Vereadores criticam ato de greve na Estação União

Legisladores também criticaram o novo governo do SC

cam_03No que depender de alguns vereadores de Porto União, o movimento grevista do magistério de União da Vitória deve fazer sua concentração em outro lugar bem longe da Estação União.

Os vereadores disseram que os grevistas congestionaram o pátio da Estação com seus carros, passaram a manhã gritando e até briga por causa de vaga de estacionamento foi registrado.

Um dos críticos foi o vereador Élio Weber (MDB-SC), que defendeu que os portões do estacionamento, teoricamente privativo dos vereadores e servidores do legislativo, volte a ser trancado. Depois de muita polêmica em anos anteriores, os portões foram não foram mais acionados.

Com o fechamento do estacionamento clandestino atrás do Centro Comercial Vale das Cachoeiras, os carros agora se amontoam no pátio da Estação União. O vereador Sandro Calikoski (MDB-SC) criticou o que chamou de som ensurdecedor no local. O Legislador disse que estava impossível trabalhar com o barulho da manifestação.

Bomba relógio

cam_02Os vereadores abordaram também a a instabilidade política dentro da Secretaria de obras, com a circulação de vídeos gravados dentro da secretaria e até ameaças e brigas por causa de um “potrinho”.

Conforme os vereadores Luiz Alberto Pasqualin (PP-SC), Neilor Grabovski (MDB-SC), o problema tem de ser discutido com urgência com o prefeito Eliseu Mibach.

Neilor disse que recebeu relatos de funcionários entrando armados dentro do ambiente de trabalho. Já o vereador Sandro Calikoski disse que esse ambiente de instabilidade tem de acabar urgentemente, e cobrou pulso firme do prefeito no trato com a questão.

O vereador Élio Weber ainda criticou ainda o valor de R$ 1,54 por fatura da taxa e lixo  cobrada na fatura de água da Sanepar em Porto União, e que e o valor precisa ser revisto. Segundo o Legislador  o valor é alto e abusivo.

Governo desprestigiado

Os vereadores fizeram críticas contundentes ao novo governo de Santa Catarina, pelo que chamaram de despreparo, falta de saber fazer e até pelo fato de um secretário oriundo do meio militar atender prefeitos e vereadores com uma pistola em cima da mesa na Fesporte. A voz destoante foi a do vereador Gildo Masselai, do PSDB, que disse que prefere acreditar que a escassez de recursos seja uma economia para poder atender melhor os catarinenses mais à frente.

Pauta pobre

A pauta foi muito escassa. Somente dois pareceres das comissões permanentes e um Projeto de Lei  foram votados, pelos vereadores. O uso do pequeno e grande expediente foram usados para os debates  em questão. E foi só.