O general Eduardo Pazuello e o comandante da Aeronáutica, Carlos Almeida Baptista Júnior, tiveram processos rejeitados pelo Ministério Público Militar (MPM). Os dois integrantes das Forças Armadas foram alvo de ações que apontam participação política indevida e proibida a militares da ativa.
Pazuello compareceu, no dia 23 de maio, a um ato bolsonarista do Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro. Lá, discursou ao lado do presidente Jair Bolsonaro, o que motivou a investigação. Já Baptista Júnior foi investigado por manifestações políticas nas redes sociais. O regulamento interno das Forças Armadas proíbe manifestações políticas por parte dos integrantes da ativa.
O procedimento contra o ex-ministro durou 16 dias. Foi aberto no dia 26 de maio e arquivado em 11 de junho. O caso de Baptista Júnior teve início no dia 23 de junho e foi recusado pelo MPM no dia 19 de julho – 26 dias de tramitação.