
A pandemia do coronavírus (Covid-19) vem causando impactos em vários setores. O principal claro a saúde, mas segue para economia e atinge também a política. A decisão do Congresso Nacional em adiar as eleições municipais deste ano para os dias 15 e 29 de novembro, mudou o cenário político.. Com isso, as projeções do que podem acontecer neste ano “atípico” nas urnas começam a acontecer.
Segundo publicação de Fábio Campana, nove de cada dez marqueteiros, publicitários, analistas e políticos nativos fazem a seguinte previsão:
1 – A campanha eleitoral deste ano será curtíssima. Não haverá tempo para construir candidaturas novas. O índice de reeleição será grande porque os candidatos que têm nome e base eleitoral estruturada vão levar grande vantagem sobre os demais.
2 – Outra característica da campanha será a grosseria, marcada pelos golpes abaixo da linha da cintura, exercícios de desespero de quem precisa resolver sua disputa em curto espaço de tempo. Todos querem aplicar um nocaute, um ippon no adversário.
3 – De sorte que não teremos debates de ideias, propostas, programas. Teremos mesmo é pancadaria, numa campanha eleitoral curta e grossa.