Milho no Monjolo

Odilon Muncinelli

Milho no Monjolo – 16 de Outubro de 2018

LUTO

Na última quarta-feira, dia 10, no final da tarde, em São Paulo, Capital, morreu a médica e escritora espiritualista Zibia Milani Gasparetto, aos 92 anos de idade. Ela morreu dormindo. “Hoje, o astral recebe com amor uma de suas representantes na Terra”, diz uma postagem no Faceb ook. “Zibia Gasparetto, 92 anos, completou hoje sua missão entre nós e parte para uma nova etapa ao lado de seus guias espirituais, deixando uma legião de fãs, amigos e familiares, que foram tocados por sua graça, delicadeza e por suas palavras sábias”, completa o texto. Nascida no dia 29 de julho de 1926, em Campinas, São Paulo, Zibia Gasparetto ficou conhecida na literatura espírita. Ela se dedicou ao espiritismo por 68 anos e tem 58 obras publicadas, com mais de 18 milhões de exemplares vendidos. Durante sua carreira, a escritora também ganhou notoriedade como médium. Entre as principais obras destacam-se “O amor Venceu”, “Eles Continuam Entre Nós” e “A Vida Sabe o Que Faz”. Além de “O Mundo Que Eu Vivo”, “Pedaços do Cotidiano”, “Ela Confiou na Vida”,  “A Verdade de Cada Um”, “O Matuto” e outros. Pesquisas sobre “Mônica de Castro, Chico Xavier e outras. De origem italiana, Zibia Gasparetto foi casada com Aldo Luiz Gasparetto. Juntos, estudaram a Doutrina Espírita e passou a frequentar reuniões públicas da Federação Espírita do Estado de São Paulo, além de realizar estudos em casa. A Editora ‘Vida e Consciência’, responsável pelas publicações de Zibia Gasparetto, divulgou, em seu site, uma nota sobre o falecimento da autora. “Foram mais de 68 anos dedicados ao espiritismo, 58 obras publicadas e mais de 18 milhões de livros vendidos. Agradecemos de coração a todos que permitiram que seus ensinamentos de luz permeassem e transbordassem em suas vidas. Esse legado será eterno e os conhecimentos de Zibia Gasparetto sobre as relações humanas e espirituais serão transmitidas por muitas e muitas gerações. Ela segue em paz ao plano espiritual, olhando por todos nós. Feliz recomeço!”, afirma o texto.

FEIRA DO LIVRO ESPÍRITA

De 05 a 10 de novembro próximo, das 9 às 21 horas, diariamente, na Praça Alvir Riesemberg, em União da Vitória, Paraná, ocorrerá  a 33ª Feira do Livro Espírita, numa promoção do Centro Espírita “Amor e Caridade” e da 15ª União Regional Espírita.  O evento tem como objetivo a  divulgação da Doutrina Espírita. “A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação” (Allan Kardec). A Feira do Livro Espírita contará com livros de Allan Kardec (Hippolyte Leon Denizard Rivail, 1804-1869), de Chico Xavier (Francisco Cândido Xavier, 1910-2002), de Divaldo Pereira Franco, além de inúmeros outros títulos doutrinários, filosóficos e religiosos, entre eles, “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, “Paulo e Estevão”, “Pão Nosso, Pai Nosso”, “Caminho Verdade e Vida” e outros tantos.  E os CDs “Momento Espírita”. Vale a pena conferir!

Beira do Iguaçu, Outubro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 09 de Outubro de 2018

LEMBRA DO  CAPILÉ? NÃO!

O Capilé é o xarope de avenca, mais especificamente de capilária, um tipo de feto herbáceo, ou ao refresco que pode ser obtido a partir desse mesmo xarope. A denominação capilé é derivada do latim, mais precisamente do francês capillaire ou “feito com a capilária”, um tipo de avenca, que deriva de capillum por lembrar uma cabeleira. História. Bebida muito apreciada em Portugal, sua receita remonta ao século XVIII, feito a partir de produtos naturais. O xarope de capilé é referido no livro de receitas “O Cozinheiro Moderno” ou “Nova Arte de Cozinha”, de autoria de Lucas Rigaud, no ano de 1780.  No volume número dois da sua obra, Lucas Rigaud faz referência ao xarope de avenca, que no caso dá o nome de “capiler”. O xarope é confeccionado através de infusão das folhas da avenca devidamente trituradas, à qual é adicionado açúcar, podendo ser aromatizado com água de flor de laranjeira. Através da infusão são extraídas da planta quer os aromas quer as substâncias que possuem atividade terapêutica. Para se fazer o refresco o xarope é diluído com água e é adicionado gelo e casca de limão. (Fonte: Wikipédia, a Enciclopédia Livre).

 BANCO DA FAMÍLIA

“O Banco da Família, especializado em microfinanças, inaugurou a primeira unidade no Paraná este ano, na cidade de União da Vitória, e comemora 20 anos de atuação em outubro. Criada em Lages/SC e classificada como a melhor instituição do gênero no Brasil, segundo avaliação da Microrate, já concedeu mais de R$ 720 milhões em crédito para cerca de 275 mil pessoas que desejam empreender, construir a casa própria, melhorar instalações sanitárias ou financiar despesas extraordinárias não previstas. A partir de agora, a meta da instituição é expandir o trabalho para outras cidades e investir em tecnologia”.

 TROFÉU GUERREIRO DO PARANÁ

O Movimento Pró-Paraná, por intermédio de seu Presidente e do Conselho Temático Cívico Cultural, por ocasião das Comemorações dos 165 Anos da Criação da Província do Paraná, realiza  nesta terça-feira, dia 09, às 17 horas, a cerimônia de outorga do Troféu Guerreiro do Paraná ao Professor e Advogado RENÉ ARIEL DOTTI. Ato contínuo, o homenageado proferirá a palestra “PARANÁ 165 ANOS”. O evento ocorrerá na Sala Maria Christina, da Associação Comercial do Paraná.  Nota: René Ariel Dotti é membro da Academia Paranense de Letras.

 A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao confrade e velho amigo Aluízio Witiuk, que, recentemente, proferiu palestra sobre a “Histótia das Eleições no Brasil e do Voto”, na Universidade Loyola de Chicago, Estado de Illinois, nos Estados Unidos, dirigida aos brasileiros residentes naquela cidade.  Ele é  membro da Academia de Letras do Valedo Iguaçu (ALVI).

 Beira do Iguaçu, Outubro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 05 de Outubro de 2018

PRÊMIO NOBEL DE LITERATURA 1

A Academia Sueca anunciou, na última sexta-feira, dia 28/09, que o Prêmio Nobel de Literatura não será concedido em 2018, devido a um escândalo de estupro e agressões sexuais. Esse será o primeiro adiamento da entrega do Prêmio em quase sete décadas. “O Prêmio Nobel 2018 de Literatura será designado e anunciado ao mesmo tempo que o Premiado de 2019”, anunciou a Instituição em um comunicado. O Prêmio é entregue desde 1901 e a Academia Sueca não o suspendia desde a Segunda Guerra Mundial — entre os anos de 1940 e 1943 não houve premiação. A entrega também não ocorreu nos anos de 1914 e 1918, em meio a Primeira Guerra Mundial, além de 1935 e 1949. A Instituição está mergulhada em uma crise desde novembro. No contexto da campanha mundial contra os abusos sexuais, o jornal sueco “Dagens Nyheter” publicou os relatos de 18 mulheres que afirmavam terem sido violentadas, agredidas sexualmente ou assediadas por uma influente figura da cena cultural sueca.

PRÊMIO NOBEL DE LITERATURA 2

Prêmio Nobel “alternativo” de Literatura pode substituir Prêmio da Academia Sueca em 2018. Intelectuais se juntaram como forma de protesto e devem anunciar vencedor em outubro. Pela primeira vez desde 1949, a Academia Sueca não vai entregar o Prêmio Nobel de Literatura — o vencedor de 2018 será anunciado somente em 2019. A decisão ocorreu em meio à crise pela qual a instituição vem passando, após um escândalo de abuso sexual nos círculos internos da Academia. No entanto, um grupo de intelectuais decidiu criar sua própria versão do mais importante Prêmio Literário do Mundo. 107 nomes do meio cultural da Suécia se juntaram como forma de protesto e criaram a Nya Akademien (Nova Academia), que planeja anunciar o premiado em outubro, na mesma data do original, além de organizar uma cerimônia oficial de entrega em 10 de dezembro. “Fundamos a Nova Academia para lembrar as pessoas que a literatura e a cultura em geral devem promover democracia, transparência, empatia e respeito, sem privilégios, preconceito, arrogância ou sexismo”, escreveu o grupo em um comunicado para se apresentar. A criação do Prêmio “alternativo” ocorre após os escândalos envolvendo Jean-Claude Arnault, nome influente nos círculos do Prêmio e marido de Katarina Frostenson, integrante da Academia Sueca. Ele é acusado de assédio e abusos sexuais por 18 mulheres, segundo reportagem do jornal sueco “Dagens Nyheter”. Ele nega as acusações. A Nova Academia decidiu convidar bibliotecários de toda a Suécia para ajudar na indicação de autores. Os concorrentes podem ser de qualquer lugar do mundo, mas devem ter escrito pelo menos dois livros — sendo que um deve ter sido publicado nos últimos 10 anos. Após a escolha de indicados, haverá uma votação aberta na internet. Os quatro candidatos mais votados vão então para a votação do júri da Nova Academia, liderado pela jornalista sueca Ann Pålsson, que escolherá o grande vencedor. No entanto, o prêmio em dinheiro não deve ser o mesmo do Nobel ( cerca de R$ 3,5 milhões). “Em uma época em que os valores humanos estão sendo cada vez mais questionados, a literatura se torna uma força contrária ainda mais importante para deter a cultura do silêncio e da opressão. A Nova Academia considera isso tão importante, que o maior prêmio de literatura do mundo deve ser concedido ainda em 2018. Esse é o único propósito de por que fundamos a Nova Academia”, comunicou o grupo. “Ao conceder este prêmio, estamos realizando um protesto. Queremos mostrar às pessoas que o trabalho cultural sério não precisa ocorrer em um contexto de linguagem coercitiva, irregularidades ou abuso”. (Fonte: O Globo).

 

Beira do Iguaçu, Outubro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALV I e do IHGPr)

Milho no Monjolo – 02 de Outubro de 2018

DOIS EVENTOS

No mês passado, dia 22, sábado, numa manhã bonita de começo de Primavera, ocorreram dois eventos de grande importância histórica para Porto União, Santa Catarina. Primeiro: O depósito da “Cápsula do Tempo” em chão da Praça do Centenário Prefeito Victor Buch Filho, em local previamente designado e posteriormente marcado com uma medalha de bronze. Instituída pela Lei Municipal nº 4.489, de 04 de outubro de 2017, com o objetivo de  preservar a memória das comemorações do Centenário de Porto União (SC), a “Cápsula do Tempo” contém fotografias, documentos, livros, pen  drives com reportagens, jornais, revistas, narrativas de fatos,  cartas, bilhetes, objetos, expectativas de futuridade e até um ofício do Prefeito Municipal Eliseu Mibach endereçado  ao Prefeito ou à Prefeita que esteja na Chefia do Município por ocasião do seu Sesquicentenário,  a ser comemorado no dia 05 de setembro de 2067. Segundo: O descerramento da placa de bronze em homenagem aos plantadores das seis (6) mudas de Ipê Amarelo, o Símbolo do Centenário, no Dia da Árvore de 2017. São eles, pela ordem: este Colunista, Therezinha Leony Wolff, Renato Ruschel, Delbrai Augusto Sá, Herbert Bauer e Almir Duarte.

OFÍCIO PARA O FUTURO

Eis o ofício na íntegra: “Ofício nº 556/18 – COM. Porto União (SC), 22 de setembro de 2018 Excelentíssimo(a)  Senhor(a) Prefeito (a) Municipal do ano de 2067 PORTO UNIÃO – SC Caríssimo(a), É com muito orgulho que escrevo como Prefeito do Centenário da terra em que nasci. Meu chão querido, pelo qual dediquei muitos anos de trabalho por um povo ordeiro e honesto que hoje completa 150 anos. Escrever para Vossa Excelência em uma ocasião tão especial me enche o peito de orgulho e gratidão. Tentei, como Prefeito por três mandatos, fazer nossos munícipes enxergarem o lugar maravilhoso em que vivemos e fiz minha parte para que o progresso fosse visível. Hoje, posso dizer que a frente da Prefeitura, mais do que asfaltar ruas, construir escolas, creches, pontes, estradas, postos de saúde, centros comunitários, eu toquei pessoas. Acredito ter conseguido inspirar moradores a cuidar de suas calçadas, plantarem árvores, cultivarem flores para deixar nossa cidade amiga ainda mais encantadora. Estamos vivendo momentos conturbados na política nacional. Nossa economia não anda bem. Por isso insisti que temos que administrar recursos públicos usando mais do que economia, precisamos usar a criatividade. Espero que a situação financeira em que Vossa Excelência encontra nosso município seja mais confortável do que foi a minha, mas desejo do fundo do meu coração que tenha uma equipe tão comprometida e eficiente como a que eu tive comigo. Provavelmente algumas dessas pessoas com quem tive a honra de trabalhar estão aí hoje, comemorando e se emocionando nesta data tão especial. Por isso, esteja certo(a) de que estou com vocês, em cada sorriso e em cada lágrima me sinto representado. Obrigado terra querida. Obrigado Porto União. Respeitosamente, Eliseu Mibach Prefeito do Centenário”.

Beira do Iguaçu, Outubro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 28 de Setembro de 2018

O PASQUIM

O Pasquim foi um semanário alternativo, em formato tablóide, criado por Jaguar (Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe), Tarso de Castro, Sérgio Cabral e Ziraldo Alves Pinto, de característica paradoxal, editado entre 26 de junho de 1969 e 11 de novembro de 1991, reconhecido pelo diálogo entre o cenário da contracultura da década de 1960 e por seu papel de oposição ao regime militar. De uma tiragem inicial de 20 mil exemplares, que a princípio parecia exagerada, o semanário (que sempre se definia como um hebdomadário) atingiu a marca de mais de 200 mil em seu auge, em meados dos anos 1970, se tornando um dos maiores fenômenos do mercado editorial brasileiro. A princípio uma publicação comportamental (falava sobre sexodrogasfeminismo e divórcio, entre outros) O Pasquim foi se tornando mais politizado à medida que aumentava a repressão da ditadura, principalmente após a promulgação do repressivo ato AI-5O Pasquim passou então a ser porta-voz da indignação social brasileira. (Fonte: Wikipédia, a Enciclopédia Livre).  

HOMENAGEM

“Dia 19 de setembro de 2009, no Centro Cultural 25 de Julho, ocorreu a Instalação da Academia de Cultura Precursora da Expressão (ACUPRE), de União da Vitória e Porto União. Um grupo de membros da Academia de Cultura de Curitiba (ACCUR), liderado por seu entusiasta Presidente, João Darcy Ruggeri, ateou fogo a essa ideia, que congregou um número representativo de pessoas. Pintura, Escultura, Dança, Música, Comunicação Social, Ciências, Pesquisadores, unidos, como voluntários de um projeto maior para a região: unir forças, criar vínculos consistentes, dar visibilidade de farol à multidão de luzes esparsas . Que esperam? Dialogar com mais profundidade, com base na ética, não em busca de consenso, mas de enriquecimento cultural. (…)”.  Na Academia de Cultura não importa o nível de escolaridade de cada um, mas a energia interior que faz dele um líder a serviço, uma pessoa apaixonada pela vida, curiosa, forte, dialogante. Nada de gênios, nem de perfeições, todos em busca de algo mais, de sinergia, de aperfeiçoamento contínuo, de extravasamento de sonhos, cores e sons, de meditações e estudos benfazejos. (…)”. (Fonte: Centro Universitário da União da Vitória). Isto posto, rendo homenagem ao seu nono aniversário ocorrido neste mês.

 NOME DE RUA

Com a aprovação da Câmara de Vereadores, uma das ruas de Porto União, SC, vai chamar-se “Djanyra Amin Pasqualin”. Uma justa e merecida homenagem! Nota: Professora, pianista e maestrina, Dona Deja, como era mais conhecida, morreu em Curitiba, PR, na madrugada do dia 17 de março deste ano, um sábado, aos 92 anos de idade. Era viúva do saudoso Francisco (Chico) Pasqualin. Foi professora por mais de 30 anos em Porto União, SC. No ano de 2010, ela recebeu a Comenda Pinhão do Vale, conferida pela Academia de Letas do Vale do Iguaçu (ALVI).

 A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada em memória ao estimado e velho esportista Armando Sarti, que, dá nome ao novo Estádio Municipal de Porto União, Santa Catarina, localizado no Bairro Santa Rosa, à margem esquerda do Rio Iguaçu.

Beira do Iguaçu, Setembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 25 de setembro de 2018

FOLHETIM

folhetim é uma narrativa literária, seriada dentro dos gêneros prosa de ficção e romance. Possui duas características essenciais: quanto ao formato, é publicada de forma parcial e sequenciada em periódicos como nos jornais e revistas; quanto ao conteúdo: apresenta narrativa ágil, profusão de eventos e ganchos intencionalmente voltados para prender a atenção do leitor.[1] O folhetim surgiu na França no início do século XIX, junto ao nascimento da imprensa. Foi importado para o Brasil logo depois, fazendo enorme sucesso na segunda metade do século XIX. Eram publicados diariamente em jornais da capital do Império (Rio de Janeiro) e jornais do interior, em espaços destinados a entretenimento. As possibilidades eram infinitas ele buscava ilustrar com realismo e emoção a miséria da condição humana. Apresentavam múltiplas opções de enredo: de assuntos frívolos a sérios, de conversas particulares a acontecimentos políticos. Ao tratar de amenidades e da vida da classe média, o folhetim se aproximava do realismo literário. Também realizava um registro da vida cotidiana típico do jornalismo, mas não com a pretensão de registrar a Verdade, mas apenas de ser verossímil. Assim, despertou o interesse das camadas mais pobres pela leitura e colaborou com a construção de uma nova identidade nacional urbana. Acelerou, ainda, a assimilação de modelos de comportamento europeus, tais como o uso do veludo no vestuário, a disseminação do piano como instrumento doméstico e o surgimento de saraus familiares. (Fonte: Wikipédia, a Enciclopédia Livre).

ZIRALDO

Nascido no dia 24 de outubro de 1932, em Caratinga Minas Gerais, Ziraldo Alves Pinto (Caratinga24 de outubro de 1932) é um cartunista, chargista, pintor, dramaturgo, caricaturista, escritor, cronista, desenhista, humorista, colunista e jornalista brasileiro. É o criador de personagens famosos, como Menino Maluquinho. É, atualmente, um dos mais conhecidos e aclamados escritores infantis do Brasil.

DOIS EVENTOS

No último sábado, dia 22, numa manhã bonita de começo de primavera, ocorreram dois fatos de grande importância histórica para Porto União, Santa Catarina. Primeiro: O depósito da “Cápsula do Tempo” em chão da Praça do Centenário Prefeito Victor Buch Filho, em local previamente dedignado e marcado com uma medalha de bronze. Instituída pela Lei Municipal nº 4.489, de 04 de outubro de 2017, com o objetivo de  preservar a memória das comemorações do Centenário de Porto União (SC), a “Cápsula do Tempo” contém fotografias, documentos, livros, jornais, revistas, bilhetes, narrativas de fatos, objetos, expectativas de futuridade e até um ofício do Prefeito Municipal Eliseu Mibach endereçado  ao Prefeito ou à Prefeita que estiver na chefia do Município por ocasião do seu Sesquicentenário,  a ser comemorado mo dia 05 de setembro de 2067. Segundo: O descerramento da placa de bronze em homenagem aos plantadores das mudas de Ipê Amarelo, o Símbolo do Centenário, no Dia da Árvore de 2017. São eles, pela ordem: este Colunista, Therezinha Leony Wolff, Renato Ruschel, Delbrai Augusto Sá, Herbert Bauer e Almir Duarte.

Beira do Iguaçu, Setembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 21 de Setembro de 2018

DEVER DE CASA VIRA LIVRO

Uma redação de escola com tema livre foi o pontapé para que Samuel Araújo Silva, 13 anos de idade, pudesse dar vida ao conto policial “O Mistério do Crime dos Mil Olhos”, publicado pela Editora Belo Dia. Nunca foi tão importante estar bem informado. Sua assinatura financia o bom jornalismo. Samuel Araújo Silva é morador de Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, onde estuda. O livro começou a nascer quando ele estava no sexto ano do Ensino Fundamental e o texto inicial tinha duas páginas. “Queria escrever uma história de suspense e fui aumentando o texto depois, com o incentivo de um professor”.  O conto é escrito em primeira pessoa pelo personagem Henrique, que apesar de não ter a idade revelada, parece ser tão jovem quanto o próprio autor.  O pai de Henrique foi sequestrado em Salesópolis, também na Grande São Paulo, e ele decide investigar o caso com a ajuda de uma amiga da escola. O sequestrador, no entanto, tinha um padrão: atacar somente policiais.  Em 44 páginas, a narrativa infanto-juvenil transita pelo suspense, o romance e o misticismo com um desfecho surpreendente. Samuel Araújo Silva diz não ter um autor preferido em quem se inspira. Além de escrever, o estudante ilustrou a história e os desenhos também pararam no livro.  O livro foi lançado em dezembro do ano passado em Itaquaquecetuba com uma remessa de 400 exemplares. Apesar da timidez, o estudante procura outros espaços para lançamentos. O jovem escritor já rascunha outras histórias de ficção e se diz um leitor voraz. “Leio mais livros de aventura e leio bastante na biblioteca da escola. Tenho até amizade com a bibliotecária”, conta.

DOIS EVENTOS

Neste sábado, dia 22, às 9 horas, o Município de Porto União, por meio do Comitê Central Organizador das Comemorações do Centenário, dá continuidade aos eventos comemorativos, na Praça do Centenário Prefeito Victor Buch Filho. Na ocasião será depositada a “Cápsula do Tempo do Centenário”, instituída pela Lei no 4.489/2017, cujos conteúdos deverão ser revelados somente nas festividades dos 150 anos de Porto União, no dia 05 de setembro de 2067. Da mesma forma, o Exmo. Senhor Prefeito Municipal Eliseu Mibach estará no mesmo local, descerrando a placa alusiva ao plantio de ipês, plantados no Dia da Árvore, no ano do Centenário, homenageando diversos cidadãos, entre eles, este Colunista, Therezinha Leony Wolff, Renato Ruschel, Delbrai Augusto Sá, Herbert Bauer e Almir Duarte. Ensina o Salmo 145:4: “Uma geração contará as tuas obras à outra geração e anunciarão as tuas proezas”.

SESSÃO SOLENE

Ainda neste sábado, dia 22, na Câmara Municipal de Irati, Paraná, ocorre em Sessão Solene a entrega do Prêmio “Colmeia de Ouro 2018” conferido à professora e acadêmica Luíza Nelma Fillus,  pela Academia de Letras, Artes e Ciências do Centro Sul do Paraná (ALACS), como destaque no âmbito cultural, artístico, educacional e humanístico no cenário regional e paranaense.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada aos atuantes voluntários, mulheres e homens que colaboram ativamente com a Associação dos Deficientes Visuais do Vale do Iguaçu (ADEVIVI).

 Beira do Iguaçu, Setembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 18 de Setembro de 2018

O COLUNISTA E A ORIGEM DO COLUNISMO

“O colunista é um profissional do jornalismo que trabalha escrevendo regularmente para veículos de comunicação (jornaisrevistasrádioTVwebsites), produzindo textos não necessariamente noticiosos denominados colunas. O colunista não precisa ser necessariamente jornalista (o que significa, no Brasil, não precisar ser Bacharel em Jornalismo). Alguns dos colunistas brasileiros mais conhecidos, como Luís Fernando Veríssimo e Arnaldo Jabor, não são jornalistas. O nome “Coluna” surgiu em virtude da diagramação original dos textos não-noticiosos publicados regularmente em espaço predeterminado no jornal. Nos periódicos do Século XIX, tudo que não era notícia era diagramado numa única coluna vertical, de alto a baixo da página, à parte do resto do conteúdo — exceto pelos folhetins, que eram publicados geralmente na parte inferior da primeira página, ocupando todas as colunas da esquerda até a direita. Com o passar do tempo, os textos de colunas deixaram de ser limitados a uma coluna de diagramação e passaram a ter qualquer formato, mas mantendo o caráter de informações curtas, em notas, ou observações do cotidiano, em linguagem de crônica.  Até a década de 1990, era mais comum que cada coluna tivesse um tema específico, a despeito dos autores que assinassem os textos. Assim, o mesmo espaço era preenchido por diversos profissionais, versando sobre os mesmos assuntos (por exemplo, a coluna social Swann, publicada em O Globo, assinada por mais de um autor). Atualmente, porém, os colunistas têm recebido mais destaque do que as colunas, o que lhes permite escrever sobre praticamente qualquer tema, desde que o leitor identifique neles um estilo próprio do autor. Este fenômeno tem aproximado os textos de coluna do chamado Jornalismo Literário”. (Fonte: Wikipédia, a Enciclopédia Livre).

“CRÔNICAS IMORTAIS”

No mês de julho, 25, Dia do Escritor, ocorreu o lançamento do livro “Crônicas Imortais – O Ressurgimento de Uma Nova Era”, dos autores Vinícius Trebien Tack, Gabriel Felipe Laurentino e Vinícius Gregório, alunos do Colégio Estadual São Cristóvão. Nas 291 páginas o livro recebe todo fruto de suas imaginações. Nota: Também está publicado em eBook Kindle.

TROFÉU GUERREIRO DO PARANÁ

Na última quinta-feira, dia 13, na Associação Comercial do Paraná, o advogado e acadêmico René Ariel Dotti recebeu o Troféu Guerreiro do Paraná. O Prêmio foi entregue pelo Movimento Pró-Paraná durante as comemorações dos 165 anos de Emancipação Política do Estado do Paraná.  Nota: René Ariel Dotti é formado em Direito pela Universidade Federal do Paraná – UFPR, em 1958. Advogado com especialidade em Direito Penal e Processo Penal desde 1958. Professor convidado da Escola da Magistratura do Estado do Paraná. Sócio Benemérito do Instituto dos Advogados do Paraná. Vice-Presidente Honorário da Associação Internacional de Direito Penal. Membro da Academia Brasileira de Direito Criminal. Membro da Academia Paranaense de Letras. Membro da Academia Paranaense de Letras Jurídicas. Membro do Instituto dos Advogados Brasileiros.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao jornalista Fábio Campana  que, diariamente, escreve“A Coluna do  Campana”  para este Jornal O Comércio.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Beira do Iguaçu, Setembro de 2.018

Milho no Monjolo – 14 de Setembro de 2018

ORIGEM DO JORNAL

“O primeiro jornal que se tem notícia surgiu em Roma em 59 A.C. e se chamava Acta Diurna. Ele nasceu do desejo de Júlio César de informar o público sobre os acontecimentos sociais e políticos e divulgar eventos programados para cidades próximas. O jornal era escrito em grandes placas brancas e expostas em locais públicos onde transitavam muitas pessoas.  As Acta informavam os cidadãos sobre escândalos no Governo, campanhas militares, julgamentos e execuções. Em 1447, a prensa, inventada por Johann Gutemberg inaugurou a era do jornal moderno e permitiu o livre intercâmbio de ideias e cultura, disseminando o conhecimento. Durante essa época, a classe média em ascensão, que correspondiam aos comerciantes, era abastecida de informações sobre o mercado por boletins informativos, que muitas vezes tinham um teor sensacionalista. Foi só na primeira metade do século XVII que os jornais começaram a surgir como publicações periódicas. Os primeiros jornais modernos nasceram em Países da Europa Ocidental como Alemanha, França, Bélgica e Inglaterra. A maior parte de suas publicações traziam notícias da Europa e raramente incluíam informações da América ou Ásia”. Nota: O primeiro  jornal do  Brasil foi A Gazeta, com início no dia 10 de setembro de 1808, no Rio da Janeiro.

“SONHOS HUMILDES”

Mais uma adolescente, com 15 anos de idade, moradora em Porto União, Santa Catarina, dedica-se ativamente à arte da escrita. Rafaela Rolwagen publicou no começo de julho o seu livro de estreia “Sonhos Humildes”, com 70  páginas, que reúne crônicas, poesias e hai

LUTO

Na noite do último domingo, dia 09, no Rio de Janeiro, morreu o acadêmico, jurista, sociólogo e escritor Hélio Jaguaribe, aos 95 anos de idade. Hélio Jaguaribe de Mattos nasceu no Rio de Janeiro, em 23 de abril de 1923. Formou-se em Direito, em 1946, pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio). Hélio Jaguaribe foi um dos últimos grandes intérpretes de nosso País. Entre a vasta obra do imortal destacam-se “A Dependência Político-Econômica da América Latina” e “Um Estudo Crítico da História”. Recebeu o Título de Doutor Honoris Causa da Universidade de Johannes Gutenberg, de Mainz, Alemanha (1983), da Universidade Federal da Paraíba (1992) e da Universidade de Buenos Aires (2001). Recebeu a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico (1996) e a Ordem do Mérito Cultural conferida pelo Ministério da Cultura (1999). Em 1964, depois de pública condenação do golpe militar, afastou-se do País e foi lecionar nos Estados Unidos. Era membro da Academia Brasileira de Letas (ABL), ocupou a cadeira 11, desde 2005.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada em memória ao professor e jornalista Hermínio Milis, que, no dia 11 de junho de 1931, fundou este apreciado Jornal O Comércio.

Beira do Iguaçu, Setembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

 

Milho no Monjolo – 11 de Setembro de 2018

LENDAS E MITOS 1

São contadas e há registros de algumas lendas em Porto União, SC e União da Vitória, PR. Entre elas: 1. Do Monge João Maria que ergueu uma cruz no alto do Morro da Cruz. 2. Do Monge João Maria que atravessou o Rio Iguaçu num lenço que virou canoa. 3. Da cobra grande da Lagoa Preta, nas proximidades da Raia, no Bairro São Bernardo. (Ou do Monstro do Rio Iguaçu). 4. Da maldição da velha. 5.  Do diabo do Clube Floresta, no Bairro São Cristóvão, contada por Ivana Caroline Porn, em Novembro de 2016, no sítio Lendas.

LENDAS E MITOS 2 

“Lendas são muito significativas para a construção da representação de uma comunidade. A partir delas é possível perceber quais as crenças de uma população. É uma particularidade que une os habitantes de uma região em uma crença passada de geração em geração. Conhecer uma lenda é conhecer um pouco mais da história de uma cidade. A realização desse trabalho serve como um auxílio para manter eternizadas as histórias que ouvimos desde crianças, e que nos trazem esse senso de pertencimento a um grupo”. (Ivana Caroline Porn, 2016, Lendas | Editorial). Nota: Trata-se de uma proposta de Jornalismo Online que tem como professora Ana Cristina Bostelmam.

ESCREVE O LEITOR

“Parabéns, Porto União, pelos 101 anos de emancipação. Parabéns. unionenses! Bom artigo da Mariana Honesko no vvale.com.br. (…)”. (Silmar Bohrer, Presidente da Academia Caçadorense de Letras e Artes – ACLA).

PORTO UNIÃO, 101 ANOS 

Nos anos passados, escrevi e publiquei neste Jornal O Comércio, diversos textos em Homenagem ao Aniversário de União da Vitória (dia 27 de março) e em Homenagem ao Aniversário de Porto União (dia 05 de setembro), conforme a  orientação da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI). No entanto, neste ano, por acomodação, não escrevi nem publiquei qualquer texto em homenagem àquelas datas. E muito menos os outros acadêmicos. Sendo assim, apresento as minhas congratulações para a jornalista Mariana Honesko que escreveu e publicou o artigo “Parabéns, Porto União!”, nas páginas o4 e 05, edição do dia 05 último, deste Jornal O Comércio. Em Tempo: Congratulo-me com a gente, com as coisas desta querida terra adotiva em que vivo a maior parte da minha vida . Salve, Porto União, o portão de entrada da Santa e Bela Santa Catarina!

A ÚLTIMA 

A Coluna de hoje é dedicada ao estimado e velho amigo Luiz Ernani da Silva que, desde 1996 edita o Jornal “O Bocudo”, com comentários, críticas e notícias  .

Beira do Iguaçu, Setembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr)