo Horizonte, Minas Gerais, 1898-1969). O IPHAN já tombou 16 mil edifícios, 50 centros urbanos e 5 mil sítios arqueológicos brasileiros. Dono de um acervo monumental, o instituto tem mais de 1 milhão de objetos catalogados, entre livros, arquivos, registros fotográficos e audiovisuais.

 

MEMÓRIA

A Lei Municipal nº 4.489, de 04 de outubro de 2017, “autorizou o Poder Executivo Municipal a criar um dispositivo denominado “Cápsula do Tempo”, que será instalada junto à Praça do Centenário Prefeito Victor Buch Filho, objetivando selecionar e preservar a memória das comemorações do Centenário de Porto União (SC). (artigo 1º). A “Cápsula do Tempo” de que trata o caput será cerrada em câmara de concreto, nas seguintes coordenadas: Latitude: 26º 15’ 49699137” / Longitude: 51º 31’ 43892489” / Altitude: 755 – m.a.s.l., cuja marcação será gravada em uma medalha de bronze e instalada em frente ao obelisco construído na Praça do Centenário Prefeito Victor Buch Filho. (artigo 2º). “Fica estabelecido que a câmara contendo a “Cápsula do Tempo” só poderá ser aberta no Sesquicentenário do Município de Porto União (SC), que dar-se-á no dia 05 de setembro de 2.067, pelo Prefeito Municipal da ocasião”. (artigo 3º). “Será designada uma Comissão Especial, nomeada através de Decreto do Poder Executivo Municipal, que terá a incumbência de selecionar e acondicionar fotografias, documentos, objetos, narrativas de fatos e expectativas de futuridade, junto à “Cápsula do Tempo”. (artigo 4º). “Fica estabelecido que na “Cápsula do Tempo” não serão acondicionados documentos e objetos que possuam valor monetário, mas somente de importância histórica”. (§ 1º). “A participação dos membros na Comissão Especial não implicará em remuneração dos seus componentes, sendo considerado trabalho de relevância histórica e cultural”. (§ 2º). “Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação”. (artigo 5º), Nota: Esta Lei foi regulamentada pelo Decreto n.o 327, de 11 de outubro de 2.017”.

 

A ÚLTIMA 1

“Liberdade de expressão é apanágio da natureza racional do indivíduo e é o direito de qualquer um manifestar, livremente, opiniões, ideias e pensamentos pessoais sem medo de retaliação ou censura por parte do governo ou de outros membros da sociedade”.

 

A ÚLTIMA 2

“Em nosso país, temos essas três indescritíveis coisas preciosas: a liberdade de expressão, a liberdade de consciência e prudência de nunca praticar nenhuma delas”. (Mark Twain – Samuel Langhorne Clemens).

 

Beira do Iguaçu, Agosto de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr