Milho no Monjolo

Odilon Muncinelli

Milho no Monjolo – 05 de Dezembro

 

HISTÓRIA DO BRASIL 1

O acadêmico e escritor Laurentino Gomes esteve na Paraíba, onde visitou antigos engenhos, quilombos, senzalas, museus e outros locais relevantes para a pesquisa que está desenvolvendo sobre a história da escravidão no Brasil, tema de uma trilogia de livros que deve lançar a partir de 2019. Durante a visita, Laurentino Gomes recebeu apoio da Academia Paraibana de Letras, representada pelo escritor e historiador Ramalho Leite, ex-Deputado Federal e ex-Prefeito da cidade de Bananeiras, que ainda o presenteou com um livro de autoria de um dos fundadores da Instituição Paraibana, Coriolano de Medeiros.

HISTÓRIA DO BRASIL 2

Nascido no dia 17 de fevereiro de 1956, em Maringá, Paraná, Laurentino Gomes é jornalista formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Turma 1976.  Iniciou como repórter dos jornais Correio de Notícias e O Estado do Paraná. Depois atuou na sucursal de O Estado de S. Paulo e da Agência Estado. E escritor premiado. Em 2007,  publicou o livro 1808: Como Uma Rainha Louca, Um Príncipe Medroso E Uma Corte Corrupta Enganaram Napoleão E Mudaram A História De Portugal E Do Brasil, que relata a fuga da Família Real Portuguesa para o Brasil, um verdadeiro manual de viagem por todos os acontecimentos que envolvem esse episódio da História Nacional. A obra recebeu o Prêmio Jabuti de Literatura e foi eleito o Melhor Ensaio de 2008, pela Academia Brasileira de Letras. O jornalista foi eleito pela Revista Época como uma das 100 pessoas mais influentes no ano de 2008. Seu mérito foi o de conseguir destaque em assuntos históricos, além de ter seus livros sempre na lista dos best-sellers. Depois publicou os livros 1822: Como Um Homem Sábio, Uma Princesa Triste e Um Escocês Louco Por Dinheiro Ajudaram Dom Pedro a Criar o Brasil – Um País Que Tinha Tudo Para Dar Errado e 1889: – Como Um Imperador Cansado, Um Marechal Vaidoso e Um Professor Injustiçado Contribuíram Para o Fim da Monarquia e a Proclamação da República no Brasil., publicados em 2010 e 2013, respectivamente.  Seus livros já venderam mais de um milhão de exemplares no Brasil e em Portugal. Laurentino Gomes ocupa a Cadeira 18 da Academia Paranaense de Letras (APL). É Membro Titular do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo e Membro Honorário das Academias de Letras das cidades de Maringá e Sorocaba. Conquistou dois Prêmios Esso de Jornalismo, sete Prêmios Abril de Jornalismo, seis Prêmios Jabuti; Conquistou ainda o Prêmio de Melhor Ensaio da Academia Brasileira de Letras. Foi condecorado com o Diploma de Cola­borador Emérito do Exército Brasileiro (2009); Medalha do Mérito Tamandaré, da Marinha do Brasil (2010) e Ordem Estadual do Mérito do Piauí (2010).

LANÇAMENTO DUPLO NA OAB

Na próxima quinta-feira, dia 06, às 18 horas,  na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR), ocorre o lançamento de dois livros de membros da Academia Paranaense de Letras (APL). As obras “O Caçador de Estrelas”, da advogada e poetisa Adélia Maria Woellner, e, “Uma Serenata em Paris – Histórias Divertidas da Vida Jurídica”, do advogado, escritor e Presidente da Academia Paranaense de Letras (APL), Ernani Buchmann, com ilustrações de Simon Taylor, fazem parte da Coleção Helena Kolody. O evento está sendo organizado pela APL, em parceria com a Editora Bonijuris, a OAB-PR e a Academia de Letras José de Alencar.

 

Beira do Iguaçu, Dezembro de 2.018

Odilon Muncinelli ´é  Membro da ALVI e do IHGPr

 

Milho no Monjolo – 30 de Novembro de 2018

PREMIAÇÃO 1

No dia 14 deste mês, em Sessão Solene realizada no Instituto Histórico e Geográfico do Paraná (IHGPr), o Colégio Estadual do Paraná, representado pela Diretora Geral Tânia Maria Acco e pelos Professores Orientadores Gerson de Oliveira e Vivian Célia Brunnquell, recebeu, juntamente,  com os estudantes, o Prêmio “Liuta Pfeiffer Utsch”, com o primeiro lugar na categoria Poesia Livre com Pedro Vinicius Cruz e o segundo lugar na categoria Conto com  Gabrielle Fialkoski. Cumpre destacar o excelente nível das composições apresentadas, expressão incontestável do comprometimento do Colégio Estadual do Paraná com o culto dos nossos valores cívicos, históricos e patrióticos.

PREMIAÇÃO 2

“Foi nas páginas da edição da Gazeta do Povo de 03 de janeiro de 1996 – Assis jamais esqueceria a data – que a professora e historiadora Liuta Pfeiffer viu pela primeira vez seu futuro marido. Um anúncio grande, com foto e tudo, detalhava quem era, e o que procurava, o então solteiro José Assis Utsch, economista que vinha de Brasília a Curitiba para fazer morada. Foi amor à primeira lida”. (Fonte: Gazeta do Povo). A professora e historiadora Liura Pfeiffer Utsch publicou o livro “Família von Linsingen no Brasil e os Barões e Condes na Alemanha” (2010), 482 páginas. Era associada e Diretora de Publicações do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná (IHGPr). Morreu no dia 29 de julho de 2017, em Curitiba, Paraná.

ESTANTE VIRTUAL

A Antologia do Vale do Iguaçu está na Estante Virtual Organizada pelos inesquecíveis confrades Francisco Filipak e Nelson Antonio Sicuro foi publicada no ano de 1976. Este Colunista faz parte da obra poética nas páginas 185-188 com alguns versos. E também da Antologia do Vale do Iguaçu II publicada no ano de 2010 nas páginas 187-191.

EVASÃO ESCOLAR

Provavelmente, ainda neste ano ou no começo do próximo, ocorre o lançamento de um livro sobre a Evasão Escolar, suas causas e suas consequencias. A obra reúne textos assinados pelo Juiz Carlos Eduardo Mattioli Kockanny, pelo Promotor Júlio Ribeiro de Campos Neto e por outros experts no assunto. Vale lembrar que, recentemente, a Câmara Municipal de União da Vitória, Paraná, aprovou o Projeto de Lei, por unanimidade. E, posteriormente, no dia 19 de março de 2018, o Prefeito Municipal sancionou a Lei no731, que “Cria o Programa de Prevenção e Combate à Evasão Escolar e dá outras providencias”.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada aos advogados Rafael Horn e Daniele Masnik, mui  dignos Presidentes Eleitos da OAB-Seccional de Santa Catarina e da OAB-Subseccional de Porto União, nas Chapas 81 e 101, para o mandato 1919-1921, respectivamente. É dedicada ainda para o advogado Jairo Vicente Clivatti, mui digno Conselheiro Eleito da OAB-Seccional de Santa Catarina. Este Colunista apresenta os votos de uma profícua e  proveitosa administração em favor da classe!

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 27 de Novembro de 2018

“CONHECENDO NOSSA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO” 1

Na semana passada, dia 21, no Auditório do Colégio Estadual “Túlio de França”, ocorreu, em Cerimônia Especial e concorrida, o lançamento do livro “Conhecendo Nossa História da Educação: A Escola Normal “Professora Amasília” de União da Vitória (PR)”, organizado pela professora Márcia Marlene Stentzler, da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI). A obra, iniciada em 2013, reúne transcrições de fontes primárias, fotografias e memórias e ex-normalistas.

“CONHECENDO NOSSA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO” 2

Nascida no dia 05 de fevereiro de 1965, em Itá, Santa Catarina, Márcia Marlene Stentzler é   graduada em Pedagogia pela FAFI, atualmente, Universidade Estadual do Paraná. Mestre em Educação pela Universidade Estadual de Ponta Grossa. Doutora pela Universidade Federal do Paraná. É professora na FAFI. No ano de 2015 publicou o livro “Entre Questões Lindeiras e a Superação de Fronteiras: A Escola Complementar em Porto União (SC) e União da Vitória (PR) 1928-1938”.

“A IGREJA BATISTA” 1

Nesta terça-feira, dia 27, às 20h, a Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI), em parceria com a 1ª Igreja Batista de Porto União, Santa Catarina, realiza uma Sessão Solene para o lançamento do livro “A Igreja Batista – Sua Origem e Caminhada da Letônia Até os Dias Atuais”, da professora, poetisa e acadêmica Terezinha Thiel Moreira, da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI). O evento ocorre no Templo da Igreja Batista, situado na Rua Santos Dumont, esquina com a Rua Dr. Lauro Muller, em Porto União, SC.

“A IGREJA BATISTA” 2

Nascida no dia 15 de abril de 1942, em Uruguai, atualmente Piratuba, Santa Catarina, a professora, poetisa  e acadêmica Terezinha Thiel Moreira começou o Curso Primário na sua terra natal e concluiu no Grupo Escolar “Balduíno Cardoso”, em Porto União. Outros cursos: o Ginasial e o Normal no Colégio “Santos Anjos”, em Porto União. É graduada em Pedagogia pela antiga FAFI, atualmente Universidade Estadual do Paraná. Começou a lecionar no Grupo Escolar “Adolfo Konder”, em São Pascoal (Irineópolis, Santa Catarina). Depois, no Grupo Escolar “João de Lara”, em Rondinha (Paula Freitas, Paraná). Ocupou os cargos de Professora, Supervisora, Secretária e Diretora na Escola “Clementina Lona Costa” (União da Vitória, Paraná). Lecionou ainda no Curso Normal no Colégio “Túlio de França” (União da Vitória, Paramá). No ano de 2012, publicou o seu primeiro livro “Pedacinhos de Amor”, com artigos e poesias.  Inspirou e deu nome à Coleção “Therezinha Cartoneira”.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada aos advogados Cássio Telles e Omar Cador Eddine, mui  dignos Presidentes Eleitos da OAB-Seccional do Paraná e da OAB-Subseccional de União da Vitória, na Chapa XI de Agosto, para o mandato 1919-1921, respectivamente. É dedicada ainda para a advogada Marilena Winter (nascida em Porto União, SC), mui digna Vice-Presidente Eleita da OAB-Seccional do Paraná. Este Colunista apresenta os votos de uma profícua e  proveitosa ad ministração em favor da classe!

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 23 de Novembro de 2018

TROFÉU DESTAQUE

O médico Ricardo Pasquini, nascido em Curitiba, Paraná, pioneiro no transplante de medula óssea no Brasil, recebeu o primeiro Troféu Destaque Serviço de Transplante de Medula Óssea. Pesquisador de destaque internacional, Ricardo Pasquini, membro da Academia Paranaense de Letras (APL), fez parte da primeira equipe a realizar este tipo de transplante na América Latina, em 1979. O acadêmico é um dos médicos mais conceituados do Brasil nas áreas de hematologia e oncologia, recebeu inúmeras premiações internacionais e atualmente é professor orientador de pesquisas de  Pós-Graduação na Universidade Federal do Paraná (UFPR).

 SESSÃO ESPETACULAR

Durante a última Reunião Ordinária da Academia Paranaense de Letras (APL), dia 14/11, ocorreu a Sessão Especial de “Acalantos de Ar e de Pedra”, com autoria e interpretação de boa parte dos textos pela médica, escritora e acadêmica Etel Frota, nascida em Cornélio Procópio, Paraná. Acompanham a acadêmica no espetáculo a cantora Suzie Franco, a maestrina Érica Silva e a percussionista Priscila Graciano.

REVISTA DA APL NÚMERO 68

Com uma receita diversificada e grande variedade de assuntos, foi publicada nesta semana a Revista da Academia Paranaense de Letras de número 68.  As mulheres, com artigos de vários autores, a maioria componentes da Academia Paranaense de Letras, são o tema principal da publicação. O Sumário traz, entre outros, os textos: “As Mulheres São Diferentes”, de Louis I. Dublin; “O Romance e Júlia Maria da Costa, a Mulher”, de Roberto Gomes; “Sévigné, Sinetes e Zelos”, de Marta Morais da Costa; “Madame de Sévigné”, de Roger Duchêne (Tradução: Lélia M.M.Virmond, Preâmbulo: Eduardo Rocha Virmond); “Rachel de Queiróz em seu tempo”, de Etel Frota; “Mulher, Luz do Futuro” e “O Direito de Ser Mulher”, de Chloris Casagrande Justen; “A Voz da Mulher na Literatura do Paraná”, de Adélia Maria Woellner. As Revistas são gratuitas e estão disponíveis na Biblioteca do SESC da Esquina.

HOMENAGEM

Na última quinta-feira, dia 22, um Projeto do Instituto Memórias prestou homenagem a vários educadores paranaenses. Entre eles, a advogada, poetisa e acadêmica Adélia Maria Woellner, nascida em Curitiba, Paraná. A iniciativa tem o apoio da Academia Paranaense de Letras (APL), do Clube Curitibano e do Grupo Paranaense de Comunicação.

REVISTA VIRTUAL

Recentemente, veio a lume o  1º número da Revista Virtual da Academia Paranaense da Poesia (APP), “VERSOS NA REDE”, referente a Novembro/Dezembro. O editor responsável é o acadêmico Sérgio Augusto de Munhoz Pitaki, com muito empenho e arte. Neste número, a Revista apresenta poemas de alguns acadêmicos titulares e de alguns dos associados efetivos. Em próximos números, outros serão contemplados.
Beira do Iguaçu, Novembro  de 2.018

Odilon Muncinelli ´é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 20 de Novembro de 2018

ANOTANDO A HISTÓRIA

Depois da edição dos livros “Apontamentos Históricos de União da Vitória: 1768-1933” (1933, 248 páginas) e “Accordo de Limites: O Contestado Diante das Carabinas” (1920, 268 páginas), de José Júlio Cleto da Silva, e, mesmo depois da reedição de “Apontamentos Históricos de União da Vitória”, no ano de 2006, pouquíssimo ou quase nada se escreveu acerca da História da Beira do Iguaçu – União da Vitória e Porto União. Os ilustres e ilustrados  historiadores permanecem silentes. Apenas alguns textos esparsos e esporádicos. Até as escolas municipais ainda não incluíram na sua grade curricular o Estudo da História de União da Vitória e de Porto União, embora previsto em Lei. Caso esteja errado, me corrijam. Nota: No dizer de René Descartes: “A leitura de todos os bons livros é uma conversação com as mais honestas pessoas dos séculos passados”.

HONRARIA 1

No próximo dia 29 deste mês, às 19h e 30min, no Auditório da UNIGUAÇU – Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, a Câmara de Vereadores de União da Vitória realiza a Sessão Solene para a entrega do Título de Cidadania Honorária de União da Vitória ao Juiz de Direito Carlos Eduardo Mattioli Kockanny e ao Promotor de Justiça Júlio Ribeiro de Campos Neto, pelos relevantes serviços prestados à nossa infância e juventude. Ambos, além das obrigações próprias dos cargos, dedicam-se às causas sociais e comunitárias, notadamente na área da educação, com destaque para o projeto que visa a redução da evasão escolar.

HONRARIA 2 

No próximo dia 29 deste mês, às 19h e 30min, no Auditório da UNIGUAÇU – Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, a Câmara de Vereadores de União da Vitória realiza a Sessão Solene para a entrega do Título de Cidadania Honorária de União da Vitória ao Juiz de Direito Carlos Eduardo Mattioli Kockanny e ao Promotor de Justiça Júlio Ribeiro de Campos Neto, pelos relevantes serviços prestados à nossa infância e juventude. Ambos, além das obrigações próprias dos cargos, dedicam-se às causas sociais e comunitárias, notadamente na área da educação, com destaque para o projeto que visa a redução da evasão escolar.

HONRARIA 3

Carlos Eduardo Mattioli Kockanny. Juiz de Direito Titular da Vara da Família e Sucessões, Infância e Juventude, Registros Públicos, Acidentes do Trabalho e Corregedoria do Foro Extrajudicial da Comarca de União da Vitória, Paraná. Autor de Projetos Educacionais e Sociais, como “Combate à Evasão Escolar” e CONFIAR – Centro de Apoio Operacional das Promotorias da Criança e do Adolescente. Atualmente, coordena o CEJUSC – Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania da Comarca de União da Vitória, Paraná. Possui a Comenda “Pinhão do Vale” conferida pela Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI).

 

 

 

SESSÃO SOLENE

A Sessão Solene da Câmara de Vereadores de Porto União para a entrega do Título de Cidadania Benemérita de Porto União à Professora  Aldair Wengerkiewicz Muncinelli, atual Secretária Municipal de Educação, estava marcada, inicialmente, para o dia 05 de dezembro próximo. No entanto, face razões de segunda ordem, foi transferida para o dia 06 (seis), às 19h, no Centro Cultural 25 de Julho, situado na Rua Antiocho Pereira, em Porto União, Santa Catarina. Nota: Na mesma ocasião, a Câmara de Vereadores de Porto União confere o Título de Cidadania Honorária para três personalidades ilustre do meio empresarial e político.

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 16 de Novembro de 2018

ANOTANDO A HISTÓRIA 

À Beira do Iguaçu, à margem esquerda, o Monumento ao Tropeiro foi criado para o Centenário de União da Vitória. Uma fotografia mostra a História, mostra a travessia de uma tropa. “(…). O vau do Iguaçu marca o nascimento de União da Vitória e, posteriormente, das Cidades Irmãs. Trata-se de uma passagem por dentro do Rio Iguaçu que garantia, na época do nascimento da cidade, em 1842, aproximadamente, a passagem de “comitivas” de gado, um salto para a pecuária e desenvolvimento. Por conta deste contexto importante, o Município de União da Vitória decidiu pela criação de um Monumento Especial na década de 90.  Ele foi colocado exatamente na chegada do gado, em uma das pontas da travessia. Na época, Therezinha Wolff era a Secretária da Cultura e mobilizou o Projeto. “Era para marcar o Centenário de União da Vitória. Na época, cinco Entidades ajudaram. Na inauguração, fizemos Missa Crioula, criamos um jardim. Ficou muito bonito”, lembra. O Monumento tem, por exemplo, além de um resumo da história do vau, a reprodução de uma das fotografias mais interessantes da época. “Ela foi feita por Metha Luize Moecke, da janela da casa dela. Mostra o gado atravessando o rio”, lembra a ex-Secretária, hoje Diretora do Castelinho, em Porto União. (…)”. Fonte: Trecho de um texto escrito pela jornalista Mariana Honesko, in Jornal O Comércio, datado de 27 de março de 2015.

UMA SERVIDÃO DE PASSAGEM

Pois é, minha gente, ainda na semana passada, o prédio da Livraria Gisa (antiga Livraria Cleto) foi colocado ao rés do chão. Mais um prédio histórico foi demolido. Os comentários são os mais variados. Uns a favor, outros contra. No entanto, este ato representa o preço do progresso e da evolução citadina. Porém, o que mais me preocupa é a Travessa Vereador Airton Maltauro, que une a Avenida Pedro Siqueira Cortes com a Rua Carlos Cavalcanti. Porquanto, é público e notório, que, há muitos anos, existe uma porção de casas ocupadas por um bom número de moradores  na referida Travessa, denominada como Rua, pela Lei Municipal no 1255, de 04 de maio de 1983. Com certeza, ela será preservada e mantida para o livre transito daqueles moradores. Isto porque, jurídicamente, o fato caracteriza  uma servidão de passagem.

O QUE É SERVIDÃO DE PASSAGEM?

Servidão de passagem ou de trânsito é um direito, decorrente de um ato de vontade, concedido pelo proprietário de um terreno ao(s) seu(s) vizinho(s) de transitar(em) em local estabelecido em sua propriedade, por conveniência de acesso. Uma observação importante sobre a servidão é que o proprietário não está obrigado a dar passagem. Como a servidão pode ser usucapida, é importante haver registro do acordo no Cartório de Registro de Imóveis.

SESSÃO SOLENE

A Sessão Solene da Academia de Letras do Vale do Iguaço (ALVI) para a entrega do Título de Cidadania Benemérita de Porto União à Professora  Aldair Wengerkiewicz Muncinelli, atual Secretária Municipal de Educação, estava marcada para o dia 05 de dezembro próximo. No entanto, por razões de segunda ordem, foi transferida para o dia 06, às 19h e 30min, no Centro Cultural 25 de Julho, em Porto União, Santa Catarina.

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 13 de Novembro de 2018

SESSÃO SOLENE 1

No próximo dia 27 deste mês, às 20h, a Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) realiza uma Sessão Solene para o lançamento do livro “História da Igreja Batista – Desde a Criação aos Dias Atuais”, da acadêmica Terezinha Thiel Moreira, da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI). O evento ocorre no Templo da Igreja Batista, situado na Rua Santos Dumont, em Porto União, Santa Catarina.

SESSÃO SOLENE 2

Nascida no dia 15 de abril de 1942, em Uruguai (Piratuba), Santa Catarina, a professora Terezinha Thiel Moreira começou o Curso Primário em Uruguai e concluiu no Grupo Escolar “Balduino Cardoso” em Porto União. Outros cursos: o Ginasial e o Normal no Colégio “Santos Anjos”, em Porto União. É graduada em Pedagogia pela FAFI. Começou a lecionar no Grupo Escolar “Adolfo Konder”, em São Pascoal (Irineópolis). Depois, no Grupo Escolar “João de Lara” em Rondinha (Paula Freitas). Ocupou os cargos de Professora, Supervisora, Secretária e Diretora na Escola “Clementina Lona Costa” (União da Vitória). Lecionou ainda no Curso Normal no Colégio “Túlio de França” (União da Vitória). E por aí vai…

HONRARIA 1

No dia 23 de outubro passado, em Sessão Ordinária, a Câmara de Vereadores de Porto União, Santa Catarina, aprovou, por unanimidade,  o Projeto de Lei que concede o Título de Cidadania  Benemérita de Porto União à Professora  Aldair Wengerkiewicz Muncinelli, atual Secretária Municipal de Educação, pelos relevantes serviços prestados à Educação Porto-unionense e Catarinense. Conta com mais de 50 anos ininterruptos dedicados à Educação. A proposição foi apresentada pela vereadora Salime Farah. A entrega da Honraria ocorre, em Sessão Solene, no dia 05 de dezembro próximo.

HONRARIA 2

Um Breve Perfil: Nascida no dia 30 de dezembro de 1945, em Porto União, Santa Catarina, Aldair Wengerkiewicz Muncinelli começou sua carreira profissional como Professora no Grupo Escolar “Horácio Nunes”, em Irineópolis, Santa Catarina. Depois, lecionou no Grupo Escolar “Professor Germano Wagenführ”, na Escola de Educação Básica “Professor Balduino Cardoso”, no Colégio “Santos Anjos” e no Colégio “São José”, todos em Porto União, Santa Catarina. Foi Supervisora Local de Educação, em Porto União, Santa Catarina. É graduada em Pedagogia, pela Fundação Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de União da Vitória, Paraná, atualmente, Universidade Estadual do Paraná.  Foi Conselheira do Conselho Estadual de Educação de Santa Catarina, por dois mandatos. É, até a presente data, a primeira e única mulher Presidente do Conselho Estadual de Educação de Santa Catarina (CEE/SC). É Conselheira e Fundadora do Centro de Integração Empresa-Escola de Santa Catarina (CIEE/SC). Foi Vereadora em Porto União, Santa Catarina, por dois mandatos. Possui a Comenda “Pinhão do Vale” conferida pela Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI). E por aí vai…

Beira do Iguaçu, Novembro de 2018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 09 de Novembro de 2018

ELIZABETH JHIN

Nascida no dia 13 de janeiro de 1949, em Belo Horizonte, Minas Gerais, a escritora e novelista Elizabeth Jhin escreveu a sua primeira telenovela Eterna Magia, exibida às seis na Globo, no ano de 2007. Vale lembrar que esta telenovela foi representada no Prêmio Emmy pela atriz Irene Ravache, intérprete de Loreta, que concorreu como Melhor Atriz.  Como escritora, Elizabeth Jhin escreveu e traduziu alguns livros infanto-juvenis, como “Pobre Menina Rica”, “Ensina-me a Viver” e “Melodia de Amor”. E ainda  escreveu alguns romances como “Paixões Desenfreadas”, “A Força Do Destino”, “Armadilha Amorosa” e outros sob o pseudônimo de Renata Dias. Por último, foi a autora principal da telenovela das seis da Globo, “Escrito nas Estrelas”, coautora da telenovela “Começar de Novo”, juntamente com Antônio Calmon. E, atualmente, autora da telenovela “Espelho da Vida”, de cunho espiritualista. Muito Boa! Seu sobrenome Jhin veio do ex-marido, que era chinês.

MONOGRAFIA

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ou Monografia é um trabalho científico apresentado ao final de um Curso de Graduação e em alguns Cursos de Especialização que representa a síntese da Formação Universitária. Trata-se de uma forma de avaliar o conjunto de conhecimentos adquiridos durante o curso, forma esta adotada pela maioria das Instituições de Ensino Superior. Harry Potter, Maconha, Pornografia e Assédio. Tudo isso foi usado como tema de Trabalhos de Conclusão de Curso. Alguns universitários que ousaram na escolha de seus temas, saindo completamente fora do padrão e deixando todo o processo mais divertido.

 MEMÓRIAS 1

Na última quinta-feira, dia 08, na Casa Cultural Anibal Khury, o conhecido Castelinho da XV, esquina com a Coronel Belarmino, ocorreu a abertura da Exposição “Memórias de Renato Ruschel”, do conhecido alfaiate e pintor Renato Ruschel, numa promoção do Município de Porto União, Santa Catarina, da Cultura e Turismo e da Casa Cultural Anibal Khury. É a primeira exposição solo do pintor, aos 83 anos de idade. Prazerosamente, a Aldair e este Colunista marcaram presença. Nota: O prédio do Castelinho  foi edificado no ano de 1929.

 MEMÓRIAS 2

Nascido no dia 04 de novembro de 1935, em Porto União, Santa Catarina, Renato Ruschel é autodidata na arte plástica e um nome importante da vida cultural das Cidades Irmãs. Trata-se de um pintor/historiador porquanto já reproduziu nos seus quadros – capelas, igrejas e inúmeros prédios históricos das Cidades Irmãs, cenas do tropeirismo e  cenas do Conflito do Contestado. Uma personalidade e fonte de muitas reportagens dos nossos jornais. Inclusive, figura como personalidade marcante na obra “Saga da Família Ruschel”, do historiador Eloy Tonon, membro da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI). Exerceu a Presidência do Lions Clube de Porto União da Vitória, por vários mandatos. No ano passado, ele participou dos Programas “Momento da Educação” e “Caminho da Universidade”, do Projeto “Avós Com Voz” e do plantio de mudas de Ipê Amarelo, na Praça do Centenário  “Prefeito Victor Buch Filho”; uma atividade cultural em homenagem aos 100 Anos de Porto União, Santa Catarina.

 Beira do Iguaçu. Novembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 06 de Novembro de 2018

DISCURSO 1

“Meus cumprimentos ao Senhor Santin Roveda, Prefeito Municipal de União da Vitória, Senhor Tenente Coronel Damásio Douglas Nogueira Junior, Comandante do 5º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado, Senhor Raulino Bortolini, Presidente da Academia de Letras do Vale do Iguaçu, acadêmicos da ALVI, militares, senhoras, senhores, jovens, que nos prestigiam com sua presença. Quero aqui e agora, reiterar meus cumprimentos ao Coronel Damásio, Comandante dessa Corporação e ao professor Raulino, presidente da ALVI que, unidos, estão nos proporcionando uma noite cultural em homenagem aos municípios de Porto União e União da Vitória. O Comandante Damásio e sua digna família, integraram-se à nossa comunidade, participando com assertividade das nossas empreitadas educativas, culturais e sociais. Viabilizou a parceria disponibilizando o salão do Círculo Militar para nos receber e, agradecemos. A Academia de Letras do Vale do Iguaçu, que tem como lema: “Nenhum dia sem uma linha”, enquanto visualizamos nosso majestoso Rio Iguaçu contornando nossas cidades, através dos seus acadêmicos, exercem sua linguagem pura para brindar nossos povos com poemas, textos, contos, história, crônicas, resenhas… “A Academia de Letras Vale do Iguaçu tem por finalidade o cultivo, a preservação e a divulgação do vernáculo e da literatura brasileira, nos seus aspectos científico, histórico, filosófico, literário e artístico”. Parabéns, professor Raulino, parabéns acadêmicos da ALVI, parabéns aos convidados que aqui se encontram, parabéns e gratidão ao Tenente Coronel Damásio pelos momentos culturais e educativos que nos proporcionam através das suas ações. Sobre o êxito, para nossa reflexão: “Deter-se ao olhar para trás, permitir-se o descanso e a satisfação dão, além de tudo, uma nova possibilidade: reunir forças para ascender ao próximo cume. Trata-se, então, de um delicado equilíbrio: as recordações que inspiram a tranquilidade do presente, a alegria da meta conquistada e os projetos novos que nos impulsionam para frente.   Talvez a essência de estar vivos seja seguir sonhando sempre, imaginar outros objetivos, ter algo por que lutar. Porém nunca esqueçamos que, por mais que a vida nos desafie todos os dias e nunca devamos nos render na luta por nossas ilusões, existem um tempo e um espaço únicos, preciosos para desfrutar e ser feliz. Muito Obrigado”. (Texto do discurso proferido pelo Prefeito Municipal de Porto União, Eliseu Mibach, na Sessão Solene em Homenagem às Cidades Irmãs – União da Vitória-PR e Porto União-SC, realizada na noite de  31/10 pela Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) em parceria com 5º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado – Batalhão “Juarez Távora”).

 DISCURSO 2 

Historicamente, as Cidades Irmãs nasceram juntas e por muitos anos formaram uma só, em território do Estado do Paraná,  com nome de Porto da União que significa o encontro do Caminho das Águas com o Caminho das Tropas. Politicamente, as Cidades Irmãs foram separadas em razão do Acordo de Limites assinado entre o Paraná e Santa Catarina. Decorrendo daí, que União da Vitória continuou em território paranaense e Porto União passou para o território catarinense. Mas, como disse, em certa ocasião, o inesquecível Desembargador João De Borba: “Um Trilho de Trem, Não Separa Ninguém”.

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 02 de Novembro de 2018

HONRARIA

Na última quinta-feira, dia 25/10, a Câmara de Municipal de Porto União, SC, conferiu  Moção Honrosa à Loja Maçônica União III. O evento ocorreu em Sessão Especial realizada na Sede da própria Loja.

HOJE É DIA DE FINADOS

O Dia de Finados ou Dia dos Mortos é lembrado anualmente em 02 de novembro. No Brasil, esta data é um Feriado Nacional. A lembrança de Finados é muito importante para algumas religiões, principalmente para os católicos, pois se presta homenagem a todos os entes queridos que já morreram. Nesta data, o movimento nos cemitérios é intenso, pois muitas pessoas vão deixar flores, velas e fazer orações nos túmulos de familiares ou amigos que já partiram. Origem do Dia de Finados. Desde o século XI, os Papas Silvestre II, João XVIII e Leão IX já recomendavam aos cristãos a dedicarem um dia por ano a rezarem por quem já havia falecido e que não era lembrado. A partir do século XII, o Dia de Finados é lembrado pela Igreja Católica em 02 de novembro. No entanto, desde o século I os cristãos têm o costume de rezar por seus mortos. Neste período, as pessoas iam às catacumbas e túmulos para rezar pelos que morreram sem martírio, com esperança de terem suas almas salvas. A partir do século IV, a Igreja começou a incluir em suas celebrações a “Memória dos Mortos” – um momento de orações dedicadas a todos os que já faleceram. O Dia de Finados é lembrado no dia 02 de novembro porque no dia 1º de novembro é lembrado o Dia de Todos os Santos – data que lembra  todos os que morreram em estado de graça, mas que não tiveram a oportunidade de serem canonizados ou que não são lembrados em orações por ninguém. (Fonte: Calendarr Brasil).

FEIRA DO LIVRO ESPÍRITA

Do dia 05 a 10 deste mês, das 9 às 21 horas, diariamente, na Praça Alvir Riesemberg, em União da Vitória, Paraná, ocorrerá a 33ª Feira do Livro Espírita, numa promoção do Centro Espírita “Amor e Caridade” e da 15ª União Regional Espírita. O evento tem como objetivo a divulgação da Doutrina Espírita. “A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação” (Allan Kardec). A Feira do Livro Espírita contará com livros de Allan Kardec (Hippolyte Leon Denizard Rivail, 1804-1869), de Chico Xavier (Francisco Cândido Xavier, 1910-2002), de Divaldo Pereira Franco, além de inúmeros outros títulos doutrinários, filosóficos e religiosos, entre eles, “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, “Paulo e Estevão”, “Pão Nosso, Pai Nosso”, “Caminho Verdade e Vida” e outros tantos.  E os CDs “Momento Espírita”. Vale a pena conferir!

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada em memória aos meus primeiros professores – Fredolino Mayer na Escola Isolada de Porto Almeida (1947), Joanna Such no Grupo Escolar de Porto Vitória no Alto do Morro (1948-1949) e Irmã Domingas no Externato Santa Terezinha de União da Vitória (1950-1951) – a escola e o prédio não existem mais.

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr