Milho no Monjolo

Odilon Muncinelli

Milho No Monjolo – 24 de Abril de 2018

LIDO, APRECIADO E ANOTADO

“Odilon Muncinelli, além de um brilhante advogado está no panteão de ilustres intelectuais de União da Vitória e Porto União. Como Dídio Augusto, Alvir Riesemberg, Ciro Côrrea, Carlos Treuk, Valmir de França, Almir Rosa e Luiz Roberto Soares”. (Delbrai Augusto Sá, in Jornal Caiçara, edição do dia 10 de Fevereiro de 2.012).

DIA DO ÍNDIO 1

Na semana passada, dia 19, falou-se sobre o Dia do Índio. Hoje, fala este Colunista, porque “Daniel Munduruku é o maior escritor indígena do Brasil. Graduado em Filosofia e doutorando em Educação na Universidade de São Paulo, ele tem 45 livros publicados e seu nome ocupa as prateleiras das melhores livrarias do País. Diferente da maioria dos índios, que ainda lutam para derrubar conceitos antiquados em relação as suas culturas e tentam conseguir espaço para mostrar as tradições, Daniel Munduruku vive da literatura indígena e conseguiu um feito inédito: seus livros são adotados em diversas escolas públicas e particulares de todo o País! Um passo gigante em direção ao futuro: nossas crianças já começam a conhecer o índio de verdade, ao invés daquele ser nú, limitado e inferior, que, durante cinco séculos, povoou a imaginação da sociedade brasileira. (…)”. Fonte: Blog da TV Cultura, 2009.

DIA DO ÍNDIO 2 

Nascido no dia 28 de fevereiro de 1964, em Belém, Pará, Daniel Munduruku é escritor e professor. Pertence à etnia indígena mundurucu. É graduado em Filosofia, História e Psicologia. Possui Mestrado em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo. Possui o  Prêmio Jabuti de Livro Juvenil. Publicou os livros: Histórias de Índio (1997), Coisas de Índio (2003) e outros.

DIPLOMA E POSSE

No último sábado, dia 21, em Curitiba Paraná, a professora “Marli Terezinha Andrucho Boldori, por força e mérito de sua expressão poética é imortal neste ato oficial, com louvor é diplomada e empossada à cadeira n.o 11, como membro vitalício da Academia Virtual Internacional de Poesia, Arte e Filosofia”, segundo registra o Diploma. Anotação: Marli Boldori é membro da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI).

A ÚLTIMA

O advogado e velho amigo Ervin Bonkoski foi o primeiro proprietário da Rádio Curió, depois Rádio Educadora (a Rádio da Família) e, atualmente, Rádio Educadora UNIGUAÇU, desde a última quarta-feira, dia 18. Foi dono de várias rádios no Paraná. Era um dos maiores nomes do rádio Paranaense. Durante 40 anos apresentou o Programa “A Hora do Angelus”, na sua Rádio Colombo, em Curitiba, PR. Foi Deputado Estadual. “Mudou-se para o andar de cima”, no dia 1º de novembro de 2015, aos 79 anos de idade.

Beira do Iguaçu, Abril de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 20 de Abril de 2018

15 ANOS DE SUCESSO 

Agradeço ao chargista Juliano Henning a sugestiva charge alusiva aos 15 anos da Coluna Milho no Monjolo, publicada neste Jornal O Comércio, em sua edição da última sexta-feira, dia 13, na págima 02. Anotação: Charge. Substantivo Feminino Desenho humorístico, com ou sem legenda ou balão, veiculado pela imprensa e tendo por tema algum acontecimento atual, que comporta crítica e focaliza, por meio de caricatura, uma ou mais personagens envolvidas; caricatura, cartum.

 

BRASIL

“Eta País continente / A maioria do povo  indigente / Sem esperança e indolente / Ainda assim renitente / Mesmo estando descrente / De  educação pouco eficaz / Não consegue eleger gente capaz / Que fosse competente e sagaz / Assim, prisioneiro de situação caótica /  Enfrentando situação assintótica / Resta apenas uma apoteótica / Pícara patriótica”. (Antônio Celso Mendes, da Academia Paranaense de Letras).

 

RASGANDO O PAPEL I

“No dia 15 de março passado, ocorreu o lançamento de um livro que ajudou muita gente a esclarecer uma dúvida, que ainda pairava em muitas cabeças, sobre a decisão da Gazeta do Povo de acabar com sua edição diária impressa para se transformar em jornal online: “Rasgando o Papel: Jornal Gazeta do Povo, uma startup de 100 anos?”, do executivo e consultor Julio Sampaio. O livro estuda o caso de um dos principais jornais do País, que, quase centenário, fez uma virada estratégica, optando por uma mudança radical para se posicionar como uma empresa de comunicação digital. O autor analisa o que levou a Gazeta do Povo a promover essa transformação e o que pode haver em comum entre uma empresa que acaba de completar 99 anos e uma startup”?

 

RASGANDO O PAPEL II

“Julio Sampaio diz que o maior desafio para os jornais hoje não é de leitura e, sim, de modelo de negócio. O tradicional, no qual a publicidade e os classificados representavam 70% da receita, não é replicável na Internet e atualmente nem no impresso. “Os veículos de comunicação estão entre os setores mais afetados pela tecnologia e pela mudança de hábitos dos consumidores. Muitos já previram até mesmo o fim dos jornais. No entanto, eles nunca foram tão lidos”, diz o consultor, que já trabalhou na própria Gazeta do Povo na área comercial.

 

 A ÚLTIMA 

A Coluna de hoje é dedicada à minha neta Sarah Giulia Muncinelli, que trouxe duas medalhas de prata do Campeonato Sul Paranaense de Taekwondo, realizado no último domingo, dia 15, em Ponta Grossa, Paraná. Luta e Poomsae na categoria infantil.

Beira do Iguaçu, Abril de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGP

Milho no Monjolo – 17 de Abril de 2018

ESCREVE A LEITORA I 

“Boa tarde! Agradeço a indicação para proferir palestra sobre as mulheres e o tropeirismo no próximo evento, em maio, em Porto União. Estarei na cidade no fim de semana de 05 a 06 de maio e espero abraçá-los com muita saudade. Até lá! Abraços! Zélia Maria Nascimento Sell”.

 

ESCREVE A LEITORA II 

A jornalista e historiadora Zélia Maria Nascimento Sell participará  como palestrante no Encontro Regional de Tropeirismo “Caminho das Missões”. O evento será realizado nos dias 05 e 06 de maio próximo, no Salão da Igreja Matriz São Pedro e São Paulo, no Bairro São Pedro, em Porto União, Santa Catarina.

 

 OLHA SÓ, “O SAMBA DO ODILON”!

No meio da semana passada, num misto de  surpresa e incredulidade, deparei, na linha do tempo do meu “livro de rosto”, com “O Samba do Odilon”, de autoria da apreciada artista plástica Nádia Maltauro Ayub e interpretado pelo festejado cantor e tecladista Edson Moreira. Letra, música e interpretação de primeira linha. Sensibilizado, agradeço a gratificante homenagem.

 

15 ANOS DE SUCESSO

Este Jornal O Comércio, na sua edição da última sexta-feira, dia 13, estampou, em duas páginas, elogiosas manifestações de amigos, amigas e familiares, numa expressão de carinho e apreço por este Colunista pela passagem dos 15 anos de circulação ininterrupta desta Coluna Milho no Monjolo.  Uma inigualável e verdadeira aula de História. Meus sinceros agradecimentos para Marli Terezinha Andrucho Boldori, Antônio F. Marques Budal, Fernando Cesar Straube, Mario Renato Erzinger, Carlos Henrique Agustini, Léia Alberti, Luiz Sérgio Buch, Carlos Roberto Wengerkievicz, minha consorte Aldair Wengerkiewicz Muncinelli, Valéria Aparecida Schena, Ivo Dolinski, Leni Trentim Gaspari, Therezinha Leony Wolff, Aluísio Witiuk e meu filho Gianfranco Muncinelli.

 

COMENDA PINHÃO DO VALE

No último sábado, dia 07, a Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) realizou a sua Reunião Ordinária Mensal. Na ocasião, ocorreu a indicação e a aprovação das duas personalidades ilustres para serem agraciadas com a Comenda Pinhão do Vale (Medalha e Diploma), em sua versão 2018. São elas: 1. Giselda (Gisa) Storck, indicada por este Colunista como destaque na área da literatura e da arte. 2. Laurete Dub Pinto Conte, indicada pela acadêmica Margareth Rose Ribas, como destaque na área social e comunitária. A honraria será conferida em Sessão Solene a ser realizada no dia 30 de maio próximo, data da Fundação da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI).

 

Beira do Iguaçu, Abril de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGP

Milho No Monjolo – 13 de Abril de 2018

BOLETIM DO IHGPR 2018 

O Instituto Histórico e Geográfico do Paraná (IHGPR) informa aos Associados que no dia 20 do corrente mês expira o prazo para entrega dos artigos para publicação no Boletim do IHGPR 2018. Excelente publicação anual.

 

COMENDA PINHÃO DO VALE 

No último sábado, dia 07, a Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) realizou a sua Reunião Ordinária Mensal. Na ocasião, ocorreu a indicação e a aprovação das duas personalidades ilustres para serem agraciadas com a Comenda Pinhão do Vale (Medalha e Diploma), em sua versão 2018. Uma na área da literatura e da arte, outra na área social e comunitária. Os nomes das duas personalidades serão divulgados, brevemente. A honraria será conferida em Sessão Solene a ser realizada no dia 30 de maio próximo, data da Fundação da Academia de  Letras do Vale do Iguaçu.

 

REVISTA DA ALVI 

Ainda na mesma Reunião Ordinária Mensal, dia 07, “em comum acordo com os presentes, decidiu-se como temática central para a Revista da ALVI – 2018, o tema “Ferrovia”. Todos os membros da ALVI estão convidados a enviarem artigos científicos, poesias, textos jornalísticos, crônicas…. que envolvam a referida temática. Os trabalhos deverão ser enviados até o dia 30 de junho de 2018”.

 

ESCREVE O LEITOR 

“Bom dia Odilon, com  o desejo que tudo esteja muito bem com você e com a família. PARABÉNS PELOS 15 ANOS DA COLUNA MILHO NO MONJOLO, com augúrios que o sucesso continue por muito mais tempo. Grande abraço. Stefano Jakubiu”.

 

CENTRO DE EVENTOS UNICAÇU 

‘”As Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu convidam para a inauguração do Centro de Eventos UNIGUAÇU, o maior espaço para eventos de toda a região. Participe de mais este momento com a marca UNIGUAÇU, o qual ficará marcado na história de União da Vitória, Paraná. Data: Nesta sexta-feira, da 13. Horário: 17 horas. Local: Centro de Eventos UNIGUAÇU. Bairro Rio D’Areia. União da Vitória, Paraná. Ao lado do CTU UNIGUAÇU”.

 

A ÚLTIMA 

A Coluna de hoje é dedicada à honorável Coronel Audilene Rosa de Paula Dias Rocha, a primeira mulher Comandante-Geral da Polícia Militar do Paraná (PM-PR), em 163 anos de profícua e valiosa existência da Corporação.

 

Beira do Iguaçu, Abril de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPR

Milho no Monjolo – 10 de Abril de 2018

COMENDA PINHÃO DO VALE

A iniciativa desta homenagem nasceu em 2003  a partir da proposição dos Acadêmicos Odilon Muncinelli e Ivo Dolinski, a qual foi prontamente acolhida pelo Colegiado por se enquadrar dentro dos objetivos  da ALVI. A indicação e escolha das pessoas a serem agraciadas é feita pelos membros integrantes desta Confraria (ALVI), levando em conta, como critério de merecimento, todo e qualquer trabalho trazido a público, de reconhecido e expressivo valor literário, histórico, artístico, cientifico ou relevantes serviços prestados a comunidade, na área de abrangência da ALVI. (Fonte: www.alvi.com.br). Observação: A homenagem lembra, anualmente, o dia 30 de maio de 2000, a data de Fundação da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI).

 

HONRARIA

Na tarde do último dia 02 deste mês, a Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Auditivos e da Fala – APADAF, da cidade de Porto União, SC, conferiu vários Certificados de Agradecimento ao apoio que algumas pessoas deram para a Instituição. Entre os homenageados, a professora e Secretária de Educação, Aldair W. Muncinelli, dona de um currículo profissional notável.

 

SALA DE VÍDEO CONFERÊNCIA

Ainda na semana passada, ocorreu a inauguração da Sala de Vídeo Conferência da Universidade Estadual do Paraná, em União da Vitória, Paraná, que recebeu o nome de Sala Professor “José Fagundes”. Nascido em Caçador, Santa Catarina, no dia 22 de novembro de 1939, José Fagundes é graduado em Filosofia (1971) e em Pedagogia (1973). É Bacharel em Teologia.  Mestre em Filosofia da Educação. Doutor em Filosofia e História da Educação. É membro da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI).

 

36 NOVOS OLHARES I

No próximo dia 24 deste mês, às 19 horas, no Auditório da Secretaria Municipal de Educação de Porto União, Santa Catarina, ocorre o lançamento do livro “Um Novo Olhar Para a Vida”, de Gabriel Metzler de Oliveira, com o selo da Editora Litterare Books. O evento contará com um bate-papo com o autor e sessão de autógrafos. A apresentação da obra será feita por este Colunista, com o auxílio da consorte Aldair W Muncinelli. “Este livro é uma boa oportunidade para o leitor abrir os olhos sobre as atitudes automatizadas do cotidiano que podem afetar a carreira e os relacionamentos. O autor apresenta 36 novos olhares para a vida, trazendo reflexões e questionamentos extremamente atuais”.

36 NOVOS OLHARES II

O autor Gabriel Metzler de Oliveira é engenheiro civil, com MBA Internacional e curso em Harvard. Após sofrer um acidente, aos 15 anos, (era sábado, 13 de junho de 1998), perdeu a visão e descobriu, por meio das palestras, a sua verdadeira missão: despertar e alavancar o potencial de superação e motivação existente em cada pessoa: fundou o Grupo Alerta Vida que, em 2000, conquistou o Prêmio Sonhadores do Milênio da UNESCO.

Beira do Iguaçu, Abril de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 06 de Abril de 2018

JURIDIQUÊS

Frequentemente, ouve-se falar a respeoto do Juridiquês. Pois bem, “O Juridiquês é um neologismo em voga no Brasil para designar o uso desnecessário e excessivo do jargão jurídico e de termos técnicos de Direito. Embora tenha conotação pejorativa, a ideia de Juridiquês como jargão profissional tem ganhado cada vez mais espaço na sociedade letrada por causa de sua crescente utilização na imprensa e nos meios de comunicação de massa. No jornalismo jurídico, por exemplo, costuma-se dizer que repórteres e redatores que reproduzem em suas matérias os termos rebuscados utilizados pelos entrevistados (como juízes e advogados) são “contaminados pelo Juridiquês” (assim como, no jornalismo econômico, o são pelo “economês”). De modo geral, a opinião do senso comum é de que o “juridiquês”, a não ser quando empregado por juristas ou em contextos apropriados (como em julgamentos ou no processo legislativo), denota floreio excessivo da língua e subterfúgio desnecessário a termos pouco conhecidos do grande público. No Brasil, “Juridiquês” é um vocábulo de uso corrente da língua portuguesa, mas que ainda não consta nos dicionários ou pelo menos em alguns deles. O termo ficou ainda mais conhecido depois que a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) lançou a “Campanha pela Simplificação do Juridiquês” em 11 de agosto de 2005. Frases em Juridiquês podem ser de difícil compreensão e entendimento, até mesmo para juristas. É comum encontrar textos em juridiquês onde uma única frase se estende por um parágrafo inteiro, com dezenas de vírgulas e verbos no gerúndio, condicionais, apostos e outros. Nestes casos, quando o leitor chega ao meio do parágrafo-frase, a frase já deu tantas reviravoltas gramaticais e já agrupou tantas ideias que não é mais possível acompanhar o raciocínio sem voltar ao começo do parágrafo-frase e tentar novamente. Quando o Juridiquês é traduzido para outros idiomas menos tolerantes de frases infindáveis, o tradutor costuma quebrar estes parágrafos originais e ininteligíveis em várias frases mais coerentes”. (Fonte: Wikipédia, a Enciclopédia Livre).

 

HONRARIA

Moção é a  proposição pela qual o Vereador expressa seu louvor, congratulação ou pesar. Apresentada à Mesa Diretora, a Moção é imediatamente despachada pelo Presidente e enviada à publicação. Quando seus autores pretendem traduzir manifestações coletivas da Câmara Municipal, a Moção deve ser assinada, no mínimo, pela maioria absoluta dos Vereadores. Observação: Não se deve confundir com requerimento paea Voto de Aplauso ou Voto deCensura, pois a Moção deve expressar o sentimento de toda a Casa Legislativa, por isso, aprovada pelo Plenário.

 

A ÚLTIMA

Uma correção:  A velha guarda advocatícia de União da Vitória (PR) e de Porto União (SC) está representada pelos advogados Ciro Sebastião da Costa, Maria Therezia Butzen, Dehni Farah Olinger e este Colunista. E  não como foi anotado anteriormente.

 

Beira do Iguaçu, Abril de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr)

Milho no Monjolo – 03 de Abril de 2018

O SEXTO ASTRO I

No fim da manhã da última quinta-feira, dia 29, recebi a visita das artistas plásticas Nádia Maltauro Ayub e Mariana Martinelly que me brindaram com um Quadro de Arte Pop que reproduz a imagem deste Colunista. Desde logo, agradeço o presente. Completando aquela gentileza, a apreciada artista plástica e velha amiga Nádia Maltauro Ayub escreveu elogiosas palavras no “livro de rosto”:  “ODILON MUNCINELLI, o nosso SEXTO ASTRO… Seu currículo e suas obras são muitas e inquestionáveis… Poderíamos relacioná-las… Mas nós Mulheres Artistas Modernas nos interessamos em evidenciar a sua Maior Habilidade: É o TRATO que tem conosco… e com todas as pessoas. Um homem pode fazer coisas extraordinárias na Ciência, na Política, na Guerra… mas se ele souber TRATAR BEM AS PESSOAS… aí sim… a memória do seu nome será uma delícia. Não queremos homenagear a sua memória um dia com lágrimas femininas carregadas de ternura e saudade… Queremos lhe entregar este quadro hoje, ao lado da sua esposa… mas poder dar-lhe um AMASSO se for possível… Abraços… ODILON”.

 

O SEXTO ASTRO II

Escreveu mais: “Sr. ODILON MUCINELLI, o nosso SEXTO ASTRO que está pintado pela Mariana… Para fechar a nossa programação de homenagear as celebridades da nossa União da Vitória no seu aniversário de 128 anos, nós duas como singelas munícipes agradecemos aos milhares de elogios recebidos pelo nosso trabalho. A cada destaque e respectivo quadro publicados os amigos das seis mulheres e dos seis homens nos levaram às nuvens de tantos elogios às obras e às celebridades. Sr. Odilon Muncinelli parabénspor ter preenchido os requisitos: (01) Um homem muito bonito; (2) Um homem muito gentil; (03) Um homem muito inteligente; (04) Um homem muito criativo; (05) Um homem muito paciente com as mulheres; (06) Um homem muito bem humorado; (07) Um homem muito sério, fiel e que nunca teve uma mancha no seu comportamento. O SENHOR É NOTA MIL…”

 

O SEXTO ASTRO III

Vale lembrar os outros cinco ASTROS: o radialista e advogado Antônio Hugen Godoi, o repórter e apresentador Antônio Budal, o radialista Orley do Rocio Maltauro, o administrador Hilton Santin Roveda e o administrador Eliseu Mibach, os dois últimos, Prefeito de União da Vitória, PR e Prefeito de Porto União, SC, respectivamente.

 

15 ANOS DE SUCESSO

Pois é, no próximo dia 11 deste mês, esta Coluna Milho no Monjolo completa 15 anos de ininterrupta e profícua existência em favor da Cultura e da Educação. Apenas um mês de justas e merecidas férias. Dezembro do ano passado. Porquanto, até o momento, cumpriu, plenamente, a sua Missão! Agradeço aos leitores e às leitoras que me acompanharam nesta proveitosa jornada. Até aqui Missão Cumprida! E bola pra frente que atrás vem gente!

Beira do Iguaçu, Abril de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPR

Milho No Monjolo – 23 de Março de 2018

 

COMUNICADO 

“Prezado Associado Correspondente: Afim de que a distância não afrouxe os laços que unem os senhores a este Sodalício, entendemos ser importante que os Associados residentes em Curitiba e os demais correspondentes, possam saber o que V.a S.a está pesquisando, escrevendo, etc.. Para tanto, todo aquele que tiver blog, site, textos avulsos e congêneres e queira compartilhar conosco, este e-mail está disponível para divulgar vossos trabalhos, voltados para a história e a Geografia. Fraternal abraço, Kalil Assad, Secretário – IHGPR”.

 

TROPEIRISMO 1

“Sobre os tropeiros: O historiador e colunista de O Comércio, Odilon Muncinelli, na edição de ontem (20 de outubro de 2015), lembrou a participação dos tropeiros no desenvolvimento regional. Conforme sua redação, em 1726, as primeiras expedições foram realizadas, porém, sem qualquer formação de povoamento local. Foi apenas em 1769, que Antônio Silveira Peixoto criou o “Entreposto Nossa Senhora da Vitória”, como ponto de partida. Na prática, o Ciclo do Tropeirismo começou em União da Vitória em abril de 1842, quanto o tropeiro e sertanista Pedro da Siqueira Cortes descobriu o “vau” ou o “passo do Iguassú”, próximo à Ponte de Ferro”. (Trecho de um texto da jornalista Mariana Honesko, in Jornal O  Comércio).

 

TROPEIRISMO 2 

Nos dias 05 e 06 de maio próximo, no Salão da Igreja Matriz São Pedro e São Paulo, no Bairro São Pedro, em Porto União, Santa Catarina, ocorre o Encontro Regional de Tropeirismo “Caminho das Missões”.   Anotação: O Caminho das Missões é um roteiro de caminhadas pelas antigas estradas missioneiras que ligavam as Reduções Jesuítico-Guarani. O percurso parte do Município de São Borja, local da 1ª Redução Jesuítica dos 7 Povos das Missões e terra dos Presidentes, passando por várias comunidades, fazendas, estâncias, sempre próximo ao rio Uruguai, divisa com a Argentina. Nos 325 km do Caminho das Missões pouco mais de 5 km são por estradas pavimentadas (exceto nas cidades), o resto são estradas de terra no interior dos Municípios. As estradas são utilizadas para o deslocamento das comunidades interioranas e para o escoamento da produção. O Caminho das Missões não tem uma sinalização efetiva.  O trajeto segue pelo Município de Garruchos que possui uma natureza exuberante. Ao longo do trajeto estão três Patrimônios nacionais: Sítios arqueológicos de São Nicolau (no Município de São Nicolau), São Lourenço (em São Luiz Gonzaga) e São João Batista (em Entre-Ijuis), e um Patrimônio da Humanidade, São Miguel Arcanjo no município de São Miguel das Missões, além de dezenas de outros atrativos culturais e naturais. A chegada se dá sempre em Santo Ângelo em frente a Catedral Angelopolitana. Das antigas trilhas guaranis, passando pelos caminhos missioneiros e depois as velhas estradas dos tropeiros é que se orientou e traçou o caminho que ora se apresenta como uma jornada, seja de peregrinação mística, tradição, lazer, pesquisa ou esporte.

 

A ÚLTIMA 

Repito mais uma vez: Aqui tem erva boa na cuia e água quente na chaleira.

Beira doIguaçu, Março de 2.018

Odilon Muncinelli – Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 20 de Março de 2018

EXPOSIÇÃO DE DESENHOS

Na última terça-feira, dia 13, ocorreu a abertura da Exposição de Desenhos promovida pela Secretaria Municipal de Cultura de União da Vitória em comemoração aos 128 Anos de Emancipação Política e Administrativa de União da Vitória, Paraná. O evento teve origem no primeiro concurso de desenhos, feitos em folhas A4 e lápis de cor, com o tema “Os 128 Anos de União da Vitória em Desenho” e contou com a participação de todos os alunos das redes municipal, estadual e particular de ensino. Os cinco primeiros colocados receberam uma bolsa integral para o curso de Desenho Realista com duração de 6 meses. Ainda foram escolhidos os 100 melhores desenhos que compuseram a Exposição de Desenhos realizada na Galeria de Arte “Erich Herbert Will”.

SESSÃO SOLENE

Na próxima terça-feira, dia 27, no Auditório da Câmara de Vereadores de União da Vitória, Paraná, a Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) promove uma Sessão Solene em homenagem aos 128 Anos de Emancipação Política e Administrativa de União da Vitória, Paraná. Em parceria com a colenda Casa de Leis. Nota: Usarão da palavra um representante da ALVI e um representante da Casa de Leis

A ÚLTIMA 

A Coluna de hoje é dedicada à senhora Marlene Gan, a primeira mulher empossada na Presidência do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Porto União, Santa Catarina, na noite de segunda-feira, dia 12, no Salão Paroquial da Igreja do Bairro Pintado, em Porto União, SC.

Beira do Iguaçu, Março de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Os Segredos das Mulheres de destaque da Região do Médio Iguaçu

(Especial para a Coluna Milho no Monjolo)

MulheresXXQuadrosXNXXdiaXO tema aqui apresentado é uma singela e sincera homenagem à Semana da Mulher neste tempo de 2018. Delimitamos uma seleção de 06 (seis) personalidades de maior destaque do Universo Feminino Regional. De forma geral temos a pretensão de apresentar as características que levaram estas mulheres ao destaque e à liderança recebendo assim a admiração e o respeito de toda a comunidade.

Vencidas as dificuldades para a garimpagem de nomes relevantes, de forma específica realizamos análises métricas tais como: (a) sucesso profissional, (b) presença na mídia, (c) esferas de influência e (d) impacto gerado por seu trabalho na sociedade. O maior problema que tivemos foi escolher 06 (seis) dentre um universo de tantas mulheres que desenvolvem trabalhos importantíssimos dentro de seus lares, trabalho e participação social.  Assim como a nossa região é considerada um berço de artistas, também é um berço de vultos femininos significativos. A história nos aponta estrelas mundiais, estaduais, municipais, heroínas que desempenharam um grande papel no desenvolvimento regional no período da Guerra do Contestado e este legado de coragem e espirito de luta atravessou o tempo instalando-se nas ideologias das mulheres atuais consideradas neste texto “Rosas Contemporâneas”.  Escolhidas as estrelas deste documentário metodologicamente decidimos guardar na reserva o vasto currículo e as obras de cada uma delas. Abreviando o tempo não foram realizadas entrevistas dirigidas visto que toda a comunidade reconhece o trabalho magnífico realizado por elas.   Acreditamos ser prazeroso para os leitores (as) saber o que se passa na mente das mulheres da nossa região que alcançaram sucesso pessoal, profissional e posição de destaque.  Representando centenas de mulheres de mesma relevância na sociedade apresentamos em ordem alfabética a seguinte amostra representativa: ALDAIR WENGERKIEWICZ MUNCINELLI, ARLETE THEREZINHA BORDIN, DELCI HAUSEN CHRIST, LILI MATZEMBACHER, THEREZINHA LEONY WOLFF e SALIME FARAH. Neste grupo de seis mulheres, cinco atuam na área profissional da Educação e uma delas (a Dra. Salime Farah) atua na área da Medicina e da Política.  No “caminhar” e à luz das suas experiências relatamos alguns segredos destas mulheres para que crianças, adolescentes e adultos possam refletir sobre como elas vivem cotidianamente exercendo liderança.  Não há necessidade de isolar nenhuma delas porque os pensamentos, a forma de agir, trabalhar, gerenciar e administrar conflitos é comum entre elas.

Conclusivamente as atitudes são semelhantes e o bom convívio com as pessoas são balizados por alguns segredos: (1) Elas têm a marca registrada de educação, gentileza, leveza e calma. (2) Elas “administram conflitos” como uma questão diária e quando lidam com o público todos os dias resolvem com paciência e competência. (3) São líderes e pessoas determinadas (sentem-se destinadas) a resolver problemas. (4) Gostam de resolver problemas por isso são líderes. (5) Sempre estão de bom humor sendo a principal postura para as suas vitórias. (6) Vencem todos os obstáculos com dedicação, estudo e foco.  (7) Nunca agem pensando em agradar os outros – sejam os pais, os companheiros, os amigos ou os chefes – mas sim no que realmente sentem ou querem. (8) Defendem com paixão seus pontos de vista, e muitas vezes são rotuladas como “difíceis” ou “intransigentes”, rótulo este ignorado por elas. (9) Nunca deixam de falar o que pensam para manter o clima de paz. (10) São  líderes fortes com opiniões contundentes e ditas de forma explícita. (11) Nunca deixam de valorizar a diversidade de pensamento, e sempre discutem uma ideia de forma respeitosa e profissional. (12) Mostram suas próprias ideias sem se preocupar em legitimar suas ideias através de informações, dados e opiniões de especialistas. (13) Agem sem medo de julgamentos.  (14) Criam oportunidades e, além de trabalhar duro, mostram isso para o mundo. (15) Apresentam boas ideias e as comunicam para as pessoas, sem medo de estarem imperfeitas ou de serem julgadas. (16) Deixam de se sentir desconfortáveis por “orgulhar-se” de suas realizações e sem arrogância inspiraram outras pessoas. (17) Motivam outras mulheres a aprender a liderar. (18) Desafiam antigos padrões e criam novas formas de pensamento. (19) Fazem a própria história percorrendo o próprio caminho. (20) No seu propósito de vida são boas mães, boas esposas, boas educadoras, boas médicas, boas donas de casa. (21) Destacam-se na multidão. (22 ) Não copiam ninguém, não imitam roupas e nem comportamentos. (23) Para elas o sucesso não é uma questão de destino, mas sim do resultado das decisões que se faz todos os dias. (24) Sempre têm um plano inicial e tentam segui-lo para que não se sintam perdidas. (25) Têm sempre em mente que podem conseguir tudo o que pretendem fazer crendo em si mesmas. (26) Possuem autoestima e sabem que têm todo o poder nas mãos para serem exatamente o que querem ser. (27) Consideram que é necessário muito esforço e persistência para se atingir os objetivos. (28) São autênticas e isto é o que as diferenciam dos outros. (29) São diferentes e vão até seus conhecidos demonstrando gostar das pessoas. Abordam as pessoas que conhecem e se interessam pela vida delas. (30) São mulheres de destaque porque são participativas e iluminadas demonstrando ter a capacidade de levar a vida com leveza e encontram o humor nas coisas cotidianas. Quando as pessoas as vêm sorrindo ficam contagiadas.

A homenagem pictórica presenteada a cada uma das mulheres é um quadro fisionômico na Técnica Pop – criado pela artista plástica Nadia Ayub que de forma carinhosa e despojada foge da técnica realista. Cada uma das seis “Rosas Contemporâneas” durante toda a sua ação alcançou destaque erguendo ou administrando importantes organizações; formando opiniões, ditando modernidades, inspirando atitudes; trabalhando e lutando por mais educação, mais saúde, mais justiça e igualdade. Estes são os principais segredos que tornaram as nossas “Rosas Contemporâneas” mulheres de destaque… mulheres modernas… mulheres maravilhosas.

Beira do Iguaçu, Março de 2.018