As criptomoedas são um tipo de dinheiro totalmente digital, diferente do que estamos acostumados, elas não existem de forma física. Essa nova proposta financeira tem atraído a atenção de investidores.
Uma das moedas mais conhecidas é o Bitcoin, quem nunca ouviu falar nesse termo? Isso porque, ela é a criptomoeda mais valorizada do mercado atualmente. Porém, existem muitas outras disponíveis para compra, as chamadas “altcoins”. Inclusive, muitas delas são criptomoedas baratas e promissoras 2023.
Que tal descobrir algumas características sobre esse mercado que nem todo mundo conhece? Confira a seguir, cinco curiosidades sobre as moedas digitais que têm sido tão comentadas por aí. Vamos lá!
Bitcoin não foi a primeira moeda criada
Quando falamos em criptomoedas, o Bitcoin vem logo à mente devido a sua fama no mercado. Porém, uma curiosidade que poucas pessoas sabem é que essa não foi a primeira moeda digital criada.
Na verdade, o Bitcoin foi a primeira criptomoeda que foi bem aceita pelo mercado financeiro e por isso tem tanto sucesso hoje em dia. Mas a pioneira mesmo se chamava DigiCash, desenvolvida pelo cientista David Chaum.
Isso foi em 1982, quando Chaum escreveu um artigo sobre como funcionaria a moeda digital e suas transações. A ideia não durou muito tempo, a empresa do cientista fechou em 1990, pois os investidores não demonstraram interesse.
Depois de anos é que as criptomoedas passaram a ser vistas com outros olhos, o bitcoin por exemplo, surgiu somente em 2008. Atualmente, já existem outros nomes circulando no mercado.
O mercado das criptomoedas está sempre aberto
Outra característica interessante sobre as criptomoedas é que o mercado de negociações está sempre aberto. Ou seja, você pode realizar uma transação em qualquer horário do dia, inclusive nos feriados.
Diferentemente da bolsa de valores, por exemplo, onde é necessário esperar o horário comercial para realizar alguma negociação e só funciona nos dias úteis da semana.
As moedas digitais podem ser compradas e vendidas a qualquer momento, seja no sábado ou no domingo, o mercado não descansa. Ideal para quem gosta de acompanhar as cotações em tempo real.
São proibidas em alguns países
As criptomoedas ganharam força nos últimos anos e, com isso, valorização no mercado financeiro. Porém, nem todos os países aceitaram a ideia de moedas digitais e, por isso, proíbem a comercialização deste item.
O argumento usado por essas nações é a falta de segurança e o desconhecimento de como procederá os investimentos a longo prazo. A China é um exemplo de país que baniu as criptomoedas em seus sistemas financeiros.
Além dela, outros nomes impõem barreiras contra as moedas digitais são Marrocos, Egito, Iraque, Catar e a nossa vizinha Bolívia, que inclusive é a única a restringir as criptomoedas na América do Sul.
Por outro lado, países como Estados Unidos da América, Austrália e outros do continente europeu já estudam formas de torná-las mais regulamentadas, dando mais confiança às transações e encaixá-las nas formas de pagamento.
Possuem mineração limitada
As moedas digitais não são como o dinheiro comum que estamos acostumados, elas possuem quantidade finita. Ou seja, quando toda a mineração for completada, as criptomoedas acabam.
Isso acontece como uma forma de proteger o investidor da inflação, pois o valor dessas moedas digitais vai subindo conforme a sua disponibilidade de produção diminui.
É claro que cada moeda possui uma quantidade diferente como limite, isso vai variar de acordo com a demanda. O Bitcoin, por exemplo, é uma criptomoeda que já possui mais de 90% de sua mineração feita.
Ainda assim, a estimativa é que somente no ano de 2140 sejam geradas todas as moedas Bitcoin. Visto que, a oferta é controlada e faltam cerca de dois milhões para completar a mineração limite.
Utiliza a tecnologia Blockchain
Muitas pessoas deixam de investir em criptomoedas por acreditarem que não é confiável. Porém, esse mercado utiliza a tecnologia chamada “blockchain”, que torna as transações digitais mais seguras.
Trata-se de um sistema de criptografia que tem como objetivo facilitar os registros e rastreamentos de ativos online, como as moedas digitais. Por meio desse serviço, é possível evitar fraudes.
A tecnologia blockchain, por ser imutável, oferece mais tranquilidade aos interessados em investir nas criptomoedas. Antes estava ligada especialmente ao Bitcoin, mas hoje já está se dissociando.
Como investir em criptomoedas?
Se essas curiosidades despertaram o seu interesse, não se preocupe, a gente te conta como fazer para investir nas moedas digitais em alta no mercado. Existem diferentes formas de comprá-las, basta escolher qual a melhor opção para você.
A primeira delas, considerada mais segura para quem está iniciando, é por meio das corretoras de valores especializadas em criptoativos. Elas fazem o intermédio de compra e venda, garantindo que a negociação seja de confiança.
Além disso, é possível investir nas ETFs (Exchange Traded Funds), fundos negociados em bolsa que usam índices de referência para avaliar o melhor momento e a moeda mais valorizada.
Por fim, você pode ainda optar por negociações diretas, sem intermediação, chamadas “peer to peer”. Porém, devido a possibilidade de aplicação de golpes, é indicado somente para investidores mais experientes.
Agora é só escolher qual jeito mais se encaixa no seu perfil e na sua situação financeira. Esperamos que esse conteúdo tenha agregado mais no seu conhecimento sobre as criptomoedas!